Parece-me claro que se trata de uma pessoa perturbada.
Mas se fosse um conservador o que não seria.
Lembro-me que houve uma vez um "padre" pertubado que aliás foi preso e veio a constatar que era doente mental que se aproximou do Papa com uma faca para o matar e o que não foi.
Já era a Fraternidade de Pio X que queria matar o Papa. Era o Lefevre que tinha mandado. Enfim há pertubações e pertubações.
O Srº Patriarca pretende analisar em Setembro a possibilidade de instituir em Lisboa uma "paróquia pessoal", onde se celebrará exclusivamente a Missa Tridentina.
A justificação é que mais vale reunir os pequenos grupos todos num e encontrar uma Igreja em Lisboa afecta ao Rito Tridentino e um Padre disponível do que estar a repretir experiencias isoladas em várias u807237599_gaioqor de Lisboa com grupos muito pequenos.
Na realidade o ex Pe. Pinto, não era coisíssima nenhuma perturbado, uma de suas atividades era fazer exposições de quadros que o mesmo pintava, quandros de péssimo gosto. Além de serem um modo para exteriorizar o que ele se tornou hoje, um pai de santo gay e blasfemo.
Se ele realmente tinha problemas que fosse afastado e que se tratasse, nada de anormal até aí. O problema é que ele não é doente mental e sabia muitíssimo bem o que fazia. Daí a incoerência do bispo em permitir abusos e mais abusos deste ex-padre e proibir que se fosse rezada a missa tridentina...
Graças a Deus os fiéis na Bahia não precisarão está a mercê deste tipo de "coerência e sensatez".
O Pe. Pinto foi afastado e já foi tarde, o bispo tb falhou nessa história, mas sobre a missa tridentina ser rezada na Bahia até eu fiquei curioso. Vamos ver se acontecerá e depois veremos.
Regressado de férias, aproveito este tópico para esclarecer uma questão que estava levantada noutro local sobre o papel dos Bispos. Aliás, não esclareço eu, cito apenas a carta que o Papa enviou aos Bispos de todo o mundo:
"As novas normas não diminuem de modo algum a vossa autoridade e responsabilidade sobre a liturgia nem sobre a pastoral dos vossos fiéis. Com efeito, cada Bispo é o moderador da liturgia na própria diocese (cf. Sacrosanctum Concilium, n.º 22: «Sacræ Liturgiæ moderatio ab Ecclesiæ auctoritate unice pendet quæ quidem est apud Apostolicam Sedem et, ad normam iuris, apud Episcopum»).
Por conseguinte, nada se tira à autoridade do Bispo, cuja tarefa, em todo o caso, continuará a ser a de vigiar para que tudo se desenrole em paz e serenidade. Se por hipótese surgisse qualquer problema que o pároco não pudesse resolver, sempre poderia o Ordinário local intervir, mas em plena harmonia com quanto estabelecido pelas novas normas do Motu Propio".
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