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F : Geral
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Anori (IP registado)
Data: 21 21UTC May 21UTC 2009 21:20
ahahhahahahahahahahahhahahah são os factos
Não se tenham é assim em tanta conta, pois sem resultados não há negócio! As técnicas só tem resultado quando se conhecem, praticam e respeitam, não é o vosso caso. Felizes de vós que nunca tiveram necessidade de procurar terapias alternativas.
( e isto não tem nada a ver com o tópico)
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: vitor* (IP registado)
Data: 22 22UTC May 22UTC 2009 08:34
esta conversa só vai levar a um lado: ao insulto. Por uma simples razão, ninguém de bom senso pode pedir aos cristãos que respeitem as ideias idiotas dos espiritas. E como não pode ser idiota? Sabiam que um espirita pensa que quando se arrota, é uma manifestação espirita, uma qualquer acção benigna no perispirito, ou o que raio é. Genial. Ainda não tenho informações de quando a libertação de gases ocorre pela outra cavidade.
Mas suponho que seja libertação de algum espirito maligno. Alguma coisa por aí.
A sério.
Se fosse eu aos moderadores encerrava estes tópicos disparatados.
Pois embora eu ache que ao longo deste tempo tenha tido uma acção cordata neste fórum e julgo que todos são testemunhas disso, há uma coisa que me tira fora do sério que é charlatanice e a mentira, ou o espiritismo.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: s7v7n (IP registado)
Data: 22 22UTC May 22UTC 2009 09:33
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Desconhecido (IP registado)
Data: 22 22UTC May 22UTC 2009 18:24
Alpha...e demais, eu respondo-vos no outro "ARGUMENTOS CONTRA O ESPIRITISMO" tópico pois já disse que não o fazia mais aqui por não ser o lugar.
cumps a todos
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Alpha (IP registado)
Data: 22 22UTC May 22UTC 2009 21:44
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Alpha (IP registado)
Data: 22 22UTC May 22UTC 2009 21:47
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Alpha (IP registado)
Data: 22 22UTC May 22UTC 2009 21:58
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Anori (IP registado)
Data: 23 23UTC May 23UTC 2009 11:41
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Isabella (IP registado)
Data: 23 23UTC May 23UTC 2009 16:06
Eu não quero mais casar. Nunca mais!
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: JMA (IP registado)
Data: 23 23UTC May 23UTC 2009 17:38
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Alef (IP registado)
Data: 21 21UTC April 21UTC 2010 17:37
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Rui Vieira (IP registado)
Data: 21 21UTC April 21UTC 2010 18:22
A questão é muito complexa, sobretudo tendo em atenção o imperativo do Senhor.
Mas, por outro lado, é certo que o que dá forma ao sacramento é o amor dos esposos, amor esse que se confia a Cristo, mediante a celebração canónica.
Sem o amor, o sacramento perde eficácia.
E agora?
Concede, Senhor, que eu bem saiba se é mais importante invocar-te e louvar-te, ou se devo antes conhecer-te, para depois te invocar. Mas alguém te invocará antes de te conhecer? Porque, te ignorando, facilmente estará em perigo de invocar outrem. Porque, porventura, deves antes ser invocado para depois ser conhecido? Mas como invocarão aquele em que não crêem? Ou como haverão de crer que alguém lhos pregue? Com certeza, louvarão ao Senhor os que o buscam, porque os que o buscam o encontram e os que o encontram hão de louvá-lo (S. Agostinho, Confissões)
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 21 21UTC April 21UTC 2010 20:51
Olá Rui e Alef
Não me levem a mal, mas por vezes fico com os cabelos em pé com o que aqui leio! Lol e peço-vos sinceramente que não me levem a mal. Mas é que realmente, é com cada uma...
Se o sacramento perde eficácia quando acaba o amor, então acabe-se já com essa instituição absurda do matrimónio católico! Rsrs
Uma vez que o amor escasseia nos nossos dias, e que poucos já sabem amar, acabe-se já com o matrimónio! Ou faça-se dele um casamento civil, no qual hoje caso com um, amanhã como já amo outro – o amor ao primeiro acabou – divorcio-me e caso com outro, e depois de amanhã ainda casarei uma terceira vez porque o amor ao segundo voltou a morrer.
