Capela Sto Isidoro
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  Quinta-feira, 23 de Maio de 2013    Orações Terço Via-Sacra Via Lucis
Reflexão do dia
«Enquanto orava...».

Na Transfiguração de Jesus, de que nos fala o Evangelho de hoje, o rosto do Senhor tornou-se resplandecente e a sua figura refulgiu, quando Ele «subiu ao monte para orar». Foi então que o Pai Se manifestou e revelou aos três acompanhantes de Jesus: «Este é o meu Eleito: escutai-O!» Já no Baptismo, no Jordão, o Pai Se revelara ao próprio Jesus, com as palavras: «Tu és o meu Filho muito amado; em Ti pus todo o meu enlevo» (Lc 3, 22). E também, na mesma cena do Baptismo, se lê que o céu se abriu e que Jesus ouviu a voz do Pai «no monte em que Se encontrava em oração, depois de ter sido baptizado».

Talvez só aos poucos, na oração, Jesus tenha tomado, progressivamente, consciência da sua filiação divina e da sua missão salvadora e redentora, e do tipo de Messianismo sofredor por que acabou por optar.

Em oração, devemos nós, filhos adoptivos, fazer a experiência da paternidade de Deus e da nossa condição de filhos amados e eleitos de Deus. Precisamos da experiência da Transfiguração, para sermos capazes de enfrentar, com os mesmos três Apóstolos ali presentes, as horas da Agonia, da Paixão e da morte, com Jesus Cristo, caminho inevitável para se chegar ao esplendor e à luminosidade cintilante da Ressurreição e da glória.

Oração: falar e ouvir.

Aprende-se a rezar, rezando. Não há regra, para os cristãos, de quantas vezes ao dia devem fazer oração. O Evangelho fala-nos da «obrigação de orar sempre, sem desfalecer» (Lc 18, 1). «É verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação, dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo Nosso Senhor» - ouvimos no Prefácio de todas as celebrações da Eucaristia. Dar graças é uma das formas mais nobres de oração, talvez demasiado esquecida e pouco praticada. Certo é que devemos rezar todos os dias. Sirva-nos de estímulo e de critério o exemplo de Jesus e a oração do Pai-Nosso, que Ele nos ensinou.

Mais que o «quanto tempo», importa o modo como se reza. Importa que a oração seja fonte e raiz para uma relação minha mais profunda, mais viva, mais constante, com Jesus. É preciso que nos habituemos a ela, até que se torne imprescindível no nosso quotidiano. Custa a começar, mas sentimos que faz bem. É um exercício que exige esforço, mas vale a pena, porque dá frutos.

Rezar é falar com Deus. Podemos dizer-Lhe tudo, queixar-nos, protestar, insistir. Mas aprendamos também a aguardar resposta. À medida que se vai progredindo na oração, cada vez mais esta passa a consistir mais em ouvir do que em falar. Reflictamos, diante de Deus, em quanto Lhe devemos, em quanto recebemos de graça, porque Ele pensou/pensa em mim, porque é meu amigo e me ama. Ouvi-Lo, também significa recorrer mais e mais às palavras e mensagens do Evangelho, em que aprendemos a chamar a Deus nosso Pai: um Pai misericordioso, presente, atento, carinhoso. Falar com Ele e escutá-Lo, serena a nossa alma, acalma as nossas iras e impaciências, torna-nos compreensivos e disponíveis.

Se rezamos todos os dias, Deus ouve-nos; nós sentimos os efeitos da oração; os outros dar-se-ão conta de que rezar é indispensável e modifica as pessoas, para bem dos que rezam e de quem convive com elas.
Fonte: AO

A Caminho
Bem-aventurados os pobres

Reflectindo o Evangelho:

De certeza que todos nós já tivemos de ir a algum sítio que apenas conhecíamos por nos falarem desse lugar, ou pelas explicações que nos dão para lá chegarmos. Normalmente, quando vamos a algum casamento longe de casa isso acontece. E, pelo caminho, apressados para chegar a tempo e horas à cerimónia, deparamo-nos com várias estradas, com diversos caminhos. E, num momento de maior ansiedade e confusão, deparando-nos com dois caminhos, nem sabemos qual escolher e qual seguir. Ou tiramos à sorte e avançamos destemidamente, ou fazemos um esforço de memória para nos lembrarmos das indicações que nos deram para seguirmos confiadamente para o nosso destino.

