Qual casa arrumada??? Francamente não noto muito: noto uma tentativa de imposição, a penalização de muitos, mas depois, em termos concrtos, ultrapssando a punição pessoal ou as debitações doutrinárias, noto um falhanço em termos práticos, em imensos campos, do moral ao eclesiológico. Não que eu critique o falhanço: até o acho muito positivo. Critico muito mais a tentativa de amordaçamento.
rmcf, para o que a quase totalidade dos "amordaçados" dizem mais valia mesmo estarem calados. É a minha opinião. Podem dizer o que quiserem não me parece que devam ter o direito a apresentar os seus devaneios como conformes à doutrina católica e com a aceitação da igreja catolica.
Pois ficam, isso é inegavel.
os media dão mais audiencia a um teologo contestatario que a 100 não contestatarios mas ao menos que fique claro que aquilo que ele diz não é considerado compativel com a doutrina cristã.
Sobretudo quando os "contestados" e "amordaçados" representam o sentir da Igreja...ou a realidade.
Aconteceu com Galileu e com Joana dÁrc...
Afinal o que disserem era compatível...
Concordo perfeitamente que para existir uma proclamação "ex cathedra" se torna necessário que tal sentido seja expresso.
Sem isso não existe necessidade de mais considerações para determinar que não se trata de uma proclamação "ex cathedra".
Para além de outras razões, essa é uma razão pela qual apenas existem aquelas doze proclamações.
Mas existem outras condições de validade de tal proclamação, já explicadas nos textos postados pelo Alef e pelo Firefox.
Não me parecem tais textos claros relatimente a dois aspectos essenciais e interligados (de forma que na realidade se auto-implicam):
- a proclamação tem de ser feita em comunhão com os bispos do mundo inteiro;
- o povo cristão tem de receber a proclamação como verdadeira.
Como se pode verificar foi o que aconteceu nos doze casos acima.
Tal requisito duplo, ou de duas faces, - para além de outros - falta obviamente quer na Humanae Vitae, quer na Ordinatio Sacerdotalis.
Essa acima foi a opinião do médico, e pastor evangélico, Fernando Saraví. Seria interessante alguém trazer também a opinião do Dalai Lama para completar a análise dos especialistas em concílios da igreja católica.
PS: E persiste a fantasia da interpretação maximalista!
Segundo ouvi não o é. Está proclamada num texto que pretende ser dogmatico mas a ideia central desse texto é afirmar que Deus tudo fez de bom, assim sendo os demonios seriam maus não porque Deus os tivesse criado maus mas sim porque livremente optaram pelo mal.
Parece um bom exemplo da necessidade de contextualizar as proclamações dogmaticas. Nesta proclamação a existencia é proclamada mas não é essa a ideia da proclamação dogmatica, a ideia é afirmar que Deus tudo fez bom e para o bem. A existencia dos anjos aparece circunstancialmente nessa proclamação.
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