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Dall'Alto Dell'Apostolico Seggio
ENCÍCLICA
DALL'ALTO DELL'APOSTOLICO SEGGIO
DO PAPA LEÃO XIII
SOBRE A MAÇONARIA NA ITÁLIA
Aos Bispos, ao Clero, e ao Povo da Itália.
Veneráveis Irmãos e Amados Filhos, Saúde e Bênção
Apostólica.
1. Do alto do Trono Apostólico, aonde a Providência Divina Nos
colocou para vigiar pela salvação de todas as nações,
Nós olhamos sobre a Itália em cujo seio, por um ato de singular
predilecção, Deus estabeleceu a Sede de Seu Vigário, e
da qual Nos vem no tempo presente muitas e amarguíssimas tristezas.
Não é nenhuma ofensa pessoal que Nos entristece, nem as privações
e sacrifícios impostos a Nós pela actual condição
das coisas, nem os ultrajes e escárnios que uma imprensa insolente tem
todo o poder para atirar todos os dias contra Nós. Se somente a Nossa
pessoa estivesse envolvida, e não a ruína à qual a Itália
ameaçada em sua fé está se atirando, Nós suportaríamos
estas ofensas sem reclamar, alegrando-Nos até por repetir o que um de
Nossos mais ilustres Predecessores disse de si mesmo: "Se o aprisionamento
do meu país não aumentasse a cada momento e a cada dia, quanto
ao desprezo e escárnio de mim mesmo eu alegremente silenciaria."[1]
Mas, além da independência e dignidade da Santa Sé, a própria
religião e a salvação de toda uma nação estão
envolvidas, de uma nação que desde os primeiros tempos abriu o
seu seio à Fé Católica e sempre a tem zelosamente preservado.
Por incrível que pareça, é verdade; a tal ponto chegamos,
que devemos temer que esta nossa Itália perca até a fé.
Muitas vezes Nós soamos o alarme, para advertir do perigo; mas por este
motivo Nós não pensamos que tenhamos feito o suficiente. Em face
aos continuados e ainda mais furiosos assaltos que são feitos, Nós
ouvimos a voz do dever chamando-Nos mais poderosamente do que antes para falar-vos
novamente, Veneráveis Irmãos, aos seus Clérigos, e a todo
o povo italiano. Uma vez que o inimigo não dá trégua, então
nem vós nem Nós podemos permanecer calados ou inertes. Pela Divina
misericórdia Nós fomos constituídos guardiões e
defensores da religião do povo confiado ao Nosso cuidado, Pastores e
vigilantes sentinelas do rebanho de Cristo; e por este rebanho Nós devemos
estar prontos, se necessário, a sacrificar tudo, até a própria
vida.
2. Nós não diremos nada de novo; pois os fatos não mudaram
daquilo que eles eram, e Nós em outros tempos falamos sobre eles quando
a oportunidade surgiu.
Mas Nós agora pretendemos recapitular estes fatos de algum modo, e agrupá-los
em uma única imagem, de modo a deduzir para instrução geral
as consequências que seguem deles. Os fatos são incontestáveis
e aconteceram à clara luz do dia; não separados uns dos outros,
mas tão conectados entre si em uma série de modo a revelar com
a mais completa evidência um sistema do qual eles são a verdadeira
operação e desenvolvimento. O sistema não é novo;
mas a audácia, a fúria, e a rapidez com as quais ele está
sendo levado adiante agora, são novas. É o plano das seitas que
está agora se desenrolando na Itália, especialmente no que se
refere à religião Católica e à Igreja, com o propósito
final e jurado, se isso fosse possível, de reduzi-la a nada.
