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    <title>Notícias :: Paroquias.org</title>
    <link>http://www.paroquias.org/noticias.php</link>
    <description><![CDATA[Notícias publicadas no Paroquias.org.]]></description>
    <language>portuguese</language>
    <pubDate>Mon, 05 May 2008 00:21:49 +0100</pubDate>
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    <category>Notícias :: Paroquias.org</category>
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        <title>Paroquias.org</title>
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    <item>
      <title>Publicadas as catequeses das audiências gerais do Papa </title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7424</link>
      <author>Ecclesia</author>
      <description><![CDATA[As catequeses sobre os apóstolos feitas por Bento XVI nas Audiências Gerais de quarta-feira foram reunidas e transformadas num livro, publicado pela Editora Vaticana. <br />
<br />
São 176 páginas com textos e 60 ilustrações de arte que, segundo uma nota da editora, &quot;tornam mais precioso este magistério, que, por si só, já é rico de significados&quot;. <br />
<br />
À venda por 28 euros, trata-se do primeiro dos quatro livros que reunirão todas as pregações semanais dos primeiros três anos de pontificado de Joseph Ratzinger. Os próximos trarão as catequeses sobre as origens da Igreja, os Padres e Santo Agostinho. <br />
<br />
Em relação a outras publicações análogas que reúnem os ensinamentos de Bento XVI, &quot;a novidade desta série é o enriquecimento artístico e a qualidade gráfica&quot;, diz a Editora do Vaticano.]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7424</guid>
      <pubDate>Mon, 05 May 2008 00:21:49 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Vaticano pede aos Bispos que neguem aos Mórmons o acesso a registos paroquiais</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7423</link>
      <author>Ecclesia</author>
      <description><![CDATA[A Congregação para o Clero, da Santa Sém enviou uma carta às conferências episcopais de vários países com indicações para que neguem aos Mórmons qualquer acesso a registos paroquiais. A revelação é feita pela agência de notícias da Conferência Episcopal dos EUA, a CNS (www.catholicnews.com)<br />
<br />
O objectivo seria evitar os “baptismos póstumos” levados a cabo pela Igreja de Jesus Cristo dos santos dos últimos dias. <br />
Os “baptismos póstumos” são uma prática comum dos Mórmons, que permitem aos seus fiéis “rebaptizar” os seus antepassados nesta fé, para que se possam unir no além.<br />
<br />
Nesse sentido, é proibida a digitalização ou microfilmagem da informação contida nos registos paroquiais, uma fonte preciosa de informação para a elaboração de árvores genealógicas.<br />
<br />
A Igreja de Jesus Cristo dos santos dos últimos dias tem em Portugal vinte centros de pesquisa que permitem a qualquer cidadão traçar árvores genealógicas até ao séc. XVI. <br />
Práticas como esta geraram “graves reservas” por parte da Congregação para a Doutrina da Fé, a mais importante da Cúria Romana.]]></description>
      <category>Notícias</category>
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      <pubDate>Mon, 05 May 2008 00:21:00 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Padres devem saber competir na actual feira da comunicação</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7422</link>
      <author>Ecclesia</author>
      <description><![CDATA[Os padres dos dias de hoje devem saber competir na grande feira da comunicação onde a mensagem do Evangelho, transmitida por meio da pregação, está «arrumada a um canto» e não passa de um «produto de pequena dimensão ». Foi com esta metáfora que Arturo Merayo, decano da Faculdade de Ciências Sociais e da Comunicação de Múrcia (Espanha), desafiou o clero da Arquidiocese de Braga a apostar numa comunicação eficaz do Evangelho, no contexto do século XXI. O encontro reuniu mais de 150 pessoas, entre sacerdotes, diáconos e seminaristas. <br />
<br />
O professor, que realizou uma intervenção da parte da manhã e outra da parte da tarde, deixou patente a necessidade de a Igreja em geral, e concretamente os sacerdotes como ministros da pregação, apostarem «com carinho » numa «boa apresentação formal do conteúdo». <br />
<br />
Usando diversas metáforas e num estilo de apresentação vivo, o orador alertou para a necessidade de preparar «boas embalagens» que sejam capazes de «aguçar o apetite» para o conteúdo. Não adianta que o conteúdo seja muito bom e agradável, se a embalagem não for apelativa, assim como não se pode descurar que o conteúdo («caramelo», no dizer de Arturo Merayo) não seja bom e apetitoso. <br />
<br />
O conferencista falava da necessidade de os sacerdotes estarem atentos à forma como passam a mensagem evangélica para o seu auditório. «Hoje em dia, ninguém suporta um padre a falar uma hora e meia, como acontecia nos tempos em que não existiam distracções para as pessoas».<br />
<br />
Para que a mensagem seja compreensível a todos, o professor espanhol afirmou que é necessário estar desperto às «necessidades e motivações do auditório» que se tem pela frente, numa adaptação constante ao mundo real. E confidenciou, aclarando: «às gentes do século XXI só se chega pelo coração». Uma vez chegados ao coração, defendeu, também se pode chegar à cabeça, à razão. <br />
<br />
Já da parte da tarde, Arturo Merayo deixou uma série de conselhos práticos e indicações úteis que os sacerdotes podem usar para conseguirem um discurso, uma pregação ou uma homilia mais eficaz. <br />
<br />
Não hesitou em afirmar que a grande parte da eficácia de um discurso brota do esforço, do treino, da prática, da preparação. E, por isso, indicou que a disciplina de retórica deveria fazer parte do plano de formação dos seminários. <br />
<br />
Nos conselhos práticos deixados aos presentes, o orador salientou a importância de planificar a mensagem de modo que possa resultar bem. Por isso, asseverou: «a homilia do domingo não se prepara no sábado anterior, mas começa a preparar-se na segunda- feira anterior» <br />
<br />
O autor de “A eficácia persuasiva do comunicador” realçou a importância de preparar um «bom começo e um bom final». E ironizou: «pelo meio coloquem o que puderem » não descurando o momento inicial e final. <br />
<br />
Sobre a fase da elaboração do texto o conferencista – que é casado e pai de dois filhos – referiu a importância da «preparação próxima e da preparação remota». Nesta segunda, deixou a sugestão para a elaboração de um ficheiro a partir das diversas leituras que cada uma vai fazendo. <br />
<br />
Delimitar o objectivo da homilia com precisão, dedicar tempo à preparação remota e próxima de qualquer intervenção, ensaiar devidamente, estar atento à comunicação não verbal, colocar-se no lugar do auditório e a brevidade do discurso foram outros temas referidos pelo conferencista. <br />
<br />
Em relação ao tempo da intervenção deixou bem claro que «o breve se é bom, é bom duas vezes». E, com isso, citando alguns documentos do Magistério, afirmou que a homilia não deve ultrapassar os dez minutos de duração. «Se for oito é ideal», afirmou. <br />
<br />
Já a terminar, durante o período reservado ao debate e após uma questão sobre o modo de respirar, Arturo Merayo deixou a indicação da importância que tem para qualquer comunicador o uso do diafragma na respiração. E salientou que, além de evitar patologias, é um «excelente instrumento e uma boa técnica » para a transmissão eficaz de qualquer mensagem. <br />
<br />
Nota também para um momento cultural, ao final da manhã, que constou da interpretação do Sermão da Sexagésima, do padre António Vieira, pelo actor António Fonseca, um nortenho que, de há uns anos para cá, reside em Lisboa. ]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7422</guid>
      <pubDate>Mon, 05 May 2008 00:19:01 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>O milagre de Portugal em livro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7421</link>
      <author>Ecclesia</author>
      <description><![CDATA[D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, apresentou a sua obra «Portugal e os Portugueses», uma realidade improvável <br />
<br />
Portugal e os portugueses complementam-se. Uma afirmação introdutória e que serve de base para o livro de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, «Portugal e os Portugueses».  <br />
<br />
A obra foi apresentada ontem (dia 29 de Abril), na Livraria «Assírio&amp;Alvim», em Lisboa, por Guilherme de Oliveira Martins, o qual disse à Agência ECCLESIA que “a cultura portuguesa é extremamente aberta”, visto que “ganhámos sempre que nos abrimos e acolhemos outros”.<br />
<br />
«Notas de Cultura Portuguesa», «Religião na Europa» e a transcrição de duas entrevistas são os dois pilares desta obra do presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais. “Somos uma realidade improvável” – disse o autor. E completado por Guilherme de Oliveira Martins: “temos todas as razões para desaparecer, mas estamos cá”.<br />
<br />
Identidade, diferença e pluralidade de valores são elementos constitutivos desta “pessoa colectiva” que é Portugal. “Recebemos várias influências, no entanto fomos à descoberta do mundo” – referiu o apresentador da obra. <br />
<br />
Composto “de muitos escritos”, D. Manuel Clemente salienta que “alguns deles têm algumas décadas”. Reflexões de outrora com marca actual. <br />
<br />
“O que somos como colectivo histórico e como pátria política e espiritual” – disse. Com alguma “estranheza” e “quase milagre de renascer”, Portugal não tem uma grande probabilidade de origem. “Não somos recortados geograficamente no conjunto da Península Ibérica” – afirmou o autor da obra. <br />
Olhando para a história do país mais ocidental da Europa, Guilherme de Oliveira Martins realça o nome premonitório: «Portucale». “A designação é um porto de onde partimos e chegamos”. Um caminhos feito de interrogações, no entanto “não nos situamos numa perspectiva redutora mas aberta”. <br />