Mas, enquanto há amor, haja sacramento, porque se há amor o sacramento é válido, não importando que raio de pseudo-amor é esse e se amanhã existirá ou não.
É que isso não tem lógica nenhuma!
Já li muitas teses liberais e modernistas e nunca uma me pareceu tão escandalosa quanto esta. Porque as outras, embora profundamente erradas e discordantes do magistério, ainda têm alguma lógica no campo das opiniões. Mas esta não tem ponta por onde se lhe pegue!
Se o amor morrer ao segundo, case-se com o terceiro e assim por diante...
Creio compreender o que o Rui disse, mas discordo total e absolutamente da conclusão a que chega! A premissa de que parte está correctíssima, o amor é a matéria do sacramento; a ilação que daí tira é que é perigosíssima e errada!
O sacramento do matrimónio é indissolúvel, os laços santos da instituição divina que é o matrimónio são sagrados e indestrutíveis, independentemente dos esposos saberem amar cristãmente ou não.
Como o conceito de amor, sobretudo o de amor cristão, foi muito distorcido, muito deturpado nos últimos tempos, surgem estas concepções mais ou menos escandalosas do matrimónio. Daí a necessidade cada vez mais urgente de uma correcta preparação dos noivos para o sacramento do matrimónio e para os afectos, para o saber amar de verdade, de modo pleno e incondicional, como agrada a Deus e, para sempre, claro.
Antigamente, muitas pessoas casavam por conveniência ou por imposição dos pais. Embora isto seja em si repugnante e eu não esteja a defender esta abjecção, vamos dizer que todos os matrimónios católicos até ao século XIX – século em que se descobriu o amor romântico – eram todos nulos ou inválidos? Absurdo sem tamanho!
Quando duas pessoas livres, com uma vontade esclarecida, responsáveis pelos seus actos vão à Santa Igreja para receber o sacramento do matrimónio, Deus abençoa aquela união, dá a Sua bênção àquele casal e une para sempre o que jamais o homem pode separar. Independentemente aqui do conceito de amor que tenham, se sabem amar como agrada a Deus ou não, se receberam ou não preparação – que convém que recebam. Ou seja, não é o amor ou a falta dele que une o casal de modo indissolúvel, é o sacramento que confere a graça!
Agora, é de importância vital que os noivos recebam uma correcta preparação, não só num cpm mas, sobretudo, desde a infância, no seio familiar, com uma educação cristã para o matrimónio.
***
O caso dos divorciados recasados é outro que me causa uma certa confusão.
Se uma pessoa é católica – católica-católica, entenda-se – e se, por motivo justo de força maior, teve de se divorciar, por que motivo não permanece sozinha, como manda a Igreja? Porque isso implica sacrifício e ninguém está disposto a fazer sacrifícios. Porque isso acarreta uma atitude heróica, e ninguém sabe o que é o heroísmo. Porque isso leva à santidade – o aceitar cada um as dificuldades que Deus lhe pôs no caminho -, e ninguém luta com verdade e radicalmente pela sua santificação.
Então traem a Deus, traem o compromisso que assumiram diante de Deus e vivem uma vida de pecado. E isto tudo porquê? Porque não amam a Deus acima de tudo e todos. Porque outros ‘amores’ se sobrepõem ao amor de Deus. Logo, não são verdadeiros católicos.
Por que motivo hão-de comungar senão foram capazes de fazer sacrifícios por Deus? Por que motivo hão-de comer o corpo de Cristo se não estão em comunhão de vida com o que Lhe agrada? Por que razão a Igreja tem de ceder, ceder e ceder e os pecadores públicos não cedem um milímetro em favor da Igreja e de Deus?
Por que é que a Igreja é injusta por aplicar os ensinamentos de Cristo? Eles é que deviam ser considerados injustos porque preferem a sua vida de pecado à comunhão com a Igreja!
