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Pastoral da Saúde lança Prémio «Padre VÃtor Feytor Pinto - Terapia e Espiritualidade» 2005-11-22 22:28:30 A Comissão Nacional da Pastoral da Saúde anunciou hoje o lançamento do Prémio Padre VÃtor Feytor Pinto, para distinguir trabalhos de investigação cientÃfica "nas áreas da espiritualidade e pastoral em relação com a saúde e a terapia".
Este prémio, instituÃdo junto do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa, será atribuÃdo de dois em dois anos "a pessoas ou instituições em actividade que apresentem trabalhos cientÃficos inéditos de investigação ou referentes a projectos relevantes na área da espiritualidade em relação com a saúde e a terapia".
O prémio “Padre VÃtor Feytor Pinto - Terapia e Espiritualidade†será financiado por subsÃdios regulares de fundações e instituições patrocinadoras, estando também aberta a comparticipação de particulares.
Com esta iniciativa, a Comissão Nacional da Pastoral da Saúde pretende homenagear o Padre VÃtor Feytor Pinto - hoje distinguido com o tÃtulo de Monsenhor atribuÃdo pelo Papa Bento XVI -, que há 20 anos coordena a Pastoral da Saúde em Portugal e que este ano celebra as bodas de ouro sacerdotais.
50 anos de serviço à Igreja
Em Julho deste ano, o Pe. VÃtor Feytor Pinto, pároco do Campo Grande (Lisboa) celebrou 50 anos de sacerdócio, entregando-se a uma Igreja que, ao longo destas cinco décadas, tem ajudado a construir.
Membro do Conselho PontifÃcio para a Pastoral da Saúde e Coordenador da Comissão Nacional da Pastoral da Saúde, o sacerdote tornou-se uma das caras mais conhecida das Igreja Católica no nosso paÃs.
Numa entrevista ao programa ECCLESIA, o Pe. Feytor Pinto frisa que “o sacerdócio vale pelo apelo que Jesus Cristo nos fezâ€. Em 50 anos, respondeu “com os pés no chão e as mãos levantadas para o Senhorâ€.
Conhecido pelo dom da palavra, o sacerdote destaca a importância do silêncio na sua vida “para levar o Evangelho aos outros em toda a sua verdadeâ€.
O Pe. VÃtor Feytor Pinto nasceu a 6 de Março de 1932, na freguesia de St. António dos Olivais, em Coimbra, e foi ordenado a 10 de Julho de 1955, na Sé da Guarda. Após a ordenação trabalhou na paróquia dessa mesma Sé, passando depois para o Paço Episcopal.
Após um tempo de preparação em Roma, viveu seis anos em Portugal como “anunciador do ConcÃlioâ€, no movimento por um mundo melhor, confessando a sua paixão por uma Igreja “que vai ao encontro do mundo para lhe responder com a mensagem de Jesusâ€.
Em relação a si próprio, o Pe. Feytor Pinto reconhece-se em quem lhe aponta como caracterÃsticas fundamentais “o entusiasmo da predicação, a fundamentação da doutrina, o exemplo de dedicação, a abertura aos problemas da sociedade e a simpatiaâ€. Sobre o futuro, o Pe. Feytor Pinto refere que “temos de prestar-nos o mais que for possÃvel ao serviço dos outrosâ€, revelando vontade de continuar a trabalhar.
“A missão que o Senhor nos deu é a de o anunciar, uma missão profética, transformar a cidade, uma missão socio-caritativa, e depois celebrar na fé, em acção de graças, uma missão litúrgicaâ€, enumera. Estas três dimensões da vida sacerdotal, assegura, “dão mais capacidade de viver com alegriaâ€.
As suas posições na bioética levaram o Pe. Feytor Pinto a uma maior exposição em face da opinião pública, mas o responsável não nega que considera esta matéria “apaixonante†e assegura que “a Igreja, nas questões da bioética, foi completamente inovadoraâ€, dando como exemplo a definição do momento da morte.
Consciente de que as suas palavras chegam a muitos e podem gerar reacções muito dÃspares, o sacerdote assegura que, em primeiro lugar, “tenho uma enorme preocupação em ser fiel a Jesus Cristo e à doutrina da Igreja, é uma preocupação dominante na minha vidaâ€.
“Procuro não dizer coisas que não estejam pensadas, reflectidas e fundamentadas no pensamento da Igrejaâ€, conclui.
Redacção/Lusa
Fonte Ecclesia
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