<br />
Neste contexto de abertura ao mundo, o orador frisou que a língua portuguesa ultrapassa as fronteiras e “chega a muitos milhões de falantes”. “É algo de extraordinário” – completa.<br />
<br />
Os portugueses partiram deste rectângulo com as suas caravelas e “colocaram a nossa língua como algo de universal”. Naqueles áureos séculos, o português “chamava-se cristão”. <br />
<br />
Guilherme de Oliveira Martins salientou com especial ênfase que no mundo contemporâneo “há muita intolerância e tensões muito graves”. Nestas tentações de choque entre civilizações, o apresentador da obra «Portugal e os Portugueses» sublinha que “há condições positivas” para procurarmos “verdade, apesar de sermos imperfeitos”. E acentua: “nunca podemos dizer que a verdade é o fundamento de qualquer sistema político”.<br />
<br />
Sendo uma realidade antiga da Europa, Portugal quando se “sente mais fraco tem mais força para continuar”. Um livro de História com histórias e laivos de poesia. “Eu não sou poeta, mas o ir além da prosa – do quantitativo e verificável – ajuda” – adianta o Bispo do Porto. <br />
<br />
Explicações difíceis, mas um livro com “as nossas histórias”. Um fio condutor “para uma pessoa colectiva com dez séculos” e “uma costa constantemente mariana, num rosário de invocações da Mãe de Deus” – escreve no livro.]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7421</guid>
      <pubDate>Mon, 05 May 2008 00:17:52 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Mensagem de Bento XVI para o 42.º Dia Mundial das Comunicações Sociais : Media «na encruzilhada entre protagonismo e serviço»</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7420</link>
      <author>Ecclesia</author>
      <description><![CDATA[Queridos irmãos e irmãs!<br />
<br />
1. O tema da próxima Jornada Mundial das Comunicações Sociais – «Os meios de comunicação social: na encruzilhada entre protagonismo e serviço. Buscar a verdade para partilhá-la» – coloca em relevo como é importante o papel destes instrumentos na vida das pessoas e da sociedade. De facto, não existe nenhum âmbito da experiência humana, sobretudo se enquadrada no vasto fenómeno da globalização, onde os media não se tenham tornado parte constitutiva das relações interpessoais e dos processos sociais, económicos, políticos e religiosos.<br />
<br />
A tal propósito, escrevi na Mensagem para a Jornada da Paz do passado dia 1 de Janeiro: «Os meios de comunicação social, pelas potencialidades educativas de que dispõem, têm a responsabilidade especial de promover o respeito pela família, de ilustrar as suas expectativas e os seus direitos, de pôr em evidência a sua beleza» (n. 5).<br />
<br />
2. Graças a uma vertiginosa evolução tecnológica, estes meios foram adquirindo potencialidades extraordinárias, ao mesmo tempo que levantavam novas e inéditas interrogações e problemas. É inegável a contribuição que podem dar para a circulação das notícias, o conhecimento dos factos e a difusão do saber: por exemplo, contribuíram de modo decisivo para a alfabetização e a socialização, como também para o avanço da democracia e do diálogo entre os povos. Sem a sua contribuição, seria verdadeiramente difícil favorecer e melhorar a compreensão entre as nações, conferir uma dimensão universal aos diálogos de paz, garantir ao homem o bem primário da informação, assegurando ao mesmo tempo a livre circulação de pensamento a bem, nomeadamente, dos ideais de solidariedade e justiça social. <br />
<br />
Sim! Os media, no seu conjunto, não servem apenas para a difusão das ideias, mas podem e devem ser também instrumentos ao serviço de um mundo mais justo e solidário. Infelizmente, é bem real o risco de, pelo contrário, se transformarem em sistemas que visam submeter o homem a lógicas ditadas pelos interesses predominantes de momento. É o caso de uma comunicação usada para fins ideológicos ou para a venda de produtos de consumo mediante uma publicidade obsessiva. Com o pretexto de se apresentar a realidade, de facto tende-se a legitimar e a impor modelos errados de vida pessoal, familiar ou social. <br />
<br />
Além disso, para atrair os ouvintes, a chamada quota de audiências, por vezes não se hesita em recorrer à transgressão, à vulgaridade e à violência. Existe ainda a possibilidade de serem propostos e defendidos, através dos media, modelos de desenvolvimento que, em vez de reduzir, aumentam o desnível tecnológico entre países ricos e pobres.<br />
<br />
3. A humanidade encontra-se hoje numa encruzilhada. Vale também para os media aquilo que escrevi, na Encíclica Spe salvi, sobre a ambiguidade do progresso, que oferece inéditas potencialidades para o bem, mas ao mesmo tempo abre possibilidades abissais de mal que antes não existiam (cf. n. 22). Por isso, há que interrogar-se se é sensato deixar que os instrumentos de comunicação social se ponham ao serviço de um protagonismo indiscriminado ou acabem em poder de quem se serve deles para manipular as consciências. Não se deveria, antes, fazer com que permaneçam ao serviço da pessoa e do bem comum e favoreçam «a formação ética do homem, o crescimento do homem interior» (Spe salvi, 22)? A sua influência extraordinária na vida das pessoas e da sociedade é um facto amplamente reconhecido, mas hoje há que pôr em evidência a viragem, diria mesmo a verdadeira mudança de função que os media estão a enfrentar. <br />
<br />
Hoje, de modo cada vez mais acentuado, a comunicação parece às vezes ter a pretensão não só de apresentar a realidade, mas também de a determinar graças à capacidade e força de sugestão que possui. Constata-se, por exemplo, que em certos casos os media são utilizados, não para um correcto serviço de informação, mas para «criar» os próprios acontecimentos. Esta perigosa alteração da sua função é vista com preocupação por muitos Pastores. Exactamente porque se trata de realidades que incidem profundamente em todas as dimensões da vida humana (moral, intelectual, religiosa, relacional, afectiva, cultural), estando em jogo o bem da pessoa, impõe-se reafirmar que nem tudo aquilo que for tecnicamente possível é eticamente praticável. Por isso, o impacto dos meios de comunicação na vida do homem contemporâneo coloca questões inevitáveis, que aguardam decisões e respostas que já não são adiáveis.<br />
<br />
4. O papel que os instrumentos de comunicação assumiram na sociedade é já considerado parte integrante da questão antropológica, que surge como desafio crucial do terceiro milénio. De modo semelhante ao que se verifica no sector da vida humana, do matrimónio e da família e no âmbito das grandes questões contemporâneas relativas à paz, à justiça e à defesa da criação, também no sector das comunicações sociais estão em jogo dimensões constitutivas do homem e da sua verdade. <br />
<br />
Quando a comunicação perde as amarras éticas e se esquiva ao controlo social, acaba por deixar de ter em conta a centralidade e a dignidade inviolável do homem, arriscando-se a influir negativamente sobre a sua consciência, sobre as suas decisões, e a condicionar em última análise a liberdade e a própria vida das pessoas. Por este motivo é indispensável que as comunicações sociais defendam ciosamente a pessoa e respeitem plenamente a sua dignidade. São muitos a pensar que, neste âmbito, é actualmente necessária uma «infoética» tal como existe a bioética no campo da medicina e da pesquisa científica relacionada com a vida.<br />
<br />
5. É preciso evitar que os media se tornem o megafone do materialismo económico e do relativismo ético, verdadeiras chagas do nosso tempo. Pelo contrário, eles podem e devem contribuir para dar a conhecer a verdade sobre o homem, defendendo-a face àqueles que tendem a negá-la ou a destruí-la. Pode mesmo afirmar-se que a busca e a apresentação da verdade sobre o homem constituem a vocação mais sublime da comunicação social. Usar para tal fim todas as linguagens, cada vez mais belas e primorosas, de que dispõem os media é uma tarefa grandiosa, confiada em primeiro lugar aos responsáveis e operadores do sector. Mas tal tarefa, de algum modo, diz respeito a todos nós, porque todos, nesta época da globalização, somos utentes e operadores de comunicações sociais. Os novos media, sobretudo os telemóveis e a Internet, estão a modificar a própria fisionomia da comunicação, e talvez esta seja uma ocasião preciosa para a redesenhar, ou seja, para tornar mais visíveis, como disse o meu venerado predecessor João Paulo II, os traços essenciais e irrenunciáveis da verdade sobre a pessoa humana (cf. Carta apostólica O rápido desenvolvimento, 10).<br />
<br />
6. O homem tem sede de verdade, anda à procura da verdade; demonstram-no nomeadamente a atenção e o sucesso registados por muitas publicações, programas ou filmes de qualidade, onde são reconhecidas e bem apresentadas a verdade, a beleza e a grandeza da pessoa, incluindo a sua dimensão religiosa. Jesus disse: «Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará» (Jo 8, 32). <br />
<br />
A verdade que nos torna livres é Cristo, porque só Ele pode corresponder plenamente à sede de vida e de amor que está no coração do homem. Quem O encontrou e se apaixona pela sua mensagem, experimenta o desejo irreprimível de partilhar e comunicar esta verdade: «O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos – escreve São João –, o que contemplámos, o que tocámos com as nossas mãos acerca do Verbo da Vida, é o que nós vos anunciamos […], para que estejais também em comunhão connosco. E a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo. Escrevemos tudo isto, para que a vossa alegria seja completa» (1 Jo 1, 1-3). Invocamos o Espírito Santo para que não faltem comunicadores corajosos e testemunhas autênticas da verdade que, fiéis ao mandato de Cristo e apaixonados pela mensagem da fé, «saibam tornar-se intérpretes das exigências culturais contemporâneas, comprometendo-se a viver esta época da comunicação, não como um tempo de alienação e de confusão, mas como um período precioso para a investigação da verdade e para o desenvolvimento da comunhão entre as pessoas e entre os povos» (João Paulo II, Discurso no Congresso Parábolas mediáticas, 9 de Novembro de 2002).<br />
