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Oração Diária On-line
Convidamo-lo(a) a criar um espaço sagrado no seu dia, e a passar dez minutos a rezar, aqui e agora, à frente do computador, com orientações no ecrã e um texto bíblico escolhido especialmente para cada dia.
Visite o Lugar Sagrado!
Pode parecer estranho rezar no computador, em frente a um ecrã, especialmente se houver gente em redor, ou barulhos que distraiam. Mas Deus está em todo o lado, à nossa volta, voltando-se constantemente para nós, mesmo nas situações mais imprevisíveis. Sabendo isto, e com um pouco de prática, pode-se rezar em qualquer lugar!
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Sábado, 4 de Julho de 2009 - SÁBADO da semana XIII |
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 Porque comeis e bebeis com os publicanos e os pecadores?
Quem é o publicano que despreza? Ninguém? Ninguém mesmo? Às vezes é alguém com quem vive, com quem trabalha... Não falo de alguém que o magoou, mas de alguém que despreza porque se sente moral ou intelectual ou socialmente superior. Ou, então, alguém em relação ao qual tem uma atitude paternalista ou condescendente, tipo «coitadinho». O tempo da Quaresma talvez seja uma boa altura de pensar nisto. – já agora – tentar mudar o seu sentir? | | Fonte: AO |
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  Reflectindo o Evangelho: "Não sei como é que Deus permite que aquela pessoa sofra tanto!"; "aquela pessoa não merecia sofrer tanto..."; "que mal fiz eu a Deus para sofrer tanto?!"... São expressões que todos nós já ouvimos ou mesmo pronunciamos. O mesmo se passa com Job, que desabafa o seu duro sofrimento: “recebi em herança meses de desilusão”(ver 1ª Leitura). Deus não ignora o nosso sofrimento. Contudo, também não temos uma resposta plena para este grande mistério. O que podemos ter a certeza é que Deus nos ama a cada um indistintamente e quer para cada um de nós a felicidade, ainda que à primeira vista possa parecer ilógico aos nossos raciocínios. Prova disso é que Jesus realizou, realiza e realizará milagres em favor de toda a humanidade. E fá-lo com dois objectivos: ou para premiar a fé ou para provocar a fé, mas sempre no contexto e com a orientação do anúncio da mensagem do Evangelho: "Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de pregar aí também, porque foi para isso que eu vim" (ver Evangelho).
Queixámo-nos com frequência de que Deus está ausente ao drama do ser humano, que Deus está longe e que é indiferente ao homem e à mulher, que Deus permitiu aquela grande catástrofe, que Deus podia ter evitado os ataques terroristas na América em 2001. Mas, por outro lado, queremos que Deus não interfira na nossa vida, pois a sua doutrina limita a nossa liberdade, queremos extinguir os crucifixos das escolas e dos hospitais, temos medo de testemunhar e de nos afirmarmos como cristãos, somos indiferentes quando nos “atacam” os princípios cristãos que defendemos… Não esqueçamos: “ai de mim se não evangelizar” (ver 2ª leitura). Eis o grande imperativo em que qualquer cristão está inserido. Não sejamos tíbios nem indiferentes nem detentores de um conjunto de verdades mas, pelo testemunho de vida, sejamos este “alarme” que está activo vinte e quatro horas por dia, tendo consciência de que somos fracos, mas que é pela nossa fraqueza e com a fraqueza dos outros que, todos juntos, nos tornamos fortes. | | Fonte: ACaminho.net |
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 XIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - Subtraídos à Morte Pelo Deus da Vida Apesar dos sofrimentos que comporta, o ser humano ama desesperadamente a vida. A Ulisses, que no Hades procurava consolá-lo, Aquiles responde: «Não me embelezes a morte, ó Odisseu! Preferiria servir na terra de outro homem, como assalariado, do que reinar sobre os defuntos.» Já os Egípcios têm dela uma concepção diferente: a morte era «vida perpétua» num reino maravilhoso, situado a Ocidente, e iluminado pelo deus Sol, desde o amanhecer até ao pôr do sol, quando para nós está escuro.
Em todos os povos antigos impôs-se, desde muito cedo, a convicção da existência de uma vida além-túmulo e, entre os Gregos, da imortalidade da alma. Inexplicavelmente, isto não aconteceu com os Hebreus. Desde que nasceram como povo, no Egipto, passaram-se mais de mil anos antes que começassem a acreditar numa vida para além da morte.
Proclamaram, isso sim, o Senhor como Deus da vida (Nm 27, 16), mas sempre numa perspectiva terrena. «Em ti está a nascente da vida», cantava o salmista, mas entendia como vida «saúde e bênção» (Eclo 34, 17), uma terra fecunda, colheitas abundantes, posteridade numerosa e, por fim, morrer «velho e satisfeito com os seus dias» (Gn 35, 29), como os feixes de palha maduros que são retirados do campo (Job 5, 26). Na Bíblia hebraica não aparece sequer o termo «imortalidade».
A lentidão de Israel em chegar à afirmação explícita de uma vida eterna é preciosa e iluminante: leva-nos a compreender que, antes de acreditar na ressurreição e num mundo futuro, é necessário dar valor e amar, com paixão, a vida neste mundo, da mesma forma que a estima e ama Deus.
Para interiorizar a mensagem, repetiremos: - Do Senhor aprendi a amar a vida, cada expressão de vida. | | Fonte: O Banquete da Palavra / Fernando Armellini : Paulinas Editora |
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 Intenções do Santo Padre - Julho 2009
Cristãos promotores de reconciliação e paz. Que os cristãos do Médio Oriente possam viver a sua fé em plena liberdade e ser instrumento de reconciliação e paz.
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Dar testemunho de humanidade reconciliada. Que a Igreja seja semente e núcleo de uma humanidade reconciliada, reunida na única família de Deus, graças ao testemunho dos fiéis em todo o mundo.
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Esta semana
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| Liturgia de hoje
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Liturgia das Horas: Sábado I
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