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    <title>Geral</title>
    <link>https://www.paroquias.org/forum/list.php?1</link>
    <description><![CDATA[Fórum principal onde se discutem os assuntos genéricos. Coloque também aqui as perguntas e dúvidas que queira ver esclarecidas.]]></description>
    <language>pt_PT</language>
    <pubDate>Sat, 24 May 2008 15:45:43 +0000</pubDate>
    <lastBuildDate>Sat, 24 May 2008 15:45:43 +0000</lastBuildDate>
    <category>Geral</category>
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    <ttl>60</ttl>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45550#msg-45550</link>
      <author>Ana</author>
      <description><![CDATA[Tilleul<br />
<br />
Eu vi fotos vindas do Brasil no Dia do Corpo de Deus onde fazem grandes procissões e com tapetes de flores pelas ruas onde passa a procissão. Portanto no Brasil ainda vivem bem este dia.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45550#msg-45550</guid>
      <pubDate>Sat, 24 May 2008 15:45:43 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45549#msg-45549</link>
      <author>Tilleul</author>
      <description><![CDATA[&quot;A FESTA E A FOME DO CORPO DE DEUS&quot;<br />
<br />
Quantos saberão e, se sabem, se terão lembrado de que na passada quinta-feira foi feriado nacional por causa de uma festa, que, em Portugal, dá pelo nome paradoxal de Festa do Corpo de Deus? Houve um tempo em que as ruas se enchiam de procissões por causa dela. Hoje, será apenas, para a quase totalidade dos portugueses, um feriado ou oportunidade para umas miniférias.<br />
<br />
Festa do Corpo de Deus! Como foi e é possível o cristianismo menosprezar o corpo, se tem uma festa do Corpo de Deus? Deus mesmo em Cristo assumiu a corporeidade humana. É isso que confessa o Evangelho segundo São João: a Palavra (o Logos) fez-se carne, no sentido bíblico do termo grego sarx: ser humano corpóreo e frágil. Deus manifestou-se na visibilidade de um corpo humano.<br />
<br />
Dois banquetes marcaram o Ocidente: o Banquete, de Platão, e a Última Ceia de Jesus com os discípulos (quem se atreve a dizer, com fundamento real, que nela não participaram discípulas?). Ambos à volta do amor. Não é um banquete sempre expressão e vivência da convivialidade, da festa e do amor? Aí está a razão por que não tem sentido celebrar a missa sozinho. Faz sentido celebrar um banquete sozinho ou de costas para o povo e numa língua que ninguém entende, como foi recentemente permitido pelo Papa Bento XVI?<br />
<br />
Na véspera da Paixão, antes de ser entregue à morte na cruz, Jesus, na ceia de despedida, tomou o pão e pronunciou a bênção, dizendo: &quot;Isto é o meu corpo - a minha vida - entregue por vós.&quot; Tomou o cálice com vinho e disse: &quot;Este é o cálice da nova aliança.&quot; E acrescentou: &quot;Fazei isto em memória de mim.&quot;<br />
<br />
A missa é o banquete do testemunho do amor até à morte: &quot;Não há maior amor do que dar a vida pelos amigos.&quot; O que se celebra na eucaristia é o Deus do amor. Jesus não morreu para pagar um resgate (a quem?, ao diabo?) ou para aplacar a ira de Deus. Se Deus é amor, não está irado com a Humanidade. Face a um deus que exigisse a morte do Filho só haveria uma atitude humanamente digna: tornar-se ateu. Mas Jesus não morreu porque Deus quis o seu sacrifício. Pelo contrário, morreu para testemunhar a verdade incrível de que Deus é amor.<br />
<br />
Na eucaristia, os cristãos comemoram, celebram em comum o memorial de Jesus, presente e vivo na dinâmica da celebração. É ele que convida e, segundo a mentalidade oriental, quem convida oferece, antes de mais, a sua presença.<br />
<br />
Ao longo dos séculos, houve debates intermináveis, inclusivamente com mortes pelo meio, sobre o modo dessa presença de Cristo na eucaristia. Que se dava uma transubstanciação do pão e do vinho, que havia consubstanciação, que a linguagem mais adequada agora seria transfinalização, transvalorização.<br />
<br />
Mas, afinal, que quer dizer &quot;presença real&quot;? Já se pensou que duas pessoas que verdadeiramente se amam, mesmo distantes fisicamente, estão realmente presentes? Pelo contrário, a presença física, sem amor, pode tornar-se um inferno. De qualquer modo, neste domínio, é bom ter presente a advertência do filósofo Hegel para o perigo de coisificar a presença de Cristo na eucaristia, quando escreveu: segundo a representação católica, &quot;a hóstia - essa coisa exterior, sensível, não espiritual - é, mediante a consagração, o Deus presente, Deus como coisa.&quot;<br />
<br />
Claro que há o aviso de São Paulo aos Coríntios: &quot;Todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor.&quot; Mas é preciso advertir que Paulo está a referir-se àqueles que comiam lautamente e deixavam outros à fome. &quot;Desprezais a Igreja de Deus e quereis envergonhar aqueles que nada têm?&quot; <br />
<br />
E afinal não é o que continua a acontecer? Quando pensamos na vergonha da catástrofe alimentar com milhões de homens e mulheres e jovens e crianças a morrer à fome - também em Portugal há fome -, e nas responsabilidades de milhões de cristãos, que celebram a eucaristia, é inevitável lembrar as palavras de São Paulo aos Coríntios.<br />
<br />
Mas quem nunca sonhou com um banquete à volta da mesa comum e a participação de todos, independentemente da raça, língua, sexo, cor, e Deus presente e a vida eterna?<br />
<br />
In [url=http://dn.sapo.pt/2008/05/24/opiniao/a_festa_fome_corpo_deus.html]Diario de Noticias[/url], 24 de Maio de 2008<br />
Padre Anselmo Borges]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45549#msg-45549</guid>
      <pubDate>Sat, 24 May 2008 09:24:15 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45536#msg-45536</link>
      <author>Ana</author>
      <description><![CDATA[[b]A 22 de Maio 2008, na Paróquia Sant&#039;Ana do Bairro Abranches, em Curitiba-PR, a Procissão de Corpus Christi.[/b] <br />
<br />
<br />
A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, Corpus Christi, teve origem em 1230, em Liège, na Bégica. A Bem-aventurada Juliana de Mont Cornillon, monja agostiniana, em suas horas de prece e mística, foi agraciada com revelações divinas sobre a Eucaristia, inspirando a instituição da festa litúrgica.<br />
<br />
Era uma fase histórica em que se punha em dúvida a presença real de Jesus no pão e no vinho consagrados. Com as revelações, Juliana comunicou o fato ao seu diretor espiritual, um Cônego da cidade de Louvaina; este, por sua vez, aconselhou-se com Dom Tiago Pantaleão, arcebispo de Liège e futuro Papa Urbano IV.<br />
<br />
Nas revelações recebidas por Juliana, se pedia que a quinta-feira que sucede o Domingo da Santíssima Trindade fosse dedicada ao Corpus Christi. A primeira celebração ocorreu em Liège, em 1246. Juliana, porém, faleceu em 1258. Após a morte dela, Eva a reclusa, empenhou-se em ver a festa celebrada em outros lugares. Aos 11 de agosto de 1264, já estava composto o ofício (leituras bíblicas e orações) da solenidade do Corpus Christi, obra do teólogo Santo Tomás de Aquino. E aos 8 de outubro de 1264, o então Papa Urbano IV aprovou a festa Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”.<br />
<br />
A primeira procissão de Corpus Christi foi realizada na cidade de Colônia, na Alemanha, em 1277. Em 1311, por ocasião do Concílio de Viena, o Papa Clemente V ordenou a celebração do Corpus Christi em toda a Igreja Universal; ele mesmo presidiu a primeira procissão de Viena, naquele ano. Em 1350, foi realizada a primeira procissão em Roma.<br />
<br />
O Corpus Christi é um dos quatro Dias Santos que a Igreja Católica preserva; os outros três são o Natal, o Ano Novo e Imaculada Conceição (finados e sexta-feira santa não são dias de preceito, embora no Brasil sejam dias de feriado). No dia de Corpus Christi, a Igreja celebra a presença de Cristo ressuscitado na Eucaristia; nas igrejas, ao lado de cada sacrário, a lamparina vermelha retroprojeta a promessa de Jesus: &quot;Estarei convosco todos os dias até o fim dos tempos.&quot;<br />
<br />
Nas clausuras, as monjas têm como ponto de referência o Cristo Eucarístico. Corpus Christi é uma oportunidade para que todos os fiéis que não estão nas clausuras reverenciem o Cristo, pão vivo que desceu dos céus. Na Procissão, a Eucaristia é levada no Ostensório, sob o baldaquino; o presidente da celebração caminha pisando sobre tapetes ornados com os símbolos cristãos. É uma forma de a comunidade cristã apresentar a Jesus sacramentado as famílias, as fábricas, as lojas, as plantações..., para que Jesus toque e abençoe toda a natureza, pois ao mesmo tempo que Deus parece inacessível, Ele está muito próximo da humanidade.<br />
<br />
O homem tem apenas uma única vida humana: nasce, vive, morre e ressuscita uma única vez. Deus possui uma vida divina e eterna. Em sua bondade infinita, Ele quer comunicá-la a seus filhos para aproximá-los de Si e prepará-los a partilharem a felicidade eterna, contemplando-o face a face, na futura visão da Glória. Tudo o que vive necessita de alimento. E Jesus é o alimento vivo que desceu do céu para se tornar o manancial dos homens.<br />
<br />
Segundo Lc 22, 12, Jesus instituiu a Eucaristia numa sala ricamente ornada; daí a pomposidade da festa de Corpus Christi. O culto exterior também é devido a Jesus Cristo, como manifestação de sua grandeza e revelação da sua pequenez, pois em Is 45, 15 se lê: &quot;Verdadeiramente um Deus se esconde em tua casa, o Deus de Israel, um Deus que salva.&quot;<br />
<br />
            Ostensório = Mostrancja (em Polonês)<br />
<br />
            Pe. Máikol<br />
<br />
- - -<br />
<br />
MISTÉRIOS LUMINOSOS (Quintas-feiras)<br />
<br />
<br />
1o Mistério: Meditemos: Jesus está sendo batizado no rio Jordão por João Batista. E é apresentado pelo Pai: “Tu és meu Filho amado, em quem pus a minha complacência.”<br />
<br />
2o Mistério: Meditemos: Jesus está participando das bodas de casamento em Caná da Galiléia. Maria, sua Mãe, aconselha: “Fazei tudo o que Ele vos disser”. E Cristo realiza o seu primeiro milagre, transformando água em vinho.<br />
<br />
3o Mistério: Meditemos: o Divino Mestre anuncia o Reino de Deus e convida à conversão: “Convertei-vos e crede no Evangelho!”<br />
<br />
4o Mistério: Meditemos sobre Jesus subindo o monte de Tabor em companhia de seus discípulos: Pedro, Tiago e João. Deus Pai O apresenta: “Este é o meu Filho predileto. Ouvi-O!”<br />
<br />