Agora se uma pessoa não era católica antes, se se converteu já depois do segundo casamento, se o amor verdadeiro encontrou-o agora e não da primeira vez, a situação é bem complicada. Juro que sinto muito a dor dessas pessoas, mas não acho nada justo que seja alterada a sua situação.
Primeiro, a conversão é algo muito sincero, radical; é uma entrega total a Deus, incondicional, sem reservas. Será verdadeira uma conversão de alguém que não quer mudar de vida para ser coerente com a sua conversão? Devo eu levar a sério alguém que prefere o pecado a Deus e diz que O ama? São só interrogações...
Ah, porque há filhos, há crianças, é muito difícil mudar de vida assim de repente. Nem toda a gente tem a mesma força de vontade, por muito sincera que seja a conversão, dirão alguns.
Então, para esse caso, tem que existir – como de facto já existe - algum acompanhamento pastoral destas pessoas. Reuniões de leitura e partilha da palavra de Deus, encontros de espiritualidade no quotidiano, grupos para rezar o rosário, por exemplo, são algumas das alternativas. Estas pessoas não podem comungar – não têm uma vida autenticamente cristã para isso – nem podem dar escândalo aos outros fiéis, participando em actividades de relevo na Igreja. Mas não podem ser colocadas de lado, têm que ser estimuladas à conversão sincera e verdadeira, com mudança de vida e de atitudes. Para isso, têm que ter acompanhamento espiritual – a falta que fazem os directores espirituais -, acompanhamento esse que deve ser paciente e com base em passos pequenos mas concretos no que concerne ao progresso espiritual dessas pessoas. Até que um dia atinjam a maturidade espiritual e assumam as consequências que daí advém.
Não creio que, com o que disse, esteja a propor a discriminação destas pessoas – que por vezes vivem situações extremamente dolorosas -, mas também elas têm que entender que, se vivem uma vida irregular e fora da graça de Deus, não podem ter acesso a determinados cargos na Igreja nem a comungar o corpo de Cristo. Mas podem – e devem! – ser acompanhadas de outro modo, olhadas com misericórdia e bondade e não ser abandonadas. Eu sempre estimulo essas pessoas a permanecerem na Igreja, a não abandonarem a santa Missa dominical e a compreenderem que, se escolheram uma determinada forma de viver, então têm que aceitar as consequências da sua escolha. Explico-lhes que a vida não é feita só de comodidades e facilidades e que, para não aceitarem fazer um sacrifício mais pequenino, aceitaram fazer esse tão grande de se verem privados do alimento espiritual por excelência. Incentivo-as também a fazer fervorosas comunhões espirituais, porque só Deus conhece as intenções, só Ele julga os corações e só Ele conhece as aspirações e dificuldades de cada um. As que eu conheço, aceitam bem o que lhes digo.
E pronto, é isso!
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Alef (IP registado)
Data: 21 21UTC April 21UTC 2010 21:43
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Rui Vieira (IP registado)
Data: 21 21UTC April 21UTC 2010 21:51
Eu não me vou lançar aqui na discussão do tema, tanto que sou casado e não tenho intenção de me divorciar, obviamente.
Antes de mais, eu não sou nem liberal nem modernista; sou católico, e em Igreja não há partidos: sou de Cristo.
Era bom, era otimo que o amor conjugal nunca morresse. É esse, aliás, o ideal.
Mas acontece que, por vezes, e por variadas razões, morre mesmo!
Quais é que são os laços do matrimónio? sem duvida, todos os compromissos que procedem do amor conjugal, cristãmente assumido constituem esses laços.
Eu não estou aqui a questionar se está certa ou errada a praxe da Igreja em relação aos divorciados recasados. Estou a lançar um pensamento, ou será que é proibido pensar?
