Primeira Conclusão:
A Igreja não considera eutanásia o caso de uma pessoa com uma doença terminal, que, não o podendo fazer, pede para a matarem por a vida lhe ser insuportável, uma vez que tem dores insuportáveis, as quais não são aplacáveis por métodos paliativos, sendo lícito desligar as máquinas que mantêm artificialmente a sua vida.
E se a pessoa não puder expressar a sua vontade, estando incapaz de o fazer? É lícito alguém tomar essa decisão por ela?
João (JMA)
Editado 1 vezes. Última edição em 28/06/2007 09:45 por JMA.
Esclareça-se que a questão é colocada sempre tendo em conta os considerandos anteriores, com a única alteração da impossibilidade de expressão da vontade própria.
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