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    <title>Arquivo - Geral</title>
    <link>http://www.paroquias.org/forum/list.php?12</link>
    <description><![CDATA[Mais de seis anos de existência do Fórum justificam a criação de um Arquivo. Neste fórum encontra as mensagens mais antigas do Fórum Geral.]]></description>
    <language>pt_PT</language>
    <pubDate>Wed, 31 Jan 2007 14:14:38 +0000</pubDate>
    <lastBuildDate>Wed, 31 Jan 2007 14:14:38 +0000</lastBuildDate>
    <category>Arquivo - Geral</category>
    <generator>Phorum 5.1.25</generator>
    <ttl>60</ttl>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,34066#msg-34066</link>
      <author>camilo</author>
      <description><![CDATA[[quote tony]<br />
Sim, em matéria de princípio, concordo que a sociedade deve continuar a dar sinais negativos ao aborto.<br />
<br />
Agora vamos clarificar palavrinha a palavrinha o que dizes a seguir – “Temos de proteger de alguma forma essa vida não-nascida”. Temos?! Porquê?<br />
Porque temos de proteger a vida que está no seio de um outro ser e que portanto está sob a responsabilidade de esse sujeito? <br />
<br />
[/quote]<br />
<br />
Talvez porque a responsabilidade não implica um direito de vida e morte, da mesma forma que alguem numa ilha isolada não deve ter o direito a matar que esteja sob a sua responsabilidade e dependencia. <br />
Subjacente ao teu raciocinio está algo espantoso, o direito a matar quem depende absolutamente de nós para viver. Uma mentalidade que em nada difere da antiga mentalidade esclavagista. <br />
A responsabilidade e o poder de um ser humano sobre outro não deve ser absoluto.]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,34066#msg-34066</guid>
      <pubDate>Wed, 31 Jan 2007 14:14:38 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,34062#msg-34062</link>
      <author>Floyd1978</author>
      <description><![CDATA[A visão da Igreja seja ela Catolica ; Ortodoxa ou qualquer outra  é de que o aborto é um assassinato, um infanticídio,Em casos de exceção a Espiritualidade Superior se manifesta-se, em defesa da vida da mãe.<br />
Que fariamos nós seres humanos se nos fosse permitido matar?.<br />
Matariamos a nosso belo prazer , e seriamos mortos , como nos matamos o proximo.<br />
Quereis matar um bebe com se fosse um parasita ?<br />
Nos humanos temos o livre arbitrio (livre vontade) mas o que acontesse se o livre arbitrio nos leva a passar dos limites ?<br />
Sofremos as conssequencias dessa transgreção<br />
Estudemos a questão do ponto de vista ESPIRITA<br />
Observai<br />
<br />
Observai<br />
<br />
Sobre os direitos do ser humano, foi categórica a resposta dos Espíritos Superiores a Allan Kardec na questão 880 de O Livro dos Espíritos:<br />
Pergunta – Qual o primeiro de todos os direito naturais do homem?<br />
Resposta – “O de viver. Por isso é que ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal”.<br />
<br />
na questão 358 de sua obra básica O Livro dos Espíritos<br />
Pergunta – Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?<br />
Resposta – “Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando”.<br />
<br />
O procedimento abortivo é moral somente numa circunstância, segundo O Livro dos Espíritos, na questão 359, respondida pelos Espíritos Superiores<br />
Pergunta – Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?<br />
Resposta – “Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.’<br />
<br />
(Os Espíritos referem-se, aqui, ao ser encarnado, após o nascimento.)]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,34062#msg-34062</guid>
      <pubDate>Wed, 31 Jan 2007 13:20:59 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19491#msg-19491</link>
      <author>catolicapraticante</author>
      <description><![CDATA[No entanto , há quem não pense assim.<br />
<br />
Ehá  quem seja frontalmente contra a actual legislação, pretendendo tornar ILEGAIS todo o tipo de IVGs como em em caso de violação ou malformação fetal. <br />
<br />
<br />
http://dn.sapo.pt/2005/11/08/sociedade/medico_critica_brechas_lei_permite_a.html]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19491#msg-19491</guid>
      <pubDate>Tue, 08 Nov 2005 17:40:36 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19450#msg-19450</link>
      <author>catolicapraticante</author>
      <description><![CDATA[&quot;O princípio de liberdade e respeito pelas opções do outro&quot;.]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19450#msg-19450</guid>
      <pubDate>Mon, 07 Nov 2005 20:13:53 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19410#msg-19410</link>
      <author>tony</author>
      <description><![CDATA[Zé, <br />
<br />
Sobre o conceito da penalização, quero dizer que concordo contigo. para além de que descobriste por ti próprio a fundamentação do conceito em si. É assim  mesmo como tu referiste. Contudo é lamentável que a justiça falhe tantas vezes nesse sentido.<br />
<br />
estou de acordo e passo a citar<br />
<br />
[quote]Aqui a palavra pena deve ser entendida no sentido de castigo mas também no sentido de compaixão. Não me parecia mal que quem abortasse tivesse de fazer trabalhos comunitários a ajudar mulheres grávidas em risco. Mais do que a pena (no sentido negativo) em si, viria aqui uma oportunidade dada à mulher de fazer pelos outros o que se calhar não fizeram por ela. Seria porventura terapêutico. <br />
Não sou psicólogo nem sociólogo nem jurista. Não sei que tipo de pena seria melhor. A minha posição resume-se no seguinte: deve-se penalizar para dar um sinal negativo; a pena deve ser algo positivo para a mulher em questão. A justiça deve regenerar, não castigar. <br />
<br />
Uma outra proposta de pena (reparem que não percebo muito do assunto, quero é explicitar a direcção que acho que deve ser seguida): a mulher que abortou seria &quot;obrigada&quot; a explicar as razões porque o fez e a explicitar o que seria necessário para que não o voltasse a fazer (o não cumprimento dessa obrigação teria de ter consequências). De seguida, seria dada uma sentença no melhor sentido para impedir a reincidência. Se fosse falta de educação, obrigatoriedade de seguir um curso profissional, se fosse drogas, obrigatoriedade de ir para reabilitação, se fosse porque não queria o bebé nessa altura, obrigatoriedade de ajudar outras mulheres grávidas em risco.[/quote]<br />
<br />
até aqui estamos de acordo.<br />
No entanto julgo que seja de digna importância aprofundar o que disseste, não porque discorde, mas porque é importante clarificar alguns conceitos. Eis como eu os entendo.<br />
<br />
[quote]“Porém, discordo com o texto citado no seguinte sentido: <br />
•  (1) acho que a sociedade tem de continuar a dar um sinal negativo ao aborto <br />
•  (2) acho que não se trata de uma escolha pessoal, por estar envolvida a vida de um terceiro. <br />
<br />
Temos de proteger de alguma forma essa vida não-nascida. Não se trata de uma questão de religião, mas democrática: o respeito pelos direitos dos outros.”[/quote]<br />
<br />
Vejamos: <br />
<br />
Sim, em matéria de princípio, concordo que a sociedade deve continuar a dar sinais negativos ao aborto.<br />
<br />
Agora vamos clarificar palavrinha a palavrinha o que dizes a seguir – “Temos de proteger de alguma forma essa vida não-nascida”. Temos?! Porquê?<br />
