F
paroquias.org

  A participação no Fórum Paroquias.org está condicionada à aceitação das Regras de Funcionamento.
Inteligência Espiritual
F : Geral

 

Ir para tópico de discussão: AnteriorPróximo
Ir para: Lista de fórunsLista de mensagensNovo tópicoPesquisarEntrar
Página actual: 12 de 13
Re: Ser padre hoje
Escrito por: Manuel Pires (IP registado)
Data: 24 24UTC March 24UTC 2007 21:40


Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 25 25UTC March 25UTC 2007 00:53

O teu tio era Manuel Pires? Lindo nome:)

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 25 25UTC March 25UTC 2007 01:07

Caros cibernautas;

O padre José Alem está a dar cursos Online;

Eu nunca tive nenhum curso online, mas gostava de ter. Alguém quer participar? Ele tem vários cursos e podemos escolher o melhor que seja para todos nós!
Ele tem um curso : "Como se comunicar bem" eu gostava deste. Não sou capaz de falar em frente às pessoas, só a ler por papel:)


Rui??????


Queres participar neste curso? E os restantes do fórum querem? Escrevam para o meu privado. E se não quiserem aqui esta mensagem, podem retirar.
Eu conheço o padre Alem pessoalmente, já esteve aqui no Canadá em missão durante um mês!
Espero pelas vossas respostas.


Obrigada,

Rita*

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 26 26UTC March 26UTC 2007 17:13

Brasil tem a menor proporção de padres no mundo católico - 26/03/2007 - 10:35

Dados de 2006, do Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris), mostram que a proporção de padres no Brasil é a mais baixa do mundo entre os países católicos.
Enquanto no Brasil há 18 685 padres, uma média de um sacerdote para mais de 10 mil habitantes, na Itália existe um padre para cada mil habitantes. Assim sendo, o país lusófono precisaria de mais 200 mil padres para atingir a média italiana.

A proporção do Brasil fica atrás mesmo quando comparada com a de países que não são maioritariamente católicos como os EUA, onde existe um padre para cada 6 350 habitantes, e a Alemanha, com um padre para cada 4 500 habitantes.

Na América Latina, o problema enfrentado pelo Brasil torna-se evidente ao analisar os números. A Argentina tem um sacerdote para cada 6 800 habitantes, e a Colômbia, um para cada 5 600. A média do México, o segundo maior país católico do mundo, é a que mais se aproxima da do Brasil: um sacerdote para cada 9 700 habitantes.

Numa tentativa de enfrentar a situação das paróquias sem sacerdotes, impedidas de celebrar a Eucaristia, Bento XVI recomendou a renovação da pastoral vocacional e uma melhor distribuição do clero no mundo. A ideia de ordenar homens casados foi rejeitada, reafirmando o valor do celibato sacerdotal.


www.católicanet.com.br

Re: Ser padre hoje
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 26 26UTC March 26UTC 2007 19:37


Re: Ser padre hoje
Escrito por: Manuel Pires (IP registado)
Data: 27 27UTC March 27UTC 2007 11:29


Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 27 27UTC March 27UTC 2007 15:23

firefox


Achei estranho o artigo que coloquei pois aqui diziam que o brasil tinha muitos padres e ouvi isso da boca de um bispo.

Re: Ser padre hoje
Escrito por: firefox (IP registado)
Data: 27 27UTC March 27UTC 2007 16:13


Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 27 27UTC March 27UTC 2007 16:29

firefox


O Boff, falou nisso. Vai haver poucos padres, poque não os deixam casar. Eu até aí concordo com ele. Conheço padres que gostariam de casar e conheço jovens já formados que gostariam de ir para padres se eles casassem.
Foi o que o Boff diz e é verdade, no Vaticano só há padres velhos, como podem eles ter ideias novas? Tererá um velho vontade de fazer sexo? Eram essas palavras que ele queria dizer...até gostei de ouvir, embora muitos o criticam...

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Tilleul (IP registado)
Data: 27 27UTC March 27UTC 2007 18:59

Fantástico testemunho...

É aqui é que eu gostava de a contra-argumentação dos senhores do Balão Mágico Pireli.

Sonha-se em missas em Latim, em canto gregoriano... já dizia outro Pão e Circo.

Firefox,

Se puderes e quiseres podias partilhar um pouco da tua experiência?

Em comunhão

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 28 28UTC March 28UTC 2007 01:01

Grande escolha, missas em latim, alguns nem português compreendem quanto mais latim.


Qualquer dia começa greve contra o Papa. :)

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Manuel Pires (IP registado)
Data: 28 28UTC March 28UTC 2007 09:50


Re: Ser padre hoje
Escrito por: s7v7n (IP registado)
Data: 28 28UTC March 28UTC 2007 11:39


Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 07 07UTC April 07UTC 2007 20:59

Jesus Ressuscitou!