Concede, Senhor, que eu bem saiba se é mais importante invocar-te e louvar-te, ou se devo antes conhecer-te, para depois te invocar. Mas alguém te invocará antes de te conhecer? Porque, te ignorando, facilmente estará em perigo de invocar outrem. Porque, porventura, deves antes ser invocado para depois ser conhecido? Mas como invocarão aquele em que não crêem? Ou como haverão de crer que alguém lhos pregue? Com certeza, louvarão ao Senhor os que o buscam, porque os que o buscam o encontram e os que o encontram hão de louvá-lo (S. Agostinho, Confissões)
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Rui Vieira (IP registado)
Data: 21 21UTC April 21UTC 2010 22:00
Grande é este mistério (sacramentum). Eu digo-o em relação a Cristo e à Igreja. diz S. Paulo.
A "matéria", é o gesto da união dos esposos, em contexto matrimonial, penso eu de que!
Concede, Senhor, que eu bem saiba se é mais importante invocar-te e louvar-te, ou se devo antes conhecer-te, para depois te invocar. Mas alguém te invocará antes de te conhecer? Porque, te ignorando, facilmente estará em perigo de invocar outrem. Porque, porventura, deves antes ser invocado para depois ser conhecido? Mas como invocarão aquele em que não crêem? Ou como haverão de crer que alguém lhos pregue? Com certeza, louvarão ao Senhor os que o buscam, porque os que o buscam o encontram e os que o encontram hão de louvá-lo (S. Agostinho, Confissões)
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 22 22UTC April 22UTC 2010 18:06
Há uma música portuguesa de um jovem ateu de que gosto bastante. Nessa música, ele questiona Deus, interroga Deus com um conjunto muito diversificado de perguntas. A letra é bem interessante e não é que nenhum de nós não tenha já feito interrogações semelhantes. Por isso mesmo digo que, por vezes, penso que alguns ateus estão mais próximos de Deus que certos católicos que não são coerentes com a sua fé. Porque o ateu procura respostas e não descansa até as encontrar. E, geralmente, quando as encontra, é muito coerente com o que decide seguir, ao contrário dos católicos. A determinada altura da música ele diz: “No livro que escreveste, cada um só lê o que lhe convém”. Que grande verdade esta!
Tiram-se passagens bíblicas do contexto, usa-se descaradamente e com a maior desfaçatez a Escritura para legitimar o que é contrário ao magistério, enfim.
Caro Rui,
Antes de mais gostaria de esclarecer que em nenhum momento tive a intenção de lhe chamar herege ou liberal. Apenas disse que a sua tese é herética, o seu argumento é liberal. Não passei para considerações sobre o interlocutor. De resto não tenho nenhum direito a fazê-lo. Mas o que defende é sim contrário ao que a Igreja ensina. Portanto, se dei a impressão de chamar-lhe algo indevidamente, peço humildemente desculpas. É difícil não se passar das ideias às pessoas, mas não era essa a minha intenção em relação a si, pelo menos.
Não me vou alongar muito neste tópico, até porque não disponho de tempo nenhum para isso e já começo a arrepender-me de escrever tanto aqui. O que penso da tese do fim do amor, logo fim do sacramento, já o disse na mensagem anterior. Ninguém me soube até agora explicar:
O que é o amor;
O que significa amar;
Como se ama de verdade;
Quantas vezes se pode amar na vida, logo quantas vezes pode o sacramento perder a eficácia;
Se não há amor não há sacramento?;
Os casamentos feitos sem amor não foram válidos?;
Se o sacramento perde a eficácia da primeira vez, por que motivo não perderá da segunda ou da terceira, se morrer o pseudo-amor?;
Andamos a brincar com os santos sacramentos?.
Não sabia que os ortodoxos defendiam essa estupidez, confesso a minha ignorância no assunto. Pensava que isso fosse tese liberal e progressista. O que sei é que, agora, a minha consideração pelos ortodoxos diminuiu drasticamente, desceram mil pontos na minha consideração. Sempre os vi como cismáticos, mas com dificuldade os via como hereges. Agora já vejo!
Portanto, para ser bem clara e directa, com a Igreja que defende algo radicalmente diferente disso, a mim não me convence: nem muito, nem pouco, nem nada. Além de ser doutrina herética, não tem qualquer consistência. Ainda ninguém soube explicar com exactidão o que é o amor e quantas vezes se pode amar, para que saibamos todos quantas vezes havia o sacramento que ser repetido. Não tem lógica nenhuma!
