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Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Alef (IP registado)
Data: 28 28UTC January 28UTC 2009 17:56


Re: Objectos Benzidos
Escrito por: M. Martins (IP registado)
Data: 28 28UTC January 28UTC 2009 15:54

Cassima e demais amigos:

Penso que devo esclarecer um ou dois pontos sobre a minha maneira pessoal de encarar o marianismo, embora este tema toque apenas transversalmente o assunto do tópico, (mas acaba por tocar).

As minhas opiniões, vão ao encontro de um dos meus antigos professores. No caso do marianismo, comungo completamente com os ensinamentos de Frei Herculano Alves, doutorado em Sagrada Escritura.

1 – Amo Maria no sentido da disponibilidade e exemplo que deve ser para cada um de nós.

2 – Discordo do título que lhe dão: Rainha do Céu, a realeza pertence só a Cristo. (o título de Rainha do Céu, faz com que inadvertidamente a fé cristã, passe, para muitos, a gravitar em torno de Maria. E isso está errado).

3 – Concordo com Maria ser a Mãe da Igreja, (desde que num contexto cristocêntrico).

4 – Discordo de Maria como “Nossa Senhora”. Senhor há um só: Cristo. (Mais uma vez aponta erradamente Maria como centro).

5 – Discordo de Maria como “mediadora”, ou “agente de mediação”. a) É um dogma tardio, b) Não tem base bíblica, c) Entra em contradição com as palavras de Cristo. Frei Herculano Alves dizia que há um só mediador entre o homem e Deus. – Não há dois mediadores, nem mediador e meio, (dizia ele), há só um, que é Cristo.

6 – Concordo com Maria ser “Mãe de Deus”. Tem bases Bíblicas

7 – Nada me dizem os dogmas da Imaculada Conceição, e do da Assunção. Ambos estão ligados, e acho-os inúteis. Estão a mais, só trouxeram confusão, e são fonte de discussões estéreis, mesmo entre católicos.

8 – Discordo da virgindade de Maria após o nascimento de Cristo. Não tem base bíblica. “e não a conheceu até que....” o texto é claríssimo. Não se pode ir além daquilo que o texto diz. O resto é mais um dogma que só veio trazer confusões e discussões inúteis. É como discutir o sexo dos anjos.

9 – Não me interessa muito se Jesus teve ou não irmãos. No entanto não me repugna a ideia. Há teorias que dizem que os supostos irmãos eram na verdade primos. No entanto o termo primo aparece no N.T., e como dizia alguém, se eram primos de Jesus, andavam sempre “agarrados ás saias de Maria”.

10 – Quanto à oração do Terço, não me agrada que no meio de tantas Avé- Marias haja só um Pai-Nosso. Mas isso pode ser incapacidade minha. Não critico quem o reza.

11 – Quanto aos papas irem a Fátima, ajoelharem e rezarem, não me servem de exemplo. Estudei a história da Igreja e dos papas. Desde que acabei essa cadeira, a minha opinião sobre os sumo pontífices desceu bastante furos na minha consideração. Alguns factos são no mínimo repugnantes. Também eles precisam de redenção, e não são de modo algum infalíveis. (Leia-se a história).

12 – Discordo das imagens sob qualquer das formas.

Enfim, concluindo, sou um católico meio “estranho”, eu sei. Purista? Talvez. Esclarecido? Acho que sim. No entanto, prefiro mil vezes o catolicismo à babel das igrejas evangélicas, e ás novas heresias que cada dia lá vão tendo lugar.

Também confesso que, como ser humano, sou limitado. E algumas das coisas com as quais eu não concordei, sejam fruto das minhas limitações.

Cumprimentos a todos.

M.

Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Alef (IP registado)
Data: 28 28UTC January 28UTC 2009 18:22


Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 28 28UTC January 28UTC 2009 20:09


Re: Objectos Benzidos
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 28 28UTC January 28UTC 2009 21:12


Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: M. Martins (IP registado)
Data: 28 28UTC January 28UTC 2009 23:09

Caro firefox:

É claro que não levo a mal.

