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Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: s7v7n (IP registado)
Data: 07 07UTC June 07UTC 2007 11:34


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 07 07UTC June 07UTC 2007 14:49

Tua fé te salva - 06/06/2007 - 08:58

*Pe. Jonas Abib

Influenciado por falsas doutrinas, Pe. Pedro de Braga, da República de Tcheca, começou a ter dúvidas sobre a presença real de Jesus na Eucaristia. Não por sua culpa, mas devido às doutrinas que foram tomando conta da cidade. Apesar de estar sendo influenciado, como era um bom padre, ele fez o propósito de ir até Roma para buscar a verdadeira fé.

Cumpriu a peregrinação para reavivar sua fé na Igreja. Embora tendo dúvidas, ele celebrava todos os dias. Certo dia, enquanto celebrava, antes de dizer as palavras da consagração, Pe. Pedro levantou a hóstia e sentiu escorrer algo quente em suas mãos. Era sangue vindo da hóstia; um sinal de Deus para ele. O sangue foi escorrendo no altar sobre o corporal, até chegar ao mármore. Ainda hoje se encontram marcas de sangue sobre o mármore. E a hóstia toda cheia de sangue está guardada.

Em seguida a esse episódio, uma religiosa havia pedido ao Papa para celebrar a Festa da Eucaristia, e ele pediu a Deus um sinal para saber se era Deus que queria essa festa ou se era uma manifestação humana. Quando o Papa ouviu dizer o que havia acontecido, foi ao encontro do milagre. Ao ver a hóstia cheia de sangue, se ajoelhou e disse: Corpus Christi. Pegou as hóstias e os objetos e levou para a cidade, tomando todo o fato como sinal de Deus.

Ele colocou o corporal com Jesus – ainda cheios de sangue – no hostensório e andou pelas ruas. Com a passagem de Jesus, todos enfeitaram suas ruas, e é por isso que até hoje essa festa vem se repetindo, em nome de Cristo Rei.

É Jesus salvador que vem até nós para curar nossas chagas. No evangelho, vemos aquela mulher que tinha um fluxo de sangue crônico. Como sua saúde estava deficitária, essa mulher sofreu e gastou todo o dinheiro sem nada conseguir. Foi difícil para ela chegar até Jesus, pois ela O considerava santo. Então, se dirigiu às costas do Mestre e tocou na barra de seu manto. Jesus sentiu que uma força curadora havia saído dEle.

Talvez você se sinta como essa mulher impura, com medo de chegar até Jesus. Mas, Ele sabe de tudo. Ele tudo vê. Talvez você se sinta hoje uma pessoa destruída, não por você, mas por alguém. Talvez você se sinta como um “cachorrinho”. Mas, até mesmo um cachorro procura a presença de seu dono.

Jesus está dizendo: “Tenha fé, confiança. Mesmo que você esteja se achando indigno, você veio e sua fé te salvou”. Deus vai reconstruir sua vida. Ponha sua vida inteira aos pés de Jesus. Você se encontrou com o Sangue de Jesus, que pode te salvar.

É Jesus que desce da cruz e levanta você, dizendo: “Tenha confiança, meu filho. Tua fé te salvou. Não caias mais”.



*Pe. Jonas Abib é fundador da Comunidade Canção Nova e presidente da Fundação João Paulo II




www.catolicanet.com.br

Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 08 08UTC June 08UTC 2007 15:56

"Correio de amigos"
***


CATECISMO
DA IGREJA CATÓLICA ! (122)
***

A EUCARISTIA PRESENÇA REAL !...

Diz o Catecismo da Igreja Católica :

1374 . - O modo da presença de Cristo sob as espécies eucarísticas é único. Ele eleva a Eucaristia acima de todos os sacramentos e faz dela "como que a perfeição da vida espiritual e o fim para que tendem todos os sacramentos"(S.Tomás de Aq. Summa Theol.3,73,3). No Santíssimo Sacramento da Eucaristia estão "contidos, verdadeira, real e substancialmente, o Corpo e o Sangue, conjuntamente com a Alma e a Divindade de nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo total"(Conc.Trento : DS 1651). Esta presença chama-se "real", não a título exclusivo como se as outras presenças não fossem "reais", mas por antonomásia, porque é substancial, quer dizer, por ela está presente Cristo completo, Deus e homem"(MF 39).