Quanto à frase dos fariseus:
Se essa acusação a que alegadamente não temos resposta nos for dirigida por uma pessoa nessas circunstâncias particularmente difíceis, devemos desconsiderar e tentar ajudar a pessoa em questão a integrar-se ou a reintegrar-se. Agora se for dirigida por outra pessoa qualquer, podemos sempre responder também com a Bíblia, nomeadamente:
Evangelho segundo S. Mateus 16,24-28.
Jesus disse, então, aos discípulos: «Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas, quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida? Ou que poderá dar o homem em troca da sua vida? Porque o Filho do Homem há-de vir na glória do seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um conforme o seu procedimento.
Tome cada um a sua cruz, porque a cruz é o caminho de Cristo. Devemos procurar a felicidade neste mundo, quando puder ser. Quando por razões tristes não puder, deve aceitar cada um a sua cruz. A santidade não se constrói com mares de rosas.
Depois, essa frase aplica-se mesmo a fariseus! Não às autoridades eclesiásticas nem aos católicos que se esforçam pela sua própria santificação. A sensação com que se fica ao ler-se isso é que, quem impõe as leis, age de modo contrário ao que manda fazer aos outros, o que não ocorre neste caso, logo essa tal acusação que nos poderiam fazer – conheço muita gente e nunca ninguém me fez tal objecção – carece de legitimidade.
Concordo que não tem havido acompanhamento pastoral real para estas pessoas, mas não sei o que é acompanhamento teológico. Não faço a mínima ideia do que seja acompanhar teologicamente esta situação. Pastoralmente podia fazer-se muito e não se faz; mas acompanhamento teológico realmente não sei do que se trata.
Para finalizar...
(“...desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem o seu pai e a sua mãe e unir-se-á à sua mulher. E serão os dois uma só carne e, assim, já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, não o separe o homem. E em casa tornaram os discípulos a interrogá-lo acerca disso mesmo. E ele disse-lhes: Qualquer que repudiar a sua mulher e casar com outra adultera contra ela. E, se a mulher deixar o seu marido e casar com outro, adultera. (Marcos 10:1-12)
Qualquer que deixa a sua mulher e casa com outra adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido adultera também. (Lucas 16:18)
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: sol (IP registado)
Data: 23 23UTC April 23UTC 2010 01:55
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 23 23UTC April 23UTC 2010 10:21
Olá Sol,
Não julguei ninguém. Não sei se tens conhecimento, mas quem julga cismáticos aos ortodoxos é a Santa Igreja Romana. O que eu disse foi que, além de cismáticos, talvez possam ser também hereges. Há quem replique que não, porque o cisma foi antes da proclamação de certos dogmas, logo isto implicaria em que não são hereges, já que aceitam como verdades de fé todas as propostas pela Igreja até ao cisma. Então, seriam apenas cismáticos, não hereges.
Mas, com esta concepção equivocadíssima do matrimónio – que é assunto seríssimo – fiquei com dúvidas se não serão também hereges. Em todo o caso, não o afirmei peremptoriamente, apenas fiz o que vocês todos aqui fazem: dei uma opinião!
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: isat (IP registado)
Data: 23 23UTC April 23UTC 2010 10:35
Alef,
obrigada pela partilha dos artigos...
Fala-se muito mas infelizmente nao se fala na dor e no sofrimento das pessoas que se veem envolvidas nestas situaçoes... fui eu que criei este topico, nao sei se se lembram da minha historia... continuo a viver no pecado, pois o meu namorado é divorciado... Quando vou à missa, no momento da comunhao, as lagrimas caiem me pela cara abaixo... as pessoas olham para mim sem entender... todas dizem para comungar... mas nao sinto aopio da Igreja em si. E sim, tenho me afastado da Igreja, agora ja nao me considero catolica praticante, catolica sim, sempre, a minha fé em Deus continua inabalavel...
Saudaçoes!
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