Com estes votos, afectuosamente concedo a todos a minha Bênção.<br />
<br />
BENTO XVI]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7420</guid>
      <pubDate>Mon, 05 May 2008 00:16:09 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Comunicação da Igreja através de seus sites diocesanos</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7418</link>
      <author>Zenit</author>
      <description><![CDATA[O site diocesano ideal não existe. Mas podem-se oferecer instrumentos para melhorá-lo. O professor Daniel Arasa (Barcelona, 1971) tenta fazer isso em seu livro «Church communications through diocesan websites. A model of analysis», (Comunicação da Igreja através dos websites diocesanos: um modelo de análise), publicado em inglês pela EDUSC (www.pusc.it).<br />
<br />
Este professor da Pontifícia Universidade da Santa Cruz estudou nove dioceses do mundo: Bogotá (Colômbia), Joanesburgo (África do Sul), Los Angeles (USA), Madri (Espanha), Manila (Filipinas), Melbourne (Austrália), Cidade do México (México), Milão (Itália) e São Paulo (Brasil).<br />
Sintetizando, os principais problemas dos sites diocesanos podem reduzir-se a dois, explica: «recursos e formação em comunicação».<br />
Daniel Arasa coordena os estudos na Faculdade de Comunicação Institucional de sua universidade e é jornalista e doutor em comunicação.<br />
<br />
–O que o impulsionou a realizar uma pesquisa sobre websites diocesanos?<br />
–Arasa: Por um lado, a internet e o site em particular se converteram em instrumentos e âmbitos de comunicação essenciais. Creio que seja muito interessante conhecer o que a Igreja Católica faz ou pode fazer para comunicar esses âmbitos.<br />
Poderia acrescentar que é hora de fazer ver que a comunicação da Igreja é digna de ser estudada desde um ponto de vista acadêmico e científico.<br />
–O que é necessário para melhorar a presença da Igreja na internet?<br />
–Arasa: Melhorar a comunicação digital da Igreja não é questão de voluntarismo. É necessário partir de uma análise e avaliação da realidade e das próprias capacidades, assim como de uma profissionalização das pessoas que se dedicam a isso.<br />
Esta pesquisa não pretende dar um elenco prático de coisas a serem feitas e outras a serem evitadas: isso seria redutivo e de curto alcance. Ainda que certamente se deduzam opções particulares, pretende-se oferecer critérios para o planejamento, a gestão, a avaliação e a análise de iniciativas web.<br />
Em outras palavras: trata-se daquelas dimensões que devem ser consideradas antes, durante e depois de qualquer projeto digital, assim como a atitude que está por trás destas iniciativas.<br />
Neste sentido, penso que este estudo tem particular interesse para dois grupos de pessoas: em primeiro lugar, a comunidade acadêmica dedicada à pesquisa da comunicação institucional e da comunicação eletrônica; e, em segundo lugar, a todos aqueles responsáveis de comunicação da Igreja, desde os bispos até os diretores de escritórios de comunicação ou os webmasters.<br />
–Que imagem da Igreja que os websites diocesanos apresentam?<br />
–Arisa: Uma imagem certamente variada, mas por sua vez homogênea. É significativo encontrar em todas as páginas web diocesanas uma atenção muito particular ao Santo Padre e ao Vaticano.<br />
A variedade se descobre na atenção à idiossincrasia de cada diocese e de seus agentes: há sites, por exemplo, que põem uma grande ênfase em aspectos devocionais (por exemplo, nas Filipinas); outros, ao contrário, enfatizam a informação sobre as paróquias e os sacerdotes (muito próprio de websites na America Latina); outros, a amplitude da documentação, etc.<br />
–Pode nos dizer qual é a diocese católica com melhor website?<br />
–Arasa: Eu gostaria de saber!... Não creio que seja possível responder a esta pergunta; cada diocese tem características próprias, circunstâncias específicas e exigências particulares muito ligadas ao território e à população.<br />
<br />
São fatores que influem e determinam seus modos e instrumentos de comunicação e, portanto, também seus websites. Também, o mundo web é um mundo em constante movimento: o que era «bom» ontem, não é hoje. Por isso, não creio que seja possível dizer: esta ou aquela é a diocese com o melhor website.<br />
Em todo caso, o que sim é possível, e com esta pesquisa tento fazer isso, é assinalar elementos positivos, casos de boas práticas que podem ser tomados como modelo por outros websites diocesanos.<br />
–Mas você poderia citar algum exemplo?<br />
–Arasa: Sim, muitos. A diocese de Los Angeles, por exemplo, é um modelo de compatibilidade e acessibilidade: oferecem numerosas possibilidades de baixar documentos e de torná-los compatíveis com PDAs. Levam em conta a mobilidade das pessoas que usam seu site, de maneira que facilitam que possam ouvir ou ler documentos de interesse ou acompanhar eventos com um leitor digital em seu computador, etc.<br />
Outro exemplo positivo? A diocese de Milão, que é a maior da Europa, tem um website muito completo e atualizado; a de Madri, Espanha, que tem um grande serviço de notícias eclesiais; a de Melbourne, que está muito bem organizada, etc.<br />
<br />
Certamente, podem encontrar-se também muitos pontos positivos em sites de outras dioceses que não estudei. Ainda que, supostamente, não totalmente positivo. Também há coisas que precisam ser melhoradas.<br />
–Falemos dos aspectos melhoráveis, como os links que não funcionam, por exemplo...<br />
–Arasa: Efetivamente, em alguns casos, é significativo o caso de links que não funcionam, problemas de navegação no interior dos sites (repetição de seções, incoerências, caracteres pequenos demais que dificultam a leitura, etc.), ou lentidão da interação (mensagens de correio eletrônico não respondidas, etc.).<br />
Um aspecto no qual os sites diocesanos ficaram atrás é o da multimídia: está mudando, mas ainda há poucos serviços em áudio e quase nenhum de vídeo, quando a web oferece tantas possibilidades para isso. Apesar de ter muitas coisas positivas, o mundo web eclesial pode e deve aprender muito de outros âmbitos.<br />
–De quem é a culpa destas negligências?<br />
–Arasa: Os aspectos que ressaltei não têm intenção crítica. Entre as pessoas que encontrei, descobri um grande profissionalismo e preparação e, sobretudo, um enorme desejo de servir sua igreja local e a Igreja universal.<br />
Sintetizando, os principais problemas podem ser reduzidos a dois: recursos e formação em comunicação.<br />
Quanto ao primeiro, é evidente que as organizações eclesiais não podem competir com o âmbito comercial. Falta dinheiro e, portanto, recursos materiais e humanos. Contudo, uma maior atenção aos aspectos comunicativos, junto a um maior profissionalismo e criatividade, podem ser determinantes na melhoria dos websites.<br />
O segundo aspecto, o da formação, está muito ligado ao primeiro. Grande parte do pessoal que trabalha nos «website teams» das dioceses tem uma alta ou média-alta formação em aspectos tecnológicos e gráficos, mas carece, na maior parte dos casos, de um background em comunicação.<br />
–Em sua pesquisa, entrevistou numerosos jornalistas que cobrem a informação da Igreja. São muito críticos?<br />
–Arasa: São mais de quarenta as entrevistas em profundidade que realizei com responsáveis no Vaticano e com jornalistas que informam sobre a Igreja. Obviamente, cada um tem uma visão pessoal, seus gostos, suas preferências e suas objeções.<br />
Talvez o mais positivo seja que a grande maioria de jornalistas destacou uma notável melhora da comunicação da Igreja nos últimos anos, também no âmbito dos websites.<br />
<br />
Junto a isso, os jornalistas opinam que os sites diocesanos não respondem a suas necessidades. Um exemplo concreto: muitos jornalistas desejariam ter documentos das homilias, as mensagens ou os comunicados antecipadamente para poder lançá-los logo depois de que estes se tornam públicos; muitas salas de comunicação não oferecem esta possibilidade, quando o uso do embargo é algo muito generalizado em outro tipo de comunicação como, por exemplo, a política.<br />
Um jornalista profissional respeita sempre o embargo que é, por sua vez, um modo de facilitar seu trabalho.<br />
Em todo caso, deve-se entender que nem sempre os objetivos de um comunicador institucional coincidem com os dos jornalistas. Creio que é normal encontrar motivos de discrepância entre eles.]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7418</guid>
      <pubDate>Sun, 04 May 2008 23:58:56 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Ajuda à Igreja que Sofre lança campanha pelos cristãos no Médio Oriente </title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7417</link>
      <author>.</author>
      <description><![CDATA[A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) lançou uma campanha em favor dos cristãos no Médio Oriente, denunciando a «perseguição aberta» de que são alvo. O secretariado da organização católica no nosso país apela a todos os cristãos de Portugal para que «não se esqueçam dos seus irmãos do Médio Oriente e os apoiem com a sua oração e caridade».<br />
<br />
«Pedimos que reze connosco pela paz em todo o mundo, em especial por estes irmãos que sofrem no Médio Oriente pelo simples facto de serem fiéis seguidores de Cristo», assinala a AIS, que convida a adquirir ainda o livro do Rosário «A Oração da Paz», que será acompanhado por terço de Belém, fabricado em madeira de oliveira por cristãos da Terra Santa e benzido por Bento XVI.<br />
<br />
A Fundação lembra, em particular, a situação no Iraque, país em que os cristãos são vítimas de atentados, sequestros e pressão, por parte dos sunitas e dos xiitas, para que abandonem os seus lares. Também são alvo da cobrança ilegal do tradicional imposto que os governantes muçulmanos usurpavam aos seus súbditos não-muçulmanos.<br />