5o Mistério: Meditemos sobre o que acontece no Cenáculo: a instituição da Eucaristia, mistério inefável do amor de Jesus e de sua presença permanente entre nós, o que prolonga na terra a sua Encarnação.<br />
]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45536#msg-45536</guid>
      <pubDate>Fri, 23 May 2008 03:42:09 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45534#msg-45534</link>
      <author>Ana</author>
      <description><![CDATA[[b]Amigos, LSNSJC<br />
Muitas pessoas aproveitam os fins de semana prolongados para fazer <br />
seus passeios e nem se lembram do motivo do feriado.<br />
Quando é dia santo também isto acontece.<br />
Não que a pessoa não deva aproveitar os fins de semana, mas o melhor <br />
é conjungar o motivo e o que dele deriva.<br />
Hoje, por exemplo, é a Festa do Corpo de Deus. Muita gente nem sabe <br />
o que isto significa. E nem procura saber.<br />
A mensagem de hoje, indepentemente da religião de cada um, procura <br />
mostrar-nos o que ela significa e como surgiu.<br />
<br />
Para aquelas pessoas que querem saber mais sobre este tipo de <br />
assunto, entre na pesquisa do Google e digite: MILAGRES EUCARÍSTICOS.<br />
São fenômemos e acontecimentos que não sabemos explicar, o que não <br />
quer dizer que não aconteceram.<br />
Vale a pena conferir.<br />
<br />
Fiquemos com a Santíssima Trindade e com Maria Santíssima, Aquela <br />
que foi o tabernáculo do Deus humanado.<br />
Aluizio da Mata, Brasil <br />
*************[/b] <br />
<br />
FESTA DE CORPUS CHRISTI <br />
<br />
HISTÓRICO DA FESTA NO BRASIL E NO MUNDO <br />
<br />
O dia de Corpus Christi é a Festa do Corpo de Cristo, o Corpo de <br />
Deus. É a celebração da primeira missa por Jesus Cristo, na última <br />
ceia. A data, instituída pelo Papa Urbano IV, por intermédio da Bula <br />
Transiturus, de 11 de agosto de 1264, sempre é comemorada na <br />
primeira quinta-feira depois do domingo de Pentecostes (festa do <br />
Espírito Santo, 50 dias após a Páscoa), quando os católicos <br />
reverenciam a instituição da Eucaristia. Corpus Christi é uma festa <br />
ao Corpo de Cristo. <br />
É uma data adotada na Igreja Católica, para comemorar a presença <br />
real de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, pela mudança da <br />
substância do pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue (O <br />
Catolicismo declara que a hóstia, torna-se literalmente em Carne e <br />
Sangue do Senhor Jesus). <br />
ORIGEM <br />
A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século <br />
XII. A Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real <br />
do &quot;Cristo todo&quot; no pão consagrado. Esta necessidade se aliava ao <br />
desejo do homem medieval de &quot;contemplar&quot; as coisas. Surgiu nesta <br />
época o costume de elevar a hóstia depois da consagração. <br />
A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a <br />
Bula `Transiturus&#039; de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na <br />
quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no <br />
domingo depois de Pentecostes. O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago <br />
Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na <br />
Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, <br />
Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no <br />
Ano Litúrgico. <br />
Juliana nasceu em Liège em 1192 e participava da paróquia Saint <br />
Martin. Com 14 anos, em 1206, entrou para o convento das <br />
agostinianas em Mont Cornillon, na periferia de Liège. Com 17 anos, <br />
em 1209, começou a ter `visões&#039;, (que retratavam um disco lunar <br />
dentro do qual havia uma parte escura. Isto foi interpretado como <br />
sendo uma ausência de uma festa eucarística no calendário litúrgico <br />
para agradecer o sacramento da Eucaristia). Com 38 anos, em 1230, <br />
confidenciou esse segredo ao arcediago de Liège, que 31 anos depois, <br />
por três anos, será o Papa Urbano IV (1261-1264), e tornará mundial <br />
a Festa de Corpus Christi, pouco antes de morrer. <br />
A `Fête Dieu&#039; começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, <br />
com autorização do arcediago para procissão eucarística só dentro da <br />
igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da <br />
Eucaristia. Em 1247, aconteceu a 1ª procissão eucarística pelas ruas <br />
de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional <br />
na Bélgica. A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, <br />
6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. Santa <br />
Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente <br />
VIII. <br />
O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu <br />
em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de <br />
Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada antes de 1270. <br />
O ofício divino, seus hinos, a seqüência `Lauda Sion Salvatorem&#039; são <br />
de Santo Tomás de Aquino (1223-1274), que estudou em Colônia com <br />
Santo Alberto Magno. Corpus Christi tomou seu caráter universal <br />
definitivo, 50 anos depois de Urbano IV, a partir do século XIV, <br />
quando o Papa Clemente V, em 1313, confirmou a Bula de Urbano IV nas <br />
Constituições Clementinas do Corpus Júris, tornando a Festa da <br />
Eucaristia um dever canônico mundial. Em 1317, o Papa João XXII <br />
publicou esse Corpus Júris com o dever de levar a Eucaristia em <br />
procissão pelas vias públicas. <br />
O Concílio de Trento (1545-1563), por causa dos protestantes, da <br />
Reforma de Lutero, dos que negavam a presença real de Cristo na <br />
Eucaristia, fortaleceu o decreto da instituição da Festa de Corpus <br />
Christi, obrigando o clero a realizar a Procissão Eucarística pelas <br />
ruas da cidade, como ação de graças pelo dom supremo da Eucaristia e <br />
como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na <br />
Eucaristia. <br />
Em 1983, o novo Código de Direito Canônico – cânon 944 – mantém a <br />
obrigação de se manifestar `o testemunho público de veneração para <br />
com a Santíssima Eucaristia&#039; e `onde for possível, haja procissão <br />
pelas vias públicas&#039;, mas os bispos escolham a melhor maneira de <br />
fazer isso, garantindo a participação do povo e a dignidade da <br />
manifestação. <br />
A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última <br />
Ceia, quando Jesus disse :`Este é o meu corpo...isto é o meu <br />
sangue... fazei isto em memória de mim&#039;. Porque a Eucaristia foi <br />
celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se <br />
celebra sempre numa quinta-feira após o domingo depois de <br />
Pentecostes.<br />
************ <br />
<br />
&quot;HASSELT, Bélgica, ano 1317&quot;<br />
Em 1317, um Padre de Viversel que ajudava na cidade de Lummen, foi <br />
solicitado a levar o Santo Viático (Sagrada Comunhão ministrada aos <br />
doentes e idosos) a um homem da aldeia que estava enfermo. Levando <br />
um Cibório com uma Hóstia Consagrada, o padre entrou na casa e <br />
colocou o utensílio sagrado encima de uma mesa na Sala, enquanto foi <br />
conversar com a família e o doente, no quarto. <br />
Outro homem que estava em pecado mortal, provavelmente algum parente <br />
da familia, passando pela Sala e vendo o Cibório ficou cheio de <br />
curiosidade, removeu a tampa de cobertura e segurou na Hóstia <br />
Consagrada. Imediatamente a Hóstia começou a sangrar. Assustado, <br />
jogou-a dentro do Utencilio Sagrado e saiu apressado. Quando o padre <br />
veio pegar o Cibório para ministrar a Comunhão ao enfermo, o <br />
encontrou aberto! Surpreso, observou também que a Hóstia estava com <br />
manchas de sangue. Então ficou indeciso sobre o que devia fazer... <br />
Entretanto logo a seguir, decidiu procurar o senhor Bispo e levou o <br />
fato ao seu conhecimento. O pastor percebeu que se tratava de uma <br />
Manifestação Eucarística Sobrenatural e por essa razão, o aconselhou <br />
a levar a Hóstia Milagrosa a um Sacrário na Igreja das freiras <br />
Cisterciense em Herkenrode, aproximadamente 50 quilômetros de <br />
distancia do local onde estavam. <br />
O mencionado Convento que está perto de Liege, na Bélgica, foi <br />
fundado no século XII e pertence às freiras Cistercienses. Por causa <br />
da reputação venerável e repleta de santidade da comunidade <br />
religiosa, o senhor Bispo escolheu aquele local, porque estava <br />
convencido de que lá seria o lugar mais adequado para acolher a <br />
Hóstia Milagrosa. <br />
O sacerdote viajou para o Convento das Irmãs e assim que chegou, <br />
descreveu o acontecido. A seguir, acompanhado das Irmãs e em <br />
procissão entraram na Igreja e aproximaram-se do altar. Quando abriu <br />
o Sacrário para colocar o Cibório com a Hóstia Milagrosa, teve uma <br />
visão de CRISTO com a coroa de espinhos, que também foi visto pelas <br />
pessoas presentes. NOSSO SENHOR parecia dar um sinal especial de que <br />
a vontade DELE era permanecer ali. Por causa desta visão e da <br />
presença da Hóstia Milagrosa, Herkenrode tornou-se um dos lugares <br />
mais famosos de peregrinação na Bélgica. <br />
A Sagrada Hóstia permaneceu na Igreja em Herkenrode até 1796, época <br />
da Revolução francesa, quando as freiras foram expulsas do Convento. <br />
Naquele tempo terrível a Hóstia foi confiada aos cuidados de <br />
diferentes famílias. Conta-se que foi até acomodada numa caixa <br />
metálica comum e embutida na parede da cozinha de uma casa.<br />
Em 1804, a Hóstia foi removida do esconderijo e levada em solene <br />
procissão para a Catedral de São Quintinus em Hasselt. O mencionado <br />
Templo possui uma bela arquitetura gótica e foi construído no século <br />
XIV. Em suas paredes contém pinturas impressionantes dos séculos XVI <br />
e XVII que recordam os eventos da história do Milagre. Mas muito <br />
mais importante que a construção e a beleza da Catedral de Hasselt, <br />
é o Relicário com a Hóstia Sagrada do notável Milagre Eucarístico <br />
ocorrido em 1317 que ela abriga, em esplêndida condição de <br />
conservação, sem a utilização de qualquer ingrediente químico. O <br />
Relicário foi colocado num Altar especial, que está permanentemente <br />
aberto a veneração dos fieis.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45534#msg-45534</guid>
      <pubDate>Thu, 22 May 2008 16:04:35 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45423#msg-45423</link>
      <author>Alef</author>