O Amor é mais forte que a morte... Nada nos pode vencer, porque o Senhor Ressuscitou! Verdadeiramente Ressuscitou!!! (Pe. Alex)

Feliz Páscoa!

Do vosso irmão em Cristo:

Pe. Alex, Brasil

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 19 19UTC April 19UTC 2007 16:59

Padre Zezinho canta em Brasília, dia 21 de abril

Padre Zezinho, 40 anos de vida sacerdotal

“Nunca assumi o adjetivo cantor. Cunhei a expressão: não sou padre porque canto: canto porque sou padre!"

de Jaime Carlos Patias

José Fernandes de Oliveira, ou padre Zezinho, scj, 65 anos, é o pioneiro da canção religiosa. Possui 117 álbuns gravados no Brasil e no exterior, totalizando mais de 1.600 canções, algumas com versões em cinco línguas. Como escritor, padre Zezinho publicou 84 livros e escreveu pelo menos 1,2 mil artigos em jornais e revistas. Calcula-se que tenha se apresentado em mais de dois mil shows e conferências, além de atuar em vários programas de rádio e televisão.

Como começou sua carreira de cantor e compositor?
Não houve projeto nem sonho. Quando estudava nos Estados Unidos em 1964, compus um Pai Nosso em inglês e, mais tarde, algumas canções em português que agradaram. Os jovens da paróquia-san­tuário São Judas Tadeu, no Jabaquara, em São Paulo, onde comecei meu ministério no Brasil, passaram a tocá-las, coreografá-las e cantá-las em missas e encontros. A gravadora das Paulinas ouviu falar. Irmã Maria Nogueira, a diretora, me convidou a gravar as canções que ouvira numa das missas, e o resto já se sabe. Passei a caminhar nessa direção. Deu-se o mesmo com o rádio, livros e televisão. Alguém me viu falando ou cantando, gostou e me convidou. Eu consultei meus superiores, aceitei e fui aprendendo. Nunca fiz mar­keting, nem procurei a mídia. A mídia me procurou e ainda procura.

Por que o título do primeiro LP “Estou pensando em Deus”?
Era uma das canções mais cantadas pelos jovens na paróquia. Achei que seria um bom começo. Continuo fazendo uma catequese que ajude a pensar. Canto mais para a cabeça do que para a emoção, embora algumas canções arranquem lágrimas. Quase 40 anos depois, continuo cantando “Sentado e pensativo” e “Eu penso em Jesus”. Um dos meus livros mais recentes se chama: “Cada vez que eu penso em Deus”. Para mim, crer supõe sentir, mas o bem-sentir depende do bem-pensar.

“Um certo Galileu” conta a vida e a missão de Jesus. Com qual objetivo o senhor escreveu essa canção?
Lembra o Jesus histórico e o Jesus da fé. Na mesma época, fiz outras canções que falavam de Jesus de Nazaré, o rabino assassinado e do Cristo de Deus, o Filho ressuscitado. Estudei Teologia nos Estados Unidos lendo Hans Küng, Tillich, Bultman, Barth e Rahner. Discutia-se muito sobre o Cristo histórico e o Cristo da fé. Fiz umas 20 canções mostrando os dois enfoques. “Um certo Galileu” foi a que mais caiu no agrado do povo e das mais diversas igrejas. É ecumênica!

O senhor sofreu censura ou represália durante a ditadura militar?
Dentro e fora da Igreja recebi ameaças e, por fim, ordem de prisão. Sou grato a dom Paulo Evaristo Arns e a dom Eugênio Salles, que me defenderam. Eu falara e cantara em Belo Horizonte num “Dia da Bíblia” em favor do voto, das eleições livres e da volta à democracia. Tive logo a seguir, cerca de 12 canções censuradas. A maioria delas, do musical “Oferenda”, declaradamente político e contra a ditadura, só foi publicada posteriormente quando a censura abrandou. Falava em favor do voto, dos índios e contra o latifúndio e a tortura. No auge das ameaças, fiquei um tempo na Espanha e na Itália. Mas não tocaram em mim. Frei Betto, sim, sofreu mais. Ele era muito mais da Libertação. Sempre o respeitei. Diz o que pensa! Padre Leão Dehon, fundador da Congregação Sagrado Coração de Jesus, da qual faço parte, foi um advogado e sociólogo ousado, defensor dos sindicatos de patrões e de trabalhadores, que também dizia o que pensava, mas propunha a busca do diálogo, por mais difícil que fosse. Eu também. Infelizmente, naqueles dias pedir diálogo e democracia soava como ser neutro. Respirava-se clima de confronto. Diálogo dói e eu sabia o que propunha, mas fui chamado em livro de um teólogo, a quem só tenho elogios, como “modernizante e não transformador”. Modernizantes não fazem história. A canção não é profecia maior. Escolhi ser profeta menor. Não foi por acaso que adotei o nome de padre Zezinho, scj. Sou uma daquelas velas pequenas perto de duzentos círios pascais.

