a) Este tópico começou bastante bem, com textos bastante valiosos, pelo que deveríamos evitar muito ruído que leva a que se perca o interesse em iniciar o debate iniciado. Portanto, estas questiúnculas menores de azedumes pessoais são dispensáveis. Já agora, peço mais uma vez ao Jorge que não traga para o fórum histórias de outros lados que nada de positivo acrescentam. Facilmente nos tornamos dependentes das próprias palavras azedas que proferirmos, pelo que insistir no discurso negativo não ajuda a ninguém. Voltemos aos temas do tópico e às valiosas participações que foram aparecendo e não dispersemos.
b) Quanto às excomunhões, o Jorge tem razão num ponto: o Concílio de Trento excomunga, anatematizando, os que adoptaram as teses protestantes. Contudo, excomunhão não significa exclusão da salvação. A excomunhão é uma medida penal-disciplinar, que apenas se aplica a vivos. Com a morte, cessam as excomunhões. O Papa não tem jurisdição sobre os que já morreram.
Não sei como é possível afirmar uma coisa dessas. Haveria alguma coisa escrito daquilo que Jesus Anunciou? Era tudo tradição oral. As escrituras só serviam para confirmar o que os profetas tinham anunciado: a vinda de Jesus.
A boa nova era então o que já estava escrito? Claro que não. A boa nova era a presença de Cristo no meio de nós amigo e essa embora tivesse sido profetizada de nada valeria se O salvador não estivesse no meio de nós. Essa é que é a boa nova, porque toda a outra já era conhecida dos doutores da lei e dos fariseus que recusaram Jesus. Por isso não era a escritura que convertia, mas a confirmação da escritura que não estava em nenhuma papel, mas sim no coração dos apóstolos. A boa nova era o evangelho de Cristo que só veio a ser escrito anos mais tarde. Essa era a boa nova.
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