      <description><![CDATA[Daqui a dias há mais um feriado ;-) e festa católica, o «Corpus Christi», festa popularmente conhecida por «Dia do Corpo de Deus»... <br />
<br />
Valorizamos suficientemente o seu significado e o significado da Eucaristia e da presença de Cristo na Eucaristia?<br />
<br />
Pareceu-me então oportuno chamar de novo à primeira página este tópico, que já está «às moscas» há quase um ano. Merece ser recordado ou relido, desde o [url=http://www.u807237599_gaioqor.org/forum/read.php?1,37866,page=1]seu início[/url]. <br />
<br />
E podemos retomar, se necessário, o diálogo...<br />
<br />
Alef]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,45423#msg-45423</guid>
      <pubDate>Sun, 18 May 2008 14:39:17 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40309#msg-40309</link>
      <author>Cassima</author>
      <description><![CDATA[Ah s7v7n... Mas as palavras são extremamente importantes, faladas ou escritas... Assim como o uso que se faz delas... ;-)<br />
<br />
Cassima]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40309#msg-40309</guid>
      <pubDate>Wed, 18 Jul 2007 12:50:36 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40294#msg-40294</link>
      <author>Simone</author>
      <description><![CDATA[Cassima,<br />
<br />
ok.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40294#msg-40294</guid>
      <pubDate>Tue, 17 Jul 2007 19:03:29 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40250#msg-40250</link>
      <author>s7v7n</author>
      <description><![CDATA[Epá, não se pode dizer umas palavras novas e ficam logo todos pikadinhos. Sujeitinho interessante não tem nada de mal. Pior seria se fossem sujeitinho anormal ou coisa assim. Ou sujeitinho fedelho. Aí era ser bem mal educado. E Cassima, não foi para ti. E percebo perfeitamente o que dizes. Numa situação apocalíptica desse tipo, porque não dizer umas palavras dessas? Morrem os Homens mas Deus não. Acho que fariam muito bem nesses termos. Deus está sempre com o Homens. Não sei se aconteceria o mesmo que acontece na missa, mas era um gesto que demonstrava fé e vontade.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40250#msg-40250</guid>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 23:55:29 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40246#msg-40246</link>
      <author>Diogo Taveira</author>
      <description><![CDATA[Claro que concordo com o que diz, em relação à celebração solitária.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40246#msg-40246</guid>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 20:09:59 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40244#msg-40244</link>
      <author>firefox</author>
      <description><![CDATA[[quote Diogo Taveira]A Eucaristia pode ser celebrada pelo padre sozinho, sem qualquer participação da Assembleia.[/quote]<br />
<br />
Diogo, vou tentar ser o mais claro possível, para não complicar ainda mais:<br />
<br />
1) é verdade que, do ponto de vista &quot;legal&quot;, um padre até pode celebrar a missa sozinho.<br />
<br />
2) entretanto, seria estranho se o fizesse repetidamente e sem razão que o justifique, somente por devocionalismo, sentimentalismo ou até egoísmo. Sim, pq todos sabemos que há escassez de padres e muitas comunidades nem têm missa. <br />
<br />
3) não defendo que isso seja resolvido por decreto (!). Então, que se continue permitindo aos padres celebrarem sozinhos, pois há situações em que isso não é mal, como o caso especial de um missionário que fica sozinho e distante da igreja. Acho até sinal de caridade permitir a ele esse momento de &quot;comunhão&quot; - note, comunhão, que seria melhor expressada se existisse ali a Assembléia com ele. Somente gostaria que recomendassem que não o fizessem por capricho. Se não me engano, essa recomendação existe!<br />
<br />
4) ao contrário dos que criticam o Vaticano II por ter sido pastoral, acho melhor não enjaular tudo em &quot;dogmas&quot;, e não existe lei nenhuma que dê jeito na igreja se não existir amor nela. <br />
<br />
Paz e Bem.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40244#msg-40244</guid>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 20:06:49 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40120#msg-40120</link>
      <author>Diogo Taveira</author>
      <description><![CDATA[CP,<br />
<br />
enganas-te. A Eucaristia pode ser celebrada pelo padre sozinho, sem qualquer participação da Assembleia.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40120#msg-40120</guid>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 14:39:28 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40104#msg-40104</link>
      <author>Cassima</author>
      <description><![CDATA[s7v7n e Simone<br />
<br />
Vamos lá a ver: <br />
<br />
- Não sou nem nunca fui contra o ministério da ordem, nem contra a especificidade da acção do padre.<br />
<br />
- Não defendo nem nunca defendi que qualquer um pode ir consagrando as hóstias, além do padre.<br />
<br />
<br />
Posto isto, é preciso não esquecer que este assunto surgiu porque alguém disse que sem padres a Igreja morria. E com isso eu não concordo! Se a Igreja morresse por falta de padres, coitados de nós. Fraca comunidade seríamos, que não nos sabíamos adaptar às vicissitudes.<br />
<br />
O caso da aldeia africana é disso um exemplo: reagiram a uma necessidade e não se deixaram cair no marasmo. Será um caso extraordinário, será, mas talvez não tão raro como isso.<br />
<br />
Se eles benzessem o pão, poderia ser só símbolo, seria só pão, mas tenho a certeza que Deus não estaria menos presente para eles. Porque a necessidade era grande e não havia má intenção nem estariam a usurpar nenhuma competência alheia. Não havia a quem a usurpar... <br />
<br />
<br />
<br />
s7v7n<br />
<br />
Serei eu, por acaso, o segundo &quot;[i]sujeitinho interessante[/i]&quot;, tendo em conta de que as últimas intervenções a que respondeste foram do firefox e minhas?<br />
<br />
Independentemente do interesse ou não, tu reparaste no último parágrafo do firefox? <br />
<br />
[quote][i]Ninguém aqui está - eu pelo menos não estou - ensinando que qualquer um pode ir consagrando o pão e o vinho na missa dentro da igreja católica, existe uma norma bem clara dentro da igreja e ela ordena algumas pessoas para esse fim.[/i][/quote]<br />
<br />
As palavras dele podiam ser minhas, concordo plenamente. <br />
<br />
Isto quase parece o tema da presença real de Cristo na Eucaristia. Tudo falava no mesmo, com entendimentos diferentes dos conceitos em presença.<br />
<br />
<br />
Cassima]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40104#msg-40104</guid>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 12:44:55 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40103#msg-40103</link>
      <author>catolicapraticante</author>
      <description><![CDATA[POr acaso uma orquestra até [b]pode funcionar sem maestro.[/b]No mínimo escolhe-se um músico para fazer a função do maestro.<br />
<br />
Mas [b]orquestra sem músicos[/b], só com um maestro no seu púlpito, [b]isso não existe.[/b]]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40103#msg-40103</guid>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 12:27:44 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40101#msg-40101</link>
      <author>Albino O M Soares</author>
      <description><![CDATA[Não vejo que uma orquestra possa funcionar bem sem um maestro.<br />
De todo não funciona sem músicos.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40101#msg-40101</guid>
      <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 11:34:51 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40089#msg-40089</link>
      <author>s7v7n</author>
      <description><![CDATA[Eu acho que existe alguma confusão no celebrar e no presidir. Vejamos o que quer dizer celebrar:<br />
<br />
do Lat. celebrare<br />
<br />
v. tr.,<br />
    realizar, festejar, comemorar com solenidade;<br />
    exaltar;<br />
    enaltecer, elogiar publicamente;<br />
    exaltar com ironia;<br />
v. int.,<br />
    dizer missa.<br />
<br />
Ora, todos nós festejamos, comemoramos,elogiamos.....etc...<br />
<br />
Mas só o padre preside à Eucaristia. Desculpa Alessandro, não sei se a tua questão está aqui mas penso que aquilo que o Firefox diz está certo. Todos nós celebramos os mistérios eucarísticos. E o padre além de celebrar também preside e consagra os dons. Também não encontrei nos teus textos algo que respondesse ao que ele te pergunta. Mas penso que podemos centrar a questão entre o «celebrar» e o «presidir».<br />
<br />
Ou então diz o que é para ti celebrar.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40089#msg-40089</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 18:06:31 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40086#msg-40086</link>
      <author>s7v7n</author>
      <description><![CDATA[Porque é que é assim tão ruim falar nisso? Se calhar por não dar jeito. Eu compreendo.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40086#msg-40086</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 17:56:28 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40085#msg-40085</link>
      <author>firefox</author>
      <description><![CDATA[[quote Alessandro]Firefox,<br />
<br />
Sim, é o mesmo texto, com os mesmos argumentos, com as citações que você pediu, e que agora você tenta desclassificar fugindo do assunto. Mostra onde está o erro! Lembra bem, em resumo o texto afirma que:<br />
<br />
O sacerdócio comum (do povo) e o sacerdócio ministerial diferenciam-se por essência e não só por grau: não se trata somente de uma maior ou menor intensidade de participação no único sacerdócio de Cristo, mas de participações essencialmente diversas.[/quote]<br />
<br />
Continuo aguardando a sua explicação para justificar a mutilação que vc faz no Cristo. Já te mostrei esse erro, então, como vc me pergunta onde está o erro? <br />
<br />
[quote Alessandro][quote=O PRESBÍTERO, PASTOR E GUIA DA COMUNIDADE PAROQUIAL]<br />
No seio deste povo sacerdotal o Senhor instituiu ............ Dão-se hoje todas as condições para superar tanto o perigo da &quot;clericalização&quot; dos leigos,[22] como o da &quot;secularização&quot; dos ministros sagrados.<br />
[/quote]<br />
<br />
Mantendo-te no assunto diga: Está errado? onde?[/quote]<br />
<br />