Agora é desnecessário colocar as seitas Maçónicas
em julgamento. Elas já estão julgadas; seus fins, seus meios,
suas doutrinas, e sua acção, são todos conhecidos com indisputável
certeza. Possuídos pelo espírito de Satanás, cujos instrumentos
eles são, eles ardem como ele com um ódio mortal e implacável
a Jesus Cristo e Sua obra; e eles se esforçam por todos os meios para
derrubá-la e acorrentá-la. Esta guerra no momento presente se
desenrola mais do que em qualquer outro lugar na Itália, na qual a religião
Católica se enraizou mais profundamente; e acima de tudo em Roma, o centro
da unidade Católica, e a Sede do Pastor Universal e Mestre da Igreja.
3. É bom traçar desde o início as diferentes fases deste
combate.
4. A guerra começou pela derrubada do poder civil dos Papas, cuja queda,
de acordo com as intenções secretas dos verdadeiros líderes,
mais tarde abertamente declarada, era, sob um pretexto político, para
ser o meio de pelo menos escravizar, se não destruir, o supremo poder
espiritual dos Pontífices Romanos.
Para que nenhuma dúvida restasse quanto ao verdadeiro objectivo desta
guerra, seguiu-se rapidamente a supressão das Ordens Religiosas; e portanto
uma grande redução no número de operários evangélicos
para a propagação da fé entre os pagãos, e para
o ministério sagrado e serviço religioso nos países Católicos.
Mais tarde, a obrigação do serviço militar foi estendida
aos clérigos, com o necessário resultado de que muitos e graves
obstáculos foram colocados no recrutamento e devida formação
até do Clero secular. Lançaram mãos das propriedades eclesiásticas,
em parte por absoluto confisco, e em parte taxando-as com enormes cargas, de
modo a empobrecer o Clero e a Igreja, e privar a Igreja do que é necessário
para seu suporte temporal e para levar adiante instituições e
obras auxiliares ao seu divino apostolado. Isto os próprios sectários
abertamente declararam. Para diminuir a influência do Clero e de corpos
clericais, apenas um meio eficaz precisa ser usado: tirar deles todos os seus
bens, e reduzi-los à absoluta pobreza. Assim também a acção
do Estado é em si mesma toda dirigida para erradicar da nação
seu carácter religioso e Cristão. Das leis, e de toda a vida oficial,
toda inspiração e ideia religiosa é sistematicamente banida,
quando não directamente atacada. Cada manifestação pública
de fé e de piedade Católica é ou proibida ou, sob pretextos
vãos, de mil maneiras impedida.
Da família são tiradas sua fundação e constituição
religiosa pela proclamação do casamento civil, como ele é
chamado; e também pela educação inteiramente leiga que
agora é exigida, dos primeiros elementos até o mais alto ensino
das universidades, de modo que as gerações em crescimento, tanto
quanto isto possa ser afectado pelo Estado, devem crescer sem qualquer ideia
de religião, e sem as primeiras noções essenciais de seus
deveres para com Deus. Isto é colocar o machado na raiz. Nenhum meio
mais universal e eficaz poderia ser imaginado de retirar a sociedade, as famílias,
e os indivíduos, da influência da Igreja e da fé. Demolir
o Clericalismo (ou Catolicismo) até os seus fundamentos e em suas próprias
fontes de vida, especificamente, na escola e na família: esta é
a autêntica declaração dos escritores Maçons.
5. Será dito que isto não acontece somente na Itália,
mas é um sistema de governo que os Estados seguem de modo geral.
Nós respondemos, que isto não refuta, mas confirma o que Nós
estamos dizendo sobre os desígnios e acção da Maçonaria
na Itália. Sim, este sistema é adoptado e levado adiante aonde
quer que a Maçonaria use sua acção ímpia e pervertida;
e, como a sua acção é largamente difundida, do mesmo modo
este sistema anticristão é largamente aplicado. Mas a aplicação
se torna mais veloz e geral, e é levada a maiores extremos, em países
aonde o governo está mais sob o controle da seita e melhor promove os
seus interesses. Infelizmente, no momento presente a nova Itália está
entre estes países. Não apenas hoje ela está sujeita à
pervertida e maligna influência das seitas; mas já por algum tempo
eles a têm tiranizado como quiseram, com absoluto domínio e poder.
