| 14-15. As construções e as alusões a riquezas poderiam referir-se a realizações a empreender no mundo dos mortos ou, pelo contrário, a empreendimentos feitos neste mundo, quer se trate de construções de intenção funerária, quer não. Os reis eram naturalmente construtores e reconstrutores de monumentos já arruinados, como aparece sugerido no texto hebraico. Quanto à comunidade de vida entre grandes e pequenos no mundo dos mortos, ver Is 14,9-11; Ez 32,18-30. |