Porque temos de proteger a vida que está no seio de um outro ser e que portanto está sob a responsabilidade de esse sujeito? <br />
<br />
Lembra-te Zé, o Livre Arbítrio, que nos foi dado por Deus é o garante das nossas liberdades e garantias enquanto centelhas de Deus, únicas e irrepetíveis, tornadas homens e mulheres que comungam do mesmo espaço e tempo.<br />
<br />
Então porque tenho de ser eu, sujeito A a arbitrar os caminhos escolhidos pelos demais sujeitos?<br />
<br />
Uma das poucas &quot;verdades&quot; é a de que “não posso ajudar quem não quer ser ajudado”. Atenção, este “não posso” é relativo à impotência do acto. Isto é não depende de mim ajudar alguém que não queira ajuda, porque para ajudar os outros, esses outros têm em primeiro lugar reconhecer que precisam de ajuda. Como vou ajudar alguém que afirma categoricamente, não precisar de ajuda. Daqui decorre que eu só posso ajudar todos aqueles que pedirem ajuda.<br />
<br />
Dou-vos um exemplo concreto: o que adianta passar meia vida a dizer a alguem  que ele está no caminho errado? Já alguém teve esta experiência? Podem crer que a primeira resposta é a negação, do tipo “eu não preciso de ajuda, sei muito bem o que estou a fazer”. O que é muito verdade, pois ele sabe bem o que está a fazer, apenas não consegue evitar seguir pelo caminho tomado. Por isso a melhor caridade é mostrar-me sempre disponível e estender  a mão, ….pode ser que um dia a agarre…Mas tem de ser o outro, que quer ajuda, a fazê-lo. É ele que tem de agarrar a minha mão e não contrário. Isto é apenas um exemplo prático da realidade, eu não posso obrigar o outro a agir de acordo com a minha formação e educação. Então, volto a colocar a questão, porque &quot;temos&quot; (em abstracto, no sentido de Dever Fazer/Ter) de proteger a vida não-nascida? Como o podemos fazer? Faz sentido que o façamos? Em que limites?<br />
<br />
Creio que algumas respostas possíveis, poderão passar pela formação e pela educação. Se os jovens forem educados dentro do respeito pelas liberdades dos outros, estou certa de que questões como esta serão debatidas num outro nível de entendimento.<br />
<br />
Quanto ao resto da frase: “Não se trata de uma questão de religião, mas democrática: o respeito pelos direitos dos outros.””<br />
<br />
 Concordo contigo, efectivamente, é disto mesmo que se trata, respeito pela liberdade dos outros, mas vejamos quais os milites da democracia e da religião. Em primeiro lugar não é a religião que nos diz para respeitar as liberdades do outro, é Cristo que nos ensina a Amar em liberdade interior. E o cristianismo não é em si mesmo uma religião, é um conceito que se relaciona com aqueles que optam por seguir Jesus.<br />
<br />
No entanto, o princípio de liberdade e respeito pelas opções do outro, não vem do Cristianismo, já antes na antiguidade clássica, e na tradição helénica esse princípio vigorava, ainda que para uma camada muito restrita da população. A democracia surge com o conceito de cidadania e com a Polis. São estas tradições que chegam até nós e que de algum modo balizam os actuais princípios do Direito tal como o conhecemos hoje.<br />
<br />
Por tudo isto Zé, tens toda a razão, o cerne da questão está na garantia de que os sujeitos, fazem as suas escolhas de livre vontade. E por tudo isto meu amigo, não podemos (no conceito de Dever Agir) interferir nas escolhas dos outros.<br />
<br />
O que quer dizer que em matéria de principio e em substância, a questão do aborto não deve ser colocada dentro dos padrões do Direito, legislado pelos homens, mas sim nos padrões da Lei de Deus e nesta Lei cada um carrega a sua cruz e age de acordo com as suas convicções seguindo o seu próprio caminho.<br />
<br />
Como membros da Sociedade civil o que podemos fazer, tal como a Ana disse e muito bem, é educar e formar a comunidade para que actue conforme o Amor que nos foi legado por Jesus, na célebre máxima de vida: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.<br />
<br />
Depois de educados e formados, os nossos filhos deverão também eles agir em total liberdade interior.<br />
<br />
É certo que há quem advogue, que a participação cívica deve ir mais além. Esta é também uma opção e uma escolha legítima. E contra isso “batatinhas”. Só temos que respeitar. Mas cabe-nos a todos, como irmãos espirituais, optimizar e gerar consensos. Nesse sentido parece-me que este tópico está a seguir o caminho certo.<br />
<br />
Bem –haja a todos<br />
<br />
Bom trabalho<br />
<br />
<br />
<br />
]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19410#msg-19410</guid>
      <pubDate>Sat, 05 Nov 2005 16:43:35 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19403#msg-19403</link>
      <author>Zé</author>
      <description><![CDATA[A Ana disse:<br />
<br />
[quote]A educação sexual pode ser ensinada na escola concordo com isso, mas sabes quem ensina? [/quote]<br />
<br />
Pois, isso incomoda-me um pouco. Por isso mesmo disse que a escola deve ensinar os factos, e deixar os julgamentos morais (excepto os partilhados por quase toda a sociedade) aos pais. Exemplos do que a escola deve (no último caso, pode) ensinar:<br />
<br />
[li] O sexo não é algo banal <br />
[li] Há comportamentos sexuais de risco que não se colocam no contexto de uma relação em fidelidade (quando há mesmo fidelidade) - quais e porquê. Como diminuir o risco?<br />
[li] Métodos contraceptivos - quais existem, qual é a sua &quot;eficácia&quot;?<br />
[li] Há várias opiniões sobre a melhor forma de viver a sexualidade. Quais?<br />
<br />
Ensinar isto não retira aos pais o seu espaço, apenas informa.<br />
<br />
<br />
]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19403#msg-19403</guid>
      <pubDate>Sat, 05 Nov 2005 11:16:27 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19402#msg-19402</link>
      <author>Zé</author>
      <description><![CDATA[Tony, tu dizes:<br />
<br />
[quote]Por tudo isto entendo que se por um lado o aborto deve ser evitado, por outro não me parece correcto criminalizar quem a ele recorre. Não me parece que 3 anos de prisão ou de trabalho forçado na comunidade compensem ou penalizem de algum modo uma mãe que fez a opção de abortar. Pois o fardo que carregam já é tão pesado, que estar apontar e a penalizar mais não me parece de bom cristão. [/quote]<br />
<br />
e apontas medidas com as quais concordo inteiramente. O caminho que preconizas é o de &quot;criar mecanismos alternativos à prática do aborto&quot;. Não podia concordar mais inteiramente com este caminho. <br />
<br />
Porém, discordo com o texto citado no seguinte sentido: <br />
[li] (1) acho que a sociedade tem de continuar a dar um sinal negativo ao aborto <br />
[li] (2) acho que não se trata de uma escolha pessoal, por estar envolvida a vida de um terceiro. <br />
<br />
Temos de proteger de alguma forma essa vida não-nascida. Não se trata de uma questão de religião, mas democrática: o respeito pelos direitos dos outros. Porém, compreendo quando dizes que não te &quot;parece que 3 anos de prisão ou de trabalho forçado na comunidade compensem ou penalizem de algum modo uma mãe que fez a opção de abortar&quot;. Pois bem, aí também tenho dúvidas. Gostaria de ouvir alternativas melhores de [b]penas[/b] a aplicar a quem aborta. Aqui a palavra pena deve ser entendida no sentido de castigo mas também no sentido de compaixão. Não me parecia mal que quem abortasse tivesse de fazer trabalhos comunitários a ajudar mulheres grávidas em risco. Mais do que a pena (no sentido negativo) em si, viria aqui uma oportunidade dada à mulher de fazer pelos outros o que se calhar não fizeram por ela. Seria porventura terapêutico. <br />
