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F : Geral
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Alpha (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 22:22
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 22:24
Então na IURD é aos montes...
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 22:35
O fundamental é o amor que Deus nos tem. Um...
E o amor que devemos a Deus?
O fundamental é o amor que Deus nos tem, quando estamos em presença de um ateu ou de alguém muito calejado pela vida.
Agora entre pretensos católicos? O fundamental não devia ser só isso!
Enfim, desisto! Nada a fazer, isto é protestantismo em estado puro, e olha que há protestantes mais ortodoxos!
Vocês fazem da doutrina católica um acessório, Deus me livre!
Sou católica!
Tanto respeito por S. Josemaría, por parte de alguém que disse que o Cristianismo é revolucionário, subversivo, e etc.
Contestar preceitos da Igreja é legítimo? É isso acessório? Muito me contam!
Bem, esta semana serviu para algo fundamental. Três coisas:
1 Para ver o estado de degradação do Catolicismo no meu país;
2 para aprender, ainda que o não tenha sabido praticar, a ter mais paciência e calma – isto é difícil;
3 a terceira não digo e não diz directamente respeito a vocês, embora se relacione com o fórum.
É viver e aprender.
Agora sim, creio que me vou – já repeti isto mais vezes hoje que rezei ave-Marias.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 22:44
Se o fundamental é o amor que Deus nos tem e acreditar em Jesus Cristo, suprima-se já esses partidismos do católicos, protestantes e unifique-se tudo numa igreja anárquica e subversiva onde cada um só faz o que quer e bem lhe aprouver!
Sem essa coisa estúpida das leis, sem essa idiotice das normas morais, tudo ao molho e muita fé em Deus e no amor de Jesus Cristo!
Sem uma verdade objectiva, sem uma doutrina normativa, sem nada! Isto é tudo acessório, o fundamental é o amor.
Que raio de amor estranho esse...
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 22:53
Eles, os fundadores das escolas de espiritualidade citadas, não operaram uma revolução, mas uma renovação espiritual, que é algo bem diferente.
São Josemaría era um homem do nosso tempo e não defendia doutrinas contrárias à Igreja: fim do celibato dos padres, ordenação de mulheres. De resto, se assim não fosse, não seria santo.
Resta-me a enormérrima consolação de saber que a cátedra de São Pedro tem sido bem ocupada, por homens eleitos pelo Espírito Santo. Que ES mauzinho que, vendo tantas necessidades na Igreja por mudanças, não elege um Papa progressista. Que maldade esta da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade!
PS: Não confundir revolução, ruptura, subversão; com renovação, reforma na continuidade. Sobretudo renovação espiritual.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Lena (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 23:00
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Alpha (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 23:10
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Alpha (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 23:31
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 06:28
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 09:29
Pluralidade na Igreja é em termos de espiritualidade, escolas espirituais; carismas, dons, missões; funções diferentes, meios de santificação distintos; em termos de ritos também; não é ter cada qual uma opinião sobre a doutrina e moral católicas!
Diversidade na Igreja é em termos de espiritualidades, não em termos de opiniões fracturantes com o sagrado magistério!
Caramba que se vocês fossem teólogos como Hans Kung, estava tudo suspenso como ele está!
Não sou perfeita, Firefox, nem me julgo acima de ninguém. Simplesmente tento ser boa católica! Foram esses princípios que abracei livremente, ninguém me obrigou a nada, então...
Ninguém me pode chamar fundamentalista porque sigo o magistério da Igreja! Que absurdo!
Agora só uma pequena dúvida que não tem nada a ver com isto mas que adoraria que alguém me esclarecesse:
Se eu vos perguntar, a todos em geral e a cada um individualmente, se são: a favor da ordenação de mulheres, a favor da contracepção artificial, a favor da ordenação de homens casados, a favor do fim do celibato obrigatório, a favor do divórcio católico (o que é isto?), a minha pergunta está mal feita? Se eu vos perguntar – já sei as vossas respostas – se vos perguntasse se são a favor ou contra todas estas coisas; se subscrevem alguma das “questões fracturantes” – para usar um termo da Cassima -, se subscrevem alguma e qual, e porquê, a pergunta estaria mal feita? As respostas possíveis não seriam: sim, não ou não tenho opinião?