Em relação ao Líbano, depois dos combates do mês de Agosto do ano passado, é referido que «os cristãos voltam, infelizmente, ao ponto de partida: começar do zero». <br />
<br />
A Terra Santa, berço do Cristianismo, é palco de um drama ainda maior, com cristãos que não sabem como alimentar as suas famílias. «Vivemos a cinco minutos de Jerusalém mas não podemos ir lá. Tratam-nos como se fôssemos todos terroristas», refere um habitante de Belém, o qual acrescenta: «Para mim é muito importante ter nascido na cidade de David, onde Jesus veio ao mundo. Não quero abandonar o meu país, o país dos meus antepassados, a casa, a família. tudo o que tenho está aqui». <br />
<br />
A ausência de uma paz estável aumenta os antigos conflitos, agrava a situação de pobreza e gera novos problemas. Entre as várias situações graves a resolver encontra-se o fenómeno imparável da emigração.<br />
«É preciso ajudar estas pessoas para que possam ficar», assinala a AIS.<br />
<br />
Criada em 1947 pelo Padre Werenfried van Straaten, inspirado na mensagem de Fátima, a Ajuda à Igreja que Sofre é uma organização universal, dependente da Santa Sé, que apoia projectos pastorais em mais de 130 países onde a Igreja se encontra em dificuldades. A organização mantém escritórios próprios em 17 países, incluindo Portugal.<br />
<br />
Departamento de Informação da Ajuda à Igreja que Sofre ]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7417</guid>
      <pubDate>Sun, 04 May 2008 23:54:07 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Irmã Lúcia: Processo de beatificação já pode avançar</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7416</link>
      <author>Ecclesia</author>
      <description><![CDATA[Foi apresentado no Carmelo de Santa Teresa o vice-postulador do processo de beatificação da Irmã Lúcia, durante uma visita a Coimbra do postulador Ildefonso Mariones.<br />
A escolha conjunta entre o Bispo de Coimbra e o postulador recaiu num padre da Diocese de Coimbra: o Cónego Alberto Gil.<br />
<br />
O Cónego Alberto Gil, que assinalou as bodas de ouro sacerdotais em Dezembro do ano passado, foi reitor e arcipreste da Mealhada, professor e reitor do Seminário Maior de Coimbra, pró-vigário geral da Diocese de Coimbra e capelão dos Hospitais da Universidade de Coimbra.<br />
A este cónego, de 74 anos, formado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, caberá a recolha de todo o material e enviar para Roma os milhares de documentos que irão fundamentar o pedido de beatificação. <br />
Ildefonso Moriones, sacerdote italiano, antigo consultor da Congregação para a Causa dos Santos reuniu-se esta tarde com a madre superior do Carmelo, o Bispo de Coimbra e o Cónego Alberto Gil para iniciarem formalmente o processo.<br />
O Cónego Alberto Gil mostrou-se surpreendido pela sua nomeação, tendo sido contactado nas últimas 48 horas pelo Bispo de Coimbra. D. Albino Cleto enalteceu as qualidades do cónego Alberto Gil, pelo facto, de reunir todas as qualidades para poder representar o postulador - &quot;É um homem humilde e discreto&quot;, disse.<br />
Interpelado pelos jornalistas acerca da existência de algum milagre, Ildefonso Moriones respondeu que sim, mas terá que ser analisado cuidadosamente. Para já, o processo inicia-se com o estudo da história da Irmã Lúcia - a sua vida e obra - referiu o sacerdote italiano. ]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7416</guid>
      <pubDate>Sun, 04 May 2008 23:52:46 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Iconografia Religiosa das Invocações Nacionais - II Ciclo de Conferências para o Estudo dos Bens Culturais da Igreja</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7414</link>
      <author>.</author>
      <description><![CDATA[Colmatando um dos aspectos menos aprofundados da Iconografia Religiosa, este II Ciclo de Conferências pretende, não apenas suscitar o interesse pelo estudo da Iconografia da Devoção em Portugal (santos, beatos, mártires e invocações), como ainda accionar a abordagem objectiva de um tema que, apesar de recorrentemente focado, nunca foi verdadeiramente metodizado. Exercício de sistematização inédito em Portugal, reunirá um vasto e qualificado número de investigadores, cujos trabalhos contribuirão para o conhecimento e valorização de uma tão relevante área de estudos.<br />
<br />
Local<br />
Universidade Católica Portuguesa<br />
<br />
Inscrições<br />
Os interessados deverão enviar, até 22 de Maio de 2008, a ficha de inscrição, devidamente preenchida e acompanhada do respectivo pagamento, para: <br />
II Ciclo de Conferências<br />
Patriarcado de Lisboa. Sector dos Bens Culturais da Igreja<br />
Mosteiro de São Vicente de Fora<br />
Campo de Santa Clara, 1100-472 Lisboa<br />
<br />
Preços<br />
Geral: 50 €<br />
Patriarcado de Lisboa: 25 €<br />
Instituições Associadas: 25 €<br />
<br />
Secretariado (10:00h - 13:00h)<br />
Alexandre Salgueiro<br />
Tel. 21 881 05 00<br />
<br />
Informações<br />
santos.portugal@netcabo.pt<br />
<br />
Comissão Científica<br />
D. Carlos Moreira Azevedo<br />
Ana Paula Rebelo Correia<br />
P. António Pedro Boto de Oliveira<br />
João Luís Lisboa<br />
José Esteves Pereira<br />
Maria Cristina Osswald<br />
Luís Alberto Casimiro<br />
Luís Urbano Afonso<br />
Nuno Saldanha<br />
Sandra Costa Saldanha<br />
<br />
Coordenação Executiva<br />
P. António Pedro Boto de Oliveira<br />
Sandra Costa Saldanha<br />
 <br />
Patriarcado de Lisboa<br />
Mosteiro de São Vicente de Fora<br />
Campo de Santa Clara, 1100-472 Lisboa<br />
Tel.: 21 881 05 00<br />
Fax: 21 881 05 55<br />
<br />
www.iconografiareligiosa.com<br />
www.patriarcado-lisboa.pt<br />
http://bensculturais-patriarcadolisboa.blogspot.com]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7414</guid>
      <pubDate>Sat, 03 May 2008 02:15:42 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Novos Cursos na área do Património Religioso - Escola das Artes/UCP</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7413</link>
      <author>.</author>
      <description><![CDATA[Considerando a necessidade de formação em diversas áreas científicas e técnicas, a extensão de Lisboa da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa inicia, a partir do próximo ano lectivo, diversas acções de formação. <br />
<br />
Dando especial destaque à matriz cristã da Arte Ocidental, visa a dinamização das estreitas relações entre Arte e Igreja, tanto numa perspectiva da incontornável herança cultural e patrimonial, como na sua projecção contemporânea. Encontram-se assim em desenvolvimento vários programas, no âmbito da investigação, do ensino e da formação (cursos livres, pós-graduação, mestrado ou 2º Ciclo, seminários e estágios profissionais), especialmente vocacionados para as áreas da Arte e Património Religioso, Museologia e Arte Sacra, Iconografia e Teoria da Imagem, Cultura Visual, Inventariação, Comunicação, Gestão e Dinamização de espaços culturais e religiosos, precisamente onde se fazem sentir as maiores carências de recursos humanos especializados.<br />
<br />
MESTRADOS<br />
Arquitectura Religiosa Contemporânea<br />
Arte Contemporânea <br />
Artes Decorativas<br />
<br />
PÓS-GRADUAÇÕES<br />
Iconografia Cristã <br />
Têxteis e Paramentaria<br />
<br />
Contactos<br />
Edíf. Biblioteca, 5ºpiso<br />
Palma de Cima, <br />
1639-023 Lisboa<br />
Tel. | 21 721 40 18<br />
Fax. | 21 721 40 10<br />
artes@ea.lisboa.ucp.pt<br />
]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7413</guid>
      <pubDate>Fri, 02 May 2008 23:25:13 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Lisboa lembra massacre dos Judeus </title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7409</link>
      <author>Ecclesia</author>
      <description><![CDATA[Uma esfera, símbolo do mundo, que truncada, evoca a violência e o caos: &quot;Em memória dos milhares de judeus vítimas da intolerância e do fanatismo religioso assassinados no massacre iniciado a 19 de Abril de 1506 neste largo&quot;. <br />
<br />
O Largo é o de São Domingos, em plena Baixa da cidade de Lisboa, onde esta Terça-feira foi inaugurado um memorial evocativo da intolerância religiosa que há mais de 500 anos o povo judeu foi alvo.<br />
Hoje, mais do que evocar o passado, este memorial é símbolo do futuro. Reconciliação e tolerância formam palavras sublinhadas por todos os presentes.<br />
<br />
Numa outra escultura constituída por duas colunas e pedra unidas por uma faixa de metal estão inscritas palavras do Cardeal Patriarca de Lisboa, num encontro inter-religioso &quot;Oceanos de Paz&quot;, que teve lugar em Lisboa em 2000. <br />
<br />
As esculturas em pedra, símbolo da intemporalidade, estão ladeadas por um muro, que escrito em dezenas de línguas diferentes, chama a atenção para &quot;Lisboa, cidade da tolerância&quot;. <br />
D. José Policarpo, presente na inauguração, afirma que a memória do passado é carregada de &quot;responsabilidades presentes e futuras&quot;. O diálogo entre estas duas comunidades religiosas pode ser encarado como &quot;progresso da humanidade&quot;, considera, pois &quot;o diálogo não se circunscreve ao interno das confissões religiosas, mas diz respeito à humanidade&quot;.<br />
<br />
O Cardeal-Patriarca não quis deixar de sublinhar que católicos e judeus são &quot;como irmãos. Continuamos a ler a mesma Bíblia, a fazer as mesmas orações, a acreditar no Deus do mesmo projecto de aliança&quot;.<br />
<br />
D. José Policarpo espera que este memorial seja &quot;um alerta para o futuro e memorial da esperança&quot;. <br />
<br />
Para o Cardeal-Patriarca, a intolerância que o memorial evoca não está ausente da sociedade. &quot;Devemos estar contentes pela civilização do ocidente ter vencido e ultrapassado expressões tão violentas e primárias, mas elas existem no mundo de hoje, por vários motivos, entre os quais religiosos.<br />
<br />
O Patriarcado de Lisboa assume a formação da fé, onde se inclui a abertura à diferença e ao diálogo inter religioso.<br />
