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Inteligência Espiritual

  Quinta-feira, 11 de Junho de 2026 - S. Barnabé, apóstolo    Orações Terço Via-Sacra Via Lucis

LEITURA I   2 Cor 4, 7-15

«Levamos sempre no nosso corpo os sofrimentos da morte de Jesus»

Leitura da Segunda Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios

Irmãos:
Nós trazemos em vasos de barro o tesouro do nosso ministério,
para que se reconheça que um poder tão sublime
vem de Deus e não de nós.
Em tudo somos oprimidos, mas não esmagados
andamos perplexos, mas não desesperados
perseguidos, mas não abandonados
abatidos, mas não aniquilados.
Levamos sempre e em toda a parte no nosso corpo
os sofrimentos da morte de Jesus,
a fim de que se manifeste também no nosso corpo
a vida de Jesus.
Porque, estando ainda vivos,
somos constantemente entregues à morte por causa de Jesus,
para que se manifeste também na nossa carne mortal
a vida de Jesus.
E assim, a morte actua em nós e a vida em vós.
Diz a Escritura: «Acreditei por isso falei».
Com este mesmo espírito de fé,
também nós acreditamos, e por isso falamos,
sabendo que Aquele que ressuscitou o Senhor Jesus
também nos há-de ressuscitar com Jesus
e nos levará convosco para junto d’Ele.
Tudo isto é por vossa causa,
para que uma graça mais abundante
multiplique as acções de graças de um maior número de cristãos
para glória de Deus.

Palavra do Senhor.




SALMO RESPONSORIAL   Salmo 125 (126), 1-2ab.2cd-3.4-5.6 (R.5)

Refrão: Os que semeiam com lágrimas recolhem com alegria.

Quando o Senhor fez regressar os cativos de Sião,
parecia-nos viver um sonho.
Da nossa boca brotavam expressões de alegria
e de nossos lábios cânticos de júbilo.

Diziam então os pagãos:
«O Senhor fez por eles grandes coisas».
Sim, grandes coisas fez por nós o Senhor,
estamos exultantes de alegria.

Fazei regressar, Senhor, os nossos cativos,
como as torrentes do deserto.
Os que semeiam em lágrimas
recolhem com alegria.

À ida, vão a chorar,
levando as sementes
à volta, vêm a cantar,
trazendo os molhos de espigas.




EVANGELHO   Mt 20, 20-28

«Bebereis do meu cálice»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo,
a mãe dos filhos de Zebedeu
aproximou-se de Jesus com os filhos
e prostrou-se para Lhe fazer um pedido.
Jesus perguntou-lhe: «Que queres?».
Ela disse-Lhe:
«Ordena que estes meus dois filhos
se sentem no teu reino
um à tua direita e outro à tua esquerda».
Jesus respondeu:
«Não sabeis o que estais a pedir.
Podeis beber o cálice que Eu hei-de beber?».
Eles disseram: «Podemos».
Então Jesus declarou-lhes:
«Bebereis do meu cálice.
Mas sentar-se à minha direita e à minha esquerda
não pertence a Mim concedê-lo
é para aqueles a quem meu Pai o designou».
Os outros dez, que tinham escutado,
indignaram-se com os dois irmãos.
Mas Jesus chamou-os e disse-lhes:
«Sabeis que os chefes das nações exercem domínio sobre elas
e os grandes fazem sentir sobre elas o seu poder.
Não deve ser assim entre vós.
Quem entre vós quiser tornar-se grande
seja vosso servo
e quem entre vós quiser ser o primeiro
seja vosso escravo.
Será como o filho do homem,
que não veio para ser servido, mas para servir
e dar a vida pela redenção dos homens».

Palavra da salvação.

Fonte: Secretariado Diocesano da Pastoral Litúrgica de Viseu

Completas

V/ Deus vinde em nosso auxílio.
R/ Senhor socorrei-nos e salvai-nos.
V/ Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo:
R/ Como era no princípio, agora e sempre. Amen.

Façamos uma paragem e passemos em revista o nosso dia. Façamos um exame de consciência, sobre como estamos a aceitar a Palavra de Deus.


Hino

Que importa se é tão longe, para mim,
A praia aonde tenho de chegar,
Se sobre mim levar constantemente
Poisada a clara luz do teu olhar?

Nem sempre Te pedi como hoje peço
Para seres a luz que me ilumina;
Mas sei que ao fim terei abrigo e acesso
Na plenitude da tua luz divina.

