| Liturgia de 13 Jun
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Liturgia das Horas: Sexta-feira II
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Domingo, 7 de Junho de 2026 - DOMINGO X DO TEMPO COMUM |
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  LEITURA I Ex 19, 2-6a «Sereis para Mim um reino de sacerdotes, uma nação santa» Leitura do Livro do Êxodo Naqueles dias,
os filhos de Israel partiram de Refidim
e chegaram ao deserto do Sinai,
onde acamparam, em frente da montanha.
Moisés subiu à presença de Deus.
O Senhor chamou-o da montanha e disse-lhe:
«Assim falarás à casa de Jacob,
isto dirás aos filhos de Israel:
‘Vistes o que Eu fiz ao Egipto,
como vos transportei sobre asas de águia
e vos trouxe até Mim.
Agora, se ouvirdes a minha voz,
se guardardes a minha aliança,
sereis minha propriedade especial entre todos os povos.
Porque toda a terra Me pertence;
mas vós sereis para Mim um reino de sacerdotes,
uma nação santa’».
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 99 (100), 2.3.5 (R. 3c) Refrão: Nós somos o povo de Deus,
as ovelhas do seu rebanho. Aclamai o Senhor, terra inteira,
servi o Senhor com alegria,
vinde a Ele com cânticos de júbilo.
Sabei que o Senhor é Deus,
Ele nos fez, a Ele pertencemos,
somos o seu povo, as ovelhas do seu rebanho.
Porque o Senhor é bom,
eterna é a sua misericórdia,
a sua fidelidade estende-se de geração em geração.
LEITURA II Rom 5, 6-11 «Se fomos reconciliados pela morte do Filho, com muito mais razão seremos salvos pela sua vida» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos Irmãos:
Quando ainda éramos fracos,
Cristo morreu pelos ímpios no tempo determinado.
Por um justo, dificilmente alguém morrerá;
por um homem bom,
talvez alguém tivesse a coragem de morrer.
Mas Deus prova assim o seu amor para connosco:
Cristo morreu por nós, quando éramos ainda pecadores.
E agora, que fomos justificados pelo seu sangue,
com muito mais razão seremos por Ele salvos da ira divina.
Se, na verdade, quando éramos inimigos,
fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho,
com muito mais razão, depois de reconciliados,
seremos salvos pela sua vida.
Mais ainda: também nos gloriamos em Deus,
por Nosso Senhor Jesus Cristo,
por quem alcançámos agora a reconciliação.
Palavra do Senhor.
EVANGELHO Mt 9, 36 -- 10, 8 «Chamou os doze discípulos e enviou-os» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus Naquele tempo,
Jesus, ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão,
porque andavam fatigadas e abatidas,
como ovelhas sem pastor.
Jesus disse então aos seus discípulos:
«A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.
Pedi ao Senhor da seara
que mande trabalhadores para a sua seara».
Depois chamou a Si os seus Doze discípulos
e deu-lhes poder de expulsar os espíritos impuros
e de curar todas as doenças e enfermidades.
São estes os nomes dos doze apóstolos:
primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão;
Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão;
Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano;
Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu;
Simão, o Cananeu, e Judas Iscariotes, que foi quem O entregou.
Jesus enviou estes Doze, dando-lhes as seguintes instruções:
«Não sigais o caminho dos gentios,
nem entreis em cidade de samaritanos.
Ide primeiramente às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Pelo caminho, proclamai que está perto o reino dos Céus.
Curai os enfermos, ressuscitai os mortos,
sarai os leprosos, expulsai os demónios.
Recebestes de graça, dai de graça».
Palavra da salvação. | | Fonte: Secretariado Diocesano da Pastoral Litúrgica de Viseu |
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Completas V/ Deus vinde em nosso auxílio.
R/ Senhor socorrei-nos e salvai-nos.
V/ Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo:
R/ Como era no princípio, agora e sempre. Amen.
Façamos uma paragem e passemos em revista o nosso dia. Façamos um exame de consciência, sobre como temos seguido as instruções de Jesus na nossa missão de testemunhar Cristo.
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Hino Senhor meu Deus, humildemente peço
O teu amor de Pai e o teu perdão,
Embora eu saiba que o não mereço.
Defende e acolhe a humilde devoção,
Reforma sempre na verdade santa
O antigo pensamento errado e vão.
Louvado seja Deus, minha esperança:
Ao cair sobre a terra a noite escura,
Renova em mim a paz e a confiança.
Louvor se dê ao Pai omnipotente,
Ao Filho, imagem sua e formosura,
E ao Espírito de ambos procedente.
