Ora, Ora, fui ali e voltei e todos estão como que "tradicionalistas" aqui????
Tilleul, que lhe parece abrir um tópico com suas dúvidas sobre os dogmas citados?
tenho negócios a tratar, enquanto todos se acalmam e perdem este "tique tradicionalista", e decidem se fazem ou não a kenosis da Igreja, vou e volto já.
Alef, não perca de vista o tópico da descontinuidade, voltamos nele...
Editado 1 vezes. Última edição em 17/05/2007 16:02 por Alessandro.
Concretamente sobre aquilo que chamas "excessivo peso da Igreja", um antigo Cardeal numa das suas últimas entrevistas falou num excesso de centralização da Igreja. Penso que utilizou uma expressão do teor de "excessiva romanização".
Não tinha pensado que a minha mensagem anterior fosse uma repreensão, mas é bem possível que a tenhas recebido como tal. Não tenho qualquer gosto em repreender-te. O mais importante é que se mantenha um diálogo leal e sem «faits divers» que «atrapalhem» a normal troca de opiniões.
De qualquer forma, repreensão e agressividade não são idênticos. O que escrevi pode ser visto como uma repreensão, mas ver ali a agressividade que eu critico nos Tradicionalistas parece-me um muito forçado.
Ainda em relação aos idiotas, eu não tinha qualquer elemento que me garantisse que nos teus critérios estava em situação de excepcionalidade de não ser idiota. Dirigiste o texto para todos, como te fiz notar. De qualquer forma, eu não respondi ao texto por pensar que seja mais ou menos idiota. Nem sequer considerei que o texto me atingia ou que tinha algum valor de resposta em relação ao que tenho escrito por cá. Se sou idiota ou não, é uma questão que não me preocupa minimamente. Não considero que o autor do texto ou quem o publicou aqui sejam possuidores do critério infalível de discernimento entre a idiotice e a inteligência. De resto, tanto idiota pode ser aquele que é rotulado de idiota como aquele que rotula. As pessoas inteligente não costumam rotular as outras de idiotas.
O que espero sinceramente é que deixes de publicar mensagens deste tipo, que nada mais tentam do que desqualificar o interlocutor.
Não vou insistir mais nisto. Se Ratzinger pensasse que a «Gaudium et Spes» (GS)fosse taxativamente um «anti-Syllabus», di-lo-ia claramente. Não diz tal coisa.
A tua particular hermenêutica força o sentido o texto.
Portanto, é falsa a afirmação de que Ratzinger diz que a GS é o anti-Syllabus. Não o diz. Se o dissesse, estaria a dizer que a GS constituiria uma descontinuidade e então, como já disse, Bento XVI estaria a condenar Ratzinger.
Isto é o que eu entendo; não há qualquer dificuldade. Entendo também que tanto tu como o Fedeli -- e outros que usam mal essas traduções -- se equivocam e colocam Ratzinger numa linha de hermenêutica de descontinuidade.
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