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Inteligência Espiritual

  Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2026 - QUINTA-FEIRA da semana II    Orações Terço Via-Sacra Via Lucis
II DOMINGO DO TEMPO COMUM - Deus: Aquele Que ChamaO Banquete da Palavra

Não há página da Escritura onde não esteja presente, de uma forma ou de outra, o tema da vocação. «No princípio» Deus chama as criaturas à existência (Sb 11, 25), chama o homem à vida e, quando Adão se afasta dele, pergunta-lhe: «Onde estás?» (Gn 3, 9). Chama um povo e elege-o entre todos os povos da terra (Dt 10, 14-15); chama Abraão, Moisés, os profetas e confia-lhes uma missão para cumprir, um plano de salvação para realizar. Chama por nome até mesmo as estrelas do firmamento, e elas respondem: «Aqui estamos!», e alegram-se e brilham jubilosas para aquele que as criou (Br 3, 34-35). Compreender estas vocações significa descobrir o projecto que Deus tem para cada uma das suas criaturas e para cada pessoa. Nada ou ninguém é inútil: cada pessoa, cada ser tem uma função, uma tarefa a desempenhar.

«Chamei do Egipto o meu filho» – declara o Senhor pela boca de Oseias (Os 11, 1), e Mateus (Mt 2, 15) aplica esta profecia a Jesus. Sim, também Ele tem uma vocação: partir de novo da terra da escravidão, percorrer de novo as etapas do êxodo, superar as tentações e chegar com todo o povo à liberdade.

E a nossa vocação?

«Deus chamou-nos por santo chamamento» (2Tm 1, 9), chamou-nos «por meio do nosso Evangelho, à posse da glória de Nosso Senhor Jesus Cristo (2Ts 2, 14).

Os caminhos que conduzem a esta meta são diferentes para cada um de nós: há o caminho de quem é casado e o de quem é celibatário, há o percurso dos que estão sãos e o dos doentes, dos viúvos, dos separados, dos namorados... O que importa é escutar e descobrir para onde Deus quer conduzir cada pessoa, e «proceder de um modo digno do chamamento que foi recebido» (Ef 4, 1). «Anjo do Senhor» é quem se põe ao lado do irmão e o ajuda a discernir e a caminhar pela via que Deus traçou para ele.

Para interiorizar a mensagem, repetiremos:
- Senhor, que queres que eu faça? Ajuda-me a entender e a realizar o teu desígnio de amor.



PRIMEIRA LEITURA

Tínhamos já encontrado na festa do Baptismo de Jesus o «Servo do Senhor» de quem se fala na leitura. Hoje é ele mesmo quem relata a sua vocação.

Assim como outras grandes personagens do Antigo e do Novo Testamento (Jeremias: Jr 1, 5; o Baptista: Lc 1, 15; Paulo: Gl 1, 15), também ele é escolhido por Deus desde o seio materno e enviado a cumprir uma grande missão.

É difícil determinar se o profeta se referia a uma personagem histórica real (Jeremias? Moisés?) ou se, por «Servo do Senhor», se referia à colectividade de Israel. O primeiro versículo da leitura de hoje parece favorecer esta segunda interpretação (v. 3); porém, o seguinte parece dizer o contrário: Israel seria enviado pelo Senhor... para reunir Israel (v. 5).

A identificação mais coerente e respeitadora do texto é, provavelmente, a de quem o considera uma personificação do «resto fiel de Israel». Seria a imagem das pessoas piedosas que, no meio de um povo que se afastou do seu Deus, souberam resistir às lisonjas do paganismo.

Estamos na Babilónia, no século VI a.C. Os israelitas encontram-se há dezenas de anos numa terra estrangeira. Já todos abandonaram os seus sonhos de glória, e, quando pensam no seu passado glorioso, experimentam apenas embaraço e desconforto. «Cantai-nos um cântico de Sião» – pedem aqueles que os deportaram (Sl 137, 3). Mas como entoar o hino de vitória, cantado por seus pais nas margens do Mar Vermelho, agora que são escravos e estão longe da sua pátria?

Nesta situação, humanamente sem esperança, o pequeno resto, o Israel-fiel, é chamado pelo Senhor, que lhe confia uma dupla tarefa: reunir todos os filhos do seu povo dispersos pelas nações, reconduzi-los à terra de seus pais (v. 5) e ser luz e sinal de salvação até aos confins da terra (v. 6).

A escolha deste servo é contrária a toda a lógica humana. A empresa a que é chamado só pode ser realizada por alguém que disponha de dons e meios excepcionais. Mas, pelo contrário, é precisamente através deste servo fraco que o Senhor decidiu manifestar «a sua glória» (v. 3). Ele estima-o e dá-lhe a sua força (v. 5).