No entanto, a sua reflexão levou-o para além do que eu queria transmitir.

1 - Quando eu disse que:

“Amo Maria no sentido da disponibilidade e exemplo que deve ser para cada um de nós”

Já tinha em mente que, escrevendo para um fórum cristão, estava implícita a “Maria cheia de Graça”, “a “Bem Aventurada.... E que quem lesse a minha a frase a interpretaria com um “entendimento” cristão.

Quando o amigo responde com:

< <<<<< Ótimo. Isso significa, entretanto, que a considera como qualquer outra pessoa sem nenhum outro tipo carinho especial? É que isso que escreveu poderia/deveria ser dito de qualquer pessoa, já que um cristão é convidado a amar a todos. Aí nesse caso me pareceria pouco, pq a mãe do meu melhor amigo tornou-se mais próxima de mim do que outra mulher a quem nem sequer conheço.>>>>>

Demonstra que leu na minha afirmação como que uma “vulgarização” de Maria, o que é falso, e deu a entender que eu não sei distinguir Maria, Cheia de Graça e Bem Aventurada de outra pessoa qualquer. Como já afirmei os atributos de Maria estavam implícitos na minha afirmação. Se eu estivesse a escrever para quem nada entendesse do assunto, teria que explicar tudo. Mas não é o caso. Daí, que “saltei” esses atributos.

Mas afirmo-me o culpado de provocar este mal entendido. Afinal as omissões foram minhas, pois que passaram a imagem de que sou um pouco “naif” neste ponto.

2 – Sobre a realeza de Maria, o firefox disse:

<<<<< Nunca me liguei muito a títulos. Nesse caso, entretanto, chego a estranhar sua reserva, pq não só Maria mas todos nós também partilhamos da realeza por Cristo e com Cristo.>>>>

Sei disso muito bem. Mas aqui, já o amigo coloca Maria ao mesmo nível de todos nós, coisa de que me apontava no primeiro ponto. Isso não me escapou.

No entanto apesar de nós, cristãos, sermos o Corpo de Cristo, só Cristo é a cabeça do Corpo. Ou seja, Cristo está no centro. Ou seja, Cristo reina.
Maria tem um lugar de destaque, mas não reina com Cristo, Ela mesmo faz parte do Corpo de Cristo, pois não é superior a Ele.
Como cristãos partilhamos da realeza de Cristo, nas não reinamos na vez Dele.
Daí que reitero a minha discordância quanto ao título de Rainha do Céu, dado a Maria.
Não consigo entender este título, mas talvez isso advenha de uma limitação minha. Não de qualquer má vontade.

3 – Sobre Maria ser Mãe da Igreja diz:

<<<<<< Mas esse título, ao meu ver, caminha junto com o anterior... O "reinado" de que falamos, ou pelo menos eu, passa antes pelo "serviço" do que pelo "domínio" ou "poder". É que se vc entendeu antes o "reinado" como uma demonstração de poderio, então não me surpreende nada que tenha apresentado as reservas. >>>>>

Mais uma vez, o amigo leu nas entrelinhas o que não está lá. Cristo veio para servir, não para ser servido. Isso é catequese básica. Porque é que reduz as minhas afirmações ao mínimo expoente?

A afirmação que eu fiz, é síntese de Teologia básica. Foi uma simples afirmação do que acredito. Não me peça para citar os fundamentos teológicos. Não fiz qualquer afirmação de “serviço”, nem de “domínio” nem de “poder”. Nem tive intenções de o fazer. Se foi isso que entendeu, paciência. O que fiz foi uma afirmação pura e simples. O firefox foi muito além da minha singela frase.

4 – Sobre Maria mediadora, diz que:

<<<<<<mas o tom soou aqui um tanto ranzinza. Provavelmente seja falha minha.>>>>

Foi falha sua, e o tom ranzinza foi do Frei Herculano.