Não sou psicólogo nem sociólogo nem jurista. Não sei que tipo de pena seria melhor. A minha posição resume-se no seguinte: deve-se penalizar para dar um sinal negativo; a pena deve ser algo positivo para a mulher em questão. A justiça deve regenerar, não castigar.<br />
<br />
Uma outra proposta de pena (reparem que não percebo muito do assunto, quero é explicitar a direcção que acho que deve ser seguida): a mulher que abortou seria &quot;obrigada&quot; a explicar as razões porque o fez e a explicitar o que seria necessário para que não o voltasse a fazer (o não cumprimento dessa obrigação teria de ter consequências). De seguida, seria dada uma sentença no melhor sentido para impedir a reincidência. Se fosse falta de educação, obrigatoriedade de seguir um curso profissional, se fosse drogas, obrigatoriedade de ir para reabilitação, se fosse porque não queria o bebé nessa altura, obrigatoriedade de ajudar outras mulheres grávidas em risco.]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19402#msg-19402</guid>
      <pubDate>Sat, 05 Nov 2005 11:01:33 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19401#msg-19401</link>
      <author>Ana</author>
      <description><![CDATA[ <br />
 <br />
 Meus Grupos | noticias-lepanto Página Principal  <br />
<br />
<br />
ACI, sexta-feira, 16 de setembro de 2005<br />
<br />
*** Programas de abstinencia sexual son un éxito en Cleveland ***<br />
<br />
      CLEVELAND — Un estudio publicado por el American Journal of Health<br />
Behaviour, mostró que los programas de “abstinencia hasta el matrimonio” han<br />
dado resultado y son un éxito entre los estudiantes de secundaria de<br />
Cleveland.<br />
<br />
      Según informa LifeSiteNews.com, el estudio se realizó entrevistando<br />
a más de dos mil estudiantes de secundaria, participantes del programa<br />
llamado For Keeps, dirigido por Operation Keepsake in Mayfield, Ohio. <br />
<br />
      El programa consiste en cinco sesiones de 40 minutos, en las que se<br />
enfatiza la abstinencia sexual hasta el matrimonio. También se presenta la<br />
virginidad como un don que debe ser compartido en el matrimonio, así como<br />
los peligros del embarazo adolescente y las enfermedades de transmisión<br />
sexual, incluyendo al SIDA. <br />
<br />
      La directora del estudio, Elaine Borawski, indicó al diario local<br />
Plains Dealer que los resultados son sorprendentes. La investigadora de la<br />
Case Western Reserve University opina que el programa realizado con fondos<br />
del gobierno federal, ha influido positivamente en la vida sexual de los<br />
adolescentes. <br />
<br />
      “Todos decían que los muchachos que ya habían tenido relaciones<br />
sexuales no iban a encontrar relevante el programa. Parece que ha tenido más<br />
éxito del que pensábamos”, señaló.<br />
<br />
      <br />
<br />
]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19401#msg-19401</guid>
      <pubDate>Sat, 05 Nov 2005 04:19:25 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19400#msg-19400</link>
      <author>Ana</author>
      <description><![CDATA[Zé<br />
<br />
Os pais em casa podem ser bons professores, não achas, lindo?:) Quem quer melhor a um filho do que a própria mãe? Os que ainda não são pais ou mães um dia vão perceber o quanto se ama um filho ou uma filha.<br />
A educação sexual pode ser ensinada na escola concordo com isso, mas sabes quem ensina?<br />
Assim, eu darei educação aos meus filhos à minha maneira, segundo os meus valores, os meus costumes, depois eles que façam o que quiserem. E foi mesmo assim que eu fiz, que eu eduquei os meus filhos, sem vergonha alguma falei com eles. Eu não me sentia mãe, mas sim a irmã mais velha a dialogar com eles.<br />
<br />
Tony, gostei muito do que escreveste:)]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19400#msg-19400</guid>
      <pubDate>Sat, 05 Nov 2005 04:09:49 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19399#msg-19399</link>
      <author>tony</author>
      <description><![CDATA[Fico muito feliz por ver o rumo deste tópico.<br />
<br />
Tenho uma reunião em Reims durante a próxima semana, por isso é provável que não tenha tempo para participar. sempre que possa dou um salto até aqui.Entretanto vou rezar por todos os foristas, para que não se zanguem muito uns com os outros e que cheguem a soluções de consenso e para <br />
<br />
que nesta dialéctica de tese e antítese seja possível encontrar uma síntese que satisfaça as várias sensibilidades existentes sobre o Valor da Vida e o Livre Arbítrio.<br />
O livre arbítrio, como o próprio nome indica, não se legisla, aprende-se e assume-se ao longo da vida. Por isso a educação e a formação são tão importantes, para que tenhamos uma sociedade bem formada, digna e cristã.<br />
Deus deu-nos Livre Arbítrio, a capacidade de escolher, por isso não nos compete a nós homens retirar aquilo que Deus nos deu…”Não separe o Homem aquilo que Deus uniu” e Deus deu-nos a liberdade de escolher o nosso caminho, para nos unirmos com Ele e com os irmãos. Até onde vai o nosso direito de limitarmos a liberdade do nosso irmão?<br />
A resposta é simples – “A minha liberdade termina, quando começa a liberdade do outro”.<br />
<br />
Tem o feto liberdade de escolha? Não, a sua vida está dependente das opções da mãe.<br />
Mas o feto sente, tem emoções, tem vida e Jesus pede-nos para não matar, para não retirar a vida a ninguém.<br />
<br />
Mas e então em que ficamos?!<br />
<br />
Não posso abortar o crescimento de um feto, porque ele tem vida, logo muito provavelmente, gostaria de viver, de crescer e de aprender, como todos os humanos seus semelhantes. Por isto não devemos abortar o seu processo. Mas aquele/a que fizer essa opção deve ser punida pela lei de Deus ou dos Homens?<br />
<br />
E quando a mãe corre risco de vida? Quando são detectadas mal formações do feto? Devemos ser “nós” em abstracto, nós Igreja, nós Doutrina Social da Igreja a pronunciarmo-nos sobre isso?! Não é o direito à escolha, um direito adquirido pelo Livre Arbítrio? Não caberá somente aos pais essa opção e essa escolha? Parece-me que sim, é sobre os pais que recai a escolha.<br />
<br />
Alguns podem considerar certas opções um erro ou mesmo um pecado. Mas e então, quem nunca pecou e nunca errou que atire a primeira pedra. Quem nunca foi julgado, quem nunca se sentiu humilhado, quem nunca teve dúvidas existências, quem nunca fez opções de vida que os outros não compreenderam, então que atire a primeira pedra.<br />
<br />
Por tudo isto entendo que se por um lado o aborto deve ser evitado, por outro não me parece correcto criminalizar quem a ele recorre. Não me parece que 3 anos de prisão ou de trabalho forçado na comunidade compensem ou penalizem de algum modo uma mãe que fez a opção de abortar. Pois o fardo que carregam já é tão pesado, que estar apontar e a penalizar mais não me parece de bom cristão.<br />
<br />