Estou mantendo o assunto, tenho insistido nele! Em tudo isso que vc citou, não há nada falando sobre o corpo de Cristo não celebrar, nada que justifique a mutilação que vc faz no corpo místico de Cristo. Ainda espero a sua justificação para isso da Assembléia dos Fiéis, composta também de leigos, o corpo místico de Cristo, não celebrar na Missa. Vc defendia a idéia estranha de que somente a &quot;cabeça de Cristo&quot; celebrava. Apontei esse erro para vc por diversas vezes, então, como ainda vem aqui perguntar: &quot;onde está o erro?&quot;.<br />
<br />
Continuo aguardando um argumento.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40085#msg-40085</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 17:33:30 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40084#msg-40084</link>
      <author>Alessandro</author>
      <description><![CDATA[Firefox,<br />
<br />
Sim, é o mesmo texto, com os mesmos argumentos, com as citações que você pediu, e que agora você tenta desclassificar fugindo do assunto. Mostra onde está o erro! Lembra bem, em resumo o texto afirma que:<br />
<br />
O sacerdócio comum (do povo) e o sacerdócio ministerial diferenciam-se por essência e não só por grau: não se trata somente de uma maior ou menor intensidade de participação no único sacerdócio de Cristo, mas de participações essencialmente diversas.<br />
<br />
Como pode, também, ser observado [url=http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cclergy/documents/rc_con_cclergy_doc_20020804_istruzione-presbitero_po.html]neste documento[/url] da congregação para o clero:<br />
[quote=O PRESBÍTERO, PASTOR E GUIA DA COMUNIDADE PAROQUIAL]<br />
No seio deste povo sacerdotal o Senhor instituiu portanto um sacerdócio ministerial, a que são chamados alguns fiéis para que sirvam a todos os outros com caridade pastoral e por meio da sagrada potestade. O sacerdócio comum e o sacerdócio ministerial diferenciam-se por essência e não só por grau: [16] não se trata somente de uma maior ou menor intensidade de participação no único sacerdócio de Cristo, mas de participações essencialmente diversas. O sacerdócio comum fundamenta-se no caráter batismal, que é o selo espiritual da pertença a Cristo que &quot;capacita e compromete os cristãos a servirem a Deus em uma participação viva na sagrada Liturgia da Igreja e a exercerem o seu sacerdócio batismal pelo testemunho de uma vida santa e de uma caridade eficaz&quot;.[17] <br />
<br />
O sacerdócio ministerial, ao invés, fundamenta-se no caráter impresso pelo sacramento da Ordem, que configura a Cristo sacerdote, de modo a poder agir na pessoa de Cristo Cabeça com a sagrada potestade, para oferecer o Sacrifício e para perdoar os pecados.[18] Aos batizados, que receberam depois o dom do sacerdócio ministerial, foi conferida sacramentalmente uma missão nova e específica: a de personificar no seio do povo de Deus o tríplice múnus – profético, cultual e régio – do próprio Cristo como Cabeça e Pastor da Igreja.[19] Portanto, no exercício das suas funções específicas, agem in persona Christi Capitis e, do mesmo modo, conseqüentemente, in nomine Ecclesiae.[20] <br />
<br />
7. O nosso Sacerdócio sacramental, portanto, é sacerdócio &quot;hierárquico&quot; e, simultaneamente, &quot;ministerial&quot;. Ele constitui um particular &quot;ministerium&quot;, ou seja, &quot;serviço&quot; em relação à comunidade dos crentes. Não se origina, porém, desta comunidade, como se fosse ela a &quot;chamar&quot;, ou a &quot;delegar&quot;. Ele é, na verdade, dom para esta comunidade e provém do mesmo Cristo, da plenitude do seu Sacerdócio (...) Cônscios desta realidade, compreendemos de que modo o nosso sacerdócio é &quot;hierárquico&quot;, ou seja, está conexo com o poder de formar e de reger o povo sacerdotal e precisamente por isso &quot;ministerial&quot;. Nós desempenhamos este múnus, mediante o qual o mesmo Cristo &quot;serve&quot; incessantemente o Pai na obra da nossa salvação. Toda a nossa existência sacerdotal é e deve ser profundamente imbuída por este serviço, se quisermos realizar de maneira adequada o Sacrifício eucarístico in persona Christi&quot;.[21] <br />
<br />
Nos últimos decênios, a Igreja teve experiência de problemas de &quot;identidade sacerdotal&quot;, derivados, por vezes, de uma visão teológica menos clara entre os dois modos de participação no sacerdócio de Cristo. Em alguns ambientes, veio-se a romper aquele equilíbrio eclesiológico profundo, tão próprio do Magistério autêntico e perene.<br />
<br />
Dão-se hoje todas as condições para superar tanto o perigo da &quot;clericalização&quot; dos leigos,[22] como o da &quot;secularização&quot; dos ministros sagrados.<br />
[/quote]<br />
<br />
Mantendo-te no assunto diga: Está errado? onde?]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40084#msg-40084</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 17:17:05 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40082#msg-40082</link>
      <author>firefox</author>
      <description><![CDATA[A propósito... o texto completo complica mais, não esclarece, pois achei bastante curioso isso:<br />
<br />
[color=#CC3300]A Instrução Redemptionis sacramentam reitera a responsabilidade, especifica do sacerdócio ministerial, mas, ao mesmo tempo, [b]volta-se contra a prepotência dos clérigos (e dos leigos) que consideram a liturgia como uma sua propriedade particular[/b] (cf. Ecclesia de Eucharistia, 52; cf. também Redemptionis sacramentum, 18). Já o Concílio Vaticano II insiste: «As ações litúrgicas não são atos particulares, mas celebrações da Igreja, que ,é «sacramento de unidade...» (Sacrosanctum conciliam, 26). [/color] <br />
<br />
Quando o B16 age por decreto pessoal, sem consultar nenhum bispo, e quer obrigar todos os bispos a uma norma litúrgica por Motu Proprio, não está agindo como se a liturgia fosse &quot;sua propriedade particular&quot;? <br />
<br />
[color=#CC3300][b]«As ações litúrgicas não são atos particulares, mas celebrações da Igreja, que ,é «sacramento de unidade...»[/b] (Sacrosanctum conciliam, 26).[/color]<br />
<br />
Ao não respeitar a colegialidade dos bispos e agir por decreto unilateral, o B16 coloca a sua própria opinião pessoal antes da unidade.<br />
<br />
Mas... A igreja católica é sempre essa caixinha de surpresas, e se ouve ao fundo o corinho: &quot;...santa e pecadora&quot;.<br />
<br />
Fogo e Vento.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40082#msg-40082</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 17:00:19 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40081#msg-40081</link>
      <author>firefox</author>
      <description><![CDATA[Ah!? Mas esse é o mesmo texto. Vc não vai responder? Vai apenas se repetir?<br />
<br />
Onde está a resposta para a questão que te coloquei? Como vc justifica a mutilação que vc faz no Cristo para afirmar essa doidice de que só a cabeça de Cristo celebra mas o corpo não?]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40081#msg-40081</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 16:42:50 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40079#msg-40079</link>
      <author>Alessandro</author>
      <description><![CDATA[Firefox,<br />
<br />
Queres argumentos? aqui estão, sem destaques pra não te causar confusão:<br />
<br />
[quote]<br />
[center]L&#039;OSSERVATORE ROMANO[/center]<br />
 <br />
[center][b]A apostolicidade da Eucaristia e a relação entre sacerdotes e fiéis leigos na Santa Missa[/b][/center]<br />
[center]Padre MANFRED HAUKE<br />
Professor de Dogmática e<br />
Patrologia na Faculdade <br />
Teológica de Lugano (Suíça)[/center]<br />
 <br />
Na sua Carta Encíclica Ecclesia de Eucharistia, o Santo Padre João Paulo II afirma vigorosamente a apostolicidade da Eucaristia (cf. Ecclesia de Eucharistia, cap. II, nn. 26-33). A Eucaristia é apostólica num tríplice sentido: remonta ao fundamento apostólico constituído por Jesus Cristo, deve ser celebrada em conformidade com a fé dos Apóstolos e tem necessidade do serviço do sacerdote ministerial, que realiza o Sacrifício Eucarístico na pessoa de Jesus Cristo, cabeça e pastor da Igreja (cf. Ecclesia de Eucharistia, 27-29). Porém, a «necessidade do sacerdócio ministerial, que assenta na sucessão apostólica fica; às vezes obscurecida», como observa o Sumo Pontífice no elenco das «sombras» que ocultam a luz autêntica dá Eucaristia (Ecclesia de Eucharistia, 10). Por isso, a preocupação do Papa, em vista de salvaguardar o vínculo estreito entre Eucaristia e sacerdócio ministerial constitui como que um fio vermelho também nas normas reiteradas pela Instrução Redemptionis sacramentum.<br />
 <br />
[b]A Mediator Dei e a tarefa específica do sacerdote[/b]<br />
 <br />
O fundamento doutrinal para os esclarecimentos disciplinares encontra-se na relação correta entre participação ativa dos fiéis, confirmada com particular atenção desde a renovação litúrgica de Pio X, e a tarefa especifica do presbítero ordenado. O movimento litúrgico, exigindo justamente um compromisso intenso da parte de todos os fiéis na celebração do Sacrifício eucarístico, por vezes tendia a minimizar a ação sacerdotal, que encontra o seu ápice nas palavras consacratórias, por meio das quais o pão e o vinho se transformam em corpo e sangue de Cristo, e que tornam presente o sacrifício do Calvário. A magna charta para separar o trigo do joio na teologia litúrgica foi a Carta Encíclica Mediator Dei do Papa Pio XII (1947), que é de surpreendente atualidade, bem visível nas citações feitas pela Carta Encíclica sobre a eucaristia, do Papa João Paulo II, e da Redemptionis sacramentam (cf. Ecclesia de Eucharistia, 7, 12 e 29; cf. também, Redemptionis sacramentam, 10, 31, 42, 134 e 146). «Há... pessoas que, aproximando-se dos erros já condenados [no Concílio de Trento, contra a Reforma protestante: DS, 1767], ensinam que no Novo Testamento se conhece somente um sacerdócio que compete a todos os batizados, e que o preceito dado por Jesus aos Apóstolos na última Ceia, de fazer isto aquilo que Ele tinha feito, se refere a toda a Igreja dos cristãos e que, somente em seguida, apareceu o sacerdócio hierárquico. Por isso, tais pessoas afirmam que apenas o povo goza de um verdadeiro poder sacerdotal, enquanto o presbítero age unicamente para desempenhar uma tarefa que lhe é confiada pela comunidade. Por conseguinte, elas julgam que o sacrifício eucarístico constitui uma verdadeira e própria «concelebração», e que é melhor que os sacerdotes «concelebrem» em conjunto com o povo presente, do que, na ausência deste último, ofereçam privadamente ;o Sacrifício.;: [Contra estes erros], temos o dever de recordar que o presbítero faz as vezes do povo, porque representa a pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo, dado que Ele é Cabeça de todos os membros e que sê oferece; a si mesmo por eles: por isso, vai ao altar como ministro de Jesus Cristo, inferior a ele mas superior ao povo... A imolação incruenta, por intermédio da qual, ao pronunciar as palavras da consagração, Cristo se torna presente no altar em condição de vítima, é realizada somente pelo sacerdote, enquanto este representa a pessoa de Jesus Cristo, e não enquanto representa a pessoa dos fiéis» (DS, 3850 e 3852; é errônea a tradução italiana, contida no Denzinger-Hünermann, 3852 e no Enchiridion das Encíclicas, 6, n. 516, segundo a qual, a consagração se seria realizada «somente pelo sacerdote, enquanto representa a pessoa dos fiéis»).<br />
