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Cardeais portugueses felizes com a escolha de Bento XVI 2005-04-20 21:09:27 Os dois Cardeais portugueses que participaram no Conclave, D. José Policarpo e D. Saraiva Martins, consideram que a Igreja Católica tem um grande Papa, disponÃvel para a missão e aberto ao mundo.
O Patriarca de Lisboa aponta como exemplo desta atitude a própria escolha do nome Bento XVI, fazendo referência a São Bento, padroeiro da Europa, o fundador dos Beneditinos que fez face à descristianização do Velho Continente.
“São Bento representa um recomeço da Evangelização da Europa depois do perÃodo caótico da invasão de Roma pelos povos que nós chamamos bárbaros. Com a Ordem Beneditina ele está na base do que foi a Nova Evangelização da Europaâ€, disse em declarações recolhidas pela Rádio Renascença.
D. José Policarpo considera que a escolha do Cardeal Ratzinger não pode ser entendida como “uma aposta na continuidadeâ€, explicando que a continuidade “é da Igreja como talâ€.
“A Igreja é uma realidade e no final do séc. XX e inÃcio do séc. XXI marcou um ritmo muito próprio e a meu ver irreversÃvel. A continuidade da Igreja há-de ser feita pela Igreja toda e com o Papa à frente", explica.
Sobre a figura de Bento XVI, o Patriarca de Lisboa fala “num homem que garantirá a continuidade da Igreja, uma realidade de tal maneira implantada e visÃvel e que se tornou nos últimos tempos uma referência para religiões e culturas, sobretudo nas grandes causas como a defesa da paz, do homem, da dignidade humanidade, dos pobres".
O Cardeal José Saraiva Martins, por seu turno, considera o novo Papa como “um homem extraordinário, de grande cultura e profunda espiritualidade, que conhece bem a doutrina da Igreja e o mundo em que vivemosâ€.
“Esta eleição é um grande dom de Deus para a Igrejaâ€, assegura à RR.
O Cardeal português da Cúria Romana conhece bem o novo Papa e afiança que será um “digno sucessor de João Paulo IIâ€, recusando os rótulos de rigidez e intolerância atribuÃdos a Bento XVI.
“Quem diz essas coisas não conhece o Cardeal Ratzinger, que eu conheço bastante bem. Pessoalmente é um homem extremamente amável, muito sensÃvel, educado, diria mesmo fora do comumâ€, acrescenta.
Sobre os passos a dar no inÃcio do Pontificado, D. José Saraiva Martins assinala que o caminho traçado por João Paulo II não pode ser contornado, de modo especial no que diz respeito à relação com os jovens. “Eles são o futuro da Igreja e da sociedade, a Igreja tem de estar sempre ao lado dos jovensâ€, observa.
Fonte Ecclesia
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