| Liturgia de 16 Mar
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Liturgia das Horas: Domingo II
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Domingo, 15 de Março de 2026 - DOMINGO IV DA QUARESMA |
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  LEITURA I Ez 47, 1-9.12 «Vi a água sair do templo e todos aqueles a quem chegou esta água foram salvos» (MR, antífona para a aspersão da água no Tempo Pascal) Leitura da Profecia de Ezequiel Naqueles dias,
o Anjo reconduziu-me à entrada do templo.
Debaixo do limiar da porta saía água, em direcção ao Oriente,
pois a fachada do templo estava voltada para o Oriente.
As águas corriam da parte inferior,
do lado direito do templo, ao sul do altar.
O Anjo fez-me sair pela porta setentrional
e contornar o templo por fora,
até à porta exterior, que está voltada para o Oriente.
As águas corriam do lado direito.
Depois saiu na direcção do Oriente com uma corda na mão;
mediu mil côvados e mandou-me atravessar:
a água chegava-me aos tornozelos.
Mediu outros mil côvados e mandou-me atravessar:
a água chegava-me aos joelhos.
Mediu ainda mil côvados e mandou-me atravessar:
a água chegava-me à cintura.
Por fim, mediu mais mil côvados:
era uma torrente que eu não podia atravessar.
As águas tinham aumentado até se perder o pé,
formando um rio impossível de transpor.
Disse-me então o Anjo:
«Viste, filho do homem?»
E fez-me voltar para a margem da torrente.
Quando cheguei,
vi nas margens da torrente uma grande quantidade de árvores,
de um e outro lado.
O Anjo disse-me:
«Esta água corre para a região oriental,
desce até Arabá e entra no mar,
para que as suas águas se tornem salubres.
Em toda a parte aonde chegar esta torrente,
todo o ser vivo que nela se move terá novo alento
e o peixe será muito abundante.
Porque aonde esta água chegar,
tornar-se-ão sãs as outras águas
e haverá vida por toda a parte aonde chegar esta torrente.
À beira da torrente, nas duas margens,
crescerá toda a espécie de árvores de fruto:
a sua folhagem não murchará,
nem acabarão os seus frutos.
Todos os meses darão frutos novos,
porque as águas vêm do santuário.
Os frutos servirão de alimento e as folhas de remédio».
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 45 (46), 2-3.5-6.8-9 (R. 8) Refrão: O Senhor do Universo está connosco,
o Deus de Jacob é a nossa fortaleza. Deus é o nosso refúgio e a nossa força,
auxílio sempre pronto na adversidade.
Por isso nada receamos, ainda que a terra vacile
e os montes se precipitem no fundo do mar.
Os braços dum rio alegram a cidade de Deus,
a mais santa das moradas do Altíssimo.
Deus está no meio dela e a torna inabalável,
Deus a protege desde o romper da aurora.
O Senhor dos Exércitos está connosco,
o Deus de Jacob é a nossa fortaleza.
Vinde e contemplai as obras do Senhor,
as maravilhas que realizou na terra.
EVANGELHO Jo 5, 1-3a.5-16 «No mesmo instante o homem ficou são» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João Naquele tempo,
por ocasião de uma festa dos judeus,
Jesus subiu a Jerusalém.
Existe em Jerusalém, junto à porta das ovelhas,
uma piscina, chamada, em hebraico, Betsatá,
que tem cinco pórticos.
Ali jazia um grande número de enfermos,
cegos, coxos e paralíticos.
Estava ali também um homem,
enfermo havia trinta e oito anos.
Ao vê-lo deitado
e sabendo que estava assim há muito tempo,
Jesus perguntou-lhe:
«Queres ser curado?»
O enfermo respondeu-Lhe:
«Senhor, não tenho ninguém que me introduza na piscina,
quando a água é agitada;
enquanto eu vou, outro desce antes de mim».
Disse-lhe Jesus:
«Levanta-te, toma a tua enxerga e anda».
No mesmo instante o homem ficou são,
tomou a sua enxerga e começou a caminhar.
Ora aquele dia era sábado.
Diziam os judeus àquele que tinha sido curado:
«Hoje é sábado: não podes levar a tua enxerga».
Mas ele respondeu-lhes:
«Aquele que me curou disse-me:
‘Toma a tua enxerga e anda’».
Perguntaram-lhe então:
«Quem é que te disse: ‘Toma a tua enxerga e anda’».
Mas o homem que tinha sido curado não sabia quem era,
porque Jesus tinha-Se afastado da multidão
que estava naquele local.
Mais tarde, Jesus encontrou-o no templo e disse-lhe:
«Agora estás são.
Não voltes a pecar, para que não te suceda coisa pior».
O homem foi então dizer aos judeus
que era Jesus quem o tinha curado.
Desde então os judeus começaram a perseguir Jesus,
por fazer isto num dia de sábado.
Palavra da salvação. | | Fonte: Secretariado Diocesano da Pastoral Litúrgica de Viseu |
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Completas V/ Deus vinde em nosso auxílio.
R/ Senhor socorrei-nos e salvai-nos.
V/ Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo:
R/ Como era no princípio, agora e sempre. Amen.