Parece significativo o vínculo observado pelo Papa Pio XII, entre uma visão «democrática» do sujeito litúrgico da Santa Missa e os princípios da Reforma. Com efeito, sobretudo nos tempos, mais recentes, foi um ecumenismo impróprio com os protestantes que chegou a alimentar mal-entendidos acerca da relação entre os sacerdotes e os fiéis leigos. Talvez não seja exagerado constatar que todas as «sombras», explicitamente ressaltadas pelo Papa João Paulo II, têm a sua raiz numa determinada «protestantização»: faltam o valor sacrifical da Santa Missa e a necessidade do sacerdócio ministerial e da sucessão apostólica, enquanto o acontecimento sacramental é reduzido «unicamente à eficácia do anúncio». Não parece um caso o fato de o Santo Padre, imediatamente após o citado elenco, falar de iniciativas ecumênicas errôneas (cf. Ecclesia de Eucharistia, 10)<br />
O Papa Pio XII valoriza a contribuição do sacerdote falando da ação «na pessoa de Cristo, chefe da Igreja». A fórmula «agere in persona Christi» aparece inicialmente na teologia medieval que, por sua vez, se, inspira fio fundamento bíblico e patrístico. O apóstolo é enviado, por Jesus Cristo e age em nome daquele que o enviou (cf., por exemplo, 2 Cor 5, 20). Segundo S. Tomás, a ação in persona Christi compreende toda a ação sacerdotal e encontra o seu ápice nas palavras da consagração (cf. Summa Th. q. 82 a. 1, etc.; cf; também B.-D. Marlingéas, Clés pour une theologie du ministère. In persona Christi. In persona Ecclesiae, Paris 1978, pp. 89-142). Não se podem excluir a função de guia e a pregação do sacerdote da sua ação in persona Christi. Apesar disto, a teologia medieval (evocando os testemunhos patrísticos) ressalta justamente a importância das palavras proferidas pelo Senhor na última Ceia, como em seguida fez o próprio magistério da Igreja (cf..DS, 1321,. 1640 e 3556; cf. também Catecismo da Igreja Católica, 1353 e 1375; Ecclesia de Eucharistia, 2, 5 e 29). As palavras da instituição têm uma função consecratória mas, ao mesmo tempo, devem ser inseridas no contexto de toda a oração eucarística, cuja recitação compete exclusivamente ao sacerdote ordenado (cf. Ecclesia de Eucharistia, 28; cf. também Redemptionis sacramentum, 52 e 54).<br />
 <br />
[b]A participação ativa dos fiéis leigos[/b]<br />
 <br />
O esclarecimento da Mediator Dei, refere-se inclusivamente ao papel dos fiéis leigos como portadores dó sacerdócio comum. «Colocando sobre o altar a vítima divina, o sacerdote apresenta a Deus Pai, como oblação, a glória da Santíssima Trindade, para o bem de toda a Igreja. Nesta oblação, em sentido restrito, os fiéis participam de duas maneiras: oferecem o sacrifício não apenas pelas mãos do sacerdote mas, de certa forma, também juntamente com ele; e com esta participação também a oferta feita pelo povo se refere ao culto litúrgico. Que os fiéis ofereçam o sacrifício por meio do sacerdote é claro, em virtude do fato de que o ministro do altar age na pessoa de Cristo como cabeça, que faz a oferta em nome de todos os membros: por isso, afirma-se justamente que toda a Igreja, por intermédio de Cristo, realiza a oblação da vítima. Quando, pois, se diz que o povo faz a oferta juntamente com o sacerdote, não se afirma que os membros da Igreja, de forma não diversa da do próprio sacerdote, realizam o rito litúrgico visível - o que pertence exclusivamente ao ministro de Deus para isto deputado - mas que une os seus votos de louvor, de impetração e de expiação, e a sua ação de graças à intenção do presbítero, aliás, do próprio Sumo Pontífice, a fim de que sejam apresentadas a Deus Pai na mesma oblação da vítima, também com o rito externo do sacerdote (cf. Enchiridoion das Encíclicas, 6nn. 516 s., em: AAS, 39 [1947], pp. 555 s.).<br />
Ao supramencionado trecho do Papa Pio XII, com uma nota ao pé da página, refere-se a Lumem Gentium no seu texto mais emblemático, sobre a relação entre o sacerdócio e os fiéis na liturgia, especialmente durante a Missa: «O sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial ou hierárquico, embora se diferenciem essencialmente e não só em grau, são contudo ordenados um para o outro; com efeito cada um à sua própria maneira, ambos participam no único sacerdócio de Cristo. Com o poder sagrado que lhe è próprio, o sacerdote ministerial forma e orienta o povo sacerdotal, realiza o sacrifício eucarístico na pessoa de Cristo e oferece-o em nome de todo o povo; por sua vez, os fiéis, em virtude do seu sacerdócio real, concorrem para oferecer a Eucaristia e exercem o seu sacerdócio ao receber os sacramentos, na oração e na ação de graças, no testemunho de uma vida santa, na abnegação e na caridade concreta» (Lumen Gentium, 10). A Carta Encíclica sobre a Eucaristia, do Papa João Paulo II, faz referência aos mesmos textos que acabam de ser citados (cf. Ecclesia de Ëucharistia, 28-29; cf. também Redemptionis sacramentum, 36 e 42), confirmando com vigor que o ministério dos   presbíteros,    na   realização   do Sacrifício eucarístico na pessoa de Cristo, «é um dom que supera radicalmente o poder da assembléia» (Ecclesia de Eucharistia, 29)<br />
A Instrução Redemptionis sacramentum fala de maneira ampla da importância e do significado correto da participação ativa (cf. nn. 36-47). Há que recordar as conseqüências disto para a linguagem litúrgica. O Sacrifício eucarístico não é, num sentido unívoco, uma «concelebracão» do sacerdote com o povo presente, por isso determinadas expressões, como «assembléia celebrante», devem ser utilizadas com prudência (cf. Redemptionis sacramentam, 42). Assim, não é lícito recorrer ao termo «ministro da Eucaristia», quando se trata do ministro extraordinário da Comunhão (cf ibid., nn. 154 e 156). É necessário evitar tanto a «clericalização» dos leigos como (por assim dizer) a «laicização» dos ministros sagrados (cf. ibid., n. 45).<br />
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[b]O sacerdócio ministerial e a dimensão sacrificai da Eucaristia[/b]<br />
 <br />
A tarefa especifica do presbítero na consagração fundamenta-se inclusive, na índole preeminentemente sacrifical da Santa Missa: a celebração eucarística não é apenas um banquete, mas também e sobretudo (etiam et praecipue) a representação do sacrifício de Jesus Cristo (çf. ibid, n. 38). Esta afirmação manifesta-se já na descrição resumida do mistério eucarístico, há Carta Encíclica do Papa João Paulo II: enumerando todos os aspectos essenciais da Eucaristia, o Sumo Pontífice coloca, na linha de vanguarda a ostensão memorial do sacrifício da Cruz (cf. Ecclesia de Euçharistia, 11-13). Por outro lado, o banquete eucarístico pressupõe a «eficácia salvífica do sacrifício», que «se realiza plenamente na comunhão, ao recebermos o corpo e o sangue do Senhor» (ibid., ri..16). E à luz desta relação entre consagração e Comunhão que se explica a crítica a determinados abusos: não se pode tolerar que certos fiéis, na Santa Missa, tomem sozinhos a Comunhão ou que a passem uns aos outros (ct Redemptionis sacramentum, 94 e 104); aqui, esquece-se que a Comunhão não deve ser «tomada», mas sim recebida do sacerdote, «ícone» de Cristo, ou então, em caso de necessidade, também dos outros ministros previstos pelo direito litúrgico (cf. ibid., n. 88). É oportuno que o sacerdote, que realiza a consagração em nome de Cristo, distribua também o corpo de Cristo. A intervenção dos leigos como ministros extraordinários da Comunhão não constitui, assim, uma «promoção laical» típica, mas é uma medida de suplência em casos verdadeiramente necessários (cf. ibid., nn. 151-152, 155 e 157-160).<br />
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[b]O nexo entre consagração e homilia[/b]<br />
 <br />
A justa relação entre o sacerdócio ministerial e o sacerdócio comum manifesta-se também na participação distinta no anúncio da palavra de Deus. Na celebração eucarística, a homilia faz parte integrante da liturgia, como afirma o Concílio Ecumênico Vaticano II (cf. Sacrosanctum concilium, 52). Por este motivo, a homilia é uma obrigação dos sacerdotes e dos diáconos. Por conseguinte, a pregação durante a Santa Missa por parte dos leigos, inclusive dos «assistentes pastorais», constitui um abuso (cf. Redemptionis sacramentum, 64-66). Há que ter em consideração também as regras sobre a pregação laical fora da Santa Missa, um fato que deve constituir uma exceção raríssima (cf. ibid., n. 161). Testemunhos laicais durante a Santa Missa podem ser apresentados exclusivamente em casos singulares, por um motivo grave que não crie qualquer hábito; neste caso, o seu lugar é após a oração, que se segue à Comunhão. Tais testemunhos não podem substituir-se à homilia do sacerdote ou do diácono (cf. ibid. n. 74). Não tem sentido privar o presbítero da sua representação especifica de Jesus Cristo na pregação e na orientação das comunidades, reduzindo-o à sua função cultual, talvez reduzida unicamente à recitação das palavras da consagração, como infelizmente tem acontecido em determinadas regiões eclesiásticas. Por este motivo, são mais do que oportunas as notas gerais sobre os ministérios extraordinários dos leigos (d. ibid., nn. 146-153). Dedique-se uma atenção particular às celebrações dominicais peculiares que de modo algum, devem substituir-se à Santa Missa. Isto vale de maneira especial também para os ritos ecumênicos (cf. ibid., nn. 162-167).<br />
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[b]O direito dos fiéis leigos à liturgia autêntica[/b]<br />
 <br />