Por isso entendo que o Estado deve apostar na formação e na educação; que deve criar mecanismos alternativos à prática do aborto; que deve criar politicas de incentivo à natalidade, mas que sejam politicas sustentadas, concertadas e planeadas a médio e longo prazo e nunca medidas avulso, para resolver esta ou aquela situação pontual.<br />
Acho que boas politicas de incentivo à natalidade, onde existam apoios reais e ajustados às realidades das famílias, são também medidas que anulam a questão do aborto e resolvem o problema da nossa população envelhecida.<br />
<br />
Parece-me que ninguém quer ver esta realidade, se calhar porque têm medo dos velhos ou de envelhecer, mas o facto é que somos cada vez menos aqueles que produzem riqueza, enquanto que o número de reformados aumenta, a tal ponto que apesar de haver elevados índices de desemprego, aumenta-se a idade da reforma, porque simplesmente, não há dinheiro para pagar tantas reformas. <br />
<br />
A minha proposta é simples, incentive-se a natalidade, criem-se condições para que as mães optem por gerar os seus filhos em vez de os abortar e assim acabe-se de vez com esta questão, porque na verdade, se excluirmos os motivos que levam alguém a praticar um aborto, verificamos que em matéria de princípio: “somos todos contra o aborto”.<br />
]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19399#msg-19399</guid>
      <pubDate>Sat, 05 Nov 2005 03:28:33 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19397#msg-19397</link>
      <author>Zé</author>
      <description><![CDATA[Caro Luís,<br />
<br />
Boa ideia.<br />
<br />
Quanto ao aborto, acho que não faz sentido dizer sim ou não. Somos todos contra o aborto, todos reconhecemos ser algo terrível. À semelhança do que muitos outros aqui defenderam, acho que a primazia do debate deve ser o que fazer para [b]prevenir o aborto[/b]. Para tal defendo que se ponha em prática:<br />
<br />
[li] (1) educação sexual <br />
<br />
[li] (2) apoio às famílias/às mães/às mulheres grávidas <br />
<br />
O ponto (1) compreendo que seja polémico. Cada um advogará a sua forma de educação sexual. Pessoalmente acho que é uma matéria em que o Estado (a escola) tem responsabilidades mas em que deve respeitar a individualidade de cada um. Assim, deve-se ensinar as várias perspectivas que há perante o sexo e as várias atitudes que se pode ter, sem juizos morais. Ou seja, não se diz &quot;isto é bom&quot; ou &quot;isto é mau&quot;, mas &quot;há quem defenda que sexo só depois do casamento e há quem não concorde. Trata-se de uma escolha. Porém, no segundo caso deve-se usar preservativo ou fazer sexo seguro. No primeiro caso, pressupondo fidelidade, isto não é necessário para proteger de doenças. Porém, pode ser usado para prevenir a gravidez&quot;. Estou a produzir um discurso muito simplificado de como se pode falar destes assuntos sem coagir ninguém. <br />
<br />
Quanto ao ponto (2), é uma vergonha que não esteja já mais do que posto em prática. Com um abono de família substancial, como defendeu o Miguel, ou até com a disponibilização de amas para tomar conta de crianças nalguns casos pontuais. Cada caso é um caso. Este assunto exige e merece imaginação. Se calhar podemos tentar nós próprios lançar à discussão  soluções para o apoio a estas pessoas - seria engraçado. Porque não? Não é isso este fórum, um espaço de discussão?<br />
<br />
Para além disto, acho que deve dar atenção a um terceiro ponto:<br />
<br />
[li] (3) caridade para quem abortou <br />
<br />
Quanto ao ponto (3), agora sim vem a questão da despenalização. Podíamos começar por onde parece que todos concordamos, embora alguns vão mais longe - a troca da pena de prisão por outra. Poderá não ser uma mudança suficiente para alguns, mas não consideramos todos que seria uma mudança para melhor? Para que serve mandar para a cadeia quem aborta? Que bem é que isso serve? Eu acho que o aborto deve continuar a ser penalizado, mas com uma pena que [b]regenere [/b](ou seja, torne menos provável a repetição da prevaricação) do que uma pena que [b]castigue[/b]. Faria mais sentido obrigar quem aborta a fazer trabalhos comunitários ou a ser obrigada a ter acompanhamento psiquiátrico ou obrigada a tirar um curso de formação ou a permanecer num determinado emprego. Seria mais dar uma oportunidade que castigar.<br />
<br />
Finalmente, quanto à lei actualmente em vigor, atendendo à realidade concreta portuguesa, acho que esta deve ser alterada atendendo - somente - a este ponto (3).]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19397#msg-19397</guid>
      <pubDate>Sat, 05 Nov 2005 01:00:49 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19396#msg-19396</link>
      <author>Luis Gonzaga</author>
      <description><![CDATA[Caros amigos.<br />
<br />
Ando sem tempo para acompanhar a [i]pedalada[/i] que imprimis no fórum... :-) De qualquer forma, hoje li o muito que foi escrito neste fórum e quero comentar convosco o seguinte.<br />
<br />
Começo por pedir que releiam a [url=http://www.paroquias.org/forum/read.php?1,4985,19346#msg-19346]mensagem[/url] do Joaquim Lopes Galvão, por volta da hora do almoço ([url=http://www.paroquias.org/forum/read.php?1,4985,19346#msg-19346]04 de Novembro de 2005 12:47[/url]) (nota: esqueçam a parte em que ele diz ser a última mensagem que escreve neste fórum... eu também espero que ele se esqueça ou que reconsidere) ;-)<br />
<br />
Aquilo que na minha opinião o Joaquim fez foi escrever um balanço, um resumo, um sumário daquilo que é a opinião e posição dele sobre este assunto. E fê-lo muito bem: bastou-me ler um mensagem para conhecer o que ele pensa.<br />
<br />
Já devem ter reparado que este tópico já vai quase com 500 mensagens, em mais de dois anos de vida do mesmo. Fico com a sensação que alguém que queria entrar no assunto se limite a ver as últimas mensagens, ou dado o tanto que já foi escrito para trás, simplesmente não o faça. Pelo que me lembrei de algo que vos queria propor: aproveitando o mote do Joaquim (admito que possa haver alguém que também já o tenha feita no mesmo tópico), convido cada um de nós a fazer um resumo da sua opinião, daquilo que foi escrevendo neste tópico, e, posteriormente, recomeçaríamos a discussão num novo tópico (talvez se justifique um fórum temático para este tema e outros relacionados), de forma mais organizada (podendo até dar este por encerrado). O facto de [i]re[/i]começarmos de novo tem diversas vantagens: a) permite a que novas pessoas se juntem à discussão; b) evita que se repitam argumentos e discussões vezes sem conta; c) termina o &quot;bater em ferro frio&quot;.<br />
<br />
Pedia-vos que se concordassem com este meu convite que não respondessem que sim, mas que fizessem esse resumo e o colocassem aqui. Posteriormente, e quando decidirmos se criamos um novo tópico ou um fórum, eu tratarei de mover essas mensagens.<br />
<br />
Um abraço,<br />
Luís Gonzaga]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19396#msg-19396</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 23:22:40 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19395#msg-19395</link>
      <author>Zé</author>
      <description><![CDATA[Finalmente começa-se a chegar a algum lado:<br />
<br />
[li] (1) educação sexual<br />
[li] (2) apoio às famílias/às mães/às mulheres grávidas<br />
[li] (3) caridade para quem abortou<br />
<br />
Nestes três pontos, penso que todos neste fórum - e até fora dele! - estaremos de acordo. Então, porque é que se continua a discutir um &quot;sim&quot; ou &quot;não&quot; quando há tanto trabalho pela frente? <br />
