Gostei muito do que escreveste; lamento que em Portugal se veja isso entre professor e aluno.
Como todos sabem, vivo num país diferente. Quando uma criança é abusada por um familiar ou tem qualquer problema, seja ela filha de pais alcoólicos, etc. São as tais chamadas crianças burras. Aquí têm logo assistência. Cada escola tem um psicólogo. Esse Psicólogo é professor e depois tira o Mestrado em Psicologia. A criança, é enviada para o psicólogo. Nessa mesma escola há professores que trabalham com essas crianças, até o assunto ser resolvido, depois, são enviadas a escolas especiais, para cada caso.
É o governo Portugês, que ainda não descobriu a melhor maneira de trabalhar e ocupar todos os professores licenciados!
Quanto a prisões:
Os pobres são presos por roubar um centro comercial, bombas de gasolina, etc. Os do governo roubam fortunas, como os acusam em jornais, arranjam um advogado de defesa e safam-se. São as leis do País!...Que as mudem!!!
O amor não põe limites ao perdão.
Mas permitir que a pessoa continue como está, não a chamar à atenção, não enfrentá-la, isso...não é amor!
O amor implica que sejamos exigentes. Implica respeito.
Ora, quando alguém rouba, mata...para já não tem respeito por si, quanto mais pelos outros e pelo que é dos outros.
Claro que perdoo quem me faz mal. Não posso é permitir que continue a fazê-lo. É a velha máxima: ou te emendas e continuas comigo, ou continuas assim, mas sem mim...
Não se trata de abandono, mas de colocar responsabilidades nas mãos destas pessoas. É pôr-lhes "a faca e o queijo na mão" quanto à sua vida.
Pois bem, aqui começam os problemas: na definição dos conceitos e determinação do âmbito de cada coisa. «Mar Adentro» não é um caso de eutanásia, mas de suicídio assistido. Não são a mesma coisa.
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