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Oração Diária On-line
Convidamo-lo(a) a criar um espaço sagrado no seu dia, e a passar dez minutos a rezar, aqui e agora, à frente do computador, com orientações no ecrã e um texto bíblico escolhido especialmente para cada dia.
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Pode parecer estranho rezar no computador, em frente a um ecrã, especialmente se houver gente em redor, ou barulhos que distraiam. Mas Deus está em todo o lado, à nossa volta, voltando-se constantemente para nós, mesmo nas situações mais imprevisíveis. Sabendo isto, e com um pouco de prática, pode-se rezar em qualquer lugar!
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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010 - QUINTA-FEIRA da semana XXII |
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 «Enquanto orava...».
Na Transfiguração de Jesus, de que nos fala o Evangelho de hoje, o rosto do Senhor tornou-se resplandecente e a sua figura refulgiu, quando Ele «subiu ao monte para orar». Foi então que o Pai Se manifestou e revelou aos três acompanhantes de Jesus: «Este é o meu Eleito: escutai-O!» Já no Baptismo, no Jordão, o Pai Se revelara ao próprio Jesus, com as palavras: «Tu és o meu Filho muito amado; em Ti pus todo o meu enlevo» (Lc 3, 22). E também, na mesma cena do Baptismo, se lê que o céu se abriu e que Jesus ouviu a voz do Pai «no monte em que Se encontrava em oração, depois de ter sido baptizado».
Talvez só aos poucos, na oração, Jesus tenha tomado, progressivamente, consciência da sua filiação divina e da sua missão salvadora e redentora, e do tipo de Messianismo sofredor por que acabou por optar.
Em oração, devemos nós, filhos adoptivos, fazer a experiência da paternidade de Deus e da nossa condição de filhos amados e eleitos de Deus. Precisamos da experiência da Transfiguração, para sermos capazes de enfrentar, com os mesmos três Apóstolos ali presentes, as horas da Agonia, da Paixão e da morte, com Jesus Cristo, caminho inevitável para se chegar ao esplendor e à luminosidade cintilante da Ressurreição e da glória.
Oração: falar e ouvir.
Aprende-se a rezar, rezando. Não há regra, para os cristãos, de quantas vezes ao dia devem fazer oração. O Evangelho fala-nos da «obrigação de orar sempre, sem desfalecer» (Lc 18, 1). «É verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação, dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo Nosso Senhor» - ouvimos no Prefácio de todas as celebrações da Eucaristia. Dar graças é uma das formas mais nobres de oração, talvez demasiado esquecida e pouco praticada. Certo é que devemos rezar todos os dias. Sirva-nos de estímulo e de critério o exemplo de Jesus e a oração do Pai-Nosso, que Ele nos ensinou.
Mais que o «quanto tempo», importa o modo como se reza. Importa que a oração seja fonte e raiz para uma relação minha mais profunda, mais viva, mais constante, com Jesus. É preciso que nos habituemos a ela, até que se torne imprescindível no nosso quotidiano. Custa a começar, mas sentimos que faz bem. É um exercício que exige esforço, mas vale a pena, porque dá frutos.
Rezar é falar com Deus. Podemos dizer-Lhe tudo, queixar-nos, protestar, insistir. Mas aprendamos também a aguardar resposta. À medida que se vai progredindo na oração, cada vez mais esta passa a consistir mais em ouvir do que em falar. Reflictamos, diante de Deus, em quanto Lhe devemos, em quanto recebemos de graça, porque Ele pensou/pensa em mim, porque é meu amigo e me ama. Ouvi-Lo, também significa recorrer mais e mais às palavras e mensagens do Evangelho, em que aprendemos a chamar a Deus nosso Pai: um Pai misericordioso, presente, atento, carinhoso. Falar com Ele e escutá-Lo, serena a nossa alma, acalma as nossas iras e impaciências, torna-nos compreensivos e disponíveis.