<br />
O ponto (1) compreendo que seja polémico. Cada um advogará a sua forma de educação sexual. Pessoalmente acho que é uma matéria em que o Estado (a escola) tem responsabilidades mas em que deve respeitar a individualidade de cada um. Assim, deve-se ensinar as várias perspectivas que há perante o sexo e as várias atitudes que se pode ter, sem juizos morais. Ou seja, não se diz &quot;isto é bom&quot; ou &quot;isto é mau&quot;, mas &quot;há quem defenda que sexo só depois do casamento e há quem não concorde. Trata-se de uma [b]escolha[/b]. Porém, no segundo caso deve-se usar [b]preservativo [/b]ou fazer sexo seguro. No primeiro caso, pressupondo fidelidade, isto não é necessário para proteger de doenças. Porém, pode ser usado para prevenir a gravidez&quot;. Estou a produzir um discurso muito simplificado de como se pode falar destes assuntos sem coagir ninguém.<br />
<br />
Quanto ao ponto (2), é uma vergonha que não esteja já mais do que posto em prática. Com um abono de família substancial, como defendeu o Miguel, ou até com a disponibilização de amas para tomar conta de crianças nalguns casos pontuais. Cada caso é um caso. Este assunto exige e merece imaginação. Se calhar tentarmos nós próprios  lançar à discussão (porque não - não é isso este fórum, um espaço de discussão) soluções para o apoio a estas pessoas seria engraçado.<br />
<br />
Quanto ao ponto (3), agora sim vem a questão da despenalização. Podíamos começar por onde parece que todos concordamos, embora alguns vão mais longe - a troca da pena de prisão por outra. Poderá não ser suficiente para alguns, mas não consideramos todos que seria uma mudança para melhor?]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19395#msg-19395</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 23:19:11 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19394#msg-19394</link>
      <author>Tilleul</author>
      <description><![CDATA[Concordo plenamente com as intervenções do Miguel, foi por isso que esta manhã lançei um repto que se elevasse a discussão e que se fizesse com caridade.<br />
<br />
Aborto não é solução e muito menos uma legislação que despenalize.<br />
<br />
O tempo que os sucessivos governos têm andado com esta coisa do referendo já tinham feito legislação suficiente para incentivar o planeamento familiar consciente e a educação sexual.<br />
<br />
Na Polónia, que é um país muito católico, está muito mais desenvolvido que nós em termos de pervenção, acompanhamento e formação.<br />
<br />
Nas escolas, incluindo os colégios católicos, há disciplinas anuais que dão formação sobre os métodos contracepcionais (claro que preveligiam os métodos naturais), a reprodução, a formação de planeamento familiar e até mesmo gestão económica do lar.<br />
<br />
Houve alguém aqui que disse que a melhor forma de controlar a SIDA é a fidelidade... Será que a melhor maneira de controlar a gravides na adolescência também não passa também por começarmos por valorizarmos mais a virgindade e apresentarmos ideias mais positivas? Na mina adolescência e continua a ser assim, ser virgem é sinal de exclusão social e ser-se vítima de descriminação.<br />
<br />
Não quero entrar em demagogia e sonhar com um mundo perfeito mas em vez de encolhermos os ombros e dizer que temos que lutar com o mundo que temos porque não lutar por valores que acreditamos? Não será isto que a Igreja tem feito? Será que tenho andado errado tanto tempo? <br />
<br />
Para finalizar, o aborto é situação a evitar e que não deve ser promovido. No entanto as mulheres que o façam deveram ser acolhidas com caridade e ajudar a superar o trauma. Nas situações como malformações congénitas, violação e perigo de vida para a mãe deve ser dada a possibilidade de escolha à mãe... mas isto já acontece...<br />
<br />
Em comunhão]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19394#msg-19394</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 23:00:01 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19393#msg-19393</link>
      <author>camilo</author>
      <description><![CDATA[isso foi o que referiu o papa, como  aqui transcreveu a ana:<br />
<br />
Escrito por: Ana (IP registado)<br />
Data: 02 de Novembro de 2005 17:00<br />
<br />
[b]  Mas vamos apoiar o aborto ou ajudar as famílias numerosas??? [/b]<br />
<br />
<br />
[b]Vaticano: Famílias numerosas precisam de apoio, defende Papa [/b]<br />
<br />
[i]Bento XVI defende medidas sociais e legislativas que apoiem as famílias numerosas - uma mensagem deixada, esta manhã, durante a habitual audiência geral das quartas-feiras. <br />
<br />
02/11/2005 <br />
<br />
Bento XVI <br />
<br />
(13:00) Segundo o Papa, &quot;no actual contexto social, os núcleos familiares com muitos filhos, são um testemunho de fé, de coragem e de optimismo, porque sem filhos não há futuro&quot;. <br />
<br />
&quot;Faço votos para que venham a ser promovidas intervenções sociais e legislativas adequadas de apoio às família mais numerosas, que constituem uma riqueza e uma esperança para qualquer país&quot;, sublinhou. [/i]]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19393#msg-19393</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 21:06:03 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19392#msg-19392</link>
      <author>Zé</author>
      <description><![CDATA[Também acho que a educação sexual deve ser uma prioridade, nas escolas. Só que aí deve ensinar-se as várias perspectivas que há, ou seja, pode falar-se de abstinência e de métodos contraceptivos. Pode-se dizer quem defende o quê. Pode-se explicar as várias alternativas aos jovens. Não tem de se preconizar nada, mas sim mostrar as várias formas de viver a sexualidade, sem juizos de valor (ou contrapondo vários juizos de valor).<br />
<br />
Ó Miguel, não tem de ser presidente da República, pode ser de uma coisa qualquer, desde que defendas que se deve [b]criar condições sociais para todos, por forma a evitar o acto abortivo!!! [/b], tens o meu voto.<br />
<br />
Ana, onde propões que se eduque a abstinência? Eu acho que ela deve ser apresentada como meramente uma possibilidade na escola. Tal como os meios anti-conceptionais. Este caminho, não impondo mas informando, deixa aos pais o espaço que é dos pais.]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19392#msg-19392</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 20:59:23 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19390#msg-19390</link>
      <author>Miguel D</author>
      <description><![CDATA[Eu diria mais Ana: o primeiro ponto a educar é a educação sexual e a contracepção, porque já vimos que só ensinar a abstinencia por si só não chega...<br />
<br />
Uma sexualidade exclarecida é meio caminho andado. Não adianta proibir, nem pregar a abstinencia. Se um jovem entender que o deve fazer, vai sempre faze-lo... Sempre foi assim, mesmo quando engravidar uma rapariga tinha como pena o casamento ou a prisão...<br />
<br />
Os jovens tem de ser educados para todos os pontos da vida. Claro que acho que se deva ensinar a abstinencia, mas sempre com o apoio de aulas de educação sexual e de planeamento familiar.<br />
<br />
Obrigado Ze, mas não sou tão ambicioso, nem tenho idade para me candidatar a Presidente da Republica... (calculo que fosse o presidente, pois são essas as próximas eleições... eheheh)<br />