Os textos deste Domingo também nos falam de dois caminhos desta nossa vida sempre agitada: um é o caminho da bênção, daqueles que são bem-aventurados por seguirem o Senhor; o outro é o caminho da maldição, o caminho dos que confiam em absoluto «no homem e põe na carne toda a sua esperança» (1.ª leitura). Jesus, no Evangelho, é bem claro sobre o destino de cada um destes caminhos. Aqueles que, nas opções da sua vida, são capazes de escolher o Senhor, configurando-se a Ele, seguem o caminho da bênção que os leva à felicidade, à bem-aventurança eterna. Por seu turno, os que nas decisões concretas da sua vida não se assemelham a Cristo servo, são os que seguem o «conselho do ímpio» e se detêm «no caminho dos pecadores» (ver salmo responsorial) e que o Senhor repreende com todos aqueles «Ai de vós…» do Evangelho, próprios da linguagem profética do Antigo Testamento.
Fonte: ACaminho.net

O Banquete da Palavra
FESTA DA EPIFANIA DO SENHOR - Brilha a Estrela, Luz para Todos os PovosO Banquete da Palavra

Terra de passagem, objecto de disputas, encruzilhada de povos, culturas, raças e línguas, a Palestina foi invadida e ocupada, à vez, pelos faraós egípcios e pelos príncipes da Mesopotâmia.

O desejo de poder um dia vingar-se contra estes opressores foi longamente cultivado em Israel (Sl 137, 8-9), mas a desforra, a retorsão, a vingança não fazem parte dos projectos de Deus. Um profeta anónimo do século iii a.C. revela, quais são os sonhos de Deus: «Naquele dia, uma estrada ligará o Egipto à Assíria; os Assírios irão ao Egipto e os Egípcios à Assíria, e os Egípcios com os Assírios renderão culto ao Senhor. Naquele dia, Israel será mediador entre o Egípto e a Assíria, e será uma bênção do Senhor no meio da terra. O Senhor do universo abençoá-los-á nestes termos: bendito seja o Egipto, meu povo, a Assíria, obra das minhas mãos, e Israel, minha herança» (Is 19, 23-25).

Uma profecia surpreendente, inaudita, incrível: Israel está destinado a ser mediador de salvação para os seus dois inimigos históricos, os Assírios e os Egípcios.

Já um século antes outro profeta tinha anunciado: o Senhor conduzirá todos os estrangeiros ao seu monte santo e enchê-los-á de alegria na sua casa (Is 56, 6-7).

O sonho de Deus realizou-se quando em Jacob despontou, como o Senhor tinha prometido (Nm 24, 17), a estrela, Cristo Senhor. A sua luz dissipa as trevas criadas pelo ódio ancestral e reúne todos os povos numa única família.

É esta a mensagem de esperança da Epifania, a festa da luz.

Para interiorizar a mensagem, repetiremos:
- A sua luz fará florescer a justiça e abundar a paz, até que se apague a lua.
Fonte: O Banquete da Palavra / Fernando Armellini : Paulinas Editora

Intenções do Santo Padre - Dezembro 2010

Proximidade com os que sofrem. Que a experiência do sofrimento seja ocasião para compreender as situações de mal-estar e dor das pessoas solitárias, enfermas e anciãs, e estimule todos a aproximarem-se delas com generosidade.

e

Abrir as portas a Cristo. Que os povos da terra abram as portas a Cristo e ao seu Evangelho de paz, fraternidade e justiça.

Esta semana
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Liturgia de hoje
Leitura I:

Salmo:

Evangelho:

Liturgia das Horas:

Terço do Rosário:


 

   
 


Última actualização: 2010-12-01 00:00:00

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