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F : Geral
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 25 25UTC April 25UTC 2010 21:28
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 25 25UTC April 25UTC 2010 21:46
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 09:53
Mil vezes fundamentalista como foram os santos do que herege!
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Rui Vieira (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 13:46
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Rui Vieira (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 14:35
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 14:50
Rui,
O senhor é pura e simplesmente a pessoa mais desonesta e mais incorrecta deste fórum. Pronto, fui frontal. Não era isso que desejava?
Já me viu na FSSPX? Perguntou-me o que penso da FSSPX?
Lembrando que, segundo a sua lógica, a FSSPX é cismática, mas não é herética. Já o Rui, com a sua noção do amor e do sacramento do matrimónio...
E não deseja obedecer ao que o magistério – até o pós-conciliar – tão bem ensina sobre o celibato dos padres...
Rui, eu não me baseio em opiniões pessoais como o senhor. Se contradigo algum – não todo – o magistério conciliar – e já lhe propus um debate sério e o Rui continua a preferir a desonestidade -, será porque contradiz de modo frontal e explícito o magistério anterior.
Claro, o Papa fala em hermenêutica da continuidade. Quando o meu supremo pastor, Sua Santidade o Papa Bento XVI, me conseguir provar que os dois magistérios não se contradizem, sou a primeiríssima da frente a dobrar os joelhos ao Vaticano II!
Mas não, o Papa até criou um instituto – eu conheço pessoalmente o fundador e sei de muita, muita coisa – para que tal instituto o ajudasse a corrigir a letra conciliar. E agora?
Até há teólogos amigos do Papa que escrevem livros... contra o magistério conciliar. E agora?
Já lhe disse: quer discutir o Vaticano II? Façamos isso de modo sério e honesto, num debate com cabeça, tronco e membros.
Já agora, não estamos, Rui, nos tempos do motu Proprio Ecclesia Dei. As autoridades de Roma já disseram muitíssimas vezes que a Fraternidade de São Pio X não está em situação de cisma.
Vou terminar com uma citação sua. O Rui diz:
vale a pena recordar que S. Inácio fala em regras para a sua companhia, em não em regras para toda a Igreja.
Não fiz voto de obediência Jesuita!
Ahahahahah! Eu não disse nada!
Já se viu ao espelho? O senhor acha que tem alguma importância para mim para se ver retratado nas minhas mensagens? Por que é que se meteu onde não era chamado? Que eu saiba, e até segunda ordem quem sabe dessas coisas serei eu, não me lembro de o ter citado! A conversa era com o Firefox, a propósito de uma outra proposição inaciana que o Firefox deixou aqui. Como ele citou Santo Inácio, eu aproveitei a oportunidade e fiz o mesmo!
Continue a bater na tecla do Vaticano II que eu continuo a não lhe responder. Não respondo a pessoas desonestas. A minha alegada desobediência ao magistério não justifica a sua! Não precisa de me seguir o mau exemplo, isso é idolatria! lol
Se puder fingir que não existo, tanto melhor para mim. Passe bem!
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Rui Vieira (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 15:20
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Rui Vieira (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 15:30
Há, esqueci-me!
Não posso fazer de conta que não existes, pelo simples facto de ser imperioso questionar a compreensão de Tradição e de magistério inerente ao teu pensamento, claramente insuficiente!
Seja como for, efectivamente o que conheço é pelos textos, não em ti mesma.
Mas se desejas assim tanto que eu faça de conta que não existes... tens sempre a opção de não leres as minhas respostas; até tens mais opções: se não sabes lidar com critica, deverias pensar bem se este lugar é para ti. Assim poupas os outros aos teus insultos baratos, com esse pseudo-puritanismo carregado do cheiro de naftalina da sacristia!
Concede, Senhor, que eu bem saiba se é mais importante invocar-te e louvar-te, ou se devo antes conhecer-te, para depois te invocar. Mas alguém te invocará antes de te conhecer? Porque, te ignorando, facilmente estará em perigo de invocar outrem. Porque, porventura, deves antes ser invocado para depois ser conhecido? Mas como invocarão aquele em que não crêem? Ou como haverão de crer que alguém lhos pregue? Com certeza, louvarão ao Senhor os que o buscam, porque os que o buscam o encontram e os que o encontram hão de louvá-lo (S. Agostinho, Confissões)
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 15:56
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 16:24
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 16:30
Eu e o Papa defendemos a continuidade, o Rui defende a legitimidade da descontinuidade. Como vê, partimos de pressupostos diferentes!
