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Inteligência Espiritual

  Sábado, 21 de Outubro de 2017    Orações Terço Via-Sacra Via Lucis

8.2 Ele julgará os vivos e os mortos

No seu discurso em casa de Cornélio, o centurião romano, São Pedro declara: "Jesus mandou-nos pregar ao povo e testemunhar que Deus O constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. Sobre Ele os profetas dão o seguinte testemunho: todo aquele que acredita em Jesus recebe, em Seu nome, o perdão dos pecados" (Act 10,42-43).

As palavras sobre o julgamento inspiram-nos medo: somos apenas homens. E qual é o homem que pode subsistir diante de Deus?

As palavras sobre o Juiz infundem-nos coragem: porque conhecemos Jesus. Não temos por que teme-l'O. A sua mensagem é uma Boa Nova. Ele sabe como os homens se esforçam por fazer a vontade de Deus, respeitar os preceitos de Moisés, os "Dez Mandamentos" e todas as prescrições particulares que os mestres de Israel foram acrescentando ao longo dos séculos. Jesus diz: "Vinde a Mim todos os que estais afadigados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas, pois o meu jugo é suave, e a minha carga leve" (Mt 11,28-30).

Numa outra ocasião, Jesus diz o que será tido em conta no Juízo Final: amar a Deus, viver para Lhe agradar e dar aos irmãos e irmãs o que necessitam: pão aos famintos, água aos que têm sede, um tecto aos que não têm lar, roupa aos nus, visitar os doentes e os prisioneiros. Todos os que fizeram isto, fizeram-no por Jesus mesmo sem o saber. O Senhor dir-lhes-á então: Vinde, o Pai está à vossa espera! Ireis ver como os homens podem ser felizes. Ireis viver, com Ele, nessa comunhão a que chamamos céu.

Os outros, os que detestam Deus, não vivem no seu espírito, não dão aos irmãos e irmãs o que precisam: não socorrem os famintos, não dão água aos que têm sede, nem tecto aos estrangeiros, nem roupa aos nus, nem visitam os doentes e os prisioneiros - foi a Jesus a quem recusaram todas estas coisas, mesmo sem o saber. Vão dar conta de como os homens podem ser infelizes. Eles próprios se excluíram da comunhão definitiva com Deus (cf. Mt 25).

Senhor, Tu virás no fim dos tempos. O fim do meu tempo é a morte. Senhor, vem ao meu encontro! Acolhe-me junto de Ti! Sê para mim um juiz clemente e faz do dia da minha morte o dia da minha ressurreição! Concede-me ser feliz junto de Ti, entre os que são benditos de teu Pai!

Céu: A vida em comunhão definitiva com Jesus. A felicidade de estar junto de Deus. O "inferno" é a exclusão definitiva da comunhão com Jesus, a desgraça e a miséria dos que se separaram de Deus. O "purgatório" significa que há pessoas que, no dia da sua morte, ainda não estão preparadas para um encontro com Deus e uma plena comunhão com Ele. Cremos que Deus é misericordioso e magnânimo no perdão. Rezamos pelos nossos mortos.



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