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Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: OmegaStar (IP registado)
Data: 27 27UTC April 27UTC 2010 23:14


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: OmegaStar (IP registado)
Data: 27 27UTC April 27UTC 2010 23:29


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: OmegaStar (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 00:19


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 11:04


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 15:47

Mateus 12, 30.

Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 16:14


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 16:54


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Rui Vieira (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 18:38


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 18:45

Os protestantes têm santos?

Eu leio cada uma neste fórum. Rsrsrsss

Ok, Firefox, não vou mais discutir com vcs. Não serve isso para nada!

Cassima
Leste o contexto da frase? Não era aplicada a ti. Garanto-te que não. O único que disse de ti foi aqui e muito claramente para todos lerem: chamei a ti e a outros relativistas, porque relativizam a moral da Igreja.

Mas já nem quero entrar mais por aí, para quê?

Fiquem com Deus
Rezo por vocês.

Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 19:14

Só uma pergunta: vocês alinham com Hans Kung, o repugnante pseudo-teólogo progressista cuja inveja do Papa reinante é bem patente?

Algum de vocês aqui subscreve as idiotices dele? Dele e de outros que alinham pelo mesmo diapasão.

Suponho que se enquadrem, ao menos, com o padre Joaquim Carreira das Neves, um modernista do pior.

Deus nos socorra, vou rezar muito por vocês. A sério, simpatizei com todos! Mas defendem cá umas coisas que muito francamente...


Infelizmente, têm uma mentalidade relativista, envenenada por pseudo-teologias de esquerda, rebelde, revolucionária, subversiva, contrária ao bom espírito católico.

Já disse a alguns em privado, e repito aqui: se os tivesse conhecido fora de um suposto fórum católico, obviamente não me tinha indisposto tanto nem vos faria indisporem-se também.

Mas num fórum dito católico, julguei ser correcto falar daquilo que é o ensinamento da Igreja Católica. Vejo agora que fiz mal, por várias razões:
1 Aqui só se dá opiniões. Se forem contrárias ao magistério, tanto melhor;
2 Com a minha obstinação em apresentar-vos o que vocês já bem conhecem – os ensinamentos da Igreja – só servi para perturbar o bom funcionamento do fórum;
3 Como só dei opiniões baseadas no sagrado magistério, fui acusada de fundamentalista e, pasme-se!, até de puritana. Se vocês soubessem como eu adoro o puritanismo... loool
4 Ao ser acusada de fundamentalista, descontrolei-me – a verdade é que nunca é preciso muito para isso rsrs.
5 É bem verdade que tenho uma certa qualquer coisa contra progressistas e relativistas, mas não se sintam visados nas minhas mensagens fora daqui. A sério que, apesar de me terem chamado fundamentalista só para descredibilizar o que eu dizia, até vos achei muito boas pessoas e tive uma agradável surpresa com alguns. Mas realmente sou católica como acho que devo, tenho sangue nas veias e os progressistas, como um todo, não falo em ninguém individualmente, não me são nada agradáveis, para ser suave. Claro, as pessoas têm um rosto, um nome; e, quando personalizamos a coisa, muito do que digo lá fora perde o seu significado. Ou seja, não aplico o que digo a este ou a aquele individualmente, até porque trabalho e convivo diariamente com todo o tipo de pessoas, naturalmente, como todos nós.

São boas pessoas e simpáticos, mas acho-os sim relativistas e, infelizmente, para ficar aqui, teria que ser hipócrita, coisa que nunca fui. Ao menos atribuam-me, por justiça, essa virtude! Rsrsss

Não vivo o Catolicismo assim, não julgo que assim se deva viver a fé católica e, evidentemente, não gostei de ter sido chamada de fundamentalista, com o único intuito de descredibilizar o que eu dizia, que no fundo, é o que o magistério ensina ainda hoje, depois do Concílio.

Fiquem todos com Deus, desconsiderem os meus ímpetos mais exaltados – dentro e fora daqui -; não queria ir-me embora sem vos dizer que, apesar de ter a plena convicção de que vocês estão errados na vossa forma de ver a fé, realmente tenho muita pena de não os ter conhecido fora daqui e sem as questões religiosas à mistura.