Lisboa é cada vez mais uma cidade multicultural, o que constitui um desafio para a Igreja católica. &quot;Se motivada por pressões políticas e condicionalismos sociais a Igreja se afirmou num monolitismo cultural, perdeu com isso&quot;, assume o Cardeal-Patriarca, para quem &quot;a Igreja católica deve ser uma afirmação do universalismo&quot;. <br />
<br />
Jose Oulman Bensaúde Carp, Presidente da Comunidade Israelita de Lisboa, confessa que há muitos anos a comunidade esperava este momento: &quot;É a primeira vez que há uma manifestação da nossa presença e nossa história que marcou e contribuiu para a história nacional&quot;. <br />
O memorial é também uma prova do existente diálogo inter-religioso. O Presidente da Comunidade Israelita de Lisboa afirma que este dialogo não se deve restringe aos intelectuais. Com o memorial &quot;o diálogo saiu à rua&quot;. <br />
<br />
Museu judaico<br />
Jose Oulman Bensaúde Carp lembra que Lisboa é a única capital europeia que ainda não tem um museu judaico. Uma situação que em breve vai ser alterada. <br />
<br />
António Costa, Presidente da autarquia adianta à Agência ECCLESIA que este espaço foi já encontrado. A freguesia de Alfama vai acolher o futuro Museu Judaico. O edifício será ainda objecto de restauro, mas os esforços já desenvolvidos indicam que &quot;ambas as partes estão em acordo&quot;. <br />
<br />
Esta poderá ser uma de outras iniciativas que a autarquia da capital está a desenvolver com outras confissões religiosas. Os vestígios do bairro islâmico são outro exemplo de futura cooperação entre autarquia e comunidades religiosas. <br />
<br />
António Costa sublinha Lisboa como a cidade da tolerância. O memorial, mais do que evocar uma tragédia, expressa o &quot;perdão e reconciliação&quot; e devem também &quot;inspirar para futuras atitudes a tomar perante outros fanatismos e fundamentalismos&quot;. <br />
<br />
Em nome da história, &quot;é preciso lembrar que os fanatismos não terminaram e por isso a tolerância tem de ser construída todos os dias, não só a religiosa mas em relação a todas as diferentes formas de vida, isto é decisivo para viver em sociedade&quot;, lembra o Presidente da autarquia. <br />
<br />
A vice-presidente da Comunidade Israelita de Lisboa, Ester Muznick afirma que o Memorial não serve para alimentar ressentimentos históricos, mas nasce de uma relação solidária e fraterna com a Igreja católica. <br />
Este é um memorial &quot;virado para o futuro, não para o passado&quot;, mostrando que memória e reconciliação são construtores de &quot;um futuro de convivência pacífica&quot;, onde a religião é parte integrante da sociedade. <br />
<br />
Ester Muznick afirma que as religiões não podem ser exiladas do espaço público. Se o debate social envolve questões culturais e políticas, &quot;com a mesma legitimidade as religiões devem dar o seu ponto de vista, tal como os políticos e os partidos, pois a prática religiosa faz também parte do exercício da cidadania&quot;. <br />
<br />
&quot;O Estado laico e neutro religiosamente e a participação das religiões no debate público são parcelas distintas, logo não há motivo porque as Igrejas não possam debater também várias questões sociais e da vida quotidiana&quot;, assume. <br />
<br />
Mário Soares, Presidente da Comissão de Liberdade Religiosa afirma que este é um memorial didáctico que integra a cultura cívica e cultiva a não violência e a paz, indispensável a qualquer país civilizado.<br />
<br />
O memorial significa &quot;um passo a favor da tolerância entre diferentes religiões e a caminho da paz&quot;.<br />
Soares assume que os esforços para o diálogo têm sido desenvolvidos, com esforço de todas as Igrejas, pois todas elas têm de dar um contributo para a paz no mundo. ]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7409</guid>
      <pubDate>Wed, 23 Apr 2008 23:32:30 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Bento XVI: &quot;Dai solução aos problemas reais com o Evangelho&quot;</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7407</link>
      <author>Opus Dei</author>
      <description><![CDATA[Resumo das intervenções de Bento XVI na viagem aos Estados Unidos. Face ao distanciamento da prática da fé, o Papa aconselhou os Bispos a darem soluções aos problemas reais das pessoas com o Evangelho e a cuidarem da Eucaristia.<br />
<br />
DISCURSO NA CASA BRANCA<br />
“Venho como amigo e anunciador do Evangelho, como alguém que tem grande respeito por esta vasta sociedade pluralista”.<br />
<br />
“Confio em que os americanos encontrem nas suas crenças religiosas uma fonte preciosa de discernimento e uma inspiração para procurar um diálogo razoável, responsável e respeitoso no esforço por edificar uma sociedade mais humana e mais livre.&quot;<br />
<br />
&quot;A liberdade é não só um dom, é também um apelo à responsabilidade pessoal. A defesa da liberdade é um apelo a cultivar a virtude, a autodisciplina, o sacrifício pelo bem comum e um sentido de responsabilidade perante os menos favorecidos. Além disso, exige a valia do empenho na vida civil, levando as próprias crenças religiosas e os valores mais profundos a um debate público razoável&quot;.<br />
<br />
ENCONTRO COM OS BISPOS EM WASHINGTON<br />
<br />
  Cristo, o centro. &quot;As pessoas necessitam que se lhes recorde qual é o fim último da sua vida. Sem Deus, as nossas vidas encontram-se realmente vazias. A meta de toda a nossa actividade pastoral e catequética, o objecto da nossa pregação, o âmago do nosso ministério sacramental há-de ser ajudar as pessoas a estabelecerem e a alimentarem essa relação vital com &quot;Jesus Cristo nossa esperança&quot;.<br />
<br />
A vida matrimonial. &quot;Um tema de profunda preocupação é a situação da família na sociedade. O divórcio e a infidelidade estão a aumentar e muitos jovens, homens e mulheres, decidem atrasar o casamento ou mesmo evitá-lo completamente”.<br />
<br />
&quot;É vosso dever proclamar com fortaleza os argumentos de fé e de razão que faz da instituição do matrimónio, um compromisso para a vida entre um homem e uma mulher, aberto à transmissão da vida. Esta mensagem deveria ressoar junto das pessoas de hoje, já que é essencialmente um &quot;sim&quot; incondicional e sem reservas à vida, um &quot;sim&quot; ao amor e um &quot;sim&quot; às aspirações do coração da nossa comum humanidade, ao mesmo tempo que nos esforçamos por realizar o nosso profundo desejo de intimidade com os outros e com o Senhor &quot;.<br />
<br />
Acompanhar os sacerdotes. &quot;Um dos sinais contrários ao Evangelho da vida é o abuso sexual de menores. Recebestes de Deus uma responsabilidade como pastores de vendar as feridas causadas por cada violação da confiança, favorecer a cura, promover a reconciliação e aproximar-vos com afectuosa preocupação de quantos foram tão seriamente afectados&quot;.<br />
<br />
“Neste momento uma parte vital da vossa tarefa é reforçar as relações com os vossos sacerdotes, especialmente naqueles casos em que surgiu tensão entre sacerdotes e bispos como consequência da crise. É importante que continueis a demonstrar-lhes a vossa preocupação, o vosso apoio e o vosso guia através do exemplo&quot;.<br />
<br />
  Oração. &quot;Temos que redescobrir a alegria de viver uma existência centrada em Cristo, cultivando as virtudes e submergindo na oração. O tempo passado na oração nunca é desperdiçado, por muito importantes que sejam os deveres que nos solicitam de todos os lados&quot;.<br />
<br />
Secularismo. “Necessitamos de um maior sentido da relação intrínseca entre o Evangelho e a lei natural, por um lado e, por outro, a consecução do autêntico bem humano, que deve verter-se na lei civil e nas decisões morais pessoais. <br />
<br />
“O Evangelho deve ser pregado e ensinado como modo de vida integral, que oferece uma resposta atractiva e veraz, intelectual e prática, aos problemas humanos reais. Creio que a Igreja na América tem diante de si neste preciso momento da sua história o repto de encontrar uma visão católica da realidade e apresentá-la a de uma forma atractiva e agradável&quot; a uma sociedade, que oferece todo o tipo de receitas para a auto-realização humana. <br />
<br />
  O abandono da práctica religiosa. “A salvação – a libertação da realidade do mal e o dom de uma vida nova e livre em Cristo – está no próprio âmago do Evangelho. Temos que redescobrir, como já disse, modos novos e atractivos para proclamar esta mensagem. Na liturgia da Igreja e sobretudo no sacramento da Eucaristia, é onde se manifestam estas realidades de maneira mais poderosa e se vivem na existência dos crentes; quiçá tenhamos ainda muito que fazer para realizar a visão do Concílio sobre a liturgia como exercício do sacerdócio comum e como impulso para um apostolado frutuoso no mundo&quot;.<br />
<br />
Escassez de vocações. “A própria oração, nascida nas famílias católicas, fomentada por programas de formação cristã, reforçada pela graça dos sacramentos, é o meio principal pelo qual chegamos a conhecer a vontade de Deus para a nossa vida&quot;. ]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7407</guid>
      <pubDate>Wed, 23 Apr 2008 22:07:41 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Crianças peregrinam a Fátima em Junho</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7406</link>
      <author>Zenit</author>
      <description><![CDATA[Para os próximos dias 9 e 10 de Junho, o Santuário de Fátima prepara-se para mais um momento especial de acolhimento aos mais novos. Será a 30º Peregrinação das Crianças.<br />
<br />
Em 2007 foram mais de vinte e cinco mil os meninos e meninas que participaram na Peregrinação.<br />
Vieram acompanhados pelos seus pais e outros familiares e amigos e também pelos seus catequistas e párocos, num total de 130 mil pessoas.<br />
No ano passado, viviam-se as celebrações do 90º aniversário das aparições de Nossa Senhora em Fátima e, por isso, o tema deste encontro de fé e de festa foi “Sou do Céu… a Senhora do Rosário”. <br />
Já para este ano, como de costume, o recinto será preparado de forma diferente para receber as crianças, que este ano são convidadas a refletir sobre o tema que marca a reflexão anual no Santuário, com base no Oitavo Mandamento da Lei de Deus: a Verdade.<br />