Você disse, e bem que todos somos agentes da mediação, ou intercessores.

Disse também que:

<<<<< Por isso lembro mais uma vez, para tomar cuidado com as palavras e não ser tão pronto para condenar os outros.>>>>>

Mas eu não condenei ninguém!

Quanto ao tomar cuidado com as palavras, endosso essa afirmação ao Frei Herculano Alves. Se não o conhece, compre a Revista Bíblica, e a Bíblia dos Capuchinhos. Está envolvido na realização da primeira, e na coordenação da segunda.

Pois foi ao citar uma parte da Bíblia que Frei Herculano disse que não há outro mediador que não Cristo.

Lembrando: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vai ao Pai, a não ser por Mim.”

Quando o firefox quer orar a Cristo, vem-me pedir a mim para orar por si?

Ok, não me importo de o fazer, mas não será mais “lógico” pedir directamente a Cristo?
Isso não invalida que eu peça por si. Mas já invalida que eu peça por si substituindo-me a si na oração a Cristo.

Daí, que a minha posição quanto a quem pede a intercessão de Maria seja de total respeito, mas não entendo porque pedir a Maria quando se pode/deve pedir directamente a Cristo, já que Ele disse:

“e o que pedirdes em meu nome Eu o farei, de modo que, no Filho, se manifeste a glória do Pai. 14 Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, Eu o farei.»

Simples não?


5 - Sobre os dogmas da Imaculada Conceição e da Assunção, sinceramente, acho que apenas servem para complicar. Entendo-os muito bem. Mas são meras “ornamentações” de verdades fundamentais. Há que salientar essas verdades fundamentais. E sinceramente, acho que se perde muito tempo com o acessório esquecendo o que é realmente importante.

Pedindo desculpa pelas minhas palavras, ( a agora vou ser “ranzinza”), em vez de proclamar tantos dogmas, dever-se-ia proclamar a Palavra de Deus, que é muito mais importante do que qualquer dogma. Espero que não me vá acusar de idolatrar a Bíblia. Mas prefiro a Bíblia do que qualquer dogma, principalmente quando esse dogma não está na Bíblia.

Para que complicar o que é tão simples e belo?

6 – Sobre a virgindade de Maria, concordo em absoluto consigo. Mas vou ser “mauzinho” (no bom sentido, claro), o firefox disse:

<<<<<Engraçado é que não se pode ir além do que o texto diz mas todos sempre vão. Sem exceções>>>>

Nisso acertou completamente. Está a dar-me razão quanto à parte dogmática da Igreja católica ir quase sempre além dos textos bíblicos. E também o firefox foi além das minhas afirmações, deduzindo delas o não estava nem implícito, nem explícito, e induzindo outros a pensarem de que me movo em terrenos que não conheço, ou conheço mal. O que não é completamente verdade.

Transformou a minha linguagem directa e simples em algo mais nebuloso. Ou seja, transformou o meu discurso numa babel, de que fala no fim.

Dentro da Igreja Católica temos a nossa própria babel. Eu sei. Mas por vezes é preciso gritar numa língua algo diferente, nem que seja para avisar de que se tem que alterar o rumo do barco. Não 180 graus, mas por vezes basta um grau apenas, para rumar a porto seguro.

Como nota final, e antes que seja mal interpretado, não me estou a considerar nem “iluminado”, nem “esclarecido”, nem nada que se pareça. Sou apenas mais um na Igreja, que ama a Igreja, que ama a Cristo.

Peço que não leve a mal qualquer afirmação que eu tenha feito. Não tenho qualquer intenção de ser “ranzinza” nem consigo, nem com ninguém. Acredito que o meu estilo de escrita possa fazer transparecer isso, mas não é essa a intenção que me move.

Grande abraço

M.

Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 29 29UTC January 29UTC 2009 07:03


Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 29 29UTC January 29UTC 2009 13:32

O Alef faz muitas perguntas e põe questões bem oportunas. Infelizmente estou mesmo com pouca disponibilidade por estes dias.