O senhor defende a música que ajuda a pensar. Hoje temos mais de duas mil bandas católicas no país e muitos padres cantores. A sua atuação teve influência neles?
É o que me dizem. Mas não sei até onde isso é verdade. A maioria surgiu da vertente do louvor e eu segui a sociopolítica, do cotidiano da fé. Minhas canções são quase sempre calcadas na doutrina, nos documentos da Igreja, no catecismo. Eles privilegiam o louvor e o culto, o que também é necessário. Fujo da expressão “padre cantor”. É coisa da mídia, mas não da Igreja. No Antigo Testamento havia sacerdotes e levitas que cuidavam da Arca da Aliança (Js 3, 8-17, 4, 9-18), do sacrário e do altar. Também havia os que cuidavam da liturgia e do canto. Estes, sim, eram sacerdotes cantores. Mas na nossa Igreja não há esse tipo de ministério para o padre. Bispo nenhum ordenou um padre para cantar ou instituiu o ministério do leigo cantor. A Renovação Carismática usa esta expressão, mas cantar ainda não é um ministério oficial na Igreja. A meu ver não existe padre cantor, e sim padres que eventualmente cantam. É um serviço paralelo. Não é missão! Nesse sentido, sou um padre que leciona comunicação, compõe, faz arranjos musicais, forma cantores, prepara e suscita leigos maestros e usa da música para aprofundar a catequese. Nunca assumi o adjetivo cantor. Cunhei a expressão: não sou padre porque canto: canto porque sou padre!
E a canção católica, vai bem?
Vai e não vai. Temos bons cantores e bons maestros, mas acho que a maioria das letras e das melodias deveria passar por análise de professores de português, de teólogos e de liturgistas. Poderiam ser melhores, se os compositores lessem mais os grandes teólogos e os documentos da Igreja. Os temas e as melodias são muito repetitivos. Giram em torno de não mais de 50 palavras-chave. Ainda ontem ouvi, no rádio, uma canção que dizia: “Jesus te ama e o seu coração está sofrendo”. Que coração está sofrendo: o de Jesus ou o do fiel? Outra dizia: “Que Jesus possa te abençoar”. Por que: “possa”? É claro que ele pode! Outra canção dá a Maria um título que só a Jesus pertence: medianeira de todas as graças. Isso dá a entender que antes de orar a Jesus é preciso orar a Maria. A Igreja não ensina isso! No catecismo não há a palavra “todas”. Nem Maria quer tal exagero. Uma coisa é cantar por ária a Jesus, outra é acentuar sempre por Maria a Jesus. O erro está nas palavras toda e sempre. São pequenos detalhes que levam a grandes erros cantados por milhares ou até milhões de pessoas porque um compositor não pediu ajuda a quem sabe teologia. Eu estudei e componho há mais de 40 anos, mas ainda peço ajuda.

O que pensa dos oito canais de TV católica no Brasil?
Estamos aprendendo. Temos os instrumentos e gente boa, mas trabalhamos na insegurança. Vivemos de pedir. Se mudar o humor da economia e o humor do povo, teremos que fechar. Mídia custa caro. Poderíamos transmitir mais programas juntos, mas ainda não conseguimos trabalhar e transmitir em cadeia para gastar menos. Não é muito fácil juntar pregadores de cabeças e enfoques diferentes. Também temos muitos amadores que estão nesta mídia, mas ainda não entenderam a sua linguagem. Televisão é um veículo muito complexo. É como cavalo xucro, derruba. Não é lugar para improvisos.

E as revistas?
As revistas chegam a menos gente, mas com mais conteúdo. Custam mais barato do que o rádio e a televisão, envolvem menos pessoas e saem uma vez por mês; por tudo isso é mais fácil serem profundas e ricas de conteúdo. O que mata a televisão e o rádio é a urgência do cotidiano e o número de comunicadores. Por isso as revistas católicas se renovaram com mais acerto.

A fama pode ofuscar e desviar o pregador? E o dinheiro afetou sua vida?
Quem aceita subir no telhado que aceite os aplausos, mas também as perguntas e a controvérsia. Acho que nunca fui nem sou famoso a este ponto. Por isso mesmo não assinei contratos que pudessem me levar à fama. Ser famoso a este ponto é para quem tem essa vocação, é bom de estômago e quer esta exposição. Nada contra. Se alguém acha que pode enfrentar o holofote sem ficar cego, que o enfrente. Eu peço que o desviem para o povo porque quando o jogam em mim não vejo mais nada, nem as letras do texto que preparei para aquela hora. Meus superiores e os cantores cuidam dos outros detalhes. Eu cuido da pregação. Não tenho guarda-costas, nem preciso.