<br />
Primeiro que tudo tornar o abono de familia um verdadeiro abono para as familias. O estado deve dar mais apoio financeiro e promover condições para que um casal prefira ter um filho e até mais filhos. O panorama portugues de apoio à natalidade é pobre e cada vez mais se reflete na taxa de natalidade.<br />
<br />
Outro ponto: o dinheiro que se vai gastar em campanhas de referendos e no acto eleitoral em si, quantas familias não podiam alimentar...?<br />
<br />
Os católicos fazem tantas petições e com tanta facilidade, porque é que não se faz uma petição para terminar com todas as campanhas eleitorais, que no plano actual nada servem, e não se canaliza esse dinheiro para apoio social e planeamento familiar...? Deixo-vos esse desafio!<br />
<br />
Actualmente em Portugal as campanhas eleitorais resumem-se à distribuição de sacos plasticos, espectaculos musicais e jantaradas. Pois bem, pague-se aos politicos a publicação dos seus progamas eleitorais em jornais de ambito nacional e de distribuição gratuita nesses dias, e os muitos milhões de euros que daí sobram por certo que alimentavam muitas familias numerosas e carenciadas. Eu assinava esta petição, mais que uma vez se me vosse permitido!! Já que o dinheiro de uma campanha eleitoral não esclarece as pessoas, então que alimente quem precisa de apoio social!!!<br />
<br />
Tenho muitas mais ideias, se calhar tão disparatadas quanto esta... Mas mudemos o caminho que este tópico esta a levar e passemos a discutir o que eu e cada um de nós pode fazer para mudar a situação do aborto e não o que a policia ou a mulher X ou Y devem fazer...<br />
<br />
Vamos também resolver os problemas e não só discuti-los!!! As discussões de ideias só têm interesse se não nos acumudar-mos e fizermos alguma coisa com essas ideias que temos e discutimos!!<br />
<br />
Um abraço fraterno<br />
<br />
Miguel Dias]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19390#msg-19390</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 20:42:11 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19388#msg-19388</link>
      <author>Ana</author>
      <description><![CDATA[Zé<br />
<br />
(L...:)<br />
<br />
Eu diria para que jovens com 14, 16, 18, 20 anos fazem sexo? Estão elas preparadas para serem mães ou pais?<br />
O primeiro ponto a educar é a abstinência. Ou o sexo deve ser feito com qualquer um ou com qualquer uma? Eu acho que não. Deve ser feito com alguém especial e não com amigos do colégio ou da faculdade!]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19388#msg-19388</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 20:19:30 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19387#msg-19387</link>
      <author>Zé</author>
      <description><![CDATA[Miguel a presidente (com o meu voto)!<br />
<br />
Que soluções, então, para evitar a prática do aborto?<br />
Desde já, falta de condições financeiras não [b]pode [/b]ser permitido! As mães, grávidas ou com filhos, em necessidade, têm de ser ajudadas, a todos os níveis.]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19387#msg-19387</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 20:08:47 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19385#msg-19385</link>
      <author>Miguel D</author>
      <description><![CDATA[Tenho evitado postar neste tópico, pois acho que aqui estão a ser tocados alguns pontos que fogem ao ambito em discussão.<br />
<br />
Para mim é facil encontrar pontos de acordo com a Tony, com o Tilleul, com o Zé, com a CP, [b]mas para mim o fundamental do debate não devia ser como despenalizar ou criminalizar o aborto, mas sim arranjar soluções que evitem a sua prática.[/b] O aborto pode ser uma questão penal, uma questão moral, mas é acima de tudo uma questão social. E é esta questão social que devia preocupar os cristãos. Se conseguirmos criar uma sociedade em que todos possam viver em igualdade e fraternidade por certo que não se colocaria o problema do aborto.<br />
<br />
Vamos procurar criar condições sociais para todos, por forma a evitar o acto abortivo!!! Vamos nos preocupar mais com a questão social e perder menos tempo com penas e despenalizações!! Peço-vos por favor!!<br />
<br />
Por fim gostava de dizer que sou contra a pena de prisão para mulheres que abortam. Abortar já é por si só traumatizante, não vamos tornar o aborto um flagelo ainda maior!! Até porque é que só a mulher é criminalizada pela lei...? um filho não é feito por um homem e por uma mulher...? Só aceito que uma mulher seja penalmente criminalizada se o seu parceiro também o for!! O filho é dos dois, a responsabilidade é dos dois!!!<br />
<br />
Um abraço fraterno<br />
<br />
Miguel Dias]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19385#msg-19385</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 19:58:10 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19384#msg-19384</link>
      <author>catolicapraticante</author>
      <description><![CDATA[A minha análise inicial sobre a hipocrisia destas iniciaciva ( dois reefrendos de sinla contário)  confirma-se em absoluito.<br />
<br />
AS forças políticas que na altura fizerea uma petição  [b]a favor do referendo [/b](que reuniu centenas de milhar de assinaturas,  agora afirmam-se contra o referendo e acham que de ve se a AR a legislar sobre o assssunto...<br />
<br />
<br />
AS forças políticas que accionaram esta  petição contra  o referendo , conforme se pode ler no texto da mesma , agora ai  jesus que o Referendo  é a coisa mais importante do mundo e o parlamento ou o governo não pode legislar sobre a matéria.<br />
<br />
[b]Repito - Hipocrisia, aproveitamente político e falta de vergonha. .[/b]<br />
<br />
&quot;Na referida petição, [i]contra o referendo[/i], pdoe ler-se:<br />
<br />
&quot;É, portanto, [b]uma falácia [/b]a ideia tão propagada de que o povo mudou a sua [i]opinião e, portanto, se justifica um novo referendo[/i].  <br />
<br />
5. [i]Recusamos a visão dicotómica instalada do “Sim” e do “Não” ao aborto[/i]. <br />
Todos se dizem contra o aborto, pelo [b]que apelamos ao Governo e à Assembleia da República que legislem [/b]medidas concretas no sentido de criar uma verdadeira cultura de vida, contra uma cultura de morte..&quot;<br />
]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19384#msg-19384</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 19:55:08 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19383#msg-19383</link>
      <author>Joaquim José Galvao</author>
      <description><![CDATA[À Direcção do fórum Paroquias o meu agradeciemento por me terem incluido na vossa lista de participantes mas perante tanta desonestidade mental risco-me de participante<br />
Joaquim Galvao]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19383#msg-19383</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 19:30:27 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19382#msg-19382</link>
      <author>catolicapraticante</author>
      <description><![CDATA[SÓ  uma resposta rápida  - sobre seropositivos:<br />
<br />
Uma mulher seropositiva pode ter um filho saudável  se for acompanhada e fizer terapêutica específica durante a gravidez, pelo que este facto não está incluído em mennhuma malformação fetal.<br />