A Instrução Redemptionis sacramentam reitera a responsabilidade, especifica do sacerdócio ministerial, mas, ao mesmo tempo, volta-se contra a prepotência dos clérigos (e dos leigos) que consideram a liturgia como uma sua propriedade particular (cf. Ecclesia de Eucharistia, 52; cf. também Redemptionis sacramentum, 18). Já o Concílio Vaticano II insiste: «As ações litúrgicas não são atos particulares, mas celebrações da Igreja, que ,é «sacramento de unidade...» (Sacrosanctum conciliam, 26). Não é tolerável que «um ambíguo sentido de criatividade, e de adaptação» (Ecclesia de Eucharistia, 52) altere os textos da liturgia, tesouro precioso que é próprio da celebração eucarística, fonte e ápice de toda a vida da Igreja: (inclusive este ponto é frisado pelo Concílio Vaticano II: Sacrosancium concliium, 22 § 3; cf. também Redemptionis sacramentum, 31). Por isso, a Instrução formula alguns «direitos» que os fiéis têm em relação aos seus pastores, de dispor de uma liturgia católica autêntica, e não o produto arbitrário de um sujeito particular (de modo especial, respeite-se o uso inalterado do Missal. (cf. Redemptionis sacramentum, nn. 10-15 e 58-59).<br />
 <br />
[b]Exigências do direito penal[/b]<br />
 <br />
Para a superação dos abusos relativos ao ministério extraordinário dos leigos (cf. Redemptionis sacramentum, cap. VII, nn. 146-168), recorde-se que a Instrução Ecclesiae de mysterio (1997), emanada por diversas Congregações pontifícias, «sobre algumas questões relativas à colaboração dos fiéis leigos no ministério dos sacerdotes». Se as diretrizes deste documento, recordado várias vezes pela Instrução Redemptionis sacramentum (cf. nn. 45, 64-66, 74, 146-147, 151, 154-155, 158, 161 e 168), tivessem sido seguidas em toda a parte, certamente não seria necessário lamentar mais uma vez os mesmos pontos candentes. Isto diz respeito sobretudo à homilia por parte dos assistentes pastorais na Santa Missa (cf. Redemptionis sacramentum, 64-66, 74 e 161), à intervenção indevida dos ministros extraordinários da Comunhão (cf. nn. 154-155 e 158) e à substituição dominical dá celebração eucarística com outros ritos (cf. nn. 162-167; cf. também Ecclesiae de mysterio, disposições práticas, art. 7). O sacerdócio ministerial não pode ser substituído (cf. Redemptionis sacramentum, 146). Portanto, é necessário reconhecer «que a prática hodierna da colaboração dos leigos nos encargos do ministério ordenado [ou seja, os assistentes pastorais]... deve ser considerada como uma medida de emergência, e que devemos preocupar-nos com o sinal sacramental da ordenação... Um pressuposto ulterior consiste na intensificação dos esforços de todos nós, em vista da pastoral vocacional. Até ao dia de hoje, não consegui convencer-me de que nós, na nossa Diocese, fazemos tudo o que é possível e necessário a este propósito» (D. Kurt Koch,; Bispo de Basileia, na Suíça, «Insieme responsabili per Ia nostra diocesi», Soletta 1998, pp. 12 s.).<br />
Para favorecer ainda mais o devido esclarecimento, a Instrução Redemptionis sacramentum dedica-lhe um capítulo inteiro, intitulado De remediis (cf. cap. VIM, nn. 169-184). Parece que hoje se torna novamente necessário agir como a Igreja primitiva que, em última análise, intervinha também com sanções penais (cf., por exemplo, Mt 18, 15-18; 1 Cor 5, 1-13). A respeito do nosso tema, é suficiente recordar que faz parte dos delitos mais graves a «concelebração» do Sacrifício eucarístico com um ministro protestante, desprovido da sucessão apostólica (cf. Redemptionis sacramentum, 172), enquanto entre os delitos graves (que põem em dúvida a validade e a dignidade da Eucaristia: cf. n. 173) se encontram o uso de orações eucarísticas não aprovadas pela Santa Sé, a mudança das orações eucarísticas aprovadas (cf. n. 51), a recitação mesmo só parcial da oração eucarística por parte dos leigos e diáconos (cf. n. 52), a improvisação de leigos não autorizados a distribuir a Comunhão (cf. nn. 94 e 104), a celebração da Eucaristia sem os paramentos sacros previstos pelo direito litúrgico (cf. n. 126) e a utilização de vestes litúrgicas &lt;ou semelhantes), próprias do diácono ou do presbítero, por parte dos leigos (cf. n. 153). Os Bispos (e outros ordenados) têm o dever de comunicar à Congregação para a Doutrina da Fé as devidas informações sobre os delitos mais graves; quanto aos delitos graves, devem ser comunicados à Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (cf. nn. 179-182). Inclusive os outros desvios enumerados pela Instrução não podem ser considerados «ligeiros», mas devem ser evitados e corrigidos (cf. n. 174). Cada um dos fiéis católicos tem o direito de denunciar, com a verdade e a caridade, os abusos ao Bispo diocesano ou então diretamente à Santa Sé (cf. n. 184).<br />
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[b]Maria, «mulher eucarística» representação do sacerdócio comum[/b]<br />
 <br />
Para a correção dos abusos não é suficiente, embora seja necessário, o direito penal. É urgente, sobretudo, uma renovada descoberta de todo o tesouro a fé. Aqui, pode ajudar a Mãe de Deus que, «por ter entrado... intimamente na história da salvação, de certa forma resume- e esclarece as principais verdades da fé» (Lumen gentium, 65). O Papa João Paulo II reitera a importância de Maria, «mulher eucarística» (cf. Ecclesia de Eucharistia, 53-58; cf. também Redemptionis sacramentum, 185). É particularmente significativa a comparação evocada pelo Santo Padre, entre a Encarnação e a Eucaristia: «Existe, pois, uma profunda analogia entre o fiat pronunciado por Maria, em resposta às palavras do Anjo, e o amém que cada fiel pronuncia quando recebe, o corpo do Senhor» (Ecclesia de Eucharistia, 55). O «sim» de Maria e do fiel à Eucaristia tornam possível a presença do Verbo encarnado no mundo e na alma do próprio fiel. O fiat de Maria prolonga-se durante toda a sua vida ao lado de Jesus Cristo, alcançando o seu ápice no Calvário (cf. Ecclesia de Eucharistia, 56). A presença de Maria aos pés da cruz pode ser comparada, num certo sentido, com a participação dos fiéis no Sacrifício eucarístico. Dado que é Cristo, o Deus-homem, que redime o mundo no altar da Cruz, do mesmo modo, é por intermédio do sacerdote ordenado na pessoa de Cristo que se realiza o memorial eficaz do sacrifício no Gólgota. Para a redenção do mundo, por si só, é suficiente o sacrifício de Cristo; da mesma forma, o sacrifício eucarístico é válido e fecundo mesmo quando os fiéis leigos não podem participar (cf. Presbyterorum ordinis, 13; Ecclesia de Eucharistia, 31; Redemptionis sacramentum, 110).<br />
Apesar disto, é importante a presença de Maria aos pés da Cruz, assim como a participação mais completa possível dos fiéis no Sacrifício eucarístico. Até mesmo no seu brasão pontifício, João Paulo II confirma a cooperação de Maria para a realização da salvação. Comentando a tarefa salvífica de Maria, em conformidade com a Lumen gentium (cf. n. 58), o Sumo Pontífice observa que se põe «em evidência o fato de que o consenso por Ela dado à Imolação de Jesus não constitui uma aceitação passiva, mas um autêntico ato de amor, mediante o qual oferece o seu Filho como &quot;Vitima&quot; de expiação pêlos pecados da humanidade inteira» (Alocução mariana de 2 de Abril 1997, n. 2; cf. também Paulo VI, Marialis çultus, 20). O sacrifício materno de Maria não se confunde com o ato sacrifical de Jesus Cristo, mas a Mãe de Deus une-se com o seu Coração Imaculado à entrega do Filho, tornando-se deste modo a Mãe de todos os fiéis na ordem da graça (cf. Lumen gentium, 6.1). Aquilo que teve lugar na realização da Redenção (objetiva), acontece de maneira análoga na chegada dos frutos da Cruz aos homens (Redenção subjetiva): unindo-se à ação sacramental do presbítero que age na pessoa de Cristo durante a Santa Missa, os fiéis «oferecem o sacrifício não apenas pelas mãos do sacerdote mas, de certa forma, também juntamente com ele» (Pio XII, Mediator Dei, em: AAS 39 [1947], pp. 555 s.). Com a sua participação, eles fazem com que a graça de Cristo, merecida na Cruz, possa ter a maior irradiação possível neste mundo. Assim, o mistério de Maria, «mulher eucarística», pode iluminar inclusive as controvérsias eclesiais contemporâneas e estabelecer o justo equilíbrio entre o «principio petrino», entendido como realização especial do sacerdócio ministerial, e o «princípio mariano», representação eminente do sacerdócio comum (cf. João Paulo II, Mulieris dignitatem, 27).<br />
<br />
[/quote]]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40079#msg-40079</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 16:30:17 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40078#msg-40078</link>
      <author>firefox</author>
      <description><![CDATA[Seven,<br />
<br />
Já está mais que sabido que os argumentos não são o seu forte.<br />
<br />
Vc ia melhorar se abortasse a sua memória, está com idéias fixas ruins.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40078#msg-40078</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 16:20:27 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40076#msg-40076</link>
      <author>s7v7n</author>
      <description><![CDATA[Pst, firefox, não te esqueças de citar também a bíblia e o catecismo e outros documentos da Igreja quando se falar sobre o Aborto. Fica sempre bem para complementar a catequese. ;)]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40076#msg-40076</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 15:19:45 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40068#msg-40068</link>
      <author>firefox</author>
      <description><![CDATA[[quote Alessandro]Firefox,<br />
<br />
[quote=Firefox]Em nenhum momento é apresentado pelo padre uma passagem do Novo Testamento para fundamentar a sua crítica contra o sacerdócio dos batizados.<br />
...<br />
Onde está a passagem do Novo Testamento prometida para referendar isso?<br />
...<br />
Se estou errado, gostaria que mostrassem, nas Escrituras...<br />
[/quote]<br />
<br />
Então agora sois adepto do &quot;sola scriptura&quot;? Padre Manfred Hauke citou em seu texto documentos conciliares, mas discordou de ti, então não vale, ao Pe. Manfred &quot;sola scriptura&quot;? [/quote]<br />
<br />
Vc recortou e copiou para cá um texto da borracharia dos pneus, conversou fiado e pensou que isso resolveria tudo. Acontece que o assunto continua e vc não tem mais nada para dizer?<br />
<br />
Ao contrário de vc, eu não tenho nada contra as Escrituras, não tenho medo delas, nem acho que a Biblia é algo somente para protestantes. Um católico deveria ter mais respeito e conhecimento da Bíblia. Vc está achando ruim eu citar as Escrituras? Que lástima!<br />
<br />
