no seculo XVI existia escravatura.
No seculo I tambem e o cristianismo estava ainda no seu inicio.
Os cristão limitados pela mentalidade da epoca não concebiam sequer a inexistencia da escravatura. São Paulo colocado perante um caso concreto de um escravo que tinha fugido ao seu dono escreve uma epistola que diz como ele deve tratar o escravo. Vale obviamente para todos os escravos porque é baseado nos principios cristãos basicos. A belissima epistola a Filemon não não impondo explicitamente o fim da escravatura, nem tal terá passado pela cabeça de São Paulo, na pratica implica o fim da escravatura.
É um excelente exemplo de como o Espirito Santo vai ensinando todas as coisas e a Igreja ao transmitir a mensagem cristã vai agindo como o fermento que leveda a massa.
Com a implantação do cristianismo a escravatura torna-se praticamente inexistente na europa. Retorna com as guerras com o islão (o islão manteve a escravatura), os prisioneiros de guerra não resgatado tornavam-se escravos.
Depois com os descobrimentos regressou novamente em força.
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