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Salmodia Antífona
Dia e noite clamo na vossa presença, Senhor.
Salmo 87
Senhor Deus, meu Salvador, *
dia e noite clamo na vossa presença.
Chegue até Vós a minha oração, *
inclinai o ouvido ao meu clamor.
A minha alma está saturada de sofrimento, *
a minha vida chegou às portas da morte.
Sou contado entre os que descem à sepultura, *
sou um homem já sem forças.
Estou abandonado entre os mortos, *
como os caídos que jazem no sepulcro,
de quem já não Vos lembrais *
e que foram sacudidos da vossa mão.
Lançastes-me na cova mais profunda, *
nas trevas do abismo.
Pesa sobre mim a vossa ira, *
todas as vossas ondas caíram sobre mim.
Afastastes de mim os meus conhecidos, *
fizestes-me para eles objecto de horror.
Estou preso e não posso libertar-me, *
meus olhos se apagaram de tanto sofrer.
Clamo a Vós, Senhor, todo o dia, *
estendo para Vós as minhas mãos.
Fareis Vós maravilhas pelos mortos? *
Irão levantar-se os defuntos para Vos louvar?
Haverá no sepulcro quem fale da vossa bondade, *
ou da vossa fidelidade no reino dos mortos?
Serão conhecidas nas trevas as vossas maravilhas, *
na terra do esquecimento a vossa justiça?
Eu, porém, clamo por Vós, Senhor, de manhã, *
a minha oração sobe à vossa presença.
Porque então me afastais de Vós, Senhor, *
porque escondeis de mim o vosso rosto?
Infeliz de mim que agonizo desde a infância, *
já não posso mais suportar os vossos castigos.
Sobre mim passou a vossa ira *
e os vossos terrores me aniquilaram;
Como vagas me cercaram o dia inteiro *
e todos juntos caíram sobre mim.
Afastastes meus amigos e companheiros, *
só as trevas me fazem companhia.
Antífona
Dia e noite clamo na vossa presença, Senhor.
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Leitura Breve Jer 14, 9 Estais no meio de nós, Senhor, e sobre nós foi invocado o vosso nome. Não nos abandoneis, Senhor nosso Deus.
Responsório Breve
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
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Benedictus Bendito o Senhor, Deus de Israel *
Que visitou e redimiu o seu povo
E nos deu um Salvador poderoso *
Na casa de David, seu servo,
Conforme prometeu pela boca dos seus santos, *
Os profetas dos tempos antigos,
Para nos libertar dos nossos inimigos *
E das mãos daqueles que nos odeiam
Para mostrar a sua misericórdia a favor dos nossos pais, *
Recordando a sua sagrada aliança
E o juramento que fizera a Abraão, nosso pai, *
Que nos havia de conceder esta graça:
De O servirmos um dia, sem temor, *
Livres das mãos dos nossos inimigos,
Em santidade e justiça na sua presença, *
Todos os dias da nossa vida.
E tu, Menino, serás chamado Profeta do Altíssimo, *
Porque irás à sua frente a preparar os seus caminhos,
Para dar a conhecer ao seu povo a salvação *
Pela remissão dos seus pecados,
Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, *
Que das alturas nos visita como Sol Nascente,
Para iluminar os que jazem nas trevas e nas sombras da morte *
E dirigir os nossos passos no caminho da paz.
Glória ao Pai e ao Filho *
E ao Espirito Santo,
Como era no princípio, *
Agora e sempre. Amen.
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Oração Concedei-nos, Deus todo-poderoso, que, permanecendo no descanso da noite unidos a Cristo Jesus, que na morte repousou dos trabalhos da sua paixão, possamos, ao surgir o novo dia, ressuscitar com Ele para uma vida nova. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
V. O Senhor omnipotente nos dê uma noite tranquila e no fim da vida uma santa morte.
R. Amen.
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Magnificat A minha alma glorifica o Senhor *
E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva: *
De hoje em diante me chamarão bem aventurada todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas: *
Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração *
Sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço *
E dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos *
E exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens *
E aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu a Israel, seu servo, *
Lembrado da sua misericórdia,
Como tinha prometido a nossos pais, *
A Abraão e à sua descendência para sempre
Glória ao Pai e ao Filho *
E ao Espírito Santo,
Como era no princípio, *
Agora e sempre. Amen.
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Esta semana
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Sá, 13 Junho
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S. António de Lisboa, presbítero e doutor da Igreja Padroeiro secundário de Portugal
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Clique na data para ler a Liturgia do respectivo dia.
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