.]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19382#msg-19382</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 19:17:52 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19379#msg-19379</link>
      <author>Tilleul</author>
      <description><![CDATA[Quanto ao restante,<br />
<br />
No teu ponto 1, penso que é a tua opinião. Eu não assinava a petição apenas pelo aspecto de propor <br />
<br />
[quote]&quot;reafirmar a sua convicção de que a valorização da vida humana deve continuar a merecer, no Código Penal, a protecção, a todo o tempo, da vida intra-uterina, [u]através da definição como crime[/u], da sua violação&quot;[/quote]<br />
<br />
porque em muitos aspectos tem um aspecto saudável.<br />
<br />
Ponto 2-  Neste ponto inclui filhos de seropositivos? Ou por exemplo Sindrome de down? Será que não há uma necessiade de esclarecer bem este ponto? Não estou a falar para ti mas a perguntar em geral... <br />
Tenho recebido documentários de jovens sem braços ou sem pernas a fazerem coisas fantásticas... será que senão legislarmos bem este aspecto se vulgarizá o conceito de malformação congénita incompatível com a vida?<br />
<br />
Ponto 3- a que te referes a um conjunto de células indeferenciadas...  no entanto é o próprio CNEV que diz que<br />
<br />
[quote]<br />
A vida humana prénatal merece respeito e protecção, por ser o fundamento do acontecimento único e inédito que a maternidade representa. À luz dos princípios éticos, a vida prénatal merece ainda maior protecção por ser frágil e incipiente.[/quote]<br />
<br />
Se juntarmos aqui o que diz o catecismo:<br />
<br />
[quote]§2319 Toda vida humana, desde o momento da concepção até a morte, é sagrada, porque a pessoa humana foi querida por si mesma à imagem e à semelhança do Deus vivo e santo.[/quote]<br />
<br />
Quanto à referência à irmã é um outro &quot;se&quot; que só perante a situação poderia responder mas provavelmente tens razão. Mas penso que esta situação já é consagrada na actual lei.<br />
<br />
4 e último ponto- Não me esclareceste se tirando estas 3 situações que apresentastes, malformações congénitas, violação, ou aborto terapêutico se preves mais alguma situação possível de abortar? <br />
<br />
Em comunhão]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19379#msg-19379</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 19:10:21 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19378#msg-19378</link>
      <author>Zé</author>
      <description><![CDATA[Não quero causar mais polémica, mas apenas opinar.<br />
Eu assinaria a petição como ela foi apresentada, embora não saiba se o ponto [b]a)[/b] é necessário (não conheço a constituição) e pense que o ponto [b]b)[/b] deve ser implementado com cautela. <br />
<br />
Catolicapraticante, não percebi quais são as tuas objecções ao documento tal como ele está escrito. Podias-me explicar, por favor?<br />
<br />
Zé]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19378#msg-19378</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 18:54:42 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19377#msg-19377</link>
      <author>catolicapraticante</author>
      <description><![CDATA[Galvão:<br />
Os meus fantasmas não estão em lado nehum.<br />
<br />
 E O que escrevi é absolutamente verdade, como bem sabes e o teu texto confirma.<br />
<br />
A petição em causa [b]tinha como objectivo jurídico uma alteração legal - a alteração do texto  da Constituição. [/b]<br />
<br />
<br />
<br />
Tilleul: Não sabia que tratavas o Camilo [i]por senhor[/i], daí  a minha incorrecta interpretação do teu post.<br />
.<br />
Vejo que não fazes qualquer referência á minhas respostas que tão ansiosamente aguardavas. <br />
<br />
ESpero que te sejam úteis.<br />
]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19377#msg-19377</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 18:39:40 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19376#msg-19376</link>
      <author>Joaquim José Galvao</author>
      <description><![CDATA[Em defesa da verdade e da honra<br />
<br />
Pergunto se no que leram encontram algo que permita o comentário assinado por CP que se transcreve<br />
<br />
… “Ou seja pretendiam introduzir uma alteração da lei vigente, da CRP que tornasse inconstitucional a actual legislação que permite as IVG no actual quadro legal existente”.<br />
<br />
Ou se encontram razão para ainda mais afirmar:<br />
<br />
CP  -“Ora eu defendo (ao contrário dos subscritores da referida petição) que não é admissível uma alteração legislativa de foro constitucional que torne ilegais todos os tipos de IVG <br />
mesmo as actualmente previstas na Lei. ( como as malformações congénitas, violação, <br />
ou aborto terapêutico)<br />
<br />
E continuar a afirmar<br />
CP .-“ Além deste concreto objectivo jurídico, petição tinha também outros objectivos - políticos, ideológicos e de afirmação de poder.<br />
<br />
A saber e textualmente:<br />
<br />
MAIS VIDA MAIS FAMÍLIA <br />
Nós, abaixo assinados, pedimos que a Assembleia da República e o Governo, cada um dentro da sua específica competência legislativa e regulamentar, aprovem: <br />
a) O reforço da protecção da vida e dignidade de cada ser humano, no decorrer da actual revisão constitucional; <br />
b) Um regime legal de protecção jurídica de cada ser humano, na sua fase embrionária; <br />
c) Iniciativas legislativas de promoção da família nos domínios fiscal, laboral, habitacional, da segurança social, da saúde e da educação e <br />
d) Medidas concretas de defesa da vida e da dignidade de cada ser humano, em particular, da mulher, muito em especial de apoio à mãe grávida em dificuldade, bem como ao recém-nascido. <br />
24 de Janeiro de 2004 <br />
<br />
<br />
Onde estão os fantasmas da CP?<br />
<br />
Não brinque com a dignidade e a honorabilidade de gente que se identifica pelos nomes próprios e dá a cara pelas suas causas. Por favor seja honesta consigo própria.<br />
<br />
Espero que agora já vos possa deixar definitivamente<br />
<br />
Joaquim José Lopes Galvão<br />
<br />
<br />
]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19376#msg-19376</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 18:16:51 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19375#msg-19375</link>
      <author>Tilleul</author>
      <description><![CDATA[CP,<br />
<br />
Embora o partilhar das opiniões sensatas e moderadas fosse para o camilo, fica aqui mais uma vez que me revejo em algumas das tuas opiniões.<br />
<br />
No entanto a forma negativa, generalista, algumas vezes insultuosa e muitas vezes agressiva, faz-te perder qualquer tipo de razão.<br />
<br />
Mas esse é uma área que és tu que tens resolver e que acho que não deve ser debatida na praça pública...<br />
<br />
Em comunhão<br />
  ]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19375#msg-19375</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 18:09:42 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Re: Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19374#msg-19374</link>
      <author>Joaquim José Galvao</author>
      <description><![CDATA[Encontra-se em www.peticao-vida.org<br />
<br />
o que vos pode intereçar <br />
e que transcrevo em parte, mas recomendo que leiam na totalidade<br />
<br />
Petição do Movimento Mais vida mais familia<br />
 <br />
