Que me lembre, a primeira vez que li algo sobre estas questões, tudo o que era tradicional sobre Deus era posto em causa, nomeadamente o explica tudo, o faz tudo, o sabe tudo. Isto deixou-me bastante perplexo. Afinal o que fica para Deus de tudo quanto possamos pensar? talvez tenhamos de ir pela via da subjetividade e do sentido, no que faz sentido falarmos do Deus de Abrão, no Deus de Jesus Cristo, do Deus que nos dá força... do Deus da minha criatividade etc...
Antes de tudo reinava a simetria e na simetria havia potências e ventos que geravam assimetrias.
Das assimetrias surgiram luzes, espaços e tempos e neles as coisas com que somos recreados.
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