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Ecologia Ă  luz da BĂ­blia
2003-09-02 21:27:17

Partindo de uma consciĂȘncia “crescente sobre a responsabilidade pela criação e pelos temas da ecologia e preservação da natureza” realizou-se, de 24 a 29 de Agosto, em FĂĄtima, a XXVI Semana Nacional BĂ­blica sobre o tema “Da nossa Terra Ă  Terra Prometida”. Uma iniciativa, contou com a presença de 300 participantes, que se revelou “escandalosamente oportuna” para pensar “estas questĂ”es Ă  luz BĂ­blia” – disse Ă  AgĂȘncia ECCLESIA Frei Fernando Gustavo, Presidente do Movimento BĂ­blico Nacional.

Um binĂłmio, BĂ­blia e Vida, “que tentamos levar como mĂ©todo” porque “nĂŁo devemos desligar a vivĂȘncia da fĂ© com a vivĂȘncia real de todos os dias”. Com a questĂŁo “dos incĂȘndios e a guerra no Iraque” verificou-se a “urgĂȘncia da Ecologia, nĂŁo sĂł a externa mas sobretudo a interna” – sublinhou.

Como grande parte dos participantes estĂĄ “ligada a grupos bĂ­blicos”, Frei Fernando Gustavo referiu que esta “actividade tem um efeito multiplicador” e que terĂĄ repetiçÔes “no Porto, Braga, Madeira e Açores”. No fundo esta semana “toca uns bons milhares de pessoas”. Um paĂ­s maioritariamente catĂłlica onde a BĂ­blica Ă© “pouco conhecida” ou, como adianta o nosso interlocutor, “cristĂŁos doutorados em Teologia com a 4ÂȘ classe”. QuestĂ”es histĂłricas que “nos obrigam a pagar a factura de muitos anos quando a BĂ­blia era quase um livro proibido” Uma factura que levarĂĄ “muitos anos a pagar” – frisou.

Numa onda de contra marĂ©, os Capuchinhos funcionam como uns autĂȘnticos divulgadores do livro dos livros ou, refere Frei Fernando Gustavo, “desinquietĂĄmos muita gente para perder o medo de pegar e ler a BĂ­blia”. O exemplo estĂĄ surgimento de novos Grupos BĂ­blicos e de pessoas que se “dispĂ”em a ler, meditar e celebrar a vida Ă  luz da BĂ­blia”. Um incĂȘndio “que tentamos atear” – adianta.
Uma temĂĄtica sobre a terra, a nossa e a prometida, que passa tambĂ©m “pelos sinais exteriores e gestos significativos”. E conclui: “a semente estĂĄ lançada” agora pertence ao homem “a construção de espaços ecolĂłgicos e espaços de equilĂ­brio”.


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