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Inteligência Espiritual
 

Neemias 2


2 Neemias parte para Jerusalém (6,1-7) - 1*No mês de Nisan, no vigésimo ano do rei Artaxerxes, como o vinho estivesse diante do rei, tomei-o e ofereci-lho. Ora, jamais eu estivera triste na sua presença.
2O rei disse-me: «Porque tens o semblante tão sombrio? Não estás doente. Portanto, isso só pode ser tristeza do coração.» Eu fiquei muito conturbado, 3e respondi ao rei: «Viva o rei para sempre! Como não hei-de estar triste quando a cidade onde se encontram os túmulos dos meus pais está em ruínas, e as suas portas consumidas pelo fogo?» 4E o rei disse-me: «Que queres?»
Então, fiz uma oração ao Deus do céu
5e disse ao rei: «Se aprouver ao rei, e se o teu servo achar graça diante de ti, deixa-me ir ao país de Judá, à cidade onde se encontram os túmulos dos meus pais, a fim de a reconstruir.» 6*O rei, junto de quem a rainha se sentara, perguntou-me: «Quanto tempo durará essa viagem? Quando será o regresso?»
Aprouve ao rei deixar-me partir, e eu indiquei-lhe a data do regresso.
7*Prossegui: «Se o rei achar bem, dêem-me cartas para os governadores da outra margem do rio, de modo que me deixem passar para Judá; 8e também outra carta para Asaf, o intendente da floresta real, a fim de que me forneça madeira para construir as portas da cidadela do templo, para as muralhas da cidade e para a casa que eu habitar.» O rei concordou com o meu pedido porque me favorecia a bondosa mão de Deus.
9*Fui ter com os governadores da outra margem do rio e entreguei-lhes as cartas do rei. O rei fizera-me escoltar por alguns chefes militares e cavaleiros. 10*Mas quando Sanebalat, o horonita, e Tobias, o servo amonita, foram informados disto, ficaram pesarosos por ter chegado alguém que procurava a prosperidade dos filhos de Israel.

Inspecção das muralhas - 11Cheguei, finalmente, a Jerusalém e descansei ali três dias. 12*Levantei-me durante a noite com um pequeno grupo de homens, sem dizer a ninguém o que o meu Deus me inspirava fazer em favor de Jerusalém. Não tinha comigo outro animal senão aquele em que montava.
13*Saí à noite pela porta do Vale e dirigi-me à fonte do Dragão e à porta da Estrumeira; e contemplei as muralhas de Jerusalém arruinadas e as portas consumidas pelo fogo. 14Passei, depois, pela porta da Fonte e pela piscina do rei, mas não havia ali caminho para passar com a minha montada. 15Subi então, à noite, pela torrente e examinei a muralha. Dei a volta, voltei a entrar pela porta do Vale e regressei.
16Os magistrados ignoravam aonde tinha ido e o que queria fazer. Até àquele momento nada deixara transparecer aos judeus, nem aos sacerdotes, nem aos magistrados, nem aos chefes, nem às outras pessoas do povo que se ocupavam dos trabalhos. 17Disse-lhes então: «Vede a miséria em que nos encontramos: Jerusalém destruída, as suas portas consumidas pelo fogo! Vinde, e reconstruamos as muralhas da cidade, e ponhamos termo a tanta ignomínia.» 18Ao mesmo tempo, contei-lhes como a bondosa mão de Deus me favorecera e narrei-lhes todas as palavras que me dissera o rei. Gritaram todos: «Ergamo-nos e reconstruamo-la!» Com isto, cobraram ânimo e puseram-se a executar esta obra.

Oposições - 19*Sanebalat, o horonita, Tobias, o servo amonita, e Guéchem, o árabe, souberam isto e zombaram de nós, dizendo em tom escarninho: «Que estais a fazer? Quereis revoltar-vos contra o rei?» 20Mas eu respondi-lhes nestes termos: «O próprio Deus do céu é quem nos fará triunfar. Nós somos os seus servos e vamos continuar a obra, pois vós não tendes parte, nem direito, nem lembrança em Jerusalém.»

 

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