Uma pergunta formulada nesses termos estaria mal feita?
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 09:37
Anda lá Miriam. Faz a citação bem feita: as aspas ficaram uns centímetros ao lado. É: questões "fracturantes".
Cassima
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 09:38
Ok, Firefox, eu estou com o Santo Padre. O Papa que eu mais amei. Gostava muito de João Paulo II, embora considere que ele cometeu algumas injustiças e exageros.
Mas este, é o Papa da restauração, da reacção, da Tradição!
Amo Bento XVI!!! Com ele a Igreja regressará ao caminho correcto. Bendito Santo Padre.
Viva o Papa!
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 09:39
E já agora, a pergunta está mal formulada sim.
Os temas são complexos, mexem com muitas sensibilidades humanas, muito sofrimento. E as respostas possíveis são bem mais do que essas.
Cassima
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 10:23
A sério, Cassima? Quais?
E o sofrimento e sensibilidades humanas não podem servir de desculpa para se trair a Igreja e os seus ensinamentos.
A minha religião chama-se Cristianismo, não humanismo.
Todos sofremos, todos choramos, todos temos problemas mais ou menos graves. Isso não legitima nem pode justificar que alguém se pretenda católico com uma igreja à sua maneira e a servir as suas conveniências e interesses pessoais.
Ou se aceita com radicalidade – que não se confunde com radicalismo – a proposta cristã, ou saia-se da Igreja. Ou tem-se opinião, ou não se tem. Essa história do caso-a-caso é uma valente “chochada”, para usar o termo do Vitor*.
O nim não faz parte da linguagem de Cristo: sim, sim; não, não; tudo o que passa disso vem do maligno. Mas ainda se admitem opiniões mal formadas.
Mexe com sensibilidades humanas, acho piada a isso. As pessoas nã querem ser católicas como deve de ser e a Igreja é que tem que se adaptar às conveniências de cada um.
Devem achar que quem cumpre a doutrina católica é impassível, não chora, não tem problemas. Essa história da vitimização de quem vive no erro e de quem tudo faz para ajudar os outros a permanecer no erro comigo não cola. A fé católica é algo muito sério, não ando aqui a brincar ao Catolicismo.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 10:32
Para ter compaixão e misericórdia das sensibilidades e sofrimentos humanos, havemos de trair a moral cristã e os ensinamentos de Cristo e da Igreja? Mas afinal o que é a prioridade das nossas vidas: Cristo ou os irmãos?
Havemos de amar os irmãos como a nós mesmos, sofrer com eles, chorar com eles, sentir a sua dor; mas não havemos, sobretudo e primeiramente, de amar a Deus acima de tudo e todos, até deles?
Amai a Deus com todas as forças, entendimento, coração. E a parte do amar a Deus com todo o entendimento, submetendo o nosso ao d’Ele? Fica onde neste catolicismo a la carte?
Para ser fiéis ao sofrimento humano, traímos a Igreja? Não podemos conciliar as duas coisas e colocar a Igreja e Deus acima de tudo?
Enfim, eu devo ser mesmo muito puritana e fundamentalista, porque eu jamais, jamais aceitarei essas coisas.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 10:32
Viva Miriam
Muito gostas tu de mandar as pessoas sair da Igreja. E o mais estranho é isto vir de quem tanto a contestou.
Quando achares que tens disponibilidade de ouvir quais são as sensibilidades humanas, as questões, os casos, o sofrimento, em vez de andares a disparar para todo o lado, feito um Yosemite Sam, então falamos.
Até lá
Um "chocho"
Cassima
P.S. O engraçado é eu ler o teu texto e achar que te assenta (ou assentava) como uma luva. E se agora já não te assenta, devias pensar com mais moderação, nas pessoas que mudam de sentires e posições.
P.S.2 Relê a parábola do Bom Samaritano, quando quiseres ler algo sobre sensibilidades humanas e sofrimento e pessoas que "sairam".
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 10:35
E a parte do amarás o próximo como a ti mesmo?