Assim, em específico para a Peregrinação das Crianças 2008, foi formulado o lema “Jesus, só tu és a verdade”, que se apresenta ao jeito de um convite e também de um alerta para a importância da denúncia à mentira como atitude de vida.<br />
Um gesto emblemático desta peregrinação repetir-se-á na noite do dia 9 de Junho, na Igreja da Santíssima Trindade, e na manhã do dia 10, entre as 8h30 e as 9h00, na Capelinha das Aparições, com a oferta de flores a Nossa Senhora pelas crianças.<br />
D. António Marto, Bispo de Leiria-Fátima, presidirá às celebrações do dia 9 e Mons. Luciano Guerra, Reitor do Santuário de Fátima, presidirá às da manhã do dia 10. <br />
Momentos de celebração, de oração e de reflexão, também através da música ou de encenações, pretendem ajudar as crianças a tomar consciência dos malefícios da mentira.<br />
(Com Santuário de Fátima)]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7406</guid>
      <pubDate>Wed, 23 Apr 2008 22:05:21 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Morreu Cónego Melo</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7410</link>
      <author>DN</author>
      <description><![CDATA[O monsenhor Eduardo Melo Peixoto, mais conhecido por Cónego Melo, faleceu hoje em Fátima, revelou à Lusa o arcebisbo de Braga, D. Jorge Ortiga.<br />
<br />
O cónego Melo foi encontrado hoje morto no seu quarto da Casa Nossa Senhora do Carmo e o corpo já foi enviado para o Instituto de Medicina Legal de Tomar, disse fonte do Santuário de Fátima. <br />
<br />
O sacerdote estava em Fátima para participar num encontro de cursilhos da Cristandade que está a decorrer no Santuário e terá morrido de causas naturais durante a noite, tendo sido encontrado deitado na cama hoje de manhã. <br />
<br />
Em declarações à Agência Lusa, fonte do Santuário de Fátima endereçou, em nome da instituição, as condolências à família e à arquidiocese de Braga. <br />
<br />
&quot;Merece a maior consideração pelo trabalho desenvolvido&quot;, acrescentou a mesma fonte. <br />
<br />
Eduardo de Melo Peixoto nasceu a 30 de Outubro de 1927 em São Lázaro, Braga, e foi ordenado sacerdote em 1951, tendo depois assumido o papel de vigário-geral da arquidiocese durante vários anos, tendo renunciado ao cargo em 2002. <br />
<br />
&quot;Era um grande homem&quot;<br />
<br />
O presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado considera que o falecimento do Cónego Melo é uma &quot;grande perda&quot; para a Igreja, o país e, sobretudo, para a cidade. <br />
<br />
&quot;Monsenhor Eduardo Melo era um grande homem, um grande sacerdote e um grande bracarense, que tudo fazia pela cidade, pelas suas instituições e pelas suas gentes&quot;, afirmou. <br />
<br />
O autarca socialista acentuou que o Cónego Melo, além da sua extensa actividade no seio da Arquidiocese de Braga da Igreja Católica, estava presente em muitas outras instituições da cidade, como o Sporting de Braga, tudo fazendo para as ajudar&quot;]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7410</guid>
      <pubDate>Mon, 21 Apr 2008 23:45:15 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Igreja autoriza missas transmitidas pela internet</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7403</link>
      <author>CM</author>
      <description><![CDATA[Da igreja paroquial de Travassô, em Águeda, para todo o mundo. É assim, todos os domingos, há pelo menos dois anos, via World Wide Web (www).<br />
Um caso raro, único, até agora, em Portugal, mas que pode alastrar a centenas de paróquias do País. É que, a transmissão das missas pela internet, que nunca foi formalmente proibida, é agora plenamente autorizada e, mais do que isso, incentivada pelas cúpulas da Igreja.<br />
<br />
D. António Vitalino, bispo de Beja, o primeiro prelado português a converter-se às virtudes das novas tecnologias, disse ao Correio da Manhã que &quot;a Igreja tem de aproveitar todos os meios ao seu dispor para transmitir a mensagem de Cristo e usar mais e melhor as novas tecnologias de informação&quot;.<br />
<br />
Também o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa considera que a Igreja não pode ficar à margem dos novos meios de comunicação. D. Carlos Azevedo afirma mesmo que &quot;não há nada que possa colocar entraves à transmissão de missas pela internet&quot;.<br />
As condições que os bispos colocam aos sacerdotes são as mesmas que se aplicam às eucaristias transmitidas pela televisão: respeito, seriedade e qualidade.<br />
<br />
No que toca à rádio, a questão é de índole sonora e há três pontos a ter em conta: o sacerdote, o coro e o público. Na televisão, ou na internet, há que ter em conta a imagem. O sacerdote e o altar devem predominar, mas a transmissão, até para evitar a monotonia, deve destacar também o grupo coral e o público, assim como alguns aspectos decorativos do templo.<br />
No entanto, as autoridades eclesiásticas pedem muita contenção nos planos individuais e de pormenor, de modo a que não passem a funcionar como elementos de distracção para o telespectador.<br />
A Igreja Católica admite que a transmissão de missas pela net possa massificar-se a breve prazo. <br />
<br />
&quot;É UMA ESTRATÉGIA DE MARKETING&quot;<br />
<br />
Júlio Grangeia, para além de ser o primeiro padre com página na internet (desde 1997), é também pioneiro na transmissão da missa, o que faz semanalmente há cerca de dois anos. &quot;A minha ideia não é evitar que as pessoas venham à missa, mas exactamente o contrário. É uma estratégia de marketing para dizer: Venham partilhar connosco ao vivo&quot;, refere o pároco de Travassô, Águeda. Outra das funções da eucaristia on-line é, de acordo com Júlio Grangeia, 50 anos, &quot;a ligação às nossas comunidades de emigrantes&quot;. E dá um exemplo: &quot;Sei que no Brasil, há um conjunto de pessoas que assiste, através de um ecrã gigante, em casa de um catequista de adultos.&quot; <br />
O padre, que acolhe com satisfação a maior abertura da Igreja às novas tecnologias, defende que &quot;é preciso que haja padres e leigos com formação, que sejam capazes de dialogar dentro desta comunidade virtual, que já não deve ser vista como uma moda, mas como algo irreversível&quot;. &quot;Jesus disse: Anunciai o Evangelho a todo o Mundo. E eu acrescento que, todo o Mundo está hoje ligado à internet&quot;, salienta Júlio Grangeia. <br />
<br />
MISSÃO PARA OS PRÓXIMOS ANOS<br />
PARÓQUIAS<br />
<br />
Portugal (continente e ilhas) tem actualmente 4282 paróquias, distribuídas por vinte dioceses. Os bispos dizem que já seria um grande passo se nos próximos cinco anos, um por cento (42) transmitirem eucaristias através da Internet.<br />
<br />
INFORMÁTICA<br />
<br />
É uma das grandes metas da Conferência Episcopal Portuguesa para os próximos anos: informatizar todas as paróquias. Esse pode ser um passo fundamental para que a transmissão das missas via net se torne uma realidade.<br />
<br />
CUSTOS<br />
<br />
Condição fundamental é ter um &quot;alojamento&quot; na net, que pode custar entre 15 a 20 euros/ano. Depois, há a despesa mensal de ligação on-line e o investimento numa câmara e nos necessários interfaces de ligação ao computador.]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7403</guid>
      <pubDate>Thu, 10 Apr 2008 07:10:59 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Carta do Prelado (Abril 2008)</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7401</link>
      <author>Opus Dei</author>
      <description><![CDATA[A presença de Cristo ressuscitado junto a nós implica um convite a viver a vida quotidiana com alegria, com desejos de melhorar e tratando os outros com misericórdia, sem distanciamentos. Assim o sugere o Prelado do Opus Dei na sua carta pastoral de Abril.<br />
<br />
Queridíssimos: que Jesus me guarde as minhas filhas e os meus filhos!<br />
<br />
Envio-vos estas linhas em pleno tempo pascal, no qual as nossas almas transbordam de gozo pela ressurreição de Nosso Senhor. Aos dias dolorosos da paixão e morte, sucedeu a alegria da nova vida imortal que Jesus recebeu do Pai. Porque se humilhou, obediente até à morte, e morte de cruz, por isso também Deus O exaltou e Lhe deu um nome que está acima de todo o nome, de modo que, ao nome de Jesus, todo o joelho se dobre nos céus, na terra e nos infernos, e toda a língua confesse: Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai [1].<br />
<br />
Este é o anúncio que a Igreja proclama com especial força desde o começo e que os cristãos têm de comunicar a toda a gente. A morte e a ressurreição de Jesus – dizia o Papa na sua mensagem Urbi et Orbi, há poucos dias – é um acontecimento de amor insuperável, é a vitória do Amor que nos libertou da escravidão do pecado e da morte. Mudou o curso da história, infundindo um indelével e renovado sentido e valor à vida do homem [2].<br />
<br />
Vêm à minha memória tantas festas da Páscoa passadas com S. Josemaria. Nestas datas tocava¬ se a sua alegria e transmitia-a a todos os que estavam a seu lado. Era uma alegria enraizada na fé, na esperança e na caridade, virtudes infundidas por Deus nas nossas almas para que O possamos conhecer, ter trato com Ele e amá-lO. Todo este caminho sobrenatural tem o seu fundamento último no acontecimento – histórico e, ao mesmo tempo, transcendente à história – da ressurreição gloriosa do Senhor. Porque Cristo vive. Cristo não é uma figura que passou, que existiu em certo tempo e que se foi embora, deixando-nos uma recordação e um exemplo maravilhosos. <br />
<br />
Não. Cristo vive. Jesus é Emanuel: Deus connosco. A sua Ressurreição revela¬ nos que Deus não abandona os seus. Pode a mulher esquecer o fruto do seu seio e não se compadecer do filho das suas entranhas? Pois ainda que ela se esquecesse, eu não me esquecerei de ti (Is 49, 14-15), havia-nos Ele prometido. E cumpriu a promessa. Deus continua a ter as suas delícias entre os filhos dos homens (cfr. Prv 8, 31) [3].<br />
<br />
