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27 Terça-feira, 27 de outubro Outubro de 2026 Terça-feira da semana XXX

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Música da capela Em pausa

Sexta-feira, 26 de junho de 2026

Sexta-feira da semana XII

Leitura I

2 Reis 25, 1-12

Judá foi exilado para longe da sua terra» (25, 21)

Leitura do Segundo Livro dos Reis

No nono ano do reinado de Sedecias,
no dia dez do décimo mês,
Nabucodonosor, rei de Babilónia
veio atacar Jerusalém com todo o seu exército.
Acampou diante da cidade
e levantou trincheiras ao seu redor.
Jerusalém ficou sitiada até ao undécimo ano do reinado de Sedecias.
No dia nove do quarto mês,
enquanto a fome se agravava na cidade
e o povo já não tinha alimento,
abriram uma brecha nas muralhas da cidade.
Então o rei fugiu de noite, com todos os guerreiros,
pela porta entre os dois muros, que ficava junto do jardim real,
? enquanto os caldeus cercavam a cidade ?
e seguiu pelo caminho de Arabá.
O exército caldeu perseguiu o rei
e alcançou-o na planície de Jericó,
onde os seus soldados o abandonaram e se dispersaram.
Os caldeus prenderam o rei
e levaram-no a Ribla, à presença do rei de Babilónia,
que pronunciou a sentença contra ele.
Nabucodosor mandou degolar os filhos de Sedecias à vista do pai;
depois vazou-lhe os olhos,
algemou-o com duas cadeias de bronze
e levou-o para Babilónia.
No dia sete do quinto mês,
no décimo nono ano de Nabucodosor, rei de Babilónia,
Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei de Babilónia,
entrou em Jerusalém.
Incendiou o templo do Senhor, o palácio real
e todas as casas nobres de Jerusalém.
O exército caldeu, às ordens do comandante da guarda,
arrasou as muralhas que rodeavam Jerusalém.
Nabuzardã, comandante da guarda,
deportou o resto do povo que ficara na cidade
e os desertores que se tinham passado para o rei de Babilónia,
enfim, toda a população.
Deixou apenas alguma gente humilde da terra,
para cultivar as vinhas e os campos.

Palavra do Senhor.

R. Se eu me não lembrar de ti, Jerusalém,

fique presa a minha língua.

Sobre os rios de Babilónia nos sentámos a chorar,
com saudades de Sião.
Nos salgueiros das suas margens,
dependurámos nossas harpas.

Aqueles que nos levaram cativos
queriam ouvir os nossos cânticos
e os nossos opressores uma canção de alegria:
«Cantai-nos um cântico de Sião».

Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor
em terra estrangeira?
Se eu me esquecer de ti, Jerusalém,
esquecida fique a minha mão direita.

Apegue-se-me a língua ao paladar,
se não me lembrar de ti,
se não fizer de Jerusalém
a maior das minhas alegrias.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 1)
Refrão: O Senhor é meu pastor: nada me faltará.
Ou: O Senhor me conduz: nada me faltará.

O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.

Ele me guia por sendas direitas por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo
me enchem de confiança.

Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e meu cálice transborda.

A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre.

Aleluia

Mt 8, 17

R. Aleluia.

Cristo suportou as nossas enfermidades
e tomou sobre Si as nossas dores.

Evangelho

Mt 8, 1-4

Se quiseres, podes curar-me

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Ao descer Jesus do monte,
seguia-O uma grande multidão.
Veio então prostrar-se diante d’Ele um leproso,
que Lhe disse:
«Senhor, se quiseres, podes curar-me».
Jesus estendeu a mão e tocou-o, dizendo:
«Eu quero: fica curado».
E imediatamente ficou curado da lepra.
Disse-lhe Jesus:
«Não digas nada a ninguém;
mas vai mostrar-te ao sacerdote
e apresenta a oferta que Moisés ordenou,
para que lhes sirva de testemunho».

Palavra da salvação.

Fonte: Secretariado Nacional da Liturgia.