Agora a direcção dos assuntos públicos, no que diz respeito
à religião, está totalmente em conformidade com as aspirações
das seitas; e para atingir as suas aspirações, eles encontram
auxiliadores declarados e instrumentos de prontidão naqueles que detém
o poder público. Leis adversas à Igreja e medidas hostis a ela
são primeiro propostas, decididas, e resolvidas, nos encontros secretos
da seita; e se algo apresenta até a mínima aparência de
hostilidade ou prejuízo à Igreja, é imediatamente recebido
favoravelmente e levado adiante.
Entre os fatos mais recentes Nós podemos mencionar a aprovação
do novo código penal, no qual o que era mais obstinadamente exigido,
a despeito de todas as razões em contrário, eram os artigos contra
o Clero, que forma para eles uma lei excepcional, e até condenam como
criminosas certas acções que são deveres sagrados de seus
ministros.
A lei quanto às obras de piedade, pela qual qualquer propriedade de
caridade, acumulada pela piedade e religião de nossos ancestrais sob
a protecção e a guarda da Igreja, foi retirada completamente da
acção e controle da Igreja, foi por alguns anos levada adiante
nos encontros da seita, precisamente porque iria infligir um novo ultraje à
Igreja, diminuir sua influência social, e suprimir imediatamente um grande
número de doações feitas para o culto divino.
Então veio aquela obra eminentemente sectária, a erecção
do monumento ao renomado apóstata de Nola, o qual, com a ajuda e favor
do governo, foi promovido, determinado, e levado adiante pela Maçonaria,
cujo mais autorizado porta-voz não se envergonhou de reconhecer o seu
propósito e declarar seu significado. Seu propósito era insultar
o Papado; seu significado que, ao invés da Fé Católica,
deve agora haver em substituição a mais absoluta liberdade de
examinação, de crítica, de pensamento, e de consciência:
e o que é entendido por tal linguagem na boca das seitas é bem
conhecido.
O selo foi colocado pelas mais explícitas declarações
feitas pelo chefe de governo, que eram no seguinte sentido: - Que o verdadeiro
e real conflito, que o governo tem o mérito de entender, é o conflito
entre a fé e a Igreja de um lado e a livre examinação e
a razão do outro. Que a Igreja tente fazer como ela fez antes, acorrentar
novamente a razão e o livre-pensar, e prevalecer; mas o governo neste
conflito declara-se abertamente a favor da razão como contrária
à fé, e toma sobre si mesmo a tarefa de fazer do Estado Italiano
a expressão evidente desta razão e liberdade: uma triste tarefa,
que agora há pouco foi enfaticamente reafirmada em uma ocasião
semelhante.
6. À luz de tais fatos e tais declarações como estas,
é mais do que nunca claro que a ideia dominante que, em tudo que diz
respeito à religião, controla o curso dos assuntos públicos
na Itália, é a realização do programa Maçónico.
Nós vemos quanto já foi realizado; nós sabemos quanto ainda
resta a ser feito; e nós podemos prever com certeza que, enquanto os
destinos da Itália estiverem nas mãos de governantes sectários
ou de homens sujeitos às seitas, a realização do programa
será forçada adiante, mais ou menos rapidamente de acordo com
as circunstâncias, até o seu completo desenvolvimento.
A acção das seitas é no presente dirigida para atingir
os seguintes objectivos, de acordo com os votos e resoluções passadas
em suas mais importantes assembleias, - votos e resoluções inspirados
por um ódio mortal à Igreja. A abolição nas escolas
de qualquer tipo da instrução religiosa, e a fundação
de instituições nas quais até as moças devem ser
retiradas de toda influência clerical, qualquer que ela possa ser; porque
o Estado, que deve ser absolutamente ateu, tem o inalienável direito
e dever de formar o coração e os espíritos de seus cidadãos,
e nenhuma escola deveria existir fora de sua inspiração e controle.