1. O povo português orgulha-se da sua cultura multissecular, da sua identidade forte, da convicção com que se tem batido por valores como a liberdade, a democracia, a auto-determinação dos povos. Desse património humanístico faz parte a protecção de toda a vida humana. Por isso Portugal teve a coragem histórica de ser um dos primeiros países do mundo a abolir a pena de morte. <br />
<br />
2. Na cultura portuguesa actual, com traços jurídicos vigorosos — embora ainda insuficientes — afirma-se igualmente, como valor de fundo, a dignidade feminina, a projecção da mulher em toda a actividade comunitária, a maternidade. <br />
<br />
3. Noutro plano, a natalidade tornou-se um dos bens mais necessários ao país, também do ponto de vista do equilíbrio entre pessoas idosas e população activa. <br />
<br />
4. Neste Portugal de hoje parecem pois estar reunidas, mais do que nunca, as condições para que se lute pela vida e contra a pobreza; pela vida e contra a discriminação das mulheres, incluindo das mães grávidas nos locais de trabalho; pela vida e contra os atropelos à liberdade de ser mãe; pela vida e contra a falsa solução do recurso ao aborto, que deixa em quem o pratica sequelas físicas e psicológicas que o tempo não consegue sarar. <br />
<br />
Tendo presentes estas premissas e <br />
Considerando que o combate ao aborto clandestino deve, também, assentar na eliminação das suas causas económicas, sociais e psicológicas, objectivo que apenas tem sido prosseguido por iniciativas da sociedade civil, promovidas por aqueles que, em consonância com os progressos da ciência médica, defendem a vida humana e dignidade de cada ser humano, desde o momento da concepção até à morte natural; <br />
<br />
Considerando que os valores expostos são inseparáveis de uma política de promoção da maternidade e da família enquanto instituição basilar da sociedade, designadamente no domínio das opções legislativas em matéria fiscal, laboral, de habitação, de segurança social, de saúde e de educação; <br />
<br />
Considerando interpretar as mais profundas e genuínas convicções do povo português, expressas, de resto, recentemente em referendo, pretendem os signatários reafirmar a sua convicção de que a valorização da vida humana deve continuar a merecer, no Código Penal, a protecção, a todo o tempo, da vida intra-uterina, através da definição como crime, da sua violação, e apresentar aos órgãos de soberania a petição anexa. <br />
<br />
                                           MAIS VIDA MAIS FAMÍLIA <br />
Nós, abaixo assinados, pedimos que a Assembleia da República e o Governo, cada um dentro da sua específica competência legislativa e regulamentar, aprovem: <br />
 <br />
a) O reforço da protecção da vida e dignidade de cada ser humano, no decorrer da actual revisão constitucional; <br />
<br />
b) Um regime legal de protecção jurídica de cada ser humano, na sua fase embrionária; <br />
<br />
c) Iniciativas legislativas de promoção da família nos domínios fiscal, laboral, habitacional, da segurança social, da saúde e da educação e <br />
<br />
d) Medidas concretas de defesa da vida e da dignidade de cada ser humano, em particular, da mulher, muito em especial de apoio à mãe grávida em dificuldade, bem como ao recém-nascido. <br />
<br />
24 de Janeiro de 2004 <br />
]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19374#msg-19374</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 18:03:29 +0000</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Crime do Aborto, vs. Defesa do Nascituro</title>
      <link>http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19371#msg-19371</link>
      <author>Tilleul</author>
      <description><![CDATA[Aqui fica a petição para todos poderem consultar, que a Catolica Praticante simpaticamente me enviou.<br />
<br />
&quot;MAIS VIDA MAIS FAMÍLIA<br />
<br />
1. O povo português orgulha-se da sua cultura multissecular, da sua identidade forte, da convicção com que se tem batido por valores como a liberdade, a democracia, a auto-determinação dos povos. Desse património humanístico faz parte a protecção de toda a vida humana. Por isso Portugal teve a coragem histórica de ser um dos primeiros países do mundo a abolir a pena de morte.<br />
<br />
2. Na cultura portuguesa actual, com traços jurídicos vigorosos — embora ainda insuficientes — afirma-se igualmente, como valor de fundo, a dignidade feminina, a projecção da mulher em toda a actividade comunitária, a maternidade.<br />
<br />
3. Noutro plano, a natalidade tornou-se um dos bens mais necessários ao país, também do ponto de vista do equilíbrio entre pessoas idosas e população activa.<br />
<br />
4. Neste Portugal de hoje parecem pois estar reunidas, mais do que nunca, as condições para que se lute pela vida e contra a pobreza; pela vida e contra a discriminação das mulheres, incluindo das mães grávidas nos locais de trabalho; pela vida e contra os atropelos à liberdade de ser mãe; pela vida e contra a falsa solução do recurso ao aborto, que deixa em quem o pratica sequelas físicas e psicológicas que o tempo não consegue sarar.<br />
<br />
Tendo presentes estas premissas e<br />
<br />
Considerando que o combate ao aborto clandestino deve, também, assentar na eliminação das suas causas económicas, sociais e psicológicas, objectivo que apenas tem sido prosseguido por iniciativas da sociedade civil, promovidas por aqueles que, em consonância com os progressos da ciência médica, defendem a vida humana e dignidade de cada ser humano, desde o momento da concepção até à morte natural;<br />
<br />
Considerando que os valores expostos são inseparáveis de uma política de promoção da maternidade e da família enquanto instituição basilar da sociedade, designadamente no domínio das opções legislativas em matéria fiscal, laboral, de habitação, de segurança social, de saúde e de educação;<br />
<br />
Considerando interpretar as mais profundas e genuínas convicções do povo português, expressas, de resto, recentemente em referendo, pretendem os signatários reafirmar a sua convicção de que a valorização da vida humana deve continuar a merecer, no Código Penal, a protecção, a todo o tempo, da vida intra-uterina, através da definição como crime, da sua violação, e apresentar aos órgãos de soberania a petição anexa.<br />
<br />
<br />
<br />
Nós, abaixo assinados, pedimos que a Assembleia da República e o Governo, cada um dentro da sua específica competência legislativa e regulamentar, aprovem:<br />
<br />
a) O reforço da protecção da vida e dignidade de cada ser humano, no decorrer da actual revisão constitucional;<br />
<br />
b) Um regime legal de protecção jurídica de cada ser humano, na sua fase embrionária;<br />
<br />
c) Iniciativas legislativas de promoção da família nos domínios fiscal, laboral, habitacional, da segurança social, da saúde e da educação e<br />
<br />
d) Medidas concretas de defesa da vida e da dignidade de cada ser humano, em particular, da mulher, muito em especial de apoio à mãe grávida em dificuldade, bem como ao recém-nascido.<br />
<br />
24 de Janeiro de 2004 ]]></description>
      <category>Arquivo - Geral</category>
      <guid isPermaLink="true">http://www.paroquias.org/forum/read.php?12,4985,19371#msg-19371</guid>
      <pubDate>Fri, 04 Nov 2005 17:40:29 +0000</pubDate>
    </item>
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