Ademais, eu citei, além da Biblia: o catecismo e os textos do concílio! Por enquanto! Se necessário vou citar tb autores patrísticos. Seja honesto! Má fé e falta de argumentos não fazem uma boa combinação. Vc estava mutilando Cristo na Eucaristia, pediu uma aula de catequese e mostrei onde estava o seu erro, e agora tudo o que vc tem para responder é essa choramingação sem sentido?<br />
<br />
Aguardo um argumento!]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40068#msg-40068</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 04:11:04 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40067#msg-40067</link>
      <author>Alessandro</author>
      <description><![CDATA[Firefox,<br />
<br />
[quote=Firefox]Em nenhum momento é apresentado pelo padre uma passagem do Novo Testamento para fundamentar a sua crítica contra o sacerdócio dos batizados.<br />
...<br />
<br />
Onde está a passagem do Novo Testamento prometida para referendar isso?<br />
...<br />
<br />
Se estou errado, gostaria que mostrassem, nas Escrituras...<br />
[/quote]<br />
<br />
Então agora sois adepto do &quot;sola scriptura&quot;? Padre Manfred Hauke citou em seu texto documentos conciliares, mas discordou de ti, então não vale, ao Pe. Manfred &quot;sola scriptura&quot;? Não leu o texto, ou lendo não o compreendeu, é um texto claro com os meus ou os teus acentos, que resaltam mas não mudam o que está escrito, e bem escrito. Se o texto apresentado e bem refêrenciado não te abriu os olhos (e que ginástica pra mante-los fechados), me pede que eu te prove que estás errado?? Já deste, mais de uma vez, aqui neste fórum, mostras de que não vais aceitar nenhum argumento que te contrarie, nem que o próprio Cristo venha traze-lo pessoalmente a ti! Virás com a resposta pronta: <br />
<br />
Mostra-me ó Cristo onde está isto nas escrituras!<br />
<br />
Vai fazer-lhe alguma piada, e falar-lhe mal, e dar-lhe algum apelido jocoso, e dizer que nada te provou porque não trouxe argumentos, e como Herodes vai pedir um milagre só pra ti, que te prove que estás errado.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40067#msg-40067</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 03:49:41 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40055#msg-40055</link>
      <author>firefox</author>
      <description><![CDATA[[quote Alessandro]Firefox,<br />
<br />
E a catequese?[/quote]<br />
<br />
Ela sempre continua.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40055#msg-40055</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 00:27:35 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40054#msg-40054</link>
      <author>firefox</author>
      <description><![CDATA[João, abaixo a cabeça e acolho de bom grado a sua advertência sobre a conveniência de manter o tom menos agressivo para um debate. <br />
<br />
Vou esquecer por agora o Seven, que não apresenta nenhum argumento, e responder ao texto colado pelo Alessandro. Já imaginava que o texto apareceria por aqui mais cedo ou mais tarde, está em vários sites e convinha que o Alessandro o recortasse da página do Pirelli e colasse cá. Trata-se de uma boa oportunidade para tratar de um assunto de interesse e exercitar o discernimento e a consciência crítica, tão costumeiramente relegados a segundo plano entre certos grupos católicos.<br />
<br />
[size=large]Sobre a Assembléia que celebra o Mistério Pascal[/size]<br />
<br />
Apesar do respeito devido ao Padre Manfred Hauke, nenhum católico lhe deve obediência cega. Na verdade, nenhum cristão, mesmo católico, deve obediência cega a qualquer homem que seja, contra a sua consciência, ainda que esse homem fosse o papa. Estaria incorrendo em idolatria se o fizesse, já que se deve &quot;obedecer antes a Deus do que aos homens&quot;. Logo, não é proibido discordar do Padre Manfred Hauke, especialmente se se considera que alguns dos seus argumentos parecem falhos. Antes, é direito e até dever de cada católico se instruir tendo especial atenção para com as Escrituras Sagradas que em primeiro lugar ocupam o posto de referência para a fé cristã.  <br />
<br />
Vendo o modo como os tradicionalistas festejam e absolutizam o artigo do Pe. Hauke, segundo a conveniência, atribuindo-lhe um valor muito acima dos documentos do Vaticano II,  e considerando a leitura de alguns trechos de outros artigos dele, não me parece exagerado dizer agora, com base no que li e até prova em contrário, que o referido padre engrossa o quadro dos conservadores avessos ao espírito do Vaticano II. Contudo, ele citou algumas passagens dos documentos conciliares, e é o caso de apresentar as razões da discordância. <br />
<br />
PS: Retirei os destaques que o Alessandro introduziu por respeito ao Pe. Hauke, por achar que os acentos contribuiram para desvirtuar o sentido do texto. Fico com o texto do autor, segundo apresentado na tradução, já que não tive acesso ao original.<br />
<br />
[b]Críticas ao entendimento de que corpo de Cristo não celebra, mas somente a cabeça[/b]<br />
<br />
[quote][color=#0033FF]Há... pessoas que, aproximando-se dos erros já condenados [no Concílio de Trento, contra a Reforma protestante: DS, 1767], ensinam que no Novo Testamento se conhece somente um sacerdócio que compete a todos os batizados, e que o preceito dado por Jesus aos Apóstolos na última Ceia, de fazer isto aquilo que Ele tinha feito, se refere a toda a Igreja dos cristãos e que, somente em seguida, apareceu o sacerdócio hierárquico.[/color][/quote] <br />
<br />
Em nenhum momento é apresentado pelo padre uma passagem do Novo Testamento para fundamentar a sua crítica contra o sacerdócio dos batizados. Parece que vamos ter que aguardar para sempre essa passagem que mostra a existência de um sacerdócio hierárquico cristão diferenciado que eleve um cristão acima do outro. [color=#996600]&quot;Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual se deu a si mesmo em resgate por todos, para servir de testemunho a seu tempo&quot; (1Ti 2:5-6)[/color]<br />
<br />
[quote][color=#0033FF]Por isso, tais pessoas afirmam que apenas o povo goza de um verdadeiro poder sacerdotal, enquanto o presbítero age unicamente para desempenhar uma tarefa que lhe é confiada pela comunidade. Por conseguinte, elas julgam que o sacrifício eucarístico constitui uma verdadeira e própria «concelebração», e que é melhor que os sacerdotes «concelebrem» em conjunto com o povo presente, do que, na ausência deste último, ofereçam privadamente o Sacrifício. Contra estes erros...........[/color][/quote]<br />
<br />
Começa a ficar mais claro. A preocupação do Pe. Hauke é que alguém vá celebrar a Missa e fazer a consagração sem um padre. &quot;Contra esses erros......&quot; Ora bolas, ninguém defendeu isso aqui, ninguém disse aqui que qq um pode sair consagrando pão e vinho na Missa! Então, que &quot;erros&quot; são esses? Não foi nesse sentido que se falou que toda a Assembléia celebra, celebrar e consagrar são coisas distintas!<br />
<br />
[quote][color=#0033FF]Contra estes erros, temos o dever de recordar que o presbítero faz as vezes do povo, porque representa a pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo, dado que Ele é Cabeça de todos os membros e que sê oferece; a si mesmo por eles: por isso, vai ao altar como ministro de Jesus Cristo, inferior a ele mas superior ao povo...[/color][/quote]<br />
<br />
Superior ao povo em que sentido? Onde está a passagem do Novo Testamento prometida para referendar isso? Aliás, parece ainda que ao tentar defender uma idéia estranha, o padre acaba se confundindo: diz que o presbítero &quot;faz as vezes do povo&quot; sem representar o povo, mas o que acontece então na coleta? Já que ninguém representa o povo, as orações não são apresentadas no altar? Concluiu-se então que é Cristo que as apresenta, é o mediador, não o presbítero, mas ele diz que o presbítero representa Cristo. Uma confusão enorme só para tentar justificar uma idéia duvidosa! E já que o padre recorreu à analogia do corpo místico:<br />
<br />
[color=#996600]1Co 12:12  Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo. <br />
1Co 12:13  Pois em um só Espírito fomos todos nós batizados em um só corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos quer livres; e a todos nós foi dado beber de um só Espírito. <br />
1Co 12:14  Porque também o corpo não é um membro, mas muitos. <br />
1Co 12:15  Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixará de ser do corpo. <br />
1Co 12:16  E se a orelha disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixará de ser do corpo. <br />
1Co 12:17  Se o corpo todo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? <br />
1Co 12:18  Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. <br />
1Co 12:19  E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? <br />
1Co 12:20  Agora, porém, há muitos membros, mas um só corpo.[/color] <br />
<br />
Agora, em que se baseia o Pe Hauke para dizer que a cabeça celebra mas o corpo não? Por acaso se mutila o Cristo na Missa? Ao contrário, encontramos na &quot;Sacrossantum Concilium&quot; :<br />
<br />
[color=#996600]48. É por isso que a Igreja procura, solícita e cuidadosa, que os cristãos não entrem neste mistério de fé como estranhos ou espectadores mudos, mas participem na acção sagrada, consciente, activa e piedosamente, por meio duma boa compreensão dos ritos e orações; sejam instruídos pela palavra de Deus; alimentem-se à mesa do Corpo do Senhor; dêem graças a Deus; [b]aprendam a oferecer-se a si mesmos, ao oferecer juntamente com o sacerdote, que não só pelas mãos dele, a hóstia imaculada[/b]; que, dia após dia, por Cristo mediador, progridam na unidade com Deus e entre si, para que finalmente Deus seja tudo em todos.[/color]<br />
<br />
Os grifos são meus. Vou esperar pelos esclarecimentos dos catequistas Alessandro e Pirelli. Se a Assembléia não celebra, ela faz o que na Missa?<br />
<br />
[quote] [color=#0033FF]A imolação incruenta, por intermédio da qual, ao pronunciar as palavras da consagração, Cristo se torna presente no altar em condição de vítima, é realizada somente pelo sacerdote, enquanto este representa a pessoa de Jesus Cristo, e não enquanto representa a pessoa dos fiéis[/color] [/quote]<br />
<br />
Ninguém aqui afirmou o contrário.<br />
<br />