Se rezamos todos os dias, Deus ouve-nos; nós sentimos os efeitos da oração; os outros dar-se-ão conta de que rezar é indispensável e modifica as pessoas, para bem dos que rezam e de quem convive com elas. | | Fonte: AO |
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  Reflectindo o Evangelho: De certeza que todos nós já tivemos de ir a algum sítio que apenas conhecíamos por nos falarem desse lugar, ou pelas explicações que nos dão para lá chegarmos. Normalmente, quando vamos a algum casamento longe de casa isso acontece. E, pelo caminho, apressados para chegar a tempo e horas à cerimónia, deparamo-nos com várias estradas, com diversos caminhos. E, num momento de maior ansiedade e confusão, deparando-nos com dois caminhos, nem sabemos qual escolher e qual seguir. Ou tiramos à sorte e avançamos destemidamente, ou fazemos um esforço de memória para nos lembrarmos das indicações que nos deram para seguirmos confiadamente para o nosso destino.
Os textos deste Domingo também nos falam de dois caminhos desta nossa vida sempre agitada: um é o caminho da bênção, daqueles que são bem-aventurados por seguirem o Senhor; o outro é o caminho da maldição, o caminho dos que confiam em absoluto «no homem e põe na carne toda a sua esperança» (1.ª leitura). Jesus, no Evangelho, é bem claro sobre o destino de cada um destes caminhos. Aqueles que, nas opções da sua vida, são capazes de escolher o Senhor, configurando-se a Ele, seguem o caminho da bênção que os leva à felicidade, à bem-aventurança eterna. Por seu turno, os que nas decisões concretas da sua vida não se assemelham a Cristo servo, são os que seguem o «conselho do ímpio» e se detêm «no caminho dos pecadores» (ver salmo responsorial) e que o Senhor repreende com todos aqueles «Ai de vós…» do Evangelho, próprios da linguagem profética do Antigo Testamento. | | Fonte: ACaminho.net |
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 XXII DOMINGO DO TEMPO COMUM - É possível experimentar a alegria de Deus Estamos numa casa de campo da alta burguesia de uma grande cidade do terceiro mundo, uma daquelas metrópoles onde a miséria é acompanhada pelo desperdício mais descarado.
No final da festa pelo vigésimo aniversário da filha – estudante universitária brilhante – os pais ordenam aos dois empregados domésticos que arrumem a sala.
Eis a surpresa: nas mesas está ainda uma enorme quantidade de carne, arroz, batatas fritas, tortas, bolinhos.
– Que fazemos com tudo isto? – pergunta embaraçado o marido. A esposa, que está a levar para a cozinha um tabuleiro cheio de copos para lavar, pára um instante, surpreendida, e depois, como quem se dá conta com atraso do erro cometido, diz: – Convidámos as pessoas erradas: gente que não tinha fome.
Temos medo de deixar que se aproxime de nós quem tem fome, tememos que nos possa empobrecer. E, no entanto, a festa da nossa vida poderia concluir-se com uma desilusão: encontrarmo-nos ainda com aqueles bens que o Senhor nos tinha dado para que com eles pudessemos «matar a fome» aos seus pobres.
«Felizes os convidados para o banquete das núpcias do Cordeiro!» – exclama o anjo do Apocalipse (Ap 19, 9). Mas naquela festa só poderá participar quem se privou de tudo para o dar a quem tinha fome.
Para interiorizar a mensagem, repetiremos: - O pobre bate à minha porta para me oferecer a oportunidade de experimentar a alegria de Deus. | | Fonte: O Banquete da Palavra / Fernando Armellini : Paulinas Editora |
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 Intenções do Santo Padre - Setembro 2010
Palavra de Deus e progresso social. Que nas regiões menos desenvolvidas do mundo o anúncio da Palavra de Deus renove o coração das pessoas, animando-as a serem protagonistas de um autêntico progresso social.
e
O fim das guerras. Que abrindo o coração ao amor, se ponha fim a tantas guerras e conflitos que ensanguentam o mundo.
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Esta semana
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| Liturgia de hoje
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Liturgia das Horas: Quita-feira II
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