Amar o próximo não é fechar-lhe a porta na cara, não é dizer-lhe "Sofres? Aguenta-te.". É tentar humanizar o sofrimento e arranjar as soluções que sejam possíveis.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 10:37
Lembra-te de que Cristo também foi acusado de violar as Leis e não manter os costumes.
Revelou o tal cuidado pela sensibilidade e sofrimento humanos a que tu não pareces dar valor.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 10:50
Se Cristo for a prioridade da sua vida, uma mulher sabe que pode fazer muita, muita coisa na Igreja sem ser sacerdotisa;
Se Cristo for a prioridade da sua vida, um homem casado sabe que pode santificar-se com a sua esposa numa vida laical sem aceder ao sacerdócio ministerial;
Se Cristo for a prioridade da sua vida, um padre que se apaixone – pode acontecer e pode até ser amor verdadeiro mesmo – sabe que deve abandonar o sacerdócio definitivamente para se santificar num matrimónio católico como se deve e sem pecados prévios. Se, por outro lado, apenas se tratar de uma tentação, deve reprimi-la e combatê-la, para se manter fiel a Cristo e à Igreja no seu sacerdócio;
Se alguém que quer limitar o número de filhos tiver Cristo como prioridade da sua vida, há-de considerar que não se deve retirar Deus do matrimónio; Ele é a terceira pessoa da relação; a relação não se constrói a dois, mas a três: o casal e Deus. Logo, o casal deve estar aberto à vida e deixar os seus naturais egoísmos. Se, por motivo grave, for necessário espaçar ou mesmo limitar definitivamente o número de nascimentos (questões de saúde, questões económicas graves), isso há-de ser feito com respeito à lei moral, isto é, recorrendo-se à continência periódica e não a meios imorais e condenados pela Igreja. Isto, claro, se o amor a Deus estiver acima de todo e qualquer amor; se Cristo e a Igreja forem a prioridade absoluta.
Se um casal falhou, se por algum motivo – e aqui há tantos – alguém não teve um matrimónio como Deus sonhou para ele, então mantenha-se sozinho e santifique-se no respeito pela moral e pela santidade a que Deus o chama. Querem ser santos sem sacrifícios? Querem uma vida de mar de rosas? Um homossexual, um divorciado, uma pessoa que já fez um aborto, pode, desde que o queira, ser um grande santo! E eu, que estou para aqui a falar, se calhar nunca lá chegarei. Deus chama-nos à santidade, na situação em que estamos, com os problemas com que estamos. É preciso é que nós queiramos responder com amor, fidelidade e generosidade ao chamamento! Agora se queremos tudo à nossa maneira, passando por cima da lei de Deus, que é sobretudo uma lei de amor e de felicidade futura – e não imediata – para nós, assim nunca lá chegaremos. Estamos a trair o potencial que Deus nos deu para sermos grandes santos e muito agradáveis aos Seus olhos!
Cada um, na sua situação concreta, tem grandes possibilidades de dar um grandioso testemunho cristão, católico, de santidade.
Mas, se Cristo não é a prioridade e o maior amor das suas vidas, nada do que foi dito acima faz qualquer sentido.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 29 29UTC April 29UTC 2010 11:34
A memória dos santos, o bom e edificante exemplo dos nossos maiores, dos que nos precederam na fé, as boas e piedosas leituras, são aprazíveis a quem quer seguir os passos de grandes heróis, de almas sacrificadas, abnegadas, sofredoras, que tinham bem ao alcance dos seus olhos qual a verdadeira felicidade que devemos almejar; a felicidade beatífica, a bem-aventurança eterna, a união plena, pura e perfeita com um Deus-amor que nos ama infinitamente.
Cassima, eu detesto recorrer a este tipo de discursos, principalmente aqui onde ninguém me conhece; sinto-me mal, parece que me venho para aqui vangloriar. Mas, sabes lá tu da minha humanidade ou humanismo, sabes lá tu do meu modo de tratar os outros fora de um fórum supostamente católico da net.
Eu sigo os exemplos dos santos – embora seja uma miserável pecadora cheia de imperfeições, que cai a cada dia mais fundo no pecado e na debilidade e que cada vez tem mais consciência das suas limitações. Sigo o exemplo dos santos que foram austeros, inflexíveis, intransigentes nos princípios; e bondosos, mansos, misericordiosos e compassivos com as pessoas. Ter compaixão do sofrimento humano não pode equivaler a transigir um milímetro nos princípios.