A Solenidade do Corpo de Deus é a Festa da Presença Real que nos convida a uma acto de Fé na presença de Cristo em Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Hóstia Consagrada e a um acto de adoração e de Amor...

Por Presença Real entende-se que na Hóstia Consagrada Cristo está Realmente Presente, Cristo está totalmente presente, isto é, com o Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade, por efeito da Transubstanciação.

O Concilio de Trento declarou :

- Porque Cristo, nosso Redentor, disse que o que Ele oferecia sob a espécie do pão era verdadeiramente o seu Corpo, sempre na Igreja se teve esta convicção de que o Sagrado Concílio de novo declara : pela consagração do pão e do vinho opera-se a conversão de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor, e de toda a substância do vinho na do Sangue ; e a esta mudança, a Igreja Católica chama-lhe, com justeza e exactidão, Transubstanciação. (DS 1642).(cf. CIC 1373).

E a Igreja permanece fiel a esta doutrina de que dá o melhor testemunho o Catecismo da Igreja Católica :

1373. - «Jesus Cristo que morreu(...) que ressuscitou (...) que está à direita de Deus (...) que intercede por nós (Rom,8,34) está presente na sua Igreja de muitos mudos: - na sua Palavra, na oração da sua Igreja, "onde dois ou três estão reunidos em Meu nome"(Mt. 18,20), nos pobres, nos doentes, nos prisioneiros (Mt. 25,31-46), nos seus sacramentos, dos quais é o autor, no sacrifício da Missa e na pessoa do ministro. Mas "está presente sobretudo sob as espécies eucarísticas". (SC 7).

Mas esta presença de Cristo, esta Presença Real, é muito especial, uma vez que Cristo se oculta sob as espécies do pão e do vinho.

É pelo efeito da Palavra de Deus e da acção do Espírito Santo, que Cristo se torna presente sob as espécies do pão e do vinho, e é pela Palavra de Deus que os Santos Padres sempre afirmaram a Presença Real, de que o Catecismo da Igreja Católica continua a dar conta :

1375. - É pela conversão do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Cristo que Ele Se torna presente neste Sacramento. Os Padres da Igreja proclamaram com firmeza a fé da mesma Igreja na eficácia da Palavra de Cristo e da acção do Espírito Santo, para operar esta conversão :

Não é o homem que faz com que as coisas oferecidas se tornem Corpo e Sangue de Cristo, mas o próprio Cristo, que foi crucificado por nós. O sacerdote, figura de Cristo, pronuncia estas palavras, mas a sua eficácia e a graça são de Deus. Isto é o Meu Corpo, diz ele. Esta palavra transforma as coisas oferecidas. (Prod.Jud.1,6).

Pela sua Presença Real, Cristo está presente na hóstia consagrada, desde o momento da consagração até que as espécies eucarísticas subsistem.

Cristo está presente todo em cada uma das espécies e todo em cada uma das suas partes, de maneira que a fracção do pão não divide Cristo. (cf.CIC 1377).

Deste modo, quem comungar só o pão ou só o vinho, recebe o Cristo total, por concomitância.

A Presença Real, quer durante a celebração da Missa desde a consagração até à comunhão, quer na sagrada Reserva do Sacrário, exige da parte dos fiéis o maior respeito nas suas atitudes pessoais e também na maneira de se apresentarem na Igreja em que Cristo está presente no Sacrário.

Cristo quis ficar presente no meio de nós de maneira admirável, pelo Seu amor por nós e para que nós sentíssemos o Seu amor constante e Lhe manifestássemos também o nosso amor.

A Igreja ensina que o pão e o vinho se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo pela intervenção do Espírito Santo no acto da Consagração da Missa.

A Igreja reconhece que este é um processo único, parte de um mistério que só se pode compreender e aceitar pela fé e nunca se pode explicar por palavras.

O milagre da Eucaristia, a que se chamou «Transubstanciação» no Concílio de Trento, envolve o manter as aparências exteriores do pão e do vinho, mas a verdadeira substância é do Corpo e Sangue de Cristo.

Isto não é fácil de explicar e de acreditar, mas as várias manifestações de milagres eucarísticos no mundo, ajudam a compreender e a aceitar.

Quando a crença na Presença Real não existe ou é fraca, Comungar não passa de uma simples cerimónia simbólica, e, nesse caso, as pessoas nem sentem que devem estar sem pecado grave para comungar.