Não sabemos em que personagem histórica se inspirou o profeta ao delinear a figura do «Servo do Senhor». O que é certo é que os primeiros cristãos viram os seus lineamentos reproduzidos perfeitamente em Jesus. Assim como o «Servo», também Jesus desempenhou a sua missão começando a reunir «as ovelhas perdidas da casa de Israel» (Mt 10, 6) e quis que a sua luz resplandecesse antes de mais na Galileia: na «terra de Zabulão e Neftali, o povo que jazia nas trevas viu uma grande luz» (Mt 4, 15-16). Depois, como para o «Servo do Senhor» (Is 49, 4), também para Jesus a actividade em favor de Israel concluiu-se com um fracasso, com uma morte ignominiosa, mas Deus interveio e transformou em triunfo a derrota aparente. Depois da Páscoa, a missão de Cristo estendeu-se – como a do Servo – ao mundo inteiro: «Ide, pois – ordenou Ele aos discípulos – fazei discípulos de todos os povos, ensinando-os a cumprir tudo o que vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28, 19-20).




SEGUNDA LEITURA

A primeira Carta aos Coríntios – de onde será tirada a segunda leitura dos próximos seis domingos – foi escrita por Paulo para resolver alguns problemas graves surgidos naquela comunidade: anarquia e desordens durante as celebrações eucarísticas, desacordos e invejas, pouca clareza acerca de algumas questões morais, confusão de ideias em relação à ressurreição dos mortos... Hoje, é proposta à nossa atenção a introdução desta carta. Aí, é indicado o remetente (Paulo e o irmão Sóstenes) e o destinatário (a Igreja de Deus que está em Corinto) e são dirigidos aos fiéis os votos de graça e paz. São apenas três versículos, mas neles são assinalados alguns temas teológicos que vale a pena evidenciar.

Antes de mais, Paulo apresenta-se como Apóstolo por vocação.

Apóstolo é aquele que é convidado a levar o Evangelho lá onde ninguém ainda o anunciou, é aquele que lança a semente de onde nasce, brota e cresce até ao seu pleno desenvolvimento a comunidade. Mais à frente na sua carta, Paulo irá utilizar precisamente esta imagem: «Eu plantei, Apolo regou, mas foi Deus quem deu o crescimento» (1Cor 3, 6).

Ante de entrar nas questões que pretende tratar (e vai fazê-lo de forma muito severa), sente a necessidade de evocar e justificar a sua própria autoridade.

Ao contrário dos rabis e dos mestres do seu tempo, não se refere aos estudos que fez, nem à sabedoria, nem à experiência que acumulou ao longo dos anos. Refere-se, isso sim, à sua vocação, ao chamamento pessoal que recebeu de Deus.

Cá está, novamente, o tema da vocação que encontrámos na primeira leitura; também Paulo foi escolhido e lhe foi confiada uma tarefa: ser Apóstolo. Lembra esta vocação para colocar os coríntios na disposição de acolher as suas palavras, as suas exortações, as suas decisões: não expõe as suas doutrinas, mas fala em nome de Deus que o enviou.

Para além de Paulo, o versículo 1 refere Sóstenes. Quem será? Os Actos dos Apóstolos mencionam um tal Sóstenes, chefe da sinagoga de Corinto. Este, juntamente com outros judeus, tinha um dia arrastado Paulo até ao tribunal para que fosse condenado por blasfémia. Perante o procônsul Galião que, incrédulo e divertido, assistia a uma discussão que para ele não tinha a mínima importância, o debate teológico tornou-se cada vez mais aceso e terminou numa rixa. Quem saiu pior desta situação foi o próprio Sóstenes que – não se sabe bem porquê – tinha sido espancado pelos seus próprios correligionários (Act 18, 12-17). Caso se trate da mesma pessoa, pode-se concluir que a tareia... serviu-lhe para ganhar juízo.

Destinatária da carta é – como dissemos – «a Igreja de Deus que está em Corinto» (v. 2). É a «comunidade», o «grupo de cristãos» daquela cidade. Igreja significa: «gente convocada», «gente chamada» por Deus. Trata-se ainda do tema da vocação: se os coríntios se tornaram crentes, foi porque Deus os «chamou», os «escolheu».

Os cristãos de Corinto são santificados e chamados (v. 2). «Santo» significa «separado», posto aparte, reservado a Deus. Os coríntios são santos porque são diferentes dos pagãos. Não vivem num gueto, distantes dos outros – isso seria contrário ao Evangelho que os quer «sal da terra» (Mt 5, 13) e «fermento» que leveda a farinha (Mt 13, 33) –, são separados porque levam uma vida guiada por princípios diferentes daqueles dos pagãos. Paulo lembra esta santidade para introduzir as severas advertências contra os comportamentos imorais de alguns membros daquela comunidade.