Esquece os meus passos mal andados,
Meu desamor perdoa e meu pecado.
Eu sei que vai raiar a madrugada
E não me deixarás abandonado.

Se Tu me dás a mão, não terei medo,
Meus passos serão firmes no andar.
Luz terna, suave, leva-me mais longe:
Basta-me um passo para a Ti chegar.


Salmodia

Antífona
O meu corpo descansará tranquilo.

Salmo 15
Defendei-me, Senhor: Vós sois o meu refúgio. *
Digo ao Senhor: «Vós sois o meu Deus, +
sois o meu único bem».
Para os santos da terra, admiráveis em seu poder, *
vai todo o meu afecto.

Os que seguem deuses estranhos *
redobrem as suas penas.
Não serei eu a fazer-lhes libações de sangue, *
nem a invocar seus nomes com meus lábios.

Senhor, porção da minha herança e do meu cálice, *
está nas vossas mãos o meu destino.
Couberam-me em partilha terras aprazíveis: *
muito me agrada a minha sorte.

Bendigo o Senhor por me ter aconselhado, *
até de noite me inspira interiormente.
O Senhor está sempre na minha presença, *
com Ele a meu lado não vacilarei.

Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta *
e até o meu corpo descansa tranquilo.
Vós não abandonareis a minha alma na mansão dos mortos *
nem deixareis o vosso fiel sofrer a corrupção.

Dar-me-eis a conhecer os caminhos da vida, *
alegria plena em vossa presença, +
eternas à vossa direita.

Antífona
O meu corpo descansará tranquilo.


Leitura Breve 1 Tes 5, 23

O Deus da paz vos santifique totalmente, para que todo o vosso ser - espírito, alma e corpo - se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Responsório Breve
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.


Benedictus

Bendito o Senhor, Deus de Israel *
Que visitou e redimiu o seu povo
E nos deu um Salvador poderoso *
Na casa de David, seu servo,
Conforme prometeu pela boca dos seus santos, *
Os profetas dos tempos antigos,

Para nos libertar dos nossos inimigos *
E das mãos daqueles que nos odeiam
Para mostrar a sua misericórdia a favor dos nossos pais, *
Recordando a sua sagrada aliança
E o juramento que fizera a Abraão, nosso pai, *
Que nos havia de conceder esta graça:

De O servirmos um dia, sem temor, *
Livres das mãos dos nossos inimigos,
Em santidade e justiça na sua presença, *
Todos os dias da nossa vida.

E tu, Menino, serás chamado Profeta do Altíssimo, *
Porque irás à sua frente a preparar os seus caminhos,
Para dar a conhecer ao seu povo a salvação *
Pela remissão dos seus pecados,

Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, *
Que das alturas nos visita como Sol Nascente,
Para iluminar os que jazem nas trevas e nas sombras da morte *
E dirigir os nossos passos no caminho da paz.

Glória ao Pai e ao Filho *
E ao Espirito Santo,
Como era no princípio, *
Agora e sempre. Amen.


Oração

Senhor nosso Deus, concedei-nos um descanso tranquilo que restaure as nossas forças fatigadas pelo trabalho do dia, a fim de que, fortalecidos pela vossa ajuda, Vos sirvamos sempre com generosidade de corpo e alma. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Amen.

V. O Senhor omnipotente nos dê uma noite tranquila e no fim da vida uma santa morte.
R. Amen.


Magnificat

A minha alma glorifica o Senhor *
E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.

Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva: *
De hoje em diante me chamarão bem aventurada todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas: *
Santo é o seu nome.

A sua misericórdia se estende de geração em geração *
Sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço *
E dispersou os soberbos.

Derrubou os poderosos de seus tronos *
E exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens *
E aos ricos despediu de mãos vazias.

Acolheu a Israel, seu servo, *
Lembrado da sua misericórdia,
Como tinha prometido a nossos pais, *
A Abraão e à sua descendência para sempre

Glória ao Pai e ao Filho *
E ao Espírito Santo,
Como era no princípio, *
Agora e sempre. Amen.


Esta semana
  Dom, 7 Junho
DOMINGO X DO TEMPO COMUM
  Seg, 8 Junho
  Ter, 9 Junho
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  Qui, 11 Junho
S. Barnabé, apóstolo
  Sex, 12 Junho
  Sá, 13 Junho
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Padroeiro secundário de Portugal
  Dom, 14 Junho
DOMINGO XI DO TEMPO COMUM

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