Façamos uma paragem e passemos em revista o nosso dia. Façamos um exame de consciência, sobre como temos procurado levar o conhecimento de Cristo aos outros.
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Hino Se me envolve a noite escura
E caminho sobre abismos de amargura,
Nada temo porque a Luz está comigo.
Se me colhe a tempestade
E Jesus vai a dormir na minha barca,
Nada temo porque a Paz está comigo.
Se me perco no deserto
E de sede me consumo e desfaleço,
Nada temo porque a Fonte está comigo.
Se os descrentes me insultarem
E se os ímpios mortalmente me odiarem,
Nada temo porque a Vida está comigo.
Se os amigos me. deixarem
Em caminhos de miséria e orfandade,
Nada temo porque o Pai está comigo.
Se me envolve a noite escura
E caminho sobre abismos de amargura,
Nada temo porque a Luz está comigo.
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Salmodia Antífona
O Senhor te cobrirá com suas asas: não temerás o pavor da noite.
Salmo 90
Tu que habitas sob a protecção do Altíssimo *
e moras à sombra do Omnipotente,
diz ao Senhor: «Sois o meu refúgio e a minha cidadela; *
meu Deus, em Vós confio».
Ele te livrará do laço do caçador *
e do flagelo maligno.
Cobrir-te-á com suas penas, *
debaixo de suas asas encontrarás abrigo. +
A sua fidelidade é escudo e couraça.
Não temerás o pavor da noite, *
nem a seta que voa de dia;
nem a epidemia que se propaga nas trevas, *
nem a peste que alastra em pleno dia.
Podem cair mil à tua esquerda e dez mil à tua direita, *
que tu não serás atingido.
Com teus próprios olhos poderás contemplar *
e ver a paga dos pecadores.
Porque o Senhor é o teu refúgio, *
o Altíssimo a tua fortaleza.
Nenhum mal te acontecerá, *
nem a desgraça se aproximará da tua tenda,
porque Ele mandará aos seus Anjos *
que te guardem em todos os teus caminhos.
Na palma das mãos te levarão, *
para que não tropeces em alguma pedra.
Poderás andar sobre víboras e serpentes, *
calcar aos pés o leão e o dragão.
«Porque em Mim confiou, hei-de salvá-lo; *
hei-de protegê-lo pois conheceu o meu nome.
Quando Me invocar, hei-de atendê-lo, *
estarei com ele na tribulação, +
hei-de libertá-lo e dar-lhe glória.
Favorecê-lo-ei com longa vida *
e lhe mostrarei a minha salvação».
Antífona
O Senhor te cobrirá com suas asas: não temerás o pavor da noite.
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Leitura Breve Ap 22, 4-5 Verão a face do Senhor, e o nome do Senhor estará escrito nas suas frontes. Nunca mais haverá noite, nem precisarão da luz da lâmpada nem da luz do sol, porque brilhará sobre eles a luz do Senhor Deus, e reinarão pelos séculos dos séculos.
Responsório Breve
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
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Benedictus Bendito o Senhor, Deus de Israel *
Que visitou e redimiu o seu povo
E nos deu um Salvador poderoso *
Na casa de David, seu servo,
Conforme prometeu pela boca dos seus santos, *
Os profetas dos tempos antigos,
Para nos libertar dos nossos inimigos *
E das mãos daqueles que nos odeiam
Para mostrar a sua misericórdia a favor dos nossos pais, *
Recordando a sua sagrada aliança
E o juramento que fizera a Abraão, nosso pai, *
Que nos havia de conceder esta graça:
De O servirmos um dia, sem temor, *
Livres das mãos dos nossos inimigos,
Em santidade e justiça na sua presença, *
Todos os dias da nossa vida.
E tu, Menino, serás chamado Profeta do Altíssimo, *
Porque irás à sua frente a preparar os seus caminhos,
Para dar a conhecer ao seu povo a salvação *
Pela remissão dos seus pecados,
Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, *
Que das alturas nos visita como Sol Nascente,
Para iluminar os que jazem nas trevas e nas sombras da morte *
E dirigir os nossos passos no caminho da paz.
Glória ao Pai e ao Filho *
E ao Espirito Santo,
Como era no princípio, *
Agora e sempre. Amen.
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Oração Humildemente Vos pedimos, Senhor, que, depois de termos celebrado neste dia o mistério da ressurreição de vosso Filho, descansemos na vossa paz, livres de todo o mal, e de novo nos levantemos na alegria da manhã para cantarmos os vossos louvores. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amen.
V. O Senhor omnipotente nos dê uma noite tranquila e no fim da vida uma santa morte.
R. Amen.
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Magnificat A minha alma glorifica o Senhor *
E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva: *
De hoje em diante me chamarão bem aventurada todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas: *
Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração *
Sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço *
E dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos *
E exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens *
E aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu a Israel, seu servo, *
Lembrado da sua misericórdia,
Como tinha prometido a nossos pais, *
A Abraão e à sua descendência para sempre
Glória ao Pai e ao Filho *
E ao Espírito Santo,
Como era no princípio, *
Agora e sempre. Amen.
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