Enquanto eu e o Santo Padre partimos de pressupostos comuns mas chegamos a conclusões diferentes – por enquanto -, o Rui parte de pressupostos diferentes dos nossos, a saber: que o magistério actual tem toda a legitimidade para ser descontínuo com o anterior. Cfr. Questão da liberdade religiosa.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: vitor* (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 16:55
Desculpem mas acho esta treta do tradicionalismo vs progressismo uma valente chochada. E se me ocorressem outras palavras, mais outras diria, mas assim fico-me por aqui.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Lena (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 17:02
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 17:11
Lena,
Vai ao tópico do celibato e lê com atenção o que o Rui diz sobre a liberdade religiosa. Ele admite, em tese, que um magistério de novidades possa contradizer – ou seja colocar-se em situação de descontinuidade – com o magistério anterior.
OU seja, o Rui parte do pressuposto da descontinuidade, que magistério ordinário pode ser descontínuo com outro magistério ordinário anterior.
Eu e o Santo Padre pensamos de modo diferente, embora cheguemos a conclusões igualmente diferentes. Partimos do mesmo pressuposto mas chegamos a conclusões distintas; já o Rui parte de um pressuposto diferente e já dai, o debate fica viciado.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 17:18
Corrigindo a última frase da mensagem anterior, que ficou horrível!
Já eu e o Santo Padre partimos do mesmo pressuposto básico, do mesmo princípio basilar – que o magistério não pode contradizer-se – para depois tirarmos conclusões diferentes dessa premissa em comum. Mas o Rui não parte desta premissa, pelo que o debate, já daí, fica viciado.
Não li a mensagem da Cassima, a que fazes referência. Foi apagada?
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Lena (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 17:20
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 17:21
Ah, já vi, desculpem. Sim, Já tinha visto, desculpem.
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 17:36
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Lena (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 17:56
Re: O divórcio na Igreja Católica
Escrito por: Miriam (IP registado)
Data: 26 26UTC April 26UTC 2010 18:10
Cassima,
Não sei se sabes mas a expressão que utilizei – e que, se causar muita confusão, posso retirar – era aplicada a Santa Joana D’Arc.
Claro que Ratizinger foi, e ainda é, martelo de hereges Basta constatar que, quando prefeito da CDF, condenou mais de 200 teólogos. Querem maior martelar do que este?
Dá-lhe Santo Padre!
Lena,
Com todo o respeito, quando defendemos uma coisa ou alguém, defendemos com base na razão, na racionalidade, e não nos afectos. Há pessoas de quem gosto muito, muito; e, possivelmente, sou muito mais cruel com essas do que com as outras.
Tu consideras mesmo, de verdade, que pessoas que defendem questões fracturantes – alguém me disse isto aqui neste fórum! – não é relativista? Quer dizer então que pessoas que:
Defendem o fim do celibato; o divórcio e os recasados; a contracepção artificial; a ordenação de mulheres; a ordenação de homens casados; e outras coisas, são pessoas fiéis e obedientes ao magistério? Não são relativistas como? Como não são? Claro que são!
Então eu sou fundamentalista porque defendo o magistério da Igreja tal como os santos – coisa que não sou em absoluto - defenderam, e quem defende questões fracturantes não é relativista? Ora essa! Acho que o Papa não pensa desse modo!
Enfim, isto é completamente absurdo. Realmente só serve para nos indispormos uns com os outros. Não há o mínimo dos mínimos de pressupostos em comum. Quem defende o magistério é fundamentalista, quem desobedece frontalmente ao magistério não é relativista.
E nos dias 11 a 14 são os dias da hipocrisia em Portugal.
A quadratura do círculo, agora os ateus também discutem o magistério ordinário da Igreja. Bem, a culpa é minha que não tinha nada que vir para cá.
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