Por fim, é sublinhada a insistência do Apóstolo na unidade que deve reinar entre os crentes em Cristo. Os coríntios não podem esquecer que a sua comunidade é parte da Igreja universal. A definição que é dada desta Igreja é sugestiva: são todos os que invocam, em qualquer lugar, o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo (v. 2).

Iremos compreender mais à frente (já na leitura do próximo domingo) o motivo desta referência: prepara uma dura intervenção contra as divisões e dissabores que se manifestaram na comunidade.




EVANGELHO

Os três Evangelhos sinópticos iniciam o relato da vida pública de Jesus lembrando o seu Baptismo. João ignora este episódio, porém dedica um grande espaço ao Baptista. Enquadra-o, logo desde os primeiros versículos, numa perspectiva original: mais do que percursor, apresenta-o como «um homem enviado por Deus para dar testemunho da Luz» (Jo 1, 6-8). A sua vida e a sua pregação suscitam interrogações, expectativas e esperanças no povo, circula até uma voz dizendo que é ele o messias. Uma delegação de sacerdotes e levitas vai para além do Jordão para o interrogar, para obter esclarecimentos acerca da sua identidade e da sua obra. Ele responde: «Eu não sou o Messias... Eu baptizo com água, mas no meio de vós está quem vós não conheceis. É aquele que vem depois de mim, a quem eu não sou digno de desatar a correia das sandálias» (Jo 1, 19-28).

É neste contexto que se insere o nosso trecho.

 

Entra em cena o protagonista – Jesus – a quem o Baptista acabara de se referir no debate com os enviados dos judeus. Quando o vê caminhar ao seu encontro, exclama: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo» (v. 29).

É uma afirmação que – como iremos ver – está cheia de significados e evocações bíblicas.

O Baptista mostra ter intuído a identidade, ignorada ainda por todos, de Jesus. Como a descobriu e porque o define com uma imagem tão singular? Nunca, no Antigo Testamento, uma pessoa foi chamada «cordeiro de Deus». A expressão marca o ponto de chegada do seu duro caminho espiritual; de facto, ele partiu da mais completa ignorância: «Eu não o conhecia» – repete por duas vezes (vv. 31.33).

Quem quiser chegar à «maravilha que é o conhecimento de Cristo Jesus» (Fl 3, 8) deve começar a tomar consciência da própria ignorância.

É estranha – dizíamos – a imagem do cordeiro de Deus. O Baptista dispunha doutras: pastor, rei, juiz severo. Chegou mesmo a utilizar esta última: «Vai chegar alguém mais forte do que eu... Tem na mão a pá de joeirar, para limpar a sua eira e recolher o trigo no seu celeiro; mas queimará a palha num fogo inextinguível» (Lc 3, 16-17). Porém, na sua mente, nenhuma outra resumia melhor a sua descoberta acerca da identidade de Jesus que a do cordeiro de Deus.

Educado provavelmente entre os monges essénios de Qumran, tinha assimilado a espiritualidade do seu povo, conhecia a sua história e era prático no manuseamento das Escrituras. Como pio israelita que era, sabia que os seus ouvintes, ao ouvi-lo referir o cordeiro, iriam imediatamente intuir a alusão ao cordeiro pascal cujo sangue, posto nos umbrais das casas, tinha poupado os seus pais à morte pelo anjo exterminador no Egipto. O Baptista entreviu o destino de Jesus: um dia iria ser imolado, como cordeiro, e o seu sangue iria retirar às forças do mal a capacidade de ferir; o seu sacrifício iria libertar o homem do pecado e da morte. Notando que Jesus foi condenado ao meio-dia da vigília da Páscoa (Jo 19, 14), o evangelista João quis certamente evocar este mesmo simbolismo. De facto, era àquela hora que os sacerdotes, no templo, começavam a imolar os cordeiros.

Há uma segunda alusão nas palavras do Baptista.

Para quem tem presente as profecias do livro de Isaías – e qualquer israelita as conhecia muito bem – não pode deixar de notar a evocação do fim ignominioso do Servo do Senhor de quem ouvimos falar também na primeira leitura de hoje. É assim que o profeta descreve o modo como se encaminha para a morte: «Como um cordeiro que é levado ao matadouro, ou como uma ovelha emudecida nas mãos do tosquiador... foi contado entre os pecadores, tomando sobre si os pecados de muitos, e sofreu pelos culpados» (Is 53, 7.12).