Sabes lá tu, Cassima, se eu também não posso viver uma situação de sensibilidade humana. Não estou a dizer nem que sim nem que não; estou só a dizer-te que poderia perfeitamente estar a passar por algum sofrimento semelhante aos enumerados e calar-me e ninguém nada saber. Certo? Não é de todo impossível que isso seja verdade, é?
O que distingue o católico dos outros é a sua atitude frente ao sofrimento, o espírito de sacrifício, de fortaleza, de amor a Cristo e à Igreja presente nuns e ausente noutros.
Os santos não foram alegrinhos. Viveram a santa alegria sobrenatural dos filhos de Deus, que é algo muito diferente. Os santos, ao contrário de um humanismo anti-cristão – porque também há o humanismo cristão, cfr. São Francisco de Sales – não lutaram contra o sofrimento, porque sabiam perfeitamente que o sofrimento purifica, o sofrimento redime, o sofrimento torna-nos co-redentores com Cristo na santificação das almas. O sofrimento agrada a Deus, na medida em que for para sua maior glória e suportado com amor, paciência, resignação e santa alegria. Paradoxo: sofrer com alegria, sofrer por amor, eis o que fizeram os santos. E, ainda mais admirável, sofrer – e muito – sem que ninguém saiba disso ou sem que ninguém suponha o motivo da dor.
Voltando ao meu desprezo pelo sofrimento humano, Cassima, eu, a puritana cá do fórum, conheço muito bem a miséria humana: já chorei e sofri muito com gente que chorava e sofria. Sei muito bem compreender o pecado e a miséria em estado mais puro, a grande pobreza moral e espiritual de muitos. Só que, à semelhança dos santos, o meu grande amor a quem sofre não pode - e jamais me levará – a transigir naquilo que é o meu maior e mais entranhável amor: a santa Igreja e os seus princípios, leis, que não são meras leis farisaicas, mas leis de amor, de felicidade futura, de supremo bem para as almas e, principalmente, leis de Deus e que agradam a Deus. O contrário delas é que desagrada.
Tentar atenuar o sofrimento humano, quando isso é possível, é um bem inestimável que procuro também seguir dentro das minhas possibilidades; fazer isso à custa da lei de Deus, é um mal, o supremo mal, é traição ao Senhor, é falta de amor à cruz, é falta de sentido para o sofrimento, é não saber renunciar, é não saber sacrificar-se, aniquilar-se se necessário for, unicamente por amor, por um amor maior, por amor a Deus!
Jesus usou de muita misericórdia com a adúltera a quem todos pretendiam condenar. Muitas vezes, imagino o olhar fixo de Jesus sobre as minhas misérias, o seu olhar de bondade, de misericórdia. O que eu não conto a ninguém, Ele sabe; a Ele, nunca enganarei, d’Ele nunca poderei esconder-me. E é aí nesse encontro forte, de coração a coração, que tomamos a decisão de sofrer tudo com Cristo, por Cristo e para Cristo. E aí a dor transfigura-se, o sofrimento transforma-se, ganha uma dimensão divina extraordinária. E o aquele olhar de misericórdia sobre nós, aquele olhar trespassado pela dor de Jesus, assim de repente, passa a fazer muito mais sentido do que a dor que experimentamos.
Como dizia, Jesus disse à adúltera: vai e não voltes a pecar. Jesus usou de muita compaixão, mas não transigiu um milímetro nos princípios. A advertência é taxativa: toma a tua cruz e segue-me, numa passagem aos discípulos; vai e não tornes a pecar, noutra à adúltera.
Quando digo que certas pessoas deviam sair da Igreja, falo dos rebeldes, subversivos, hereges, que não sei por que motivo se dizem católicos, se não estão dispostos a depor o juízo, a consagrar a Deus o entendimento e a vontade e a, assim, se submeter em tudo à Santa Igreja Católica, esposa imaculada do Cordeiro.
O catolicismo é tudo ou nada. A santidade é tudo ou nada. Não há metades nesta história.
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