Queria porém dar só uma achega.

M.

Acredito perfeitamente que não tenhas essa intenção, mas em algumas mensagens tuas, quando é abordada a religiosidade popular, eu tenho notado um pouco de sobranceria. Talvez eu tenha visto mais do que tu querias transmitir. Mas tenho-a sentido principalmente porque quando falas dos leigos esclarecidos parece que os colocas numa qualquer categoria superior remetendo os restantes para cristãos de segunda, com a fé pouco desenvolvida. E isso não tem nada que ver com o facto de gostares ou não de imagens, aceitares ou não determinados dogmas ou preferires esta ou aquela oração. Tem a ver com o modo como apresentas os teus argumentos. Se vi mais do que lá estava, peço-te desculpas, mas talvez seja um sinal de que, mesmo com boas intenções, a forma como o dizes pode levar a outras conclusões.

Um abraço

Cassima

Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Albino O M Soares (IP registado)
Data: 29 29UTC January 29UTC 2009 13:50

S. João 15,14:
"Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando".
Sinto que é por aqui que devemos ir ou seja, na atenção a quanto Jesus manda, na atenção ao seu discurso directo. No seu deixar mandamentos reside a sua autoridade divina e a mais alta expressão da sua unidade e intimidade com o Pai.
Quanto ao que se diz de Jesus, penso que muito deriva das expectivas proféticas do Antigo Testamento, que eram fortíssimas quanto a uma intervenção directa de Deus na história. Este aspecto penso ser especialmente marcante na cristologia de S. Paulo. Mas não é com cristologias, doutrinas ou ideologias que Jesus Se ou nos compromete. É exactamente com a humanidade que Ele Se e nos compromete. No pão e vinho repartidos e partilhados deixou a expressão da sua voz, do seu querer, da sua proposta e do sentido de vida que o anima e que nos deve animar.

*=?.0

Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: M. Martins (IP registado)
Data: 29 29UTC January 29UTC 2009 16:26

Cara Cassima;

Já tive oportunidade de frisar ao amigo firefox que por vezes o meu estilo de escrita pode dar a sensação de ser agreste, incisivo ou pretensioso. Tal não é minha intenção. É apenas estilo.

Dizes que:

<<<<< quando falas dos leigos esclarecidos parece que os colocas numa qualquer categoria superior remetendo os restantes para cristãos de segunda, com a fé pouco desenvolvida. >>>>

Nunca na vida isso me passa pela cabeça. Se dei essa sensação, peço desde já desculpa.

Mas quando falas de fé pouco desenvolvida, lembro-me sempre do texto cujo início vou colocar a seguir, e que achei extraordinariamente oportuno aquando da sua publicação. (Consta também do arquivo de notícias aqui do fórum).

“Bispo culpa restantes bispos pelo atraso da Igreja"

2008-11-11 00:05:56

"Polémica. A Igreja está "pejada de pagãos ou cristãos incoerentes" e a culpa é dos bispos que continuam clericalistas e individualistas, sem levar a sério a formação dos fiéis. A crítica é de D. António Marcelino, bispo resignatário de Aveiro. Os bispos reúnem-se hoje em Fátima, com a polémica no ar.”

Sinal disso mesmo, foi uma pergunta que uma Testemunha de Jeová me fez no passado Sábado, dia 24. Após cerca de uma hora de argumentos e contra-argumentos, ela diz-me: - O senhor sabe muito de Bíblia! É evangélico?

Surpreendido pela questão, perguntei-lhe porque me tinha como evangélico, ao qual ela respondeu que os evangélicos sabem muito de Bíblia, ao contrário dos católicos que: Ou lhes fecham as portas na cara, ou nem sequer sabem manusear a Bíblia, quanto mais o seu conteúdo.

