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25 Domingo, 25 de outubro Outubro de 2026 Domingo XXX do Tempo Comum

Música de fundo

Música da capela Em pausa

Naum

Naum 2

Anúncio de Salvação (Is 52,7-10)

1 *Eis sobre os montes
os pés do mensageiro que traz notícias de paz.
Celebra as tuas festas, ó Judá,
cumpre os teus votos,
porque o ímpio não passará mais pela tua terra;
está completamente destruído.
2 *Um destruidor avança contra ti.
Guarda a fortaleza, vigia o caminho,
fortifica os teus rins,
reúne todo o teu vigor.
3 Porque o SENHOR restabelece o esplendor de Jacob,
assim como o esplendor de Israel;
pois os saqueadores despojaram
e destruíram os seus sarmentos.

II. DESTRUIÇÃO DE NÍNIVE<br>(2,4-3,19; ver Is 14,24-27)

4 O escudo dos seus combatentes é vermelho.
Os guerreiros estão vestidos de púrpura.
Os carros de guerra avançam cintilantes
no dia em que são postos em linha.
Há brandir de lanças.
5 Os carros avançam furiosamente pelas ruas,
precipitam-se sobre as praças.
O seu aspecto é como de fachos ardentes,
lançam-se como relâmpagos.
6 *Ele lembra-se dos seus valentes guerreiros,
mas estes tropeçam na sua marcha.
Precipitam-se sobre os muros,
e o abrigo é preparado.
7 As portas dos rios são abertas,
e o palácio cai arruinado.
8 *A rainha é desnudada e deportada,
as suas servas gemem como pombas
e batem no peito.
9 Nínive é como um tanque de águas,
mas de águas que fogem.
«Parai! Parai aí!» Mas ninguém volta para trás.
10 Saqueai a prata, saqueai o ouro;
são inumeráveis os seus tesouros,
está cheia de objectos preciosos.
11 *Roubo, pilhagem, devastação!
O coração desfalece, os joelhos vacilam,
a dor oprime todos os rins;
todos os rostos estão pálidos.

Apóstrofe ao leão assírio

12 *Onde está agora o covil de leões,
o pasto de leõezinhos,
onde se recolhiam o leão, a leoa e as suas crias,
sem que ninguém os incomodasse?
13 O leão arrebatava para os seus filhos
e estrangulava para as suas leoas;
enchia de presas as suas covas
e de despojos as suas cavernas.
14 Eis-me contra ti,
diz o SENHOR do universo.
«Reduzirei os teus carros a fumo,
a espada devorará os teus leõezinhos;
porei fim às tuas rapinas na terra
e não se ouvirá mais a voz dos teus mensageiros.»

Notas

2, 1
Uma vez decretada a aniquilação total de Nínive, anuncia-se a libertação de Judá e a restauração da vida religiosa (primitivamente o v.3 deveria estar a seguir ao v.1). A expressão do início do v.1 é retomada em Is 52,7. Ver Rm 10,15.
2
Este versículo é um prelúdio à destruição de Nínive, que ocupará o resto do livro (2,4-3,19). A crueldade das invasões é descrita em Is 5,26-30; Jr 5,17; 6,22-30).
6
Ele lembra-se: provavelmente, o rei da Assíria (3,18). Perante a invasão, todas as suas defesas são ineficazes.
8
A rainha. Outras traduções têm "a beleza" ou "a estátua". O hebr. resulta difícil. Pode tratar-se da própria cidade de Nínive ou da estátua da deusa Istar, deusa da cidade, que era servida por prostitutas sagradas, as suas servas. Sobre a prostituição sagrada, ver 1 Rs 14,24 nota; Br 6,42-43 nota; Ez 6,8-10 nota; Os 1,2-9 nota; Mq 1,6-7 nota.
11
Vejam-se as mesmas imagens e outras semelhantes em Is 13,7; Jr 4,31; 30,6.
12-13
As atrocidades levadas a cabo pelo império da Assíria e a sua aparente impunidade são comparadas ao leão e às suas presas (Jr 4,7; Os 5,14; Mq 5,7).

Bíblia Sagrada, tradução da Difusora Bíblica.