Com 40 anos de sacerdócio sente-se realizado ou tem ainda algum objetivo a atingir?
Peça aos leitores da sua excelente publicação que orem por mim, porque ainda não sei montar este cavalo chamado “mídia”. Sem espiritualidade, sem diretor espiritual e sem diálogo com todos os segmentos da Igreja é perigoso subir ao palco e falar apenas em favor de um pequeno grupo ou gostar demais daquelas luzes. O erro começa quando comunicar-se fica mais importante do que repercutir a comunicação da Igreja, ou quando subimos ao telhado (Mt 10, 27), não tanto para que mais gente nos ouça, mas para que mais gente nos veja. É bom que padres e leigos saibam disso! Excesso de imagem pode prejudicar a mensagem!

Jaime Carlos Patias é missionário, mestre em comunicação e diretor da revista Missões.

Publicado na edição Nº03 - Abril 2007 - Revista Missões.


www.catolicanet.com.br

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Diogo Taveira (IP registado)
Data: 22 22UTC April 22UTC 2007 17:29


Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 02 02UTC May 02UTC 2007 13:26

Estudo desmente que sacerdotes católicos estejam abandonando o ministério -



Sessenta e nove mil sacerdotes deixaram o ministério sacerdotal, em 35 anos, e mais 11 mil regressaram, de 1970 a 2004.

Os dados são revelados numa pesquisa publicada pela revista italiana "Civiltà Cattolica", dos jesuítas, cujos textos passam pelo crivo da Secretária de Estado vaticana, antes de ser publicados.

O artigo é assinado pelo próprio diretor da publicação jesuíta, Pe. Gianpaolo Salvini, que cita as informações fornecidas ao Vaticano, pelas dioceses de todo o mundo.

De 1964 a 2000, 69 mil sacerdotes deixaram o ministério, mas de 1970 a 2004, 11 mil regressaram, o que representa uma percentagem de 16,2%.

"É um fenômeno de notável importância pastoral, que demonstra também a benevolência da Igreja" -explica a revista.

40% dos pedidos de dispensa chegam de sacerdotes pertencentes a ordens ou congregações religiosas. De 2000 a 2004 abandonaram o sacerdócio mais de cinco mil padres, a cada ano, o equivalente a 0,26% do total.

A revista apresenta o "perfil" do sacerdote que abandona o ministério: normalmente isso ocorre aos 13 anos de carreira eclesiástica e quando os sacerdotes estão com 50 anos de idade.

50,2% estão casados civilmente antes de verem aceita sua renúncia, por parte da Santa Sé, e 35,2% permanecem sós.


www.catolicanet.com.br



Fonte: Radio Vaticano
Local:Roma (Itália)

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 11 11UTC May 11UTC 2007 15:20

Encontra-se aqui um padre vindo do Minho, Portugal para as festas em honra de Nossa Senhora de Fátima. Pe. Manuel Moreira, alguém conhece? Veio a convite dos mordomos da festa deste ano, que também são do Minho. Aida e Luís Oliveira.

Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 11 11UTC May 11UTC 2007 18:30


Re: Ser padre hoje
Escrito por: Rita* (IP registado)
Data: 12 12UTC May 12UTC 2007 04:08

Recebi este mail do padre Alem, que vou aqui colocar e vejam como nos tratam os padres brasileiros... e o povo tambem se enamorou por eles! :-)


***


Estimada Rita, bom dia.

Espero que esteja bem.
Nem sempre tenho tido tempo para responder a todos. Tenho trabalhado muito: retiros, cursos, aulas, palestras, encontros, atendimento, estudos, viagens, etc...
Fico feliz em receber notícias e saber que se inscreveu nos cursos da AulaVox.
Sempre me recordo com carinho de você e de todos aí de Edmonton.
Espero ainda retornar para revê-los e aguardo a alegre notícia de um dia recebê-los aqui no Brasil.
Dê saudações minhas a todos que se lembrarem de mim.
Meu site ainda não está pronto mas espero que com calma eu consiga actualizá-lo.
Estou precisando de uma pessoa para me auxiliar pois o trabalho é muito.

Saudações a todos de sua casa.

Sinceramente,

Pe. J. Alem

Página actual: 12 de 13


Desculpe, apenas utilizadores registados podem escrever mensagens neste fórum.
Por favor, introduza a sua identificação no Fórum aqui.
Se ainda não se registou, visite a página de Registo.

Nota: As participações do Fórum de Discussão são da exclusiva responsabilidade dos seus autores, pelo que o Paroquias.org não se responsabiliza pelo seu conteúdo, nem por este estar ou não de acordo com a Doutrina e Tradição da Igreja Católica.