A aplicação rigorosa de todas as leis agora vigorando, que visam
assegurar a absoluta independência da sociedade civil da influência
clerical.
A estrita observância de leis suprimindo corporações religiosas,
e o emprego de meios para fazê-las efectivas.
O controle de todas propriedades eclesiásticas, partindo do princípio
que a sua propriedade pertence ao Estado, e a sua administração
ao poder civil.
A exclusão de todo elemento Católico ou clerical de todas administrações
públicas, de obras de caridade, hospitais, e escolas, dos conselhos que
governam os destinos do país, de uniões académicas e semelhantes,
de companhias, comités, e famílias, - uma exclusão de tudo,
em qualquer lugar, e para sempre. Ao invés, a influência Maçónica
deve ser sentida em todas as circunstâncias da vida social, e se tornar
mestra e controladora de tudo.
Por meio disto o caminho vai ser aplainado em direcção à
abolição do Papado; a Itália irá deste modo ser
livre de seu implacável e mortal inimigo; e Roma, que no passado foi
o centro da Teocracia universal no futuro será o centro da secularização
universal, do qual a Carta Magna da liberdade humana deve ser proclamada à
face do mundo inteiro. Estas são as autênticas declarações,
aspirações, e resoluções, dos Maçons ou de
suas assembleias.
7. Sem exagero, esta é a presente condição e a futura
perspectiva da religião na Itália. Encolher-se para não
ver a gravidade disto seria um erro fatal. Reconhecer isto como é, confrontar
isto com a prudência e fortaleza evangélicas, inferir os deveres
que isto impõe sobre todos os Católicos, e sobre nós especialmente
que como Pastores temos que vigiar sobre eles e guiá-los à salvação,
é entrar nos olhares da Providência, fazer uma obra de sabedoria
e zelo pastoral.
Tanto quanto diz respeito a Nós, o ofício Apostólico põe
sobre Nós o dever de protestar em alta voz mais uma vez contra tudo que
tem sido feito, está sendo feito, ou está sendo tentado na Itália
para prejudicar a religião. Defendendo e guardando os direitos sagrados
da Igreja e do Pontificado, Nós abertamente repelimos e denunciamos a
todo o mundo Católico os ultrajes que a Igreja e o Pontificado estão
continuamente recebendo, especialmente em Roma, e que nos atrapalham no governo
da Igreja Católica, e adicionam dificuldade e indignidade à Nossa
condição. Nós estamos determinados a não omitir
nada de Nossa parte que possa servir para manter a fé viva e vigorosa
entre o povo italiano, e para protegê-lo contra os assaltos de seus inimigos.
Nós, portanto, fazemos um apelo, Veneráveis Irmãos, ao
vosso zelo e vosso grande amor pelas almas, de modo que, possuídos com
um sentido da gravidade e do perigo no qual elas incorrem, vós possais
aplicar os remédios adequados e fazer tudo o que puderdes para dispersar
este perigo.
8. Nenhum meio que esteja em vosso poder deve ser negligenciado. Todos os recursos
da palavra, todo expediente na acção, todos os imensos tesouros
de socorro e graça que a Igreja coloca em vossas mãos, devem ser
usados, para a formação de um Clero instruído e cheio do
espírito de Jesus Cristo, para a educação cristã
dos jovens, para a extirpação de doutrinas malignas, para a defesa
das verdades Católicas, e para a manutenção do carácter
Cristão e do espírito de vida familiar.