[quote][color=#0033FF]Colocando sobre o altar a vítima divina, o sacerdote apresenta a Deus Pai, como oblação, a glória da Santíssima Trindade, para o bem de toda a Igreja. Nesta oblação, em sentido restrito, os fiéis participam de duas maneiras: [b]oferecem o sacrifício não apenas pelas mãos do sacerdote mas, de certa forma, também juntamente com ele[/b]; e com esta participação também a oferta feita pelo povo se refere ao culto litúrgico. [b]Que os fiéis ofereçam o sacrifício por meio do sacerdote é claro, em virtude do fato de que o ministro do altar age na pessoa de Cristo como cabeça, que faz a oferta em nome de todos os membros[/b]: por isso, afirma-se justamente que toda a Igreja, por intermédio de Cristo, realiza a oblação da vítima. Quando, pois, se diz que [b]o povo faz a oferta juntamente com o sacerdote[/b], não se afirma que os membros da Igreja, de forma não diversa da do próprio sacerdote, realizam o rito litúrgico visível - o que pertence exclusivamente ao ministro de Deus para isto deputado - mas que une os seus votos de louvor, de impetração e de expiação, e a sua ação de graças à intenção do presbítero, aliás, do próprio Sumo Pontífice, a fim de que sejam apresentadas a Deus Pai na mesma oblação da vítima, também com o rito externo do sacerdote (cf. Enchiridoion das Encíclicas, 6nn. 516 s., em: AAS, 39 [1947], pp. 555 s.).[/color] [/quote]<br />
<br />
Olhe que curioso: é a mesma citação, só mudei os acentos! É fácil perceber a ginástica que tem que fazer o Pe Hauke, ou quem o copiou para cá, para passar a sua idéia estranha de que o corpo não celebra, só a cabeça. Chamo atenção especialmente para o segundo grifo: &quot;Que os fiéis ofereçam o sacrifício por meio do sacerdote é claro, em virtude do fato de que o ministro do altar age na pessoa de Cristo como cabeça, que faz a oferta em nome de todos os membros&quot;.<br />
<br />
Ora! Isso não contradiz diretamente o que o padre defendia antes, de que o presbítero não representa tb a Assembléia qdo se dirige ao Pai? A cabeça que vai ao altar sem um corpo? Ele está afirmando agora que &quot;os fiéis oferecem o sacrifício por meio do sacerdote&quot;:<br />
- Os fiéis oferecem o sacrifício mas não celebram?<br />
- Os fiéis oferecem o sacrifício mas não são sacerdotes?<br />
- Os fiéis são representados pelo sacerdote mas o presbítero não os representa?<br />
<br />
Parece que esse Pe Hauke fez uma enorme confusão, ou fez a confusão quem o copiou para cá para tentar refutar o entendimento de que é toda a Assembléia que celebra a eucaristia. Já mostrei acima que &quot;esses erros&quot;, citados pelo padre, não foram cometidos aqui. O evangelho de Jesus é simples e não são necessários títulos de doutorado para entendê-lo. <br />
<br />
Repito ainda as citações anteriores, mudando os acentos do Alessandro (eles não são do padre!):<br />
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[quote][color=#0033FF]O sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial ou hierárquico, embora se diferenciem essencialmente e não só em grau, são contudo ordenados um para o outro; com efeito cada um à sua própria maneira, [b]ambos participam no único sacerdócio de Cristo[/b]. Com o poder sagrado que lhe è próprio, o sacerdote ministerial forma e orienta o povo sacerdotal, realiza o sacrifício eucarístico na pessoa de Cristo e [b]oferece-o em nome de todo o povo[/b]; por sua vez, [b]os fiéis, em virtude do seu sacerdócio real, concorrem para oferecer a Eucaristia[/b] e exercem o seu sacerdócio ao receber os sacramentos, na oração e na ação de graças, no testemunho de uma vida santa, na abnegação e na caridade concreta» (Lumen Gentium, 10).[/color][/quote]<br />
<br />
Veja como fica diferente, apenas mudando uns acentos.<br />
<br />
[quote][color=#0033FF]O Sacrifício eucarístico não é, [b]num sentido unívoco[/b], uma «concelebracão» do sacerdote com o povo presente, por isso determinadas expressões, como «assembléia celebrante», devem ser utilizadas com prudência (cf. Redemptionis sacramentam, 42). Assim, não é lícito recorrer ao termo «ministro da Eucaristia», quando se trata do ministro extraordinário da Comunhão (cf ibid., nn. 154 e 156). É necessário evitar tanto a «clericalização» dos leigos como (por assim dizer) a «laicização» dos ministros sagrados (cf. ibid., n. 45).[/color][/quote]<br />
<br />
Se se entende por &quot;sentido unívoco&quot; a confusão entre celebração e consagração, fica compreensível as palavras do padre. Caso contrário, o padre tem muito para explicar! O temor do padre talvez se justifique por alguns abusos que desconheço, mas acrescento que muito maior cuidado se deveria ter antes de afirmar que o corpo de Cristo não celebra! Que absurdo!<br />
<br />
Acrescento ainda, a título de esclarecimento, uma passagem da &quot;Presbyterorum ordinis&quot;:<br />
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[color=#993300]2. O Senhor Jesus, «a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, (Jo. 10,36), tornou participante todo o seu Corpo místico da unção do Espírito com que Ele mesmo tinha sido ungido (2): n&#039;Ele, com efeito, todos os fiéis se tornam sacerdócio santo e real, oferecem vítimas a Deus por meio de Jesus Cristo, e anunciam as virtudes d&#039;Aquele que os chamou das trevas para a sua luz admirável(3). Não há, portanto, nenhum membro que não tenha parte na missão de todo o corpo, mas cada um deve santificar Jesus no seu coração (4), e dar testemunho de Jesus com espírito de profecia(5).<br />
<br />
O mesmo Senhor, porém, para que formassem um corpo, no qual «nem todos os membros têm a mesma função» (Rom. 12,4), constituiu, dentre os fiéis, alguns como ministros que, na sociedade dos crentes, possuíssem o sagrado poder da Ordem para oferecer o Sacrifício, perdoar os pecados (6) e exercer oficialmente o ofício sacerdotal em nome de Cristo a favor dos homens. E assim, enviando os Apóstolos assim como Ele tinha sido enviado pelo Pai (7), Cristo, através dos mesmos Apóstolos, tornou participantes da sua consagração e missão os sucessores deles, os Bispos (8), cujo cargo ministerial, em grau subordinado, foi confiado aos presbíteros (9), para que, constituídos na Ordem do presbiterado, fossem cooperadores (10) da Ordem do episcopado para o desempenho perfeito da missão apostólica confiada por Cristo. <br />
[/color]<br />
<br />
Se estou errado, gostaria que mostrassem, nas Escrituras ou em algum documento patrístico ou conciliar, sem apelação para falácias de autoridade pq isso não ajuda na formação. A confusão que se fez não ajuda nada.<br />
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Paz e Vento]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40054#msg-40054</guid>
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2007 00:26:35 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40033#msg-40033</link>
      <author>JMA</author>
      <description><![CDATA[Será adequado baixarem o tom das críticas assim como pararem com ataques pessoais.<br />
<br />
Discutam as ideias livremente, como têm feito, mas cumprindo os preceitos deste Fórum.<br />
<br />
Recordo as magníficas palavras de Bento XVI:<br />
Cheguei assim à razão positiva que me motivou para actualizar através deste Motu Proprio o de 1988. Trata-se de chegar a uma reconciliação interna no seio da Igreja. Olhando para o passado, para as divisões que no decurso dos séculos dilaceraram o Corpo de Cristo, tem-se continuamente a impressão de que, em momentos críticos quando a divisão estava a nascer, não fora feito o suficiente por parte dos responsáveis da Igreja para manter ou reconquistar a reconciliação e a unidade; fica-se com a impressão de que as omissões na Igreja tenham a sua parte de culpa no facto de tais divisões se terem podido consolidar. Esta sensação do passado impõe-nos hoje uma obrigação: realizar todos os esforços para que todos aqueles que nutrem verdadeiramente o desejo da unidade tenham possibilidades de permanecer nesta unidade ou de encontrá-la de novo. Vem-me à mente uma frase da segunda carta aos Coríntios, quando Paulo escreve: «Falámo-vos com toda a liberdade, ó Coríntios. O nosso coração abriu-se plenamente. Há nele muito lugar para vós, enquanto no vosso não há lugar para nós (…): pagai-nos na mesma moeda, abri também vós largamente o vosso coração» (2 Cor 6, 11-13). É certo que Paulo fala noutro contexto, mas o seu convite pode e deve tocar-nos também a nós, precisamente neste tema. [b]Abramos generosamente o nosso coração e deixemos entrar tudo aquilo a que a própria fé dá espaço.[/b]]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40033#msg-40033</guid>
      <pubDate>Sat, 14 Jul 2007 10:49:50 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40031#msg-40031</link>
      <author>s7v7n</author>
      <description><![CDATA[sempre à espera de algo para virem com os falsos moralismos. Como não conseguem de uma maneira vão por outra. O normal. O pior é que conseguem ser muito piores. Eu sei bem o que queres com esse tipo de discurso.<br />
<br />
Acho piada também, e aproveito para mais uma vez denunciar o teu falso moralismo, então eu digo sujeitinho e tu chamas-me logo fedelho? Quem é que é aqui o mal educado? Essa vossa táctica já é muito bem conhecida neste fórum. Enfim. É sempre bom ver essas reacções. Volta sempre.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40031#msg-40031</guid>
      <pubDate>Sat, 14 Jul 2007 10:22:43 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: A Presença de Cristo na Eucaristia</title>
      <link>https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40030#msg-40030</link>
      <author>Lena</author>
      <description><![CDATA[Vá lá... são &quot;sujeitinhos&quot; mas &quot;interessantes&quot;.<br />
Já agora um dos &quot;sujeitinhos&quot; é o fox, e o outro é o Tilleul?<br />
<br />
Realmente é necessária muita paciência para aturar fedelhos mal educados. Mas viva a democracia, viva a pluralidade.<br />
<br />
Sujeitinhos, fedelhinhos, cinzentinhos, abecolazinhas, chatinhos ou zombizinhos, vamos todos dar as mãos, ser irmãos e cantar:<br />
<br />
[url=http://www.youtube.com/watch?v=egKEIxUsAiw]Amar como Jesus amou<br />
Sonhar como Jesus sonhou<br />
Pensar como Jesus pensou<br />
Viver como Jesus viveu<br />
<br />
Sentir o que Jesus sentia<br />
Sorrir como Jesus sorria<br />
E ao chegar ao fim do dia<br />
Eu sei que dormiria muito mais feliz[/url]<br />
<br />
Ass: uma sujeitinha nada interessante mas feliz, com muita paz no coração e amor para dar.]]></description>
      <category>Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">https://www.paroquias.org/forum/read.php?1,37866,40030#msg-40030</guid>
      <pubDate>Sat, 14 Jul 2007 10:14:41 +0000</pubDate>
    </item>
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