É o que significa e se revela numa abundante comunhão sem a devida preparação.

«Obviamente, um cepticismo a respeito da Presença Real, contribui para um abuso, porque se comunga na convicção de um mero simbolismo que não requer o estado de graça».

Se houvesse a consciência e o respeito pela Grandeza da Eucaristia, isso levaria as pessoas a recebê-la em estado de graça ou a abster-se dela quando têm a consciência de pecado grave.

Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Alessandro (IP registado)
Data: 09 09UTC June 09UTC 2007 17:26


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Alessandro (IP registado)
Data: 09 09UTC June 09UTC 2007 17:27


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Alessandro (IP registado)
Data: 09 09UTC June 09UTC 2007 17:27


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 10 10UTC June 10UTC 2007 20:55


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Alessandro (IP registado)
Data: 10 10UTC June 10UTC 2007 23:21


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: s7v7n (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 00:42


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Albino O M Soares (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 09:07

Quando Jesus instituiu a Eucaristia, gerou o seu próprio bilhete de identidade. Ele se define como pão para ser repartido (pão= símbolo de todas as bençãos) e festa, simbolizada no vinho, para ser vivida por toda a Humanidade.
Para mim é muito significativo que não tenha dito: isto sou eu.
É que o material mais nobre da Eucaristia são as pessoas que nela participam e sem as quais a Eucaristia não tem sentido.

*=?.0

Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: cristina dinis saraiva (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 09:16

Mas que Post Firefox !!!

Não se percebe porque incomoda tanto a declaração evidente para todos os catolicos da presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo através das palavras que estão no catecismo.

Não se percebe essa obcessão pela utilização do lexico simbolico em vez das expressões que constam do catecismo da Igreja Católica.

É obvio que, independentemente de acepções que possam ter tido no passado, a expressão "simbolico" é passível de grandes confusões para os crentes.

Mas alguém quer confusão de conceitos em vez de clareza?

Cristina

Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 12:27


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 12:31


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 12:53


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: s7v7n (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 15:23


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 15:48


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Alef (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 16:09


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: s7v7n (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 16:13


Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 16:16

Sobre a comunhão na missa, acho que o cardeal Kasper foi muito feliz em associar a "preparação necessária" com o "amém". Sei que muitos luteranos têm uma compreensão da presença real de Cristo na eucaristia até melhor do que muitos católicos, e talvez isso escandalize alguns católicos que se sintam mais santos do que o resto da humanidade apenas por repetirem algumas respostas decoradas, mas é a pura verdade.

Entendo que o essencial está ainda no Credo, que isso basta como sinal de que caminhamos sob a mesma luz e partilhamos da mesma esperança. O Credo é o primeiro símbolo de pertença à igreja de Cristo, e não acredito que nenhum cristão se oporia ao Credo, se esse for bem entendido.

No que tange à comunhão, entretanto, esse símbolo não parece suficiente. (Por que? Pelos nossos pecados!) O pão é outro símbolo. O comungar do mesmo pão implica na aceitação de pertença a um mesmo corpo, implica, de certa forma, na aceitação de partilha do mesmo destino. Quem diz "amém" na oração da mesa dá testemunho da mesma esperança, aceita como irmãos os que se alimentam do mesmo pão, pq se tornam um mesmo corpo. Acho que um luterano que quisesse comungar com os católicos não precisaria invocar nenhum santo, pq teria que fazê-lo? mas não deveria se escandalizar com as orações dos católicos. O "amém" dá testemunho que aceita partilhar daquele corpo, dos seus sonhos, da sua esperança, da fé no mesmo Senhor, até do mesmo destino, como irmãos. Tb implica, como disse o cardeal Kasper, na aceitação da presença real de Cristo no pão. Tudo isso vem junto.

Alguns luteranos já seriam capazes, mas há ainda o problema adicional do coração duro de certos católicos... O jeito é dar mais tempo ao tempo, e confiar no vento do Espírito, capaz de esculpir até a pedra.

Re: A Presença de Cristo na Eucaristia
Escrito por: Cassima (IP registado)
Data: 11 11UTC June 11UTC 2007 16:17

Alef, aquele bloco de texto teu que eu citei, para mim explica tudo lindamente. :)


Oh s7v7n, cruz credo! :))

Cassima

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