Na mensagem pascal deste ano, Bento XVI escolheu como lema um versículo do Salmo 138 que, na antiga versão da Vulgata, diz assim: resurrexi et adhuc tecum sum [4], ressuscitei e estou sempre contigo. A liturgia utiliza-o como antífona de entrada para a Missa do Domingo de Ressurreição. Nestas palavras, ao surgir o sol da Páscoa, a Igreja reconhece a própria voz de Jesus Cristo que, ressuscitando da morte, cheio de felicidade e amor, se dirige ao Pai e exclama: meu Pai, eis-me aqui! Ressuscitei, ainda estou contigo e está-lo-ei sempre; o teu Espírito não me abandonou nunca [5].<br />
<br />
Ao longo do ano mariano estamos a esforçar-nos por meter mais Nossa Senhora em todo o nosso dia. Que fácil é fazer isso, ao considerar os mistérios gloriosos do Terço! O nosso Padre introduzia-se na felicidade de Nossa Senhora ao contemplar Jesus ressuscitado de entre os mortos. Ainda que os Evangelhos não nos relatem nada acerca dessa aparição, a convicção dos cristãos é unânime. «Como poderia Nossa Senhora, presente na primeira comunidade de discípulos (cfr. Act 1, 14), ter sido excluída do número dos que se encontraram com o seu divino Filho ressuscitado de entre os mortos?», perguntava João Paulo II [6]. Evidentemente – não! Maria deve ter sido a primeira pessoa a quem Jesus Cristo glorioso se mostrou, enchendo de um júbilo sobrenatural e humano, inefável, aquele coração que tanto tinha sofrido junto da Cruz. Como não iria fruir da presença do Salvador triunfante Aquela que sempre esteve unidíssima ao Redentor?<br />
<br />
Demoremo-nos também nós nesta cena. O nosso Padre pode servir-nos de guia, quando escreve: Ressuscitou! – Jesus ressuscitou. Não está no sepulcro. A Vida pôde mais do que a morte.<br />
<br />
Apareceu a Sua Mãe Santíssima. – Apareceu a Maria de Magdala, que está louca de amor. – E a Pedro e aos demais Apóstolos. – E a ti e a mim, que somos Seus discípulos e mais loucos do que Madalena! Que coisas Lhe dissemos! [7]<br />
<br />
Seguindo estes ensinamentos, temos de procurar, encontrar e darmo-nos com Jesus, sempre vivo, que caminha ao nosso lado nos avatares de cada dia e que com a sua divindade se instala, com o Pai e o Espírito Santo, no fundo do nosso coração. Esta consideração não se resume a um desejo piedoso. Para além de estar no Céu, com a sua Humanidade Santíssima, à direita do Pai – como confessamos no Credo – Jesus perma¬nece na Igreja e em cada cristão pela graça. A sua presença em nós e ao nosso lado é real, ainda que não a vejamos com os olhos da carne; mas experimentamo-la de mil modos: nos desejos de melhoria pessoal – de santidade! – que nos infunde pelo Espírito Santo; nas ânsias apostólicas que nos levam a ir ao encontro de outras almas, para as ajudar a aproximarem-se de Deus; no olhar misericordioso com que nós, os cristãos, nos dirigimos a todas as pessoas sem distinção de raça, de cultura, de condição social, de religião. Tudo isto é possível porque Jesus ressuscitado actua em nós, nos acompanha, vive em nós. Rejeitamos tudo o que seja distância dos outros?<br />
<br />
Nos dias passados actualizámos e meditámos profundamente nesses aconteci¬mentos salvadores. Além disso, ao renovar as promessas baptismais na Vigília Pascal, reafirmámos os nossos desejos de caminhar sempre com Cristo, que nos incorporou a Si mediante a regeneração espiritual do Baptismo e nos alimenta com o seu Corpo e com o seu Sangue na Eucaristia, para dar mais intensidade à nossa identificação com Ele. Como escreveu S. Josemaria, a presença de Jesus vivo na Sagrada Hóstia é a garantia, a raiz e a consumação da sua presença no Mundo [8].<br />
<br />
Graças sobretudo à Eucaristia, a vida de Jesus é vida nossa, segundo o que prometera aos seus Apóstolos no dia da última Ceia: Todo aquele que me ama obser¬vará os meus mandamentos, e meu Pai o amará, e viremos a ele e faremos nele morada (Jo 14, 23). O cristão, portanto, deve viver segundo a vida de Cristo, tornando seus os sentimentos de Cristo de tal modo que possa exclamar com S. Paulo: Non vivo ego, vivit vero in me Christus (Gal 2, 20); não sou eu quem vive; é Cristo que vive em mim [9].<br />
<br />
Mercê da íntima união existente entre Cristo ressuscitado e os membros vivos do seu corpo místico, cada um está em condições de incorporar as palavras do Salmo que vos mencionava no começo destas linhas. Nesta perspectiva – indicava o Papa na sua mensa¬gem pascal – advertimos que a afirmação dirigida hoje por Jesus ressuscitado ao Pai – &quot;estou ainda e sempre contigo&quot; – nos concerne também a nós, que somos filhos de Deus e co-herdeiros com Cristo, se realmente participamos nos seus sofrimentos para participar na sua glória (cfr. Rm 8, 17). Graças à morte e ressurreição de Cristo, também nós ressuscitamos hoje para a vida nova e, unindo a nossa voz à sua, proclamamos o nosso desejo de permanecer para sempre com Deus, nosso Pai infinitamente bom e misericordioso [10].<br />
<br />
A nova existência em Cristo requer da nossa parte o esforço por fazer morrer a criatura velha; quer dizer, tudo aquilo que em nós não estiver de acordo com a Vida divina. Por isso, é tão lógica a conclusão de S. Josemaria, ao terminar a consideração do primeiro mistério glorioso do Terço: Que nunca morramos pelo pecado; que seja eterna a nossa ressurreição espiritual. – E, antes de terminar a dezena, beijaste as chagas dos Seus pés... e eu, mais atrevido, – por ser mais criança – pus os meus lábios no Seu lado aberto [11]. Fomentas na tua alma um horror total às ofensas – graves ou leves – ao teu Senhor? Pedes a Nossa Senhora que obtenha para ti da Santíssima Trindade a limpeza e humildade de que todos necessitamos?<br />
<br />
Outro propósito podemos tirar da contemplação pausada do primeiro mistério glorioso do Terço: a determinação de fazer ressoar aos ouvidos de outras pessoas – que talvez não conheçam Cristo ou se comportam como se não O conhecessem – a urgência de ir à sua procura e de O seguir, pois só assim se sentirão cheias de uma alegria imperecedoura. A festa da Páscoa leva-nos a redobrar o nosso desejo de apostolado, a comportar-nos como os Apóstolos e as santas mulheres depois de terem encontrado Jesus ressuscitado. Não pararam diante de nenhuma dificuldade, mas deram testemunho da ressurreição com valentia e constância, e arrastaram atrás de si uma incontável multidão de pessoas.<br />
<br />
Como cristãos, filhos de Deus na Santa Igreja, temos de anunciar por toda a parte a boa nova da ressurreição do Senhor, fundamento da nossa fé. Com palavras de S. Josemaria, recordo-vos que o Senhor quer os seus em todas as encruzilhadas da Terra. A alguns, chama-os ao deserto, desentendidos das inquietações da sociedade humana, para recordarem aos outros homens, com o seu testemunho, que Deus existe. Encomenda a outros o ministério sacerdotal. À grande maioria, o Senhor quere-a no mundo, no meio das ocupações terrenas. Estes cristãos, portanto, devem levar Cristo a todos os ambientes em que se desenvolve o trabalho humano: à fábrica, ao laboratório, ao trabalho do campo, à oficina do artesão, às ruas das grandes cidades e às veredas da montanha [12].<br />
<br />
Na primeira semana do mês de Março tive a alegria de rezar em dois santuários de Nossa Senhora que o nosso Padre visitou muitas vezes. No dia 1 fui a Loreto, onde as autoridades dedicaram a S. Josemaria um caminho pedonal que conduz à Santa Casa; o trajecto está ladeado pelas estações da Via Sacra, junto às quais há alguns textos do nosso Fundador. No dia 8, sábado, fui a Fátima. Tinha chegado a Lisboa na véspera, para passar umas horas com as vossas irmãs e os vossos irmãos portugueses, como procuro fazer nalguns fins-de-semana com viagens rápidas. Muitas recordações passaram pela minha memória; concretamente, como nos dois lugares, em momentos difíceis, S. Josemaria rezou com as suas filhas e os seus filhos de todos os tempos. Em mais de uma ocasião repetia que tinha experimentado o peso e a estupenda alegria da caridade com todas e com todos.<br />
<br />
Aos dois sítios fui acompanhado por vós, para apresentar a Nossa Senhora, neste ano mariano, as nossas acções de graças e os nossos firmes desejos de nos comportarmos como discípulos fiéis de Jesus na Obra. Tanto em Loreto como em Fátima rezei a Nossa Senhora com as orações do nosso Padre e de D. Álvaro, para agradecer a Nossa senhora a sua tutela para connosco e a marca mariana do Opus Dei. Pedi-lhe, em vosso nome, que fortaleça e aumente em todos esse espírito de inflamada piedade mariana, que S. Josemaria nos deixou como herança.<br />
<br />
Continuemos a rezar pela expansão apostólica da Obra em todo o mundo, tanto nos lugares onde já nos encontramos como naqueles onde esperam por nós. Falei-vos da Roménia, Indonésia e Vietname; também da Bulgária nos chegam chamamentos premen¬tes. A aventura que se nos apresenta é apaixonante, cada um no lugar onde Deus o colocou. Levá¬ la-emos a cabo, com a ajuda de Nossa senhora, se pessoalmente nos esforçamos por tornar mais intensa a união com Jesus ressuscitado, de quem nos vem toda a fortaleza. Peçamo-la por intercessão de S. Josemaria: no próximo dia 23 comemoramos o aniversário da sua Confirmação e da sua primeira Comunhão e a sua ajuda paterna fará com que sejamos almas eucarísticas em maior grau.<br />
<br />
Não deixeis de me acompanhar com a vossa oração pelas minhas intenções. Estou persuadido, tal como o ouvi ao nosso Padre, de que convosco me torno forte para urgir Nosso Senhor.<br />
<br />
<br />
Com todo o afecto, abençoa-vos<br />
<br />
 o vosso Padre<br />
+ Javier<br />
<br />
Roma, 1 de Abril de 2008<br />
<br />
[1] Fil 2, 9-11.<br />
[2] Bento XVI, Mensagem pascal Urbi et Orbi, 23-III-2008.<br />
[3] S. Josemaria, Cristo que Passa, n. 102.<br />
[4] Sl 138, 18 (Vg).<br />
[5] Bento XVI, Mensagem pascal Urbi et Orbi, 23-III-2008.<br />
[6] João Paulo II, Discurso na audiência geral, 21-V-1997.<br />
[7] S. Josemaria, Santo Rosário, Primeiro mistério glorioso.<br />
[8] S. Josemaria, Cristo que Passa, n. 102.<br />
[9] S. Josemaria, Cristo que Passa, n. 103.<br />
[10] Bento XVI, Mensagem pascal Urbi et Orbi, 23-III-2008.<br />