9. Quanto ao povo Católico, antes de mais nada é necessário
que eles sejam instruídos quanto ao verdadeiro estado de coisas na Itália
no que diz respeito à religião, o carácter essencialmente
religioso do conflito na Itália contra o Pontífice, e os objectivos
reais constantemente visados, para que eles possam ver pela evidência
dos fatos os muitos modos pelos quais se conspira contra a sua religião,
e possam se convencer do risco que eles correm de serem roubados e despojados
do inestimável tesouro da fé.
Com esta convicção em suas mentes, e tendo ao mesmo tempo a certeza
de que sem fé é impossível agradar a Deus e ser salvo,
eles irão entender que o que agora está em jogo é o maior,
para não dizer o único interesse, o qual cada um na terra está
obrigado antes de todas as coisas, ao custo de qualquer sacrifício, a
colocar fora de perigo, sob pena de miséria eterna. Eles irão,
ainda mais, facilmente entender que, neste tempo de aberto e furioso conflito,
seria desgraçante para eles desertarem do campo e se esconderem. Seu
dever é permanecer em seus postos, e abertamente mostrar serem verdadeiros
católicos por suas crenças e acções, em conformidade
com a sua fé. Isto eles devem fazer pela honra de sua fé, e a
glória do Soberano Líder cuja bandeira eles seguem; e para que
eles possam escapar do grande infortúnio de serem repudiados no último
dia, e de não serem reconhecidos como Seus pelo Supremo Juiz que declarou
que qualquer um que não está com Ele está contra Ele.
Sem ostentação ou timidez, que eles dêem prova daquela
verdadeira coragem que vem da consciência de cumprir um dever sagrado
perante Deus e os homens. A esta franca profissão de fé os Católicos
devem unir uma perfeita docilidade e amor filial para com a Igreja, um respeito
sincero por seus Bispos, e uma absoluta devoção e obediência
ao Pontífice Romano. Em uma palavra, eles irão reconhecer quão
necessário é largar tudo que seja obra das seitas, ou que receba
impulso ou favor da parte deles, como sendo sem dúvida alguma infectado
pelo espírito anticristão; e eles irão, ao contrário,
devotar-se com actividade, coragem e constância, a obras Católicas,
e às associações e instituições que a Igreja
abençoou, e que os Bispos e o Pontífice Romano encorajam e mantêm.
Além disso, vendo que o principal instrumento empregado por nossos inimigos
é a imprensa, que em grande parte recebe deles sua inspiração
e suporte, é importante que os Católicos se oponham à imprensa
maligna por uma imprensa que seja boa, para a defesa da verdade, nascida do
amor à religião, e para sustentar os direitos da Igreja. Enquanto
a imprensa Católica estiver ocupada em deixar nus os desígnios
pérfidos das seitas, em ajudar e defender as acções dos
sagrados Pastores, e em defender a promover as obras Católicas, é
dever os fiéis suportar eficazmente esta imprensa, - recusando ou cessando
de favorecer de qualquer modo a imprensa maligna; e também directamente,
concorrendo, tanto quanto cada um possa, para ajudá-la a viver e florescer:
e neste assunto Nós pensamos que até agora não foi feito
o suficiente na Itália.
Finalmente, o ensinamento dirigido por Nós a todos os Católicos,
especialmente nas encíclicas "Humanum genus" e "Sapientiae
Christianae", deveria ser particularmente aplicado aos Católicos
da Itália, e ser imprimido sobre eles. Se eles têm algo a sofrer
ou a sacrificar para permanecer fiéis aos seus deveres, que eles tomem
coragem no pensamento de que o Reino dos Céus sofre violência e
é ganhado somente fazendo violência a nós mesmos; e que
aquele que ama a si mesmo e o que é seu mais do que Jesus Cristo, não
é digno d'Ele. O exemplo dos muitos campeões invencíveis
que, em todos os tempos, generosamente sacrificaram tudo pela fé, e os
especiais auxílios da graça que fazem o jugo de Jesus Cristo suave
e Seu fardo leve, devem animar poderosamente a sua coragem e sustentá-los
no glorioso combate.
Continuação
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