Neste texto, a imagem do cordeiro é associada à destruição do pecado.

Jesus – queria dizer o Baptista – carrega sobre si todas as fraquezas, todas as misérias, todas as iniquidades dos homens e, com a sua mansidão, com o dom da sua vida, aniquila-as. Não eliminará o mal concedendo uma espécie de amnistia, uma remitência; vencê-lo-á introduzindo no mundo um dinamismo novo, uma força irresistível – o seu Espírito – que levará as pessoas ao bem e à vida.

O Baptista pensa também numa terceira referência bíblica: o cordeiro é associado ao sacrifício de Abraão.

Isaac, enquanto caminha ao lado do pai em direcção ao monte de Moriá, pergunta: «Levamos fogo e lenha, mas onde está a vítima para o holocausto?» Abraão responde: «Deus proverá quanto à vítima» (Gn 22, 7-8).

«Eis o Cordeiro de Deus!» – responde agora o Baptista – é Jesus, dado por Deus ao mundo para ser sacrificado em vez do homem pecador, merecedor de castigo.

Os próprios pormenores do relato do Génesis (Gn 22, 1-18) são bem conhecidos, e o Baptista quer aplicá-los a Jesus. Assim como Isaac, Ele é filho único, o bem-amado, aquele que carrega a lenha dirigindo-se para o lugar do sacrifício. A Ele adaptam-se também os pormenores acrescentados pelos rabis. Isaac – diziam eles – tinha-se oferecido espontaneamente; em vez de fugir, tinha-se entregue ao pai para ser atado no altar. Também Jesus deu livremente a sua vida por amor.

Nesta altura surge certamente a pergunta: o Baptista teria presente todas estas evocações bíblicas quando, por duas vezes, dirigindo-se a Jesus, declarou: «Eis o Cordeiro de Deus» (Jo 1, 29.36)?

Ele talvez não, mas certamente tinha-as presente o evangelista João que pretendia oferecer uma catequese aos cristãos das suas comunidades, e a nós.

 

Na segunda parte do trecho (vv. 32-34) é apresentado o testemunho do Baptista: ele reconhece como «Filho de Deus» aquele sobre o qual viu descer e permanecer o Espírito. É uma referência à cena do Baptismo narrada pelos sinópticos (Mc 1, 9-11). Mas João introduz um pormenor significativo: o Espírito não só é visto descer sobre Jesus, mas também permanecer nele.

No Antigo Testamento fala-se muitas vezes do espírito de Deus que toma conta dos homens, dando-lhes força, determinação, coragem, a ponto de os tornar irresistíveis. Fala-se da sua descida sobre os profetas que ficam habilitados a falar em nome de Deus; mas a característica deste espírito é a sua provisoriedade: permanece nestas pessoas privilegiadas até que levem a cabo a sua missão, depois deixa-as e elas voltam ao normal, desaparece a sua habilidade, inteligência, sabedoria, força superior. Pelo contrário, em Jesus o Espírito permanece de forma duradoura, estável. A estabilidade, na Bíblia, é atribuída apenas a Deus: somente Ele é «o Deus vivo, que subsiste eternamente» (Dn 6, 27); somente a sua palavra «permanece para sempre» (1Pd 1, 25).

Por Jesus, o Espírito entrou no mundo. Nenhuma força contrária o poderá expulsar ou vencer, e a partir dele será efundido sobre cada pessoa. É o Baptismo «no Espírito Santo» anunciado pelo Baptista (v. 33). Unido intimamente a Cristo, como ramos unidos a uma videira viçosa e cheia de linfa, os crentes darão frutos abundantes (Jo 15, 5), habitarão em Deus e Deus neles (1Jo 4, 16), receberão a estabilidade no bem que é própria de Deus, porque, enquanto «o mundo passa e também as suas concupiscências, quem faz a vontade de Deus permanece para sempre» (1Jo 2, 17).

É esta a mensagem de esperança e de alegria que, através do Baptista, João, desde a primeira página do seu Evangelho, quer anunciar aos discípulos. Não obstante o enorme poder do mal no mundo, aquilo que espera a humanidade é a comunhão de vida «com o Pai e com o seu Filho, Jesus Cristo». Estas coisas – diz João – escrevo-as «para que a nossa alegria seja completa» (1Jo 1, 3-4).

Fonte: O Banquete da Palavra / Fernando Armellini : Paulinas Editora

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Salmo 55 (56), 2-3.9-10ab.10c-11.12-13 (R. 5b)
Evangelho:
Mc 3, 7-12
Liturgia das Horas:
Quita-feira II
Terço do Rosário:
Mistérios Luminosos

 

   
 


Última actualização: 2010-12-01 00:00:00

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