A par deste episódio, cito também a frase de uma senhora que faz parte do grupo coral do meu lugar. Ouvi essa frase. Não me foi dirigida, mas arrepiei-me literalmente. Foi assim:

-Nossa Senhora é tudo para mim! No próximo mês vou outra vez a Fátima.

Assumo que, talvez num ou outro ponto da minha prosa, o que toma por pretenciosismo, seja antes antí-conformismo, com alguns laivos de revolta pela ignorância, obscurantismo e superstição na qual muitos católicos estão mergulhados. Lido com isso pelo menos todos os domingos nas conversas de “adro de igreja”, e estou certo de que, esclarecida como a amiga é, não pode deixar de concordar comigo.

Para terminar, devo no entanto afirmar, que tenho feito, (ou tentado fazer), a minha parte no esclarecimento desses obscurantismos / medievalismos junto das pessoas. No entanto, elas já têm todo um sistema de crenças tão estruturadas e enraizadas que pouco há a fazer.

Em tom de desabafo, acho que por vezes chego a pensar que quem está mal sou eu .

Abraço

M.

Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Alef (IP registado)
Data: 29 29UTC January 29UTC 2009 16:53


Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: M. Martins (IP registado)
Data: 29 29UTC January 29UTC 2009 17:15

Caro Alef: Obrigado pela pertinente indicação. Não sabia como trabalhar com as citações.

Um abraço.

M.

Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Albino O M Soares (IP registado)
Data: 29 29UTC January 29UTC 2009 22:16

Será a Fé um conjunto de crenças em factos pouco prováveis?
Fé é a força que dimana do sentido e propósito que quero dar à minha vida. Costuma-se dizer que a Fé move montanhas. E é para definir este sentido e propósito que precisamos do testemunho dos outros, dos paradigmas da Fé e de tudo quanto se relacionar com a iconografia da Fé. A Fé comporta a dúvida, já que esta é fonte do refazer constante desta força, que nos há-de levar para além do dizível, do vizível e do sensível.

*=?.0

Re: Objectos Benzidos
Escrito por: vitor* (IP registado)
Data: 30 30UTC January 30UTC 2009 23:53


Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: vitor* (IP registado)
Data: 31 31UTC January 31UTC 2009 00:03


Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Luis Gonzaga (IP registado)
Data: 04 04UTC February 04UTC 2009 00:19


Re: Objectos Benzidos
Escrito por: vitor* (IP registado)
Data: 04 04UTC February 04UTC 2009 10:57


Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Jorge Gomes (IP registado)
Data: 04 04UTC February 04UTC 2009 22:31

Este tópico tem tanto que se lhe diga que eu cheguei agora e não sei por onde pegar, se pelo que é pra rir de tão comico, se pelas reflexões excelentes e de nível que li como as do Luis por exemplo e não só, que mostram um self bem estruturado, boa capacidade de reflexão, capacidade critica, de pensar pela sua cabeça, e falando de quem não crê quem crê, acho importante seja qual for a religião ou igreja de cada um, que haja capacidade critica, e mais para dentro do que para fora, até porque perfeição é algo que não existe, quanto ao resto sectarismos é coisa de ser humano falho, é tolice para Deus, algo normal que até os discipulos tinham, mas Jesus não ia nessa...

Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 06 06UTC February 06UTC 2009 18:22


Re: Em que (não) crê quem crê?
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 06 06UTC February 06UTC 2009 18:56

Cassima, belo testemunho :)

Sobre as memorização de partes da Bíblia... Os doutores da lei conheciam-na bastante, mas não foi a nenhum deles que Jesus escolheu para amigos próximos. Quem andava com Ele eram os pescadores, os pastores de ovelhas, os carpinteiros, etc. Enfim, só gente sem muito estudo. Jesus parecia dar mais atenção ao coração aberto, à sinceridade, à bondade... Isso vale muito mais!

Ainda há, entretanto, quem prefira seguir o exemplo dos fariseus. Exibem franjas e usam da lei para perturbar os outros.

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