[11] S. Josemaria, Santo Rosário, Primeiro mistério glorioso.<br />
[12] S. Josemaria, Cristo que Passa, n. 105]]></description>
      <category>Notícias</category>
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      <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 23:06:08 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Festa da Família</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7400</link>
      <author>.</author>
      <description><![CDATA[A paróquia da Sagrada Família do Entroncamento organiza pelo 3º ano consecutivo nos próximos dias 25, 26 e 27 de Abril, a Festa da Família.<br />
<br />
Durante três dias, a Aldeia da Família vai ser um espaço de sonho transformado realidade. O sítio escolhido para a realização deste evento é a Quinta da Cardiga, um local cheio de história, rodeado pela natureza e o ar puro.<br />
<br />
A &quot;Aldeia da Família&quot; trata-se de um recinto onde se vão realizar celebrações, conferências, workshops orientados por conferencistas de renome internacional com conhecimentos na área da Família, para além de espectáculos e muita animação.<br />
<br />
Existe também a Expovocações, um espaço Jovem, um espaço Adolescente e um espaço Criança.<br />
Estamos conscientes de que será novamente uma mais valia para a região e para o nosso país.<br />
<br />
CONSULTEM O SITE!!!  http://www.festadafamilia.com<br />
<br />
Esperando a vossa divulgação, participação e presença nos subscrevemos com condideração<br />
<br />
Pelo Secretariado<br />
<br />
Alexandre Evaristo<br />
Relações Publicas]]></description>
      <category>Notícias</category>
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      <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 23:04:21 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Felicitação a Bento XVI por seu aniversário de pontificado através da internet</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7399</link>
      <author>Zenit</author>
      <description><![CDATA[Através da internet é possível felicitar Bento XVI, que na próxima quarta-feira, 16 de abril, completará 81 anos.<br />
<br />
Três dias depois, completará 3 anos de pontificado.A carta de felicitação ao Papa por estes motivos pode ser enviada através do site http://es.catholic.net/felicitacionbenedicto/ ]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7399</guid>
      <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 22:29:46 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Papa celebra 40 anos da comunidade de Sant’Egidio</title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7398</link>
      <author>.</author>
      <description><![CDATA[Publicamos as palavras que Bento XVI dirigiu nesta segunda-feira após a celebração da Palavra que presidiu junto à Comunidade de Sant’Egidio na Basílica de São Bartolomeu, na Ilha Tiberina de Roma, memorial dos testemunhos da fé dos séculos XX e XXI.<br />
<br />
Ao final do encontro de oração em memória das testemunhas da fé dos tempos recentes, com prazer saúdo a todos vós, sobretudo a quem acompanhou a liturgia na praça, ou pela rádio ou televisão. No 25º aniversário da Comunidade, vindo a Santa Maria de Trastevere, o servo de Deus João Paulo II confiou à Comunidade de Sant’Egidio esta basílica de São Bartolomeu e no ano 2000 estabeleceu que nela se recordasse os novos mártires. <br />
Queridos amigos da Comunidade de Sant’Egidio: destes vossos primeiros passos, aqui, em Roma, nos anos difíceis após 1968. Filhos desta Igreja, que presido na caridade, difundistes depois vosso carisma por muitas partes do mundo. A Palavra de Deus, o amor pela Igreja, a predileção pelos pobres, a comunicação do Evangelho, foram as estrelas que vos guiaram, testemunharam, sob diferentes céus, a única mensagem de Cristo. Agradeço-vos por esta obra apostólica; agradeço-vos pela atenção que prestais aos últimos e pela busca da paz, que caracterizam a vossa Comunidade. Que o exemplo dos mártires, que recordamos, continue guiando vossos passos para que sejais verdadeiramente amigos de Deus e autênticos amigos da humanidade. Não tenhais medo das dificuldades e dos sofrimentos que esta ação missionária envolve; eles fazem parte da «lógica» do testemunho valente do amor cristão. <br />
Por último, por vosso meio quero dirigir a todas as vossas comunidades, espalhadas pelo mundo, meus melhores desejos no 40º aniversário de vosso nascimento. Saúdo por último os doentes, o pessoal de saúde, os religiosos e os voluntários do contíguo Hospital dos Irmãos de São João de Deus e da Ilha Tiberina. A todos e a cada um asseguro minhas orações, enquanto, invocando a proteção da Virgem Santa, envio a todos a bênção apostólica. <br />
<br />
[Tradução: Élison Santos. Revisão: Aline Banchieri<br />
© Copyright 2008 - Libreria Editrice Vaticana] ]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7398</guid>
      <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 22:28:17 +0100</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Intenção de Bento XVI para o mês de Abril - </title>
      <link>http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7397</link>
      <author>Ecclesia</author>
      <description><![CDATA[Que os cristãos, mesmo em situações difíceis e complexas da sociedade actual, não se cansem de proclamar com a vida que a ressurreição de Cristo é fonte de esperança e de paz<br />
1. A ressurreição, agora <br />
<br />
A ressurreição não é nem um acontecimento de um passado longínquo, quase dissolvido nas brumas da lenda e do mito, nem um sonho de futuro sem consistência. A ressurreição é de agora: a de Cristo e a dos cristãos. Quero com isto dizer que só faz sentido acreditar na ressurreição se esta fizer parte do meu «agora» e do «agora» do mundo. Este «agora» da ressurreição não é evidente, sem dúvida. Evidente é o poder da morte, nas suas manifestações mais diversas, na minha vida e no quotidiano de todos. E, no entanto, aí está Bento XVI chamando à esperança os cristãos e quem mais o queira escutar – porque «fomos salvos na esperança». Que fazer, pois, desta esperança, quando a morte se apresenta vestida com as roupas da moda? Ou cedemos ao poder da morte e recusamos a salvação – dada «na esperança» – ou acolhemos o poder da ressurreição agindo no mundo e, na esperança, somos salvos. Não é fácil. Há «situações difíceis e complexas da sociedade actual» que mais depressa empurram para uma desesperançada rendição ao poder sedutor da morte do que para um alegre acolhimento da debilidade da ressurreição.<br />
<br />
2. Anunciar a ressurreição na cidade dos homens<br />
<br />
Como escrevia um Autor dos primeiros séculos do Cristianismo, nós, cristãos, não vivemos em cidades separadas, não usamos roupas diferentes, não falamos uma língua diferente, somos cidadãos de qualquer cidade... e em todas somos estrangeiros: vivemos já a ressurreição que nos foi dada em Cristo e, por isso, não podemos deixar de ser estranhos – «estrangeiros» – numa cidade onde impera o poder da morte. Mas, apesar da «estranheza» que nos habita, a cidade dos homens é a nossa cidade. Não temos outra, e nesta cidade desejamos – esperamos – testemunhar a vitória da vida. Não nos iludimos. Sabemos que, aqui e agora, reina o poder da morte. Não desesperamos. Sabemos que a debilidade da ressurreição acaba sempre por triunfar sobre o poder da morte – por maior que seja o seu poder, a morte não tem a última palavra. Quem nos olha, nada sabendo da origem desta esperança, não pode deixar de nos considerar «estrangeiros» no meio da cidade. Em alguns casos, cada vez mais frequentes, até pode querer expulsar-nos da cidade, porque incomodamos o poder estabelecido, reinando soberano nas praças da cidade. Podemos, dizem, se assim quisermos, acreditar em fadas, desde que nos remetamos ao segredo das nossas casas e das nossas igrejas. Mas não queiramos, com os nossos contos, confundir o discurso único, oficial. Esta, porém, é a nossa cidade – por isso, não vamos a lado nenhum. As suas praças, são as nossas praças – por isso, também aí vivemos e testemunhamos o «agora» da ressurreição. E se o poder tem um discurso único, o nosso testemunho e a nossa linguagem abrem espaço para outros modos de vida, capazes de subverter o poder da morte com a debilidade da ressurreição.<br />
<br />
<br />
3. Ressurreição, fonte de esperança e de paz<br />
<br />
Viver a ressurreição «agora» é experimentar o poder de Deus exercido de modo admirável no Crucificado. Mas, atenção! Não se confunda o poder de Deus com a nossa ideia de «poder», tão ligada ao poder da morte. No seu jogo – ódio, violência, desesperança, força, intriga, calúnia, desprezo dos mais fracos – a morte é soberana. O poder de Deus é o poder do Amor. Portanto, não se impõe, não se apropria da vontade alheia, não convence pelo espectáculo, nem vence pelo exercício da força. Pode o que pode o Amor: propõe e propõe-se, confia, despoja-se, vai até ao dom da própria vida. Por ser um poder assim, venceu e vence continuamente a morte, pois esta não sabe jogar o jogo do Amor. Eis porque a ressurreição de Cristo, vivida «agora», é fonte de esperança e paz. Esperança para o presente, pois afirma que a debilidade do Amor é capaz de anular as forças poderosas e omnipresentes pelas quais a morte reina como soberana do mundo. Esperança para o futuro, porque revela que a nossa vida, naquilo que tem de dom gratuito, de disponibilidade, de serviço, até mesmo de sofrimento acolhido, não se desperdiçará no vazio, não mergulhará no nada, antes encontrará em Deus a sua realização plena. E paz, pois ninguém pode viver a ressurreição sem escutar a voz do Ressuscitado: «A paz esteja convosco». Gente assim, pacificada, é um dom de Deus à nossa cidade, ao nosso mundo. Saibamos nós acolher este dom...<br />
<br />
Elias Couto ]]></description>
      <category>Notícias</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/noticias.php?n=7397</guid>
      <pubDate>Tue, 08 Apr 2008 22:24:11 +0100</pubDate>
    </item>
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