Outros, que por aqui ficarão, são apenas tolerados por vocês. Não quero chegar a esse extremo. Acho sinceramente que uma pessoa só deve estar onde se sente bem e onde a sua presença não é pesada aos demais, não causa incómodos. E há alguns aqui que, vamos combinar, se vocês pudessem, tiravam de cá de tão chatos que são. Acho isso ridículo, ninguém tem de impor a sua presença aos outros.

Um abraço a todos, fiquem com o bom Deus. Tenham por certo que rezarei muito por todos. À minha maneira, como acho que devo; mas com as melhores intenções para todos.

Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 19:31


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 19:43

Só para terminar, e para que não fique com isto atravessado, rsrs, um fundamentalista é aquele que não sabe distinguir o essencial do acessório – a definição não é minha, até há pouquíssimo tempo eu nem sabia o que era um fundamentalista. Sabia que era extremamente pejorativo chamar-se isso a alguém mas não sabia ao certo o que isso era! E isto dadas as milhares de definições que vi transpostas nos mais diversos locais.

Ora, para mim – que não me julgo fundamentalista – a doutrina católica, a moral católica, a lei católica vigente e a disciplina católica não são acessório. Podem não ser o essencial do essencial para um primeiro passo de unidade, mas não são acessórios que podem ser descartados ou desconsiderados. Logo, não me jugo fundamentalista por defender o que os papas defendem, o que os santos viveram, o que os catecismos e documentos pontifícios ensinam.

E, se por acaso estiver errada relativamente a um ou dois pontinhos do Vaticano II que me causam mais estranheza, só estou errada porque me baseio no magistério anterior, na doutrina firmemente ensinada e nas teses com rigor condenadas pelo magistério, e nunca, jamais, em novidades revolucionárias saídas da minha cabeça ou da de outros e assimiladas por mim. Se sou fundamentalista, o magistério anterior também o é. Se estou errada, o magistério anterior também o está.

Se não distingo o essencial do acessório relativamente ao celibato dos padres, por exemplo, o Papa Bento XVI também não distingue. Logo, é fundamentalista.

Achei muito incorrecto recorrer-se a esse epíteto só para descredibilizar a minha argumentação.

Já o termo relativista, que usei, aplica-se a alguém que relativiza a moral da Igreja, independentemente de ser este ou aquele. A Igreja tem normas morais muito claras, normas doutrinais claríssimas. Ora, em consciência, o que é que eu devo chamar a uma pessoa que relativiza, que atribui pouca importância, que faz pouco caso das normas morais e/ou doutrinais da Igreja?

Aceito que alguém me diga: tenho opiniões contrárias às da Igreja. Ok, isto sim é coerente. Como dizia alguém – já não sei quem – é mais importante ser cristão do que católico. Se me apresentarem este tipo de discurso, aceito com facilidade. Agora chamar fundamentalista a quem defende sem tirar nem pôr, exactamente o mesmo que a Igreja, não acho certo. Aqui quem tem as opiniões discordantes, fracturantes, são vocês, não eu!

Mas pronto, encerro aqui as minhas participações no fórum.

Se alguém quiser escrever-me ou ficar com o meu contacto, envie-me uma mensagem privada. Teria todo o gosto em manter contacto com alguns de vocês. Sempre fora daqui e fora de discussões que não levam a nada. Ou, quando mínimo, em discussões a dois que, estas sim, são capazes de ser mais produtivas.

Agora sim, um abraço a todos!


PS: Eu já estou no caminho certo,Firefox! É o caminho do Santo Padre, o Papa! rsrs Abraço

Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 19:56


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 20:26


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: OmegaStar (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 20:39


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 20:41

Vocês não me deixam mesmo ir embora rsrsrsss.

Firefox,
O que vc pensa do Papa actual? Alinha mais com as suas teses ou com as minhas? Ou com nenhumas?

Fundamentalismo, para mim, é defender coisas que não sejam importantes para o depósito da fé ou para a vida da Igreja. Por exemplo, alguns amigos meus defendem a pena de morte, com base no catecismo da Igreja católica! Logo o catecismo é fundamentalista, nesta matéria?

E daí não saem, porque consideram isso absolutamente essencial.

Ora eu só considero essencial tudo o que diga directamente respeito à Igreja. E não, não transijo no celibato dos padres, que não é algo acessório ou de menos importância. Se fosse, não teria todo o fundamentalista magistério actual do meu lado! Não transijo na ordenação de mulheres, porque não é algo acessório na Igreja. Por causa dela, muitos anglicanos voltaram à verdadeira Igreja de Cristo! Pelo que eu, eles e todo o magistério – a começar por João Paulo II – somos todos uns grandes fundamentalistas.

Relativizar o conceito de fundamentalismo também não é boa ideia. Eu sou católica, tal como se deve ser-se católico!

Está difícil de entrar na cabeça que eu não invento nada. Rsrs

Bem, mas se vc gosta de Hans Kung, que passa a vida a atacar o Papa, e suponho que os outros que por aqui andam também gostarão, está tudo dito quanto à catolicidade de uns e de outros rsrsss. Desculpem, mas eu só sei ser sincera assim.

Será que é desta que me deixa ir embora sem vir aqui responder-lhe? Rs

Diga-me o que pensa do Papa Bento XVI.

Abraço

Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 21:18

“O meu lema é amar a Igreja. A minha honra é servi-la tal como ela quer ser servida.”

S. Josemaría Escrivá

Esta última frase é de importância capital para que me entendam.

Consideram São Josemaría Escrivá fundamentalista? Porque se for, está tudo já explicado sobre quem é católico e quem julga ser.

Ou vão fazer com os escritos dele o que fizeram aqui com as proposições de Santo Inácio? Umas valiam literalmente e outras, porque já não agradavam, além de não valerem literalmente ainda serviram de base para acusar-me de fundamentalista! Rssss

Acho orrível, mas horrível, o que hoje se faz com a riquíssima espiritualidade inaciana. Se formos do Opus Dei, de espiritualidade carmelita ou mesmo de Schoenstatt, somos conservadores; se formos inacianos somos progressistas! Que horror, Santo Inácio deve andar às voltas no caixão com o que lhe calhou na rifa.

E digo isto pq vc, Firefox, disse conhecer bem os exercícios inacianos e, para não variar, deturpou o pensamento autêntico de Santo Inácio! De facto, dentro dos inacianos, cabe de tudo! Os progres têm uma especial predilecção pela espiritualidade inaciana, tenho que averiguar porquê. É um case study muito interessante.

Mas a espiritualidade não tem a culpa.

Vc chamou-me fundamentalista porque, segundo vc, interpretei à letra o que Santo Inácio dizia! Como se ele realmente não quisesse obedecer em tudo à Igreja, o chamado sentir com a Igreja. Como se, hoje, Santo Inácio não escrevesse exactamente a mesma coisa.

Hoje já não é necessário obedecer à Igreja, é lá agora!

Enfim, não sabia que também havia literalismo fundamentalista ao ler proposições bastante claras: com recurso a cores e tudo para ilustrar o alcance da clareza do que era exposto.

Mas, quando o intuito é relativizar tudo, nem o pobre santo escapa.

Vc relativiza a proposição que cito e eu é que sou a fundamentalista. Realmente, algo muito interessante.

É mais do que evidente que não interpretei literalmente a expressão de Santo Inácio, interpretei de acordo com o espírito de Santo Inácio! Que era um espírito de ortodoxia, de defesa da fé católica. Um grande santo!

E não, não conheço os exercícios espirituais mais do que vc, Firefox, não tenho espiritualidade inaciana. Mas ainda sei ler! Ok?

Foi daí que me chamou fundamentalista.


Fique com Deus

Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 21:26


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 21:47


Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: OmegaStar (IP registado)
Data: